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O tempo certo…

14 de dezembro de 2017 Deixe um comentário

relogioDesde que me afoguei, aos dezesseis anos, e segui desmemoriada por muito tempo, eu descobri o gosto pela pesquisa. A princípio, dependendo de amigos que liam para mim e, ao terminar minha primeira faculdade, foi pedido um TCC com pesquisa de campo. Nesta época, eu já conseguia ler com alguma dificuldade, mas já conseguia ler o suficiente para fundamentar a pesquisa de campo. Então eu entendi, desde aquela época, que uma das minhas grandes paixões era a pesquisa, a investigação, o entender, a fundo, diversos temas…

Segui estudando e pesquisando, Artes Cênicas, Musicoterapia, Psicanálise, Neuropsicologia, Psicopedagogia, Medicina Comportamental e áreas correlatas. Além dos estudos oficiais, eu sempre pesquisei também sobre Filosofia, Teologia, Teosofia e afins… Foi ai que, há alguns anos, eu encontrei um curso com um tema de autoconhecimento maravilhoso que era ministrado por um professor russo. Não pensei duas vezes, me inscrevi no curso que, além de fantástico, era ministrado online e gratuitamente. Era tudo de bom!

Aguardei, ansiosa, pelo primeiro dia de aula. Antes, porém, comprei um livro que estava indicado como complementar ao curso. A autoria do livro era deste professor, mas o livro estava traduzido para diversos idiomas e, felizmente, também para o Português. Assim como o curso era ministrado com tradução simultânea.

Impaciente, comecei a ler o livro de mais de seiscentas páginas antes mesmo da primeira aula. Confesso que não consegui entender praticamente nada. Apesar de estar traduzido para o Português, me parecia, literalmente, russo!

Pensei que, quando o curso se iniciasse, eu então poderia compreender todo o conteúdo do livro, mas me decepcionei muito quando, na primeira aula, eu também não entendi quase nada do que o professor ensinou. Ainda assim eu assisti mais duas aulas dele até decidir trancar minha matrícula. Muito triste, admiti que eu não tinha afinidade com este professor, nada entendia dos ensinamentos dele e a única decisão acertada seria parar o curso e procurar outro professor. Meu consolo foi saber que a maioria dos alunos também desistiu do curso, que acabou sendo cancelado.

Encontrei uma professora que ensinava o mesmo tema, mas numa linguagem bem simples e num nível bem básico. A aula dela era presencial, em português. E eu fiquei feliz ao perceber que entendia perfeitamente tudo que ela ensinava. Assim, eu fiz o curso básico e o intermediário com ela. Na sequência, matriculei-me numa escola e cursei mais dois níveis também presenciais.

Dois anos depois destes cursos, recebi um convite para retornar ao curso do professor russo e resolvi arriscar. Apesar da insegurança, eu destranquei minha matrícula e me surpreendi quando percebi que tudo o que ele falava agora estava muito fácil de entender. Então eu, enfim, pude fazer o curso completo com este professor. E tanto me empolguei e pesquisei que acabei até alcançando um nível bem superior aos alunos da minha turma…

Entendi que eu precisava de uma boa base para poder entender o curso do professor e, só depois de dois anos em outros cursos, eu atingi o nível de entendimento para até ultrapassar os ensinamentos dele…

Sempre que eu anuncio uma grande descoberta ou proponho um curso ou uma publicação que traz inovações futuristas e não tenho retorno imediato, eu me lembro desta minha fase e da história que desencadeou este meu aprendizado. Como neste momento, eu tenho anunciado diversas inovações, inclusive em forma de romance, uma forma que eu penso ser mais agradável de aprender, lendo um enredo interessante e romanceado. Uma mescla de estilos, acaba não atraindo ninguém pois as pessoas parecem procurar temas “focados” nesta época. E o que anúncio, muitas vezes, contradiz o consenso. E, já que Nélson Rodrigues dizia “toda unanimidade é burra”, mas ele há tempos morreu e parece que quase ninguém quer concordar com ele em nossa época… Em resumo, depois de dois anúncios em que, segundo o facebook, foram atingidas quase seis mil pessoas, houve quatrocentos e doze envolvimentos, mas apenas quatorze cliques e, na realidade, ninguém concretizou sequer uma compra de um e-book, só posso entender que, ou a propaganda do facebook não funciona. E isso não procede, já que muitas pessoas vivem de anúncios nas redes sociais, principalmente facebook. Ou, o que parece mais acertado, estou fazendo como o professor russo, oferecendo um conhecimento de pós-graduação sem que as pessoas tenham passado por uma base. Ou porque também muito do que ensino mostra a inutilidade de grande parte dos ensinamentos atuais…

 

 

árvores e livros

A Brinquedoteca aliada à aprendizagem, por exemplo, eu implantei entre 1997 e 2009 aproximadamente. Só agora em 2017 passou a ser utilizado de forma contínua. Comecei a citar a Dislexia Adquirida desde 1978, comecei a defender o tema oficialmente no início da década de 1990 e só por volta de 2012 foi aceita pela Ciência da Saúde e, ainda assim, com restrições, só a causada por AVC, ainda defendo a Dislexia causada por anoxia/hipoxia… E, assim, tantos outros temas que eu anunciei muito antes e demoraram dez, quinze, vinte anos para serem aceitos… Então, pensando assim, estou animada porque meus romances inovadores que misturam gêneros, informações diversas, abordam questões profundas e camufladas pela mídia e ainda trazem muita aventura e romance, com renda doada aos animais abandonados, em uns quinze ou vinte anos serão lidos e transformados em Best Sellers… Não é ótimo?

Se você não quer esperar tanto tempo e prefere ler agora, clique aqui e conheça meus diversos títulos.

Veganismo e meio ambiente: Com quantas árvores se faz um livro?

26 de novembro de 2017 2 comentários

Você sabe com quantas árvores se faz um livro?

Neste pequeno artigo vou mostrar, de forma simplificada, não só estes dados, como vou comparar o papel comum com o reciclado e abordar o formato e-book. E como tudo isso influencia no meio ambiente. Vem comigo!

Foto de fundo site Dreamstime, fotos dos e-books (livros digitais) de autoria de Anna Lou Olivier, incluídos na foto pela própria autora usando editor Gimp.

Muitas pessoas se dizem defensoras do meio ambiente, dos animais e da vida, mas não se dão conta do mal que causam ao ambiente, cada vez que optam por um livro impresso invés de digital. Os dados são variáveis, mas de uma forma geral, podemos entender que, utilizando técnicas de fabricação de papel mais comuns (processo “mecânico” ou “triturado”), cada árvore pode produzir uma média de 75 quilos de papel, sendo necessário doze árvores para produzir uma tonelada de papel, de acordo com o Conservatree, Recycled environmental paper information.

Um cálculo aproximado, levando em conta um livro de peso médio, pode-se afirmar que, cada livro carregue 0,028 de árvore. Numa projeção pode-se calcular que 34,8 livros podem ser produzidos a partir de cada árvore. Estes dados são uma média e podem variar, de acordo com o tamanho da árvore, o número de páginas do livro e o método de fabricação do papel, entre outros detalhes.  

Foto Site Dreamstime, editada por Anna Lou Olivier

Aqui entra o papel reciclado que parece ser a melhor opção. No entanto, há tempos, a indústria afirma que não há uma comprovação segura de que o uso do papel reciclado possa trazer menos impactos para o meio ambiente do que o papel comum. Esalq-USP realizou um estudo fundamentado em literatura técnica sobre reciclagem de papéis e comprovou que a produção de papel 100% reciclado utilizado na produção de escrita e impressão pode gerar um volume de efluentes até seis vezes maior que o papel comum. O mesmo estudo ainda comprovou que o processo de preparação das aparas para produção de papéis reciclados destinados à impressão e escrita pode gerar consumo adicional de energia elétrica de até 750 kWh/t, este consumo não ocorre na fabricação do papel comum.

 

Em um artigo antigo, publicado pelo Estado de São Paulo em 07 de maio de 2008, Antônio Gimenez, gerente da área de Negócios de Impressão e Conversão da International Paper (IP) afirmou: O processo de fabricação do papel reciclado consome mais água, mais produtos químicos e mais energia elétrica do que o papel branco. Isso porque a fibra reciclada passa por uma etapa a mais de clareamento, para eliminar impurezas, que não existe na produção do papel brancoPara Gimenez parece que o papel comum é mais adequado até porque ele também afirma: É um mito dizer que o papel reciclado salva árvores, pois aqui elas já são cultivadas e para esse fim No meu entender, este cultivo de árvores destinadas ao mercado de papéis para escrita e impressão também é dispendioso pois o solo poderia ser utilizado para plantio de alimentação, já que, estamos numa época de escassez de alimentos e a tendência é piorar. Mas esta é a minha humilde opinião, já que não sou produtora de papel nem de alimentos, apesar de ser uma grande produtora de textos para leitura tanto didáticos quanto para entretenimento.

Aliás, neste ponto, devo explicar que, quando criei o Vampirinho Vegano em 2010 eu pensei em todas as formas de produção e divulgação. E optei por e-books (livros digitais) para também preservar o meio ambiente. Já que tanto o papel comum (branco) quanto o reciclado tem seus prós e muitos contras, pensei que o ideal seria lançar toda a série do vampirinho apenas de forma digital. Porém, muitas pessoas nem sabiam bem o que é e-book, perguntavam sobre frete, queriam saber quantas páginas tinham as histórias e eu acabei cedendo e fazendo um pequeno lote de apenas 30 cartilhas. Elas venderam rapidamente, mas os e-books (em PDF) foram pouquíssimos a vender. E, quando decidi passar toda a comercialização para o site Amazon, que não dispõe de PDF, (apenas de visualização em aplicativo), as vendas simplesmente cessaram.

Comenta-se agora em 2017, entre os editores, que o e-book “não pegou” no Brasil. Isso se confirma pelo fato da própria Amazon estar projetando abrir livrarias físicas e comercializar livros físicos. Mas eu pergunto: O que acontece com o povo brasileiro, que consegue perfeitamente acessar sites, ler artigos, participar de chats, postar em redes sociais, tudo de forma virtual e não consegue aceitar uma leitura de um livro digital? Até porque, usando como exemplo, um livro que, na forma física (impressa) custaria trinta reais, pode ser adquirido por aproximadamente doze reais (em alguns casos, até menos) na versão digital… É para se pensar muito!

Bem, voltando ao antigo artigo/matéria do Estadão, entre diversos comentários dos especialistas da área, dois são dignos de (re) citação:

O primeiro comentário foi feito por Sonia Chapman, que, na ocasião da publicação do artigo era diretora-presidente da Fundação Espaço Eco, atualmente pelo que pude verificar, divide-se em diversos projetos também em sustentabilidade, afirmou: “O importante é o uso racional da matéria-prima e energia”. “É a mesma discussão que se tem com os alimentos orgânicos. Se toda a população passar a comer orgânicos, não vai haver terras suficientes para produzir dessa maneira. Não há coleta de lixo urbano que permita só a produção do papel reciclado.”

Foto site Dreamstime

Este comentário nos leva a uma profunda reflexão. De fato, não há terra suficiente para produzir orgânicos para toda a população do planeta. Muito da terra já está comprometido com o solo desgastado por diversos fatores que nem cabe citar neste pequeno artigo. Quanto a coleta de lixo, tudo poderia se resolver com uma reeducação da população e um maior investimento em coleta tanto de lixo comum quanto de material reciclável. Mas a questão do solo é mesmo preocupante. E, provavelmente, irreversível.

A matéria do Estadão terminou afirmando que “a reportagem procurou as ONGs de defesa do meio ambiente Greenpeace e WWF, mas elas informaram que não têm uma avaliação técnica sobre o uso de papel reciclado.”

 

Diante disso, o que se pode refletir é o seguinte:

Levando em conta as definições destas ONGs, sendo: World Wide Fund for Nature é uma Organização não governamental internacional que atua nas áreas da conservação, investigação e recuperação ambiental, anteriormente chamada World Wildlife Fund, nome oficial ainda em uso nos Estados Unidos e Canadá” E Greenpeace é uma organização não governamental de ambiente com sede em Amesterdão, nos Países Baixos, e com escritórios espalhados em mais de 40 países. Atua internacionalmente em questões relacionadas à preservação do meio ambiente e desenvolvimento sustentável, com campanhas dedicadas às áreas de florestas (Amazônia do Brasil), clima, nuclear, oceanos, engenharia genética, substâncias tóxicas, transgênicos e energia renovável.”

É bem preocupante o fato das duas ONGs apenas responderem que “não têm uma avaliação técnica sobre o uso de papel reciclado.”

Como já afirmei, esta reportagem foi feita em 2008 e não foi atualizada, então entende-se que ainda esteja valendo. O principal nisso tudo é perceber a seriedade do tema, não só pelo fato dos dois tipos de papéis geraram diversos problemas ao meio ambiente mas pela carência de novos solos para plantio de alimentos orgânicos.

Vamos refletir melhor sobre isso?

 

A saber: O projeto vampirinho vegano, atualmente tem quatro desenhos animados (disponíveis no YouTube), diversos vídeos de cenas e esquetes gravadas por seis elencos em seis cidades brasileiras (também disponíveis no YouTube e no site oficial do vampirinho vegano), três e-books em português e um em Inglês, além de outros recursos. Todos online. Afinal, defender os animais e o meio ambiente e usar papéis sejam comuns (brancos) ou reciclados para imprimir as histórias seria uma grande incoerência, não acha?

 

Acesse o site oficial e assista aos vídeos e desenhos, clique aqui.

Conheça os e-books que, além de ensinar veganismo de forma lúdica, tem a renda (quando vende) doada aos animais abandonados. Clique aqui

Super promoção relâmpago. Aproveite!

31 de outubro de 2017 Deixe um comentário

Lou de Olivier lança três livros didáticos simultaneamente

27 de outubro de 2017 2 comentários

Sempre inovando e publicando diversos temas e gêneros, Lou de Olivier está lançando três livros didáticos e um romance. Confira os detalhes:

São dois títulos em Português, Dislexia e Dislexia Adquirida (como detectar, diferenciar, entender e tratar), Brinquedoteca aliada à aprendizagem e um em Inglês. Perinatal Anoxia (generating Acquired Dyslexia, Acquired Dysgrapia and other learning disturbances). Além destes três importantes temas terapêuticos, Lou, que agora passa a usar o pseudônimo Anna Lou Olivier, também está lançando um romance de ficção científica.

Apesar de pesquisas bem desenvolvidas em diversos países, ainda há uma grande dificuldade em entender, diferenciar e tratar a Dislexia no Brasil. Em vista disso, Anna Lou Olivier mantém dois sites sobre o tema e tem publicado, desde 1997 até a atualidade, diversos livros impressos, artigos em jornais e revistas e até dossiês em revistas especializadas como Psique Ciência e Vida. Durante muitos anos, Anna Lou Olivier também apresentou-se em TV abordando Dislexia e outros distúrbios de aprendizagem e de comportamento. Em linguagem objetiva e sucinta, a autora tem sempre trazido informações precisas em suas publicações. Este novo livro aborda, de forma aprofundada, mas de simples compreensão, o que é Dislexia, o que parece mas não é Dislexia, como detectar, diferenciar, entender e tratar, como o professor e os pais devem agir com o aluno/filho disléxico. Enfim, é mais um guia indispensável a todos que atuam com Saúde e Educação. A princípio, está disponível em formato digital (e-book) e pode ser adquirido com exclusividade no site Amazon, neste link: http://amzn.to/2hcNqgs

Brinquedoteca aliada à Aprendizagem. Este é o título e tema do segundo lançamento didático de Anna Lou Olivier, Na verdade, trata-se de um relançamento, pois este texto faz parte do curso com o mesmo título que foi ministrado por Anna Lou em parceria com o Portal Aprendaki no período entre 2007 e 2009 e, após o término da plataforma EAD do curso, passou a ser ofertado como brinde em formato e-book. Este relançamento traz o texto revisado, atualizado e muito informativo ensinando desde O que é brinquedoteca. Principais funções da brinquedoteca, do brinquedo e do (ato de) brincar até como alfabetizar crianças usando brinquedos, brincadeiras e jogos. Destaque também para o tema como estimular as 8 fases de inteligência e atividades de Teatro de marionetes e de fantoches dentro da Brinquedoteca. Atenção! Este livro só é disponibilizado na versão impressa e vem dos Estados Unidos, ao fazer seu pedido, verifique o prazo de entrega e o frete.

Saiba mais sobre este livro, acessando: http://amzn.to/2ia8KCC

O terceiro lançamento, também é um relançamento. O tema, que foi inicialmente pesquisado por Anna Lou em 1996, já foi lançado em TCC, na sequência publicado em sites científicos. Em 2000, Anna Lou publicou um resumo do tema no artigo “Anoxia perinatal, minutos que decidem uma vida”. Em 2013 este conteúdo virou tema de um Dossiê publicado pela Revista Psique Ciência e Vida sob título Momentos que podem definir uma vida” abordando Anoxia Perinatal e Dislexia Adquirida em 18 páginas, na edição 90 da revista. Em 2015, o artigo sobre anoxia foi republicado em jornais e portais. Em 2016, com a participação de Anna Lou como oradora online no Congresso Internacional Psicólogos Clínicos Globais, o tema voltou à publicações. Atualmente está publicado em Inglês pelo International Journal of Neuroscience and Behavior Studies para comunidade científica e o mesmo texto, também em Inglês, mas em linguagem mais acessível, está disponibilizado neste e-book para pais e professores. Vale a pena conferir este e-book com um tema tão importante que desperta interesse há vinte anos.

Ele pode ser acessado neste link: http://amzn.to/2yNjm4P

Quem se interessa também por romances, pode ler mais sobre o lançamento de Anna Lou Olivier. Um romance de ficção científica que promete revolucionar as previsões para o fim do mundo, clique aqui.

Assista ao vídeo de lançamentos a seguir.

Comorbidades e recaídas nos Distúrbios de Aprendizagem

12 de junho de 2017 Deixe um comentário

Este artigo foi publicado em duas partes pelo Jornal’Ecos da Literatura Lusófona Paris & Brasília 10 de Dezembro de 2006 – Edição N°54 e 25 de Dezembro de 2006 – Edição N°55 e , na íntegra pelo Jornal O Rebate – Macaé, ano I, Nº 47 – 22 a 29 de dezembro de 2006. A partir de 2013 passou a integrar meu livro Transtornos de Comportamento e Distúrbios de Aprendizagem, sendo ampliado, atualizado e republicado no livro. Divulgo aqui as versões originais em PDF que fazem parte do meu Portal Oficial Lou de Olivier.

 

Pouco ou nada se publica sobre comorbidades* e recaídas nos distúrbios de aprendizagem e considero isso uma grande falha, já que, em qualquer distúrbio, especialmente nos adquiridos por acidentes, é comum haver fases de melhora e fases de piora dos sintomas, assim como é comum um paciente apresentar características de um distúrbio predominante e características de outro ou outros distúrbios secundários, não só nos comportamentais mas também nos de aprendizagem.

 

Que fique claro que estas variações de fases, embora possam ocorrer em outros tipos de distúrbios de aprendizagem, são mais comuns nos adquiridos por acidente, em sua maioria, decorrentes de anoxia (ou hipóxia). E que as comorbidades podem ocorrer em qualquer tipo de distúrbio de aprendizagem ou de comportamento.          

 Como este assunto é complexo e extenso, o dividirei em duas partes.

 

Neste artigo falarei sobre as recaídas  (para ler, clique aqui)

 

e na sequência, ou seja, em outro artigo, falarei sobre as comorbidades (para ler, clique aqui).

Adquira este livro, acessando:
 http://loudeolivier.com.br/

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25 de abril de 2017 1 comentário

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Lou de Olivier

Psicopedagoga. Psicoterapeuta. Especialista em Medicina Comportamental. Precursora da Multiterapia. Detectora da Dislexia Adquirida. Escritora (vários gêneros). Dramaturga.

Premiada no Brasil e Europa como escritora, dramaturga e como pesquisadora, é especialista em Distúrbios de Aprendizagem e de Comportamento e, também, em Dependência Química. Autora de dez livros didáticos e inúmeros artigos em revistas especializadas. Identificadora da Dislexia Adquirida que, após muitos anos de sua defesa e publicações em muitos livros e artigos, hoje está aceita e indexada, constando dos termos oficiais da Ciência da Saúde em Língua Portuguesa, Espanhola e, também, Inglesa, onde recebeu a denominação de Acquired Dyslexia.

Sua mais recente participação internacional foi (online) em 2016 1º Congresso Mundial de Psicólogos Clínicos Globais – Reunião Anual em Kuala Lumpur, na Malásia. No Brasil, a publicação mais recente é  “Desvendando mitos sobre Dislexia” mostrando inclusive distúrbios que são confundidos com Dislexia como é o caso da Síndrome de Irlen e pode ser lido nas paginas 74 a 79.

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