Anna Lou Olivier in International Congresses (em Congressos Internacionais)

24 de junho de 2018 Deixe um comentário

Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) participated as speaker (video presentation) in 25th World Congress on Conference Neurology & Neuroscience, June 18-19 2018 | Dublin, Ireland. Day 1 June 18, 2018- 16:10-16:30. Scientific Program, Click here.

She also published your article “Multitherapy treating autism (autistic spectrum disorder) and down syndrome” in Journal Clinical Psychiatry and Cognitive Psychology (2018) Volume 2, Issue 1. Click here.

 

Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) participou como palestrante (apresentação de vídeo) no 25º Congresso Mundial de Neurologia e Neurociência em Conferências, de 18 a 19 de junho de 2018 | Dublin, Irlanda. Dia 1, 18 de junho de 2018 – 16:00-16:30 hrs. Acesse o Programa Científico (em Inglês), Clique aqui.

Ela também publicou seu artigo “Multiterapia tratando autismo (transtorno do espectro autista) e síndrome de down” (em Inglês) em Journal Clinical Psychiatry and Cognitive Psychology (2018) Volume 2, Edição 1. Clique aqui.

Promoção Relâmpago – Flash Sale Vampirinho Vegano – Little Vegan Vampire

19 de junho de 2018 Deixe um comentário
Português:

O “Especial Infantojuvenil” da Amazon.com.br começou e o Vampirinho Vegano faz parte de uma  seleção especial de eBooks no site!

Meu livro “Solua, o vampirinho vegano    Primeiro episódio: Plantando uma nova
consciência  (em formato Conto infanto-juvenil)” (B01LNGT4GU) está em promoção do dia 19/6/2018 até 23/6/2018.

O preço dele passará de R$9.41 para apenas  R$1.99.  Confira, clique aqui

 

 English Version:

Amazon.com.br “Young Adult Special” starded and the little vegan vampire  is part of a special selection of eBooks on Amazon.com.br.
My book (Portuguese) “Solua, o vampirinho vegano    Primeiro episódio: Plantando
uma nova consciência  (em formato Conto infanto-juvenil)” (B01LNGT4GU) start today 6/19/2018 and last until 6/23/2018.
The price will go from R$9.41 to R$1.99. Click here
 

Harvard: palestrar ou não, eis a questão!

18 de junho de 2018 2 comentários

Neste artigo eu relato o convite que recebi para palestrar (porter presentation) em Congresso em Harvard, as dificuldades e falhas para se conseguir um visto americano. Leia com atenção, até o final, e fique à vontade para comentar.

Desde que apresentei meus temas no Congresso Psicólogos Clínicos Globais Video presentation na Malaysia, recebi muitos outros convites para palestrar em eventos internacionais. Isso é gratificante! 

No final de 2017, recebi um convite para palestrar em um Congresso Médico autofinanciado em Harvard. Eu nem acreditei, até contatei o organizador para perguntar se estava mesmo me convidando a palestrar ou era só pra assistir ao evento. Ele respondeu: “Off course” (claro!) eu estava convidada para palestrar. Empolguei-me e enviei dois temas para eles escolherem qual dos dois mais interessava ao evento. Me surpreendi quando recebi a resposta: Eles tinham aceitado meus dois temas para poster presentation. 

Próximo passo foi correr a uma escola de Inglês e me empenhar, pela centésima vez, a recordar o idioma. Já falei sobre isso, devido ao meu afogamento na adolescência, eu perdi a capacidade de me expressar em Inglês e Francês. De tempos em tempos, eu me matriculo em escolas, faço cursos e até relembro o básico, posso até chegar a ter fluência, mas, de repente, apaga tudo de novo. Bem, eu estava disposta a reverter esta limitação e brilhar neste Congresso.

Com este pensamento, matriculei-me em mais um curso de Inglês e paguei minha inscrição no Congresso. Tudo foi bem no início, eu até consegui relembrar o Inglês e ter certa fluência até o dia em que tudo apagou, eu nem lembrava a conjugação do verto “To be” e o professor pensou que eu estava brincando, mas era sério.

Mas este não foi o problema principal, eu estava empolgada até que bateu a dúvida, sou vegana restrita, não vou encontrar comida com facilidade, a viagem dura 14 horas, no mínimo, pode chegar a 32 horas dependendo da conexão. E esta limitação com o Inglês, se eu esquecer até meu nome, como vou me explicar, como vou descer e subir de aviões, sem entender o que anunciam, como vou passar pela vistoria tudo sozinha, afinal, nunca viajei tão longe sozinha… Decidi deixar o acaso, ou melhor, o Eterno definir e assim o tempo foi passando.

Há uma semana eu acessei o site do Congresso e, quando li meu nome entre os Speakers em dois temas, eu não resisti. Eu decidi participar. Foi ai que comecei a perceber o quanto os norte-americanos podem ser rudes com brasileiros. Estava acostumada com os ingleses que são extremamente educados e me surpreendi negativamente com os procedimentos para visto americano. De início, já li as regras e, entre elas, está bem frisado que o visto não garante a entrada nos Estados Unidos, só dá o direito de viajar até lá e pedir autorização para entrar no país. Procurei sobre as vantagens de ter um visto americano, são poucas, basicamente, poder entrar nos Estados Unidos e fazer compras lá e os sites que divulgam as vantagens anunciam como se fosse o máximo, mas o mínimo que se espera de uma viagem, é entrar no lugar de destino e fazer alguma compra, incluindo alimentos, não é?

O site do Consulado fechava a página periodicamente e tinha que recarregá-la a todo momento e recomeçar preenchimento. Diante de algumas dúvidas, achei que precisaria de assessoria para este preenchimento.

Procurei um despachante, mas achei caro demais, ele cobrava metade do valor da taxa de visto (que, por sinal, é a mais cara de todos os vistos para outros países) apenas para preencher o formulário e agendar entrevistas, as quais eu deveria ir pessoalmente. Procurei a Câmara de Comércio, expliquei meu caso, frisei que estava levando minhas técnicas ao país deles, ensinando de graça num congresso autofinanciado. Um passou pro outro que passou pro outro que me compreendeu perfeitamente e disse que fariam tudo pra me ajudar. Que bom, enfim, um pouco de respeito!

Ao ler o e-mail do bom moço, percebi que isso me custaria o mesmo valor cobrado pelo despachante… Percebi que a Câmara de Comércio não estava se importando com meu altruísmo nem com meu ego inflado. Nem respondi, acessei novamente o site do cadastro, decidida a preencher tudo sozinha e consegui. Inclusive consegui responder as mais de vinte perguntas sobre pedofilia e terrorismo do tipo “- Já acolheu terroristas?” – “Já fez terrorismo?” e por ai vai…

Confesso que me senti extremamente mal com este interrogatório cibernético. Não te dão nem o benefício da dúvida, nem te conhecem e já despejam este interrogatório insano… Tudo bem, preenchi tudo e fui tentar agendar a entrevista. Outro problema, não aparecia nenhuma data disponível para biometria. Liguei para diversos fones e só caia em secretária eletrônica, digite 2, digite 1, digite 4 e vá digitando números até que caia de novo no início que te diz que se quer viajar aos Estados Unidos, você precisa de um visto… Não diga! Eu não sabia…

E ai comece a digitar tudo outra vez até que a secretária eletrônica diz que seu tempo expirou e desliga… Isso ocorreu diversas vezes até que eu liguei para Brasília, até que enfim, uma humana me atendeu, expliquei tudo e ela disse que me transferiria ao setor responsável. E me transferiu, adivinhe para onde? Para o mesmo fone que eu estava ligando e só caia em secretária eletrônica. Liguei de novo para Brasília, já estava nervosa, mesmo assim, expliquei tudo novamente, finalmente me transferiram para outra voz humana que, de forma bem fria, agendou duas datas, uma para biometria (que eu pude escolher o horário embora fosse no meu dia de rodízio) e outra para entrevista, no dia e horário que eles decidem, não importa se eu poderia ou não comparecer.

Fui para a biometria, parei no estacionamento do local, rapazes simpáticos, ao menos isso, me atenderam no estacionamento e até me deram umas dicas. Estava preocupada porque cheguei uma hora antes, (com medo de pegar rodízio na volta, sai bem cedo). No estacionamento me orientaram a ir ao prédio, pois me atenderiam uma hora antes mesmo, por causa do jogo. Ai percebi que, se eu tivesse cumprido o horário estipulado, correria o risco de chegar lá e não ter ninguém, pois sairiam antes para assistirem ao jogo da copa.. Muita consideração, né?

Na porta o segurança já diz:

– Vai onde?

– Boa tarde, vou fazer biometria.

– Tira o óculos escuro e vai ali pra vistoria.

Na vistoria, a mulher também mal-educada, repete:

– Tira o óculos senão não entra.

– Eu tenho fotopsia, não posso tirar os óculos no claro. Se me deixar entrar, eu tiro…

Depois de um impasse e de me passar um detector de metais, a mulher deixa eu entrar só no saguão e depois tirar os óculos.

No balcão, fico sabendo que todos os documentos que me mandaram levar não seriam necessários para a biometria, mas no aviso estava frisado para levá-los… Mais falta de educação:

– Só precisa levar esses documentos na entrevista. Siga a linha verde, primeiro andar…

Fila grande, gente carrancuda, chegou minha vez e tive que lutar pra deixar minhas orelhas à mostra, pois meu cabelo armado, sempre a cobre. Eles inventaram que as fotos devem mostrar as orelhas para um possível reconhecimento ser necessário… Essa, pra mim, foi nova, se vão fazer reconhecimento pela orelha, então para quê fazer biometria de impressão digital? Fiz biometria e me dispensaram com um “pode ir”.

Não tem “boa tarde”, “bom dia”, “por favor”, “obrigada”, “com licença”… Como já disse, me acostumei com os ingleses. Cumprimentos como “good morning”, “good afternoon”, ao chegar, “sorry”, “please”, “excuse me” or thanks se ouve com frequência ao conversar com um inglês… Os americanos não agem assim. Sem cumprimentos, sem sorriso, só ordens que devem ser cumpridas pelos solicitantes de vistos. Pior são os brasileiros que trabalham nestes locais tão mal-educados quanto seus empregadores… Pior ainda são os inúmeros brasileiros que já devem ter passado por este tratamento e não reclamaram. Acham normal passar por maus-tratos. 

Ao sair, ainda tive problemas no estacionamento. Apesar de ter três pessoas atendendo, o rapaz que manobra carros, me deixou esperando mais de dez minutos, com o carro ligado e pedindo desbloqueio, pois eu estava no rodízio. Invés de tirar o único carro que me impedia de sair, ele preferiu manobrar diversos outros carros de outra fila, recepcionar quem chegava e só depois resolveu me liberar… Detalhe, estacionamento (caro) pago, nada é de graça!

Ao conseguir sair de lá, perguntei para mim mesma:

– O que eu estou fazendo? Porque estou me sujeitando a tudo isso?

Isso é uma pequena mostra do que posso enfrentar em “território americano”. Se, dentro do meu país, sou tratada assim por eles, imagine estando em local considerado deles? Há diversos vídeos e artigos de “experts”  ensinando como se comportar para passar na vistoria e entrar nos Estados Unidos, sem ser levado(a) à temida “salinha”. Entre as “atitudes consideradas suspeitas” estão: contar piadas, conversar com seus parentes e, se por acaso, abrirem sua mala e despejarem tudo, é só manter a calma, esperar eles terminarem, recolocar tudo na mala, fechá-la e ir “curtir”. Mas curtir o quê, depois de passar por tanta humilhação?

 Penso que agem assim porque a grande maioria dos pedidos de visto é de pessoas que querem usufruir de algo dos Estados Unidos. Muitos querem até ficar por lá. Aliás, eles tem um medo doentio de alguém ir para lá como turista e ficar de forma clandestina. Exigem mil comprovações, desconfiam de tudo. Mas quem em sã consciência, vai deixar tudo que tem de bom aqui pra ir sofrer lá? Eu não mesmo! Acho que nunca pensaram que poderia haver uma otária capaz de bancar altas despesas de viagem, estadia e participação num evento, para ensinar gratuitamente suas técnicas. Ao menos, era isso que eu pretendia até passar por esse tratamento “VIP” (neste caso não é Very important person e sim Very insignificant person).

E uma dúvida que se instalou, diante desta maratona: Os americanos exigem muito para me dar um visto, mas que garantias eles me dão de que, se eu viajar sozinha até lá, eu serei bem tratada, terei facilidade em encontrar meus alimentos veganos restritos, estarei em segurança e voltarei ao Brasil tão bem quanto sai? É bom que comecem a pensar que nem todos estão desesperados para ir ao país deles ou usufruir do que eles tem. Alguns como eu, estão levando algo útil a eles e merecem ser tratados com dignidade!

Entrevista no Consulado: É um local onde não se pode levar celular, câmeras, nada que possa filmar, ou seja, não se pode provar nada do que acontece ali. Em vista disso, muitas pessoas se aproveitam para cobrar bem caro pela guarda de celulares e outros objetos, em média R$ 20,00. Eu encontrei um estacionamento que também lava o carro e aproveitei para dar um bom banho no meu carro. Na portaria, o atendente me indicou ir até a “revista” e, pasmem, disse obrigado. Foi a primeira vez que ouvi um “obrigado”. Na sequência, uma mulher vestida com algo parecido com uma farda (não era uma farda oficial, que eu saiba) já disse:

– Chega aqui e abre a bolsa. (abri a bolsa e ela foi vasculhá-la, soltei a bolsa na mão dela e ela disse, de forma estúpida) – pode segurar! E me encarou com ódio, eu a encarei também e, logo, uma outra vestida como ela, se aproximou já com a mão no revólver. Deve ter percebido que sou muito perigosa, tenho inteligência e posso raciocinar sobre o absurdo que é este tratamento. Eu ia retrucar, mas me calei. A mulher vestida de policial disse de forma brusca para eu seguir até uma mesa onde, também de forma rude, a atendente me indicou pegar uma das aproximadamente 8 filas paralelas. Não sei quanto tempo fiquei nesta fila, havia muita gente aguardando e não tem como verificar horas. Bem, enfim, fui chamada, novamente passei por uma atendente, depois segui para outra revista, desta vez eletrônica. Antes o policial, (este estava com uma farda mais próxima do real) disse, também rude, para todos tirarem casacos, relógios, esvaziarem bolsos e insistiu para eu esvaziar meus bolsos.

Eu sorri e disse:

Mas, senhor, eu nem tenho bolsos!

E ele, pasmem, respondeu:

Desculpe!

A revista é inibidora, apesar de passarmos por uma revista eletrônica, há um policial segurando um cassetete bem à frente e eu me intimidei, até parei na porta e ele disse: — Não pare, continue andando!

Nestas alturas eu já estava estressada e só pensava em sumir dali, mas ainda fui estupidamente direcionada a seguir até uma outra mesa, de lá, fui para outra fila. Depois de alguns minutos, recebi indicação de que deveria ir até um dos guichês, aguardei mais um pouco. Imaginei que a entrevista seria com o Cônsul, sentado em frente a uma imensa mesa, aquelas cadeiras acolchoadas, essas salas em que, costumeiramente, acontecem reuniões. Não é assim! São vários guichês, com um vidro bem espesso e o cônsul atende do outro lado, os entrevistados ficam de pé do lado de fora. Na minha frente uma universitária toda feliz que iria para a Disney. Nem percebeu toda a humilhação que passava… Ao lado, pude ouvir o “interrogatório”, uma senhora que disse ser empresária, teve que responder inúmeras perguntas, sempre de forma ríspida, é um interrogatório mesmo!

Fiquei imaginando quantas perguntas me fariam, mas ao chegar minha vez, o Cônsul apenas perguntou porque quero ir aos Estados Unidos. Respondi que recebi convite para duas palestras não remuneradas num Congresso em Harvard, ele pediu para ver a prova. Eu mostrei as duas cartas/convites para abordar os dois temas, uma captura de tela do site com meu nome entre os palestrantes e o comprovante de minha inscrição. Ele leu com atenção e disse que era suficiente. Eu insisti em mostrar toda a documentação que xeroquei, biografias em livros oficiais, artigos publicados, comprovantes de residência, rendas etc. Ele não quis ver nada disso… Gastei tempo e dinheiro para xerocar algo que nem interessou ao Cônsul…E, no final, ele disse que meu visto foi aprovado e me desejou “boa sorte” em minhas apresentações.

Depois de tantos coices dos funcionários, foi bom ouvir isso… Mas não apaga a péssima impressão que guardei de tudo isso. Não é um presídio como me disseram, (inclusive uma pessoa me disse que ficou seis horas sendo interrogada neste consulado porque desconfiaram que ela teria alguma ligação com a máfia. Notei que algumas pessoas eram direcionadas para outra fila depois de passarem pelo guichê, não posso afirmar que seja esta a fila da “tortura” porque não vi o que acontece com quem entra nesta fila), mas, de qualquer forma, no geral, requerer um visto americano é intimidante, dispendioso, estressante e os funcionários, na maioria, são estúpidos sem nenhuma necessidade. E o caos continua porque, ainda há uma terceira entrevista para retirada do passaporte, alguns dias depois, já com o visto…

Diante de tudo isso, a conclusão que cheguei é a seguinte:

Nós, brasileiros, precisamos ter um pouco mais de amor-próprio e amor pelo nosso país. O Brasil tem tudo, clima tropical, alimentos diversos, recursos hídricos, já teve muitas riquezas em pedras e outras, mas, apesar de muito roubado, ainda tem riquezas que não se encontra em outros países. São muitos os brasileiros que se dizem arrependidos de terem ido morar nos Estados Unidos, são muitos os americanos que se esforçam para aprender português e sonham vir morar no Brasil. Porque nós somos tão bobos? Porque renegamos nosso país para procurar algo que não se encontra no externo? Afinal, estar bem conosco mesmo faz com que nos sintamos bem em qualquer lugar, quem tem necessidade de procurar novos ares deve pensar se quer novos ares ou se necessita se conhecer melhor. E quem não se acha no seu próprio país, não vai se achar em lugar nenhum do mundo.

E quanto a Harvard e o status de palestrar, apresentar dois temas lá, tenho pensado muito. Lembrei-me de um fato que já estava esquecido. Há exatos 41 anos, após perder a memória e a capacidade de leitura num afogamento, passei por 25 renomados profissionais, dois deles, exibiam diplomas de Harvard. Nenhum deles soube me diagnosticar, menos ainda, me tratar. Depois de tanto sofrer, estudar, pesquisar e passar por tudo que passei (e paguei caro por isso), eu iria ensinar de graça o que Harvard não me ofereceu quando precisei… Neste ponto, foi bom ser tratada como lixo, me fez acordar e valorizar meu conhecimento. Além disso, a conclusão que chego é que tudo passa. Participar deste Congresso em Harvard pode ser o máximo, posso me recordar por anos, mas quando eu morrer, quem irá se importar? O que significa Harvard para alguém que passe por um acidente ou uma anoxia, por exemplo? Cinco minutos sem respirar, já não se é nada. Uma lesão, dependendo do local do cérebro, te torna um vegetal…. E ai, de que vale o dinheiro, o poder ou apresentar-se em Harvard? Nada paga o bem-estar. O sentir-se em casa. O estar entre amigos. E isso, em definitivo, não sinto nos americanos. Amizade, amor… só nos filmes de Hollywood…

Dislexia e Dislexia Adquirida é o ebook mais vendido e está em promoção. Confira!

17 de junho de 2018 Deixe um comentário

O e-book Dislexia e Dislexia Adquirida; Como detectar, diferenciar, entender e tratar, é 1º mais vendidoem Educação Especial no site Amazon.com.br. Confira as capturas de tela e aproveite para ler este ebook com um super desconto. De hoje 17/06/2018 até o dia 22/06/2018, está em promoção de R$ 24.99 por apenas R$ 4,99. Para comprar, clique aqui

 

Promoção Relâmpago – Chance de ler o livro mais vendido e com super desconto

17 de junho de 2018 Deixe um comentário

 

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O “Especial Não Ficção” da Amazon.com.br começou e meu livro faz parte da seleção especial de eBooks no site! Meu livro “Dislexia e Dislexia Adquirida: Como detectar, diferenciar, entender e tratar” (B075ZW8MV4) entá em promoção do dia 17/6/2018 (domingo) até 22/6/2018 (sexta-feira). O preço dele passará de R$24.99 para apenas R$4.99. Aproveite! Clique Aqui

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My book “Dislexia e Dislexia Adquirida: Como detectar,  diferenciar, entender e tratar” (in Portuguese) (B075ZW8MV4) start on 6/17/2018 (sunday) and last until 6/22/2018 (friday)

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Anna Lou Olivier ministrará curso no CIESPSUL

17 de junho de 2018 Deixe um comentário

Curso – Multiterapia do Equilíbrio Total será ministrado por Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) no próximo dia 12 de julho e o conteúdo está imperdível. Confira!

Com técnica de Multiterapia desenvolvida por Anna Lou Olivier (Lou de Olivier), este curso ensina o participante a equilibrar-se de forma geral (em todos os aspectos da mente e do corpo) tornando-o mais centrado, mais proativo e apto a exercer cargos de alta liderança.

Qualquer pessoa pode fazer o curso, mas, em especial, quem já exerce ou quem quer exercer cargos de alta liderança. Confira todos os detalhes, acessando o site CIESPSUL, clique aqui

 

Gato arranhador e cachorro mordedor: como lidar com animais peraltas

11 de junho de 2018 Deixe um comentário

Periodicamente surge um amigo ou amiga desesperado(a) porque adotou um cãozinho que está mordendo seus sapatos ou um gatinho que está arranhando seu sofá. Então resolvi escrever este pequeno artigo para ensinar uma fácil solução. Antes de citar a solução para esta questão, quero explicar o seguinte:

Muitos anos cuidando e estudando os animais, me fizeram entender como eles pensam e como devemos agir com eles. Gatinhos são ótimos companheiros, divertidos, amorosos e até ajudam no tratamento de autistas. Cãezinhos também são ótimos companheiros, amorosos, ajudam em terapias diversas e até servem como babás de crianças pequenas. É só saber educá-los… E, antes que me acusem de incentivar a exploração animal, já friso que estou citando casos que vivi (ou cuidei) pessoalmente e os animais se apegaram a mim ou aos cuidadores e tornaram-se voluntariamente ajudantes nas terapias. E também, quando eu era bebê, a partir dos seis meses de idade, a melhor babá que tive foi um *Labrador Retriever. E esta história merece ser citada, ainda que resumidamente.

Morávamos numa casa muito grande (três andares), não existia sistema de câmeras na época e era difícil acompanhar todos os atos da babá recém-contratada. Era a quarta babá em menos de dois meses, essa foi trazida da cidade da minha mãe e deveria ser de total confiança. Acontece que eu comecei a emagrecer muito, vivia chorando e minha mãe, desconfiada, resolveu espiar pelo vão da porta. Foi quando ela percebeu que a babá me oferecia a papinha, levava a colher até perto da minha boca e, quando eu abria a boca para comer, ela dizia “não te dou!” e comia. Eu começava a chorar e ela já arrematava: – “se chorar, eu te bato, hein?!.”.

Nem preciso dizer que minha mãe fez um escândalo bem “italiano” e chamou meu pai para levar a garota de volta. Mas, antes de sair, a babá ainda prendeu meu dedo com um pregador de roupas. Como já disse, a casa era muito grande e até minha mãe me encontrar, eu já estava sem fôlego de tanto chorar e com o dedinho todo roxo. Não sei não, acho que esta babá não gostava muito de mim…

Próxima ao aeroporto (onde meu pai levou a babá e a “despachou” de volta para a cidade dela), havia uma loja que comercializava cães de raça. Meu pai era contra o comércio de animais, ele adotava inúmeros animais recolhidos das ruas, chegou a ter quatrocentos cachorros e inúmeros gatos, todos adotados. Mas, ao passar pela loja de cães, meu pai se encantou com um *Labrador Retriever, cor de caramelo (amarelo), já adulto e foi até ele. Em poucos minutos pareciam amigos de longa data. Ele pertencia ao dono da loja e não estava à venda, mas meu pai negociou até que conseguiu comprar o cachorro. A intenção era só tê-lo como companhia, mas assim que chegou em nossa casa, o cachorro se apegou a mim de forma espontânea e protetora. Seu nome era Ganga, mas quando aprendi a falar, eu o chamava Kanka, não conseguia falar “Ganga”. Assim, ele passou a ser chamado por todos como Kanka. Ele foi minha “Babá” (e Segurança) dos meus seis meses até sete anos quando ele, infelizmente, faleceu. Ele já era um cão de idade avançada quando chegou à nossa casa. Mas ele foi a melhor Babá e o melhor Segurança que tive. Ele me tratava com muito cuidado, fazia “carinho” com a pata virada para não me machucar. Ninguém se aproximava de mim, sem que ele rosnasse e avançasse. Até meus próprios pais precisavam pedir licença ao Kanka para me pegar no colo. E estranhos não se aproximavam nem pedindo licença, o Kanka avançava e mordia sem piedade. Assim, minha mãe podia cuidar tranquilamente de suas pinturas e outros trabalhos manuais que gostava de fazer por hobby enquanto eu estava protegida pelo Kanka por onde eu fosse. Até hoje me emociono ao lembrar dele…

Mas enfim, deixando as recordações e lágrimas de lado, só citei esta pequena história para ilustrar minha afirmação de que cães podem ser ótimas babás e os gatinhos, como já expliquei em detalhes em artigo anterior, além de companheiros amorosos, podem até ajudar em terapias com autistas. Então, já que estes amiguinhos de quatro patas são tão importantes em nossas vidas, que tal ensinarmos a eles, com muito carinho, algumas boas maneiras para que suas manias de morder ou arranhar não sejam impedimentos para uma longa e feliz amizade?

Quando o gatinho arranha sofás e outros móveis:

Parece o fim do mundo, mas é muito fácil lidar com isso: É só cortar as unhas periodicamente (cuidado para cortar no limite certo e não ferir o gatinho, se não tiver habilidade para isso, leve ao Veterinário para cortar as unhas do seu amigo), comprar um arranhador e ensinar o bichano a arranhar só no arranhador. Se for filhote, é mais fácil ensinar, mas adulto também aprende fácil. Para agilizar o aprendizado, há dois procedimentos básicos. Você precisará de 1 arranhador, petiscos, uma latinha com tampa, onde você colocará algumas pedrinhas e muito carinho. O treinamento é fácil: Você pode oferecer petiscos quando o gatinho acertar, ou seja, quando usar o arranhador. E, quando ele arranhar algum móvel, você deve sacudir a latinha. Ele parará na hora porque não gosta deste barulho. Os gatos aprendem rápido. Algumas vezes que você fizer isso, ele já entenderá que não deve arranhar os móveis. O mesmo com os petiscos, depois de ganhar dois ou três ele já entenderá que usar o arranhador é permitido e até proporciona ganhar petiscos e arranhar móveis é proibido e atrai um som muito ruim. Simples assim. Depois dele assimilar o aprendizado, não esqueça de dar um petisco, de vez em quando, ao perceber que ele usou o arranhador. Não precisa ser rotina, mas de vez em quando é bom receber um mimo, quem não gosta não é?

Quando o cãozinho gosta de morder sapatos e outros objetos:

Se a questão é o cãozinho roedor de sapatos e outros pertences, o procedimento é um pouco diferente. Você deve falar com ele de forma firme, não precisa gritar nem inspirar medo, é só dizer firmemente que não gosta de sua atitude roedora. Em paralelo, comprar brinquedos para que o cão possa roer é uma boa ideia. Há uma grande variedade de brinquedos específicos para serem mordidos e, assim, o cãozinho nem perceberá os sapatos e outros objetos que ele morderia se não tivesse os brinquedos. Outra atitude que o cuidador deve ter é passear, diariamente, com o cão. Além de ser um ótimo exercício tanto para o cão quanto para o cuidador, isso fará o cão desestressar, gastando energia nesta atividade e deixando de roer objetos. Com o cão também funciona oferecer um petisco sempre que ele usar um brinquedo para morder. Assim, ele entenderá que morder os brinquedos próprios para isso gera um elogio e um bom petisco.

Neste link tem estas e outras importantes dicas para entender e lidar melhor com seu amiguinho de quatro patas. https://anavegana.loudeolivier.com/Curiosidades-e-cuidados-animais.php

 *Labrador Retriever, este nome significa que é um cão originário de Labrador no Canadá e é um cão de caça.

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