Arquivo

Posts Tagged ‘Artigos’

Anna Lou Olivier libera artigos para uso em Teses, TCCs, etc.

29 de agosto de 2018 Deixe um comentário

Comunicado importante!

Muitas pessoas tem interesse nos artigos escritos por Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) e publicados em revistas impressas, inclusive algumas pessoas repassam sem citar a fonte. Sendo assim, estamos divulgando a página oficial. Nesta página, os principais artigos (de 2000 a 2018) estão em PDF, liberados para uso em teses, TCCs, etc, desde que sejam citados trechos na íntegra,  autoria de Anna Lou Olivier (Lou de Olivier), página, edição e título do veículo que publicou.

Confira os artigos disponíveis, clicando aqui.

Novos artigos de Lou de Olivier publicados. Confira!

Confira os recentes artigos (publicados) de Lou de Olivier :

Artigos em revistas impressas (ambas estão nas bancas):

Mitos na Dislexia, publicado pela Revista Psique edição 133 – Editora Escala

Entrevista de Lou de Olivier sobre Arteterapia publicada pela Revista Arte-Educa mês abril

Artigos disponíveis para leitura na Internet:

Biodança, a verdadeira dança da vida e o Psicodrama no Teatro Terapêutico publicado no Portal Terra. Leia, clicando aqui

Como se comunicar de forma simples e eficiente. Publicado pela Agência O Globo.  Leia, clicando aqui

Também publicado pelo The São Paulo Times. Leia, clicando aqui

Lou de Olivier doa troféus e relíquias ao Museu PróTV.  Publicado pelo The São Paulo Times. Leia, clicando aqui

Entrevista Artes no contexto Terapêutico e Educacional. Para ler,  clique aqui

Vampirinho vegano na zona Norte de São Paulo, publicado em diversos sites e portais:

Noticias da Lou, clique aqui  e aqui

Olhar animal, clique aqui

Mimi Veg, clique aqui

Eventos Veganos Veggi&Tal, clique aqui

Você sabe se comunicar?

22 de abril de 2017 Deixe um comentário

Foto: dreamstime.com

Diariamente nos deparamos com inúmeras mensagens via redes sociais, além de inúmeros e-mails. somando-se telefonemas e contatos presenciais, fica impossível responder a todos. Sendo assim, há necessidade de “filtrar”, escolher o que será respondido e o que será descartado.

Neste raciocínio, começam os questionamentos tanto para quem escreve quanto para quem recebe as mensagens.

Quem escreve deve refletir até que ponto sua mensagem (ou artigo) é útil e a quem se destina seu escrito.

Com frequência, percebo mensagens sem nenhum conteúdo recebendo muitos “cliques”, “curtidas”, compartilhamentos e comentários, enquanto outras mensagens com um ótimo conteúdo que deveriam ter bom retorno com nenhuma ou quase nenhuma repercussão. O que ocorre para que esta inversão exista?

São diversos os fatores, mas os principais são:

* Fotos chamativas. A grande maioria acaba clicando pela foto e nem chega a ler o conteúdo;

* Títulos também chamativos. Da mesma forma, muitos clicam pelo título sem ler o conteúdo;

* Público ideal. Quando cito ideal não significa em nível de inteligência, poder aquisitivo, nada disso, apenas a relação que sua mensagem tem com o leitor ou consumidor. Se sua mensagem refere-se ao lançamento de uma revolucionária mamadeira será muito bem-vinda em um grupo de grávidas e recentes mães, mas será rejeitada em um grupo de jovens executivos.

Há outros fatores, porém estes três já definem o sucesso ou fracasso de uma mensagem (ou artigo). Portanto, se você quer que sua mensagem ou artigo sejam, ao menos, vistos e “curtidos”, procure inserir fotos e títulos chamativos. Mas tenha em mente que isso atrairá o leitor num primeiro momento. Se ele vai ler (ou gostar) do seu texto, é incógnita. Na questão das fotos, verifique os direitos autorais. E prefira sites que oferecem fotos cedendo esses direitos. Apesar da Internet parecer uma “terra de ninguém” onde tudo é permitido, há órgãos fiscalizadores em diversos setores e, no caso específico do Direito Autoral, há possibilidade do autor da foto mover um processo contra seu uso indevido ou não autorizado. O mesmo pode ocorrer com textos plagiados. O famoso “copia e cola”.

Aliás, neste ponto, devo relembrar regras de um jornalismo que parece esquecido no tempo mas que ainda é (ou deveria ser) padrão de uma boa escrita. Um artigo deve ser original, ou seja, não deve haver antes dele artigo igual.

Caso já exista um artigo sobre o tema, mas você não concorda com o ponto de vista deste artigo, use-o como base e escreva seu próprio artigo, citando o original que o(a) inspirou a escrever sobre o tema.

Se você concorda com o artigo já existente, resista ao desejo de “copiar e colar” e republicar, copie apenas o link e repasse aos seus contatos com uma simpática mensagem do tipo. “Gostei deste artigo e penso que será útil a você também”. Isso mostrará que você tem cultura e sabe se posicionar e conquistará mais leitores do que se você copiar e colar no seu blog ou site como se fosse de sua autoria. Se o artigo em questão está publicado numa agência de notícias (que geralmente permite copiar e colar), mostre que você sabe o que está fazendo e coloque a “fonte”, ou seja, o link de onde você copiou o artigo, no início (deve ser a primeira frase abaixo do título) e não no final como tenho percebido em muitos blogs e portais. Não há nada mais desagradável para um bom leitor do que ler um artigo todo e, ao final, perceber que foi retirado de um outro site. Isso quando não ocorre mais de uma vez, ou seja, descobre-se que o artigo original estava num terceiro site que foi sendo republicado…

E o recebedor (receptor)?

Abordando agora o recebedor, ou seja, quem vai receber a mensagem ou artigo. Procure selecionar as mensagens em assuntos de seu extremo interesse, assuntos de interesse e os que não tem muita importância. Obviamente, sua leitura se iniciará com os temas de extremo interesse, na sequência os de interesse e, se sobrar tempo, pode verificar as restantes. Isso funciona bem em relação aos e-mails ou mensagens de grupos que chegam também pelo e-mail. Em caso de redes sociais, você pode selecionar os amigos e contatos que postam temas de maior interesse e definir que receberá suas mensagens em primeiro lugar. Outra solução, se você tem muitos contatos, é selecionar quem você quer, de fato, seguir. A maioria das redes sociais permite esta seleção e você passa a receber apenas o que tem mais interesse.

As regras para respostas também precisam ser definidas e a principal é ser sempre gentil, mesmo que uma mensagem não desperte interesse. Em alguns momentos é melhor não responder do que usar palavras grosseiras ou dúbias, Se uma mensagem não agradou e você tem intimidade com quem a enviou, diga de forma educada e explique porque não gostou do que leu. Se não tem intimidade com o remetente, pode apenas agradecer pela mensagem ou ignorá-la pode ser melhor do que iniciar um debate inútil sobre o conteúdo, até porque, como sempre cito, o entendimento de um fato ou mensagem depende de quem a recebe, é a forma como cada um percebe o mundo que definirá seu entendimento de uma mensagem ou fato. Um mesmo fato ou mensagem pode despertar diversas reações em diferentes tipos de pessoas e isso se deve ao entendimento de cada um e não ao conteúdo do texto ou essência do fato.

Este artigo pretende ser introdutório e já está um pouco longo. Convido você que leu até aqui e quer mais informações a acessar meu portal onde encontrará muitas informações sobre Saúde, Educação, Artes, Terapias, Veganismo, Espiritualidade, enfim, diversos temas disponíveis em subsites, além de dois canais no youtube. Acesse: http://loudeolivier.com e clique em “Português”, encontrará diversos botões que levam a cada um dos subsites.

%d blogueiros gostam disto: