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Lou de Olivier em entrevista exclusiva para TV Embelezar

15 de fevereiro de 2018 Deixe um comentário

Atendendo ao gentil pedido da equipe da TV Embelezar, Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) concedeu uma importante entrevista, abordando um pouco da sua técnica de Multiterapia, Arteterapia, Musicoterapia, Artes em Geral, o Belo na Arte e ainda comentando sobre Direitos Autorais. Vale a pena conferir.

Assista a entrevista em vídeo:

Acesse a edição completa, clicando aqui

 

O tempo certo…

14 de dezembro de 2017 Deixe um comentário

relogioDesde que me afoguei, aos dezesseis anos, e segui desmemoriada por muito tempo, eu descobri o gosto pela pesquisa. A princípio, dependendo de amigos que liam para mim e, ao terminar minha primeira faculdade, foi pedido um TCC com pesquisa de campo. Nesta época, eu já conseguia ler com alguma dificuldade, mas já conseguia ler o suficiente para fundamentar a pesquisa de campo. Então eu entendi, desde aquela época, que uma das minhas grandes paixões era a pesquisa, a investigação, o entender, a fundo, diversos temas…

Segui estudando e pesquisando, Artes Cênicas, Musicoterapia, Psicanálise, Neuropsicologia, Psicopedagogia, Medicina Comportamental e áreas correlatas. Além dos estudos oficiais, eu sempre pesquisei também sobre Filosofia, Teologia, Teosofia e afins… Foi ai que, há alguns anos, eu encontrei um curso com um tema de autoconhecimento maravilhoso que era ministrado por um professor russo. Não pensei duas vezes, me inscrevi no curso que, além de fantástico, era ministrado online e gratuitamente. Era tudo de bom!

Aguardei, ansiosa, pelo primeiro dia de aula. Antes, porém, comprei um livro que estava indicado como complementar ao curso. A autoria do livro era deste professor, mas o livro estava traduzido para diversos idiomas e, felizmente, também para o Português. Assim como o curso era ministrado com tradução simultânea.

Impaciente, comecei a ler o livro de mais de seiscentas páginas antes mesmo da primeira aula. Confesso que não consegui entender praticamente nada. Apesar de estar traduzido para o Português, me parecia, literalmente, russo!

Pensei que, quando o curso se iniciasse, eu então poderia compreender todo o conteúdo do livro, mas me decepcionei muito quando, na primeira aula, eu também não entendi quase nada do que o professor ensinou. Ainda assim eu assisti mais duas aulas dele até decidir trancar minha matrícula. Muito triste, admiti que eu não tinha afinidade com este professor, nada entendia dos ensinamentos dele e a única decisão acertada seria parar o curso e procurar outro professor. Meu consolo foi saber que a maioria dos alunos também desistiu do curso, que acabou sendo cancelado.

Encontrei uma professora que ensinava o mesmo tema, mas numa linguagem bem simples e num nível bem básico. A aula dela era presencial, em português. E eu fiquei feliz ao perceber que entendia perfeitamente tudo que ela ensinava. Assim, eu fiz o curso básico e o intermediário com ela. Na sequência, matriculei-me numa escola e cursei mais dois níveis também presenciais.

Dois anos depois destes cursos, recebi um convite para retornar ao curso do professor russo e resolvi arriscar. Apesar da insegurança, eu destranquei minha matrícula e me surpreendi quando percebi que tudo o que ele falava agora estava muito fácil de entender. Então eu, enfim, pude fazer o curso completo com este professor. E tanto me empolguei e pesquisei que acabei até alcançando um nível bem superior aos alunos da minha turma…

Entendi que eu precisava de uma boa base para poder entender o curso do professor e, só depois de dois anos em outros cursos, eu atingi o nível de entendimento para até ultrapassar os ensinamentos dele…

Sempre que eu anuncio uma grande descoberta ou proponho um curso ou uma publicação que traz inovações futuristas e não tenho retorno imediato, eu me lembro desta minha fase e da história que desencadeou este meu aprendizado. Como neste momento, eu tenho anunciado diversas inovações, inclusive em forma de romance, uma forma que eu penso ser mais agradável de aprender, lendo um enredo interessante e romanceado. Uma mescla de estilos, acaba não atraindo ninguém pois as pessoas parecem procurar temas “focados” nesta época. E o que anúncio, muitas vezes, contradiz o consenso. E, já que Nélson Rodrigues dizia “toda unanimidade é burra”, mas ele há tempos morreu e parece que quase ninguém quer concordar com ele em nossa época… Em resumo, depois de dois anúncios em que, segundo o facebook, foram atingidas quase seis mil pessoas, houve quatrocentos e doze envolvimentos, mas apenas quatorze cliques e, na realidade, ninguém concretizou sequer uma compra de um e-book, só posso entender que, ou a propaganda do facebook não funciona. E isso não procede, já que muitas pessoas vivem de anúncios nas redes sociais, principalmente facebook. Ou, o que parece mais acertado, estou fazendo como o professor russo, oferecendo um conhecimento de pós-graduação sem que as pessoas tenham passado por uma base. Ou porque também muito do que ensino mostra a inutilidade de grande parte dos ensinamentos atuais…

 

 

árvores e livros

A Brinquedoteca aliada à aprendizagem, por exemplo, eu implantei entre 1997 e 2009 aproximadamente. Só agora em 2017 passou a ser utilizado de forma contínua. Comecei a citar a Dislexia Adquirida desde 1978, comecei a defender o tema oficialmente no início da década de 1990 e só por volta de 2012 foi aceita pela Ciência da Saúde e, ainda assim, com restrições, só a causada por AVC, ainda defendo a Dislexia causada por anoxia/hipoxia… E, assim, tantos outros temas que eu anunciei muito antes e demoraram dez, quinze, vinte anos para serem aceitos… Então, pensando assim, estou animada porque meus romances inovadores que misturam gêneros, informações diversas, abordam questões profundas e camufladas pela mídia e ainda trazem muita aventura e romance, com renda doada aos animais abandonados, em uns quinze ou vinte anos serão lidos e transformados em Best Sellers… Não é ótimo?

Se você não quer esperar tanto tempo e prefere ler agora, clique aqui e conheça meus diversos títulos.

Novos artigos de Lou de Olivier publicados. Confira!

Confira os recentes artigos (publicados) de Lou de Olivier :

Artigos em revistas impressas (ambas estão nas bancas):

Mitos na Dislexia, publicado pela Revista Psique edição 133 – Editora Escala

Entrevista de Lou de Olivier sobre Arteterapia publicada pela Revista Arte-Educa mês abril

Artigos disponíveis para leitura na Internet:

Biodança, a verdadeira dança da vida e o Psicodrama no Teatro Terapêutico publicado no Portal Terra. Leia, clicando aqui

Como se comunicar de forma simples e eficiente. Publicado pela Agência O Globo.  Leia, clicando aqui

Também publicado pelo The São Paulo Times. Leia, clicando aqui

Lou de Olivier doa troféus e relíquias ao Museu PróTV.  Publicado pelo The São Paulo Times. Leia, clicando aqui

Entrevista Artes no contexto Terapêutico e Educacional. Para ler,  clique aqui

Vampirinho vegano na zona Norte de São Paulo, publicado em diversos sites e portais:

Noticias da Lou, clique aqui  e aqui

Olhar animal, clique aqui

Mimi Veg, clique aqui

Eventos Veganos Veggi&Tal, clique aqui

Vó Dora – por um doce compartilhar

18 de janeiro de 2017 Deixe um comentário

Em 1997 quando acessei a Internet pela primeira vez, só havia um provedor, o UOL (Universo Online). Havia também o Zaz (que acabou virando Terra), mas o UOL parecia mais confiável, por isso, o escolhi. Meu plano dava direito a uma única página como site e eu a publiquei com meus dados, uma foto e um pequeno artigo. No início eu utilizava a Internet apenas para complementar minhas pesquisas sobre anoxia perinatal/hipoxia neonatal. Eu estava em fase final de pesquisas práticas e já a havia fundamentado em livros impressos e confesso que não encontrei muito na Internet, mas serviu para me familiarizar com o sistema. Terminada (e fundamentada) a pesquisa, eu a enviei para ser publicada em alguns sites educacionais e agora era hora de defender minha ideia/tese e, na sequência, fui voluntariar numa clínica de dependência química. Com todas essas atividades, em áreas tão divergentes, a minha Internet ficou esquecida até final de 1998.

Foi no final de 1998 que voltei a me conectar e só então pude explorar mais os recursos da Internet.

Era uma grande diversão acessar os chats e outros serviços oferecidos. E o mais interessante, muitas vezes, acessávamos chats do Zaz, mas o UOL também já oferecia alguns chats bem interessantes. Passei um mês conectando-me o dia todo e participando de chats e fóruns, até que veio a conta telefônica. Naquela época era Internet discada e a minha conta veio astronômica. Tive que negociar a dívida e passei a conectar só para baixar e-mails e os lia em off…

Mais alguns meses e um amigo poeta descobriu a “novidade”. A conexão após a meia-noite contava como um só pulso telefônico, ou seja, podíamos conectar a partir da meia-noite e teclar até as seis da manhã que só gastaríamos um único pulso… Ah, foi uma festa! Passei a escrever artigos e publicá-los no meu site e também em portais nacionais e internacionais. Descobri alguns sites de hospedagem gratuita, entre eles, o GeoCities, o Tripod e o HPG. Primeiro eu criei diversos sites e os publiquei com diversos endereços e, na sequência, criei um portal imenso, eu mesma fiz todas as 300 páginas, depois de um curso de oito horas de Dreamweaver. E, depois de lutar umas 48 horas, consegui colocar no ar meu mega portal (que existe até hoje com outras hospedagens pagas) ,

A atividade que eu mais gostava era o fórum de poesia. Passávamos todas as madrugadas teclando, fazendo poesias, trocando mensagens… Agora já estávamos no ano 2000 e eu participava de vários fóruns de poesia. Foi num desses fóruns de poesias que conheci o Marc Fortuna. O fórum era constituído por poetas do Portal Blocos, Leila Miccolis, Uhracy Faustino e outros grandes poetas e amigos que se reuniam todas as noites para poetar… Nós trocávamos elogios, fazíamos poesias coletivas e até chegamos a agendar alguns encontros presenciais dos poetas participantes, mas não se concretizaram e o contato continuou só pela Internet mesmo.

Não lembro bem a data, só sei que foi em 2001, notei as poesias do Marc dedicadas à sua avó Dora. Ele postava todas as noites e fiquei sabendo que a avó dele estava internada num hospital em São Paulo – SP – Brasil. Ele morava na Inglaterra…

Certo dia, ao ler uma linda poesia que ele postou, eu comecei a pensar:

– De que adianta esse rapaz escrever poemas tão lindos se a avó dele está internada e não tem acesso a eles?

Então eu o contatei e perguntei se ele gostaria que eu imprimisse os poemas e fosse ao hospital lê-los para a avó dele. Ele pareceu emocionado quando respondeu com uma pergunta: se eu faria mesmo isso, afinal ele era um desconhecido. Eu garanti que faria, não importava que fosse um desconhecido, era alguém que sofria pela ausência e doença da avó. Não me custaria nada fazer algo para amenizar este sofrimento…

Ele autorizou-me a imprimir os poemas e, assim que pude, fui ao hospital. Quando falei para a enfermeira que leria algumas poesias para a vó Dora, ela vibrou. Disse que amava poesias, se poderia ouvir também. Eu concordei. Ela ajudou a vó Dora a sentar-se e as duas ficaram ouvindo minha leitura. A companheira de quarto da vó Dora também pôs-se a ouvir. Uma enfermeira que passava pelo corredor, ouviu e também entrou no quarto. Quando terminei a leitura, já havia uma “plateia” de quatro pessoas. No segundo dia, quando entrei no quarto, a vó Dora já estava sentadinha esperando e, ao lado dela, não só as quatro ouvintes do dia anterior, mas também outras pacientes e enfermeiras. Foi assim que, no terceiro dia, o quarto mais parecia um teatro com lotação esgotada e eu uma grande atriz declamando belos versos.

Quando terminei a leitura, uma das enfermeiras suspirou e comentou:

– Que amor desse neto pela avó, meu Deus! E que pena ele estar tão longe…

Outra enfermeira disse:

– Pode estar fisicamente longe, mas com este anjinho aqui trazendo e lendo as poesias dele, ele fica mais perto da avó…

Emocionada, eu me levantei e já me encaminhei à porta, dizendo:

– Bem, agora o anjinho tem que atender outra ocorrência…

– Por quê não fica para encontrar a família dela? Eles perguntaram por você.

– Perguntaram? O quê perguntaram?

– Nós comentamos que você tem vindo aqui ler as poesias e a dona Dora está até melhor, mais disposta. Disseram que querem te conhecer.

Meio desconcertada eu saí dizendo que numa outra hora eu os esperaria. Só neste dia eu me dei conta do que estava fazendo. Eu ia ao hospital, lia os poemas, saia, escrevia ao Marc relatando como a avó dele estava e não percebia que estava invadindo a privacidade de uma família que eu nem conhecia. E se não gostassem de mim? E se nunca nos conhecêssemos? Na verdade eu pensava em ler os poemas e só. Confesso que me espantei com o fato de podermos nos conhecer um dia.

Fui ler os poemas por mais dois dias e consegui sair sem ninguém da família me ver. Mas, no sexto dia, a mãe do Marc chegou antes do horário. Eu ainda estava no quarto quando ela entrou. Ela apresentou-se e me agradeceu pelo que eu estava fazendo. Respondi que nem precisava agradecer, estamos aqui neste planeta pra ajudar uns aos outros… Logo estávamos conversando como amigas e eu me senti bem com eles.

Neste dia iniciamos uma grande amizade. O Marc veio ao Brasil, justamente para ver a avó que tinha tido uma espécie de recaída. Nos conhecemos pessoalmente. Ele me trouxe alguns presentes, me agradeceu muito pelo que eu fazia pela Vó Dora e devo confessar que foi uma das poucas pessoas que me agradeceu. Eu já estava tão acostumada com ingratidões, que até espantei-me com tanto carinho dele e da família dele comigo. Cheguei a ficar uns dias no sítio da família e tenho grande carinho por todos. E o Marc visitou meu Espaço Cultural aqui em São Paulo. 

Infelizmente a vó Dora faleceu naquele mesmo ano, mas a grande amizade que construímos e as boas recordações seguem até hoje. Achei que deveria escrever este relato. É uma homenagem à nossa bela amizade e uma recordação de um tempo em que a Internet era um local agradável em que conhecíamos pessoas de bem. Hoje em dia, ao menos para mim, tornou-se insegura. Recentemente passei por apuros ao estender a mão a algumas pessoas e acho que a Internet não é mais a mesma. Por isso valorizo tanto as pessoas, como o Marc Fortuna e família. Pessoas de bem que quero ter sempre em meu círculo de amizades.

Mega-apresentação teatral vegana publicada em 35 portais/blogs confira!

8 de janeiro de 2017 Deixe um comentário

Assista ao vídeo inicial e conheça quem já está participando deste megaevento

 

Mega-apresentação teatral vegana, noticiada em 35 (trinta e cinco) portais/blogs, incluindo Portal Terra, Agência O Globo e The São Paulo Times. Confira! http://vampirinhovegano.comunidades.net/solua-na-midia

Vampirinho Vegano numa mega-apresentação teatral. Confira!

4 de janeiro de 2017 4 comentários

louvampirinhogincanaO primeiro episódio de Solua, o vampirinho vegano estreou no Teatro do Ator em São Paulo – SP – Brasil, em março de 2015 e teve curtíssima temporada…

As apresentações da peça teatral ficaram temporariamente interrompidas, mas o projeto continuou a todo vapor com diversas contações de histórias em eventos veganos, lançamento de camisetas e gincanas do vampirinho vegano, mais duas aventuras em e-books/cartilhas e quatro resumos de episódios em animação 3D que estão no youtube. E,  atualmente, Lou de Olivier está coordenando a produção de um mega evento teatral com esquetes do vampirinho vegano…

O projeto todo tem  caráter filantrópico e de ação socioambiental e animal. E o principal objetivo é e sempre será levar o veganismo consciente a todos que pudermos alcançar. Lembrando que a renda conseguida com a venda dos e-books e camisetas é doada aos cuidadores de animais abandonados. Quanto a mega-apresentação teatral, acontecerá com entrada franca e todos são bem-vindos a participar. 

A data desta mega apresentação será agendada em breve e os ensaios já estão se inciando em diversos pontos do Brasil. Isso mesmo, será uma mega-apresentação teatral com vários atores, duplas e Cias Teatrais em todo o território nacional. Cada Cidade/Estado terá um elenco e um(a) diretor(a) independente mas todos ligados numa mesma intenção: despertar em todos, o amor por todos os tipos de vida, o respeito à natureza, ao próprio corpo, incentivando uma alimentação mais saudável e um maior entrosamento entre humanos e animais. 

Confira alguns comentários de artistas profissionais e amadores que já estão participando:

louvamp

“Estou neste planeta a serviço do Eterno, tudo que faço é para ajudar as pessoas e melhorar o mundo. Essa é a essência da vida, ser útil ao Universo. O vampirinho vegano é uma forma teatralizada de ensinar uma nova consciência de vida que é essencial à sobrevivência humana e preservação de todas as espécies. Não é só alimentação, é nutrição, é convivência pacífica, é cultivar e preservar de fato a natureza. É a real Paz entre todos os seres. E estou feliz em perceber que muitos artistas tanto profissionais quanto amadores estão acreditando neste meu projeto. E, juntos, somos sucesso! O sucesso do bem!” (Ana) Lou de Olivier – Idealizadora e Coordenadora do Projeto Vampirinho Vegano. Lou também dirigirá o elenco de São Paulo – SP

me_silene“Já participei da produção com a Ana Lou de OlivierKabbalah, arte de receber e doar” e foi para mim extremamente gratificante! Agora eu me sinto muito honrada em poder participar desta mega-apresentação, levando uma mensagem de conscientização da importância sobre o Veganismo às pessoas. Agradeço você Ana Lou, por mais este convite, pela sua magnífica ideia e interesse em falarmos de tão nobre e necessário assunto nos dias de hoje. Meus parabéns e sucesso!!!”

Silene B. Silveira (Atriz).

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“Eu me sinto feliz, honrada, grata e ansiosa, pela oportunidade de poder participar deste megaevento que a Ana Lou de Olivier está organizando, pois acredito que um tema tão ecologicamente correto, que promete mais saúde física e mental para o ser humano e paz para todos (animais e humanos), deve ser amplamente divulgado!”

Gicelda Petrole (Atriz).

me_narciso

“Quando recebi a proposta para fazer parte do projeto teatral sobre o vampirinho vegano aceitei de pronto, primeiro porque acompanho todo o trabalho literário e também de dramaturgia da Ana Lou e sempre fui um admirador dos seus trabalhos. Além do que, esse é um projeto que ajuda a discutir um assunto de suma importância porque o veganismo não é só a questão animal que está em jogo, tem outras questões que precisam ser conhecidas pelo público em geral”.

Narciso Campos (Ator e Jornalista).

me_beth

“Nos sentimos honrados em participar de mais um projeto dessa mulher espetacular Ana Lou de Olivier, minha companhia ja apresentou o texto Três Contos que vou te contar (Cinderela que não era Bela porque era Branca demais) de autoria de Lou de Olivier e foi e continua sendo sucesso. Agradecemos a Lou por mais essa oportunidade.”

Beth Terras – Diretora da ADOTE – Cia Teatral Ator Domingos Terras .

me_danivalO que me motivou a participar deste projeto “Solua, o vampirinho vegano” é, por conhecer outros trabalhos de Ana Lou de Olivier, interessei-me no trabalho atual. Os textos “Eu inteiro, metade de mim” e “Os alienados” tem uma qualidade ímpar e ao apreciar o novo trabalho intitulado “Solua, o Vampirinho vegano“, pude ter uma sintonia ampla com a questão educacional. Como educador indico esta obra que trata de tema atual e de importância ambiental/animal de forma simples, objetiva mas muito criativa e atraente. Danival Mascarini (Ator e Professor de Artes)

me_marcia

“A montagem do esquete do texto teatral, Solua O Vampirinho Vegano, contará com a direção e atuação de Márcia Ribeiro e atuação de Felipe Ferreira. Esta é a segunda produção dramatúrgica de Lou de Olivier a ser encenada pela Cia Introspectus, após “Os Alienados”. Fazer parte deste megaevento nos faz refletir sobre os diferentes modos de vida, sobretudo, o lugar que ocupa ou deveria ocupar em nossas vidas cada ser vivo que compõe nossa biosfera. Trata-se de levar ao público, além de conhecimento sobre a prática alimentar vegana, a possibilidade de cultivar hábitos mais saudáveis e pertinentes à vida animal e ambiental. Lou é uma ativista incansável ao lutar por causas que acredita. Gratidão!!! Temos a honra de contribuir para este movimento. Márcia Ribeiro – Diretora da Introspectus Cia de Teatro

me_jaorish“Impossível não citar um grande colega de profissão e fã de meu trabalho. Durante muitos anos, ele lutou para conseguir levar-me à sua região (Palmares – Pernambuco – Brasil), organizou palestras e workshops meus, mas sempre esbarrou na falta de verba e falta de apoio dos órgãos públicos. E minha ida à sua região não se concretizou. Sempre que eu iniciava algum projeto, era um dos primeiros a inscrever-se e participar, mesmo pela Internet. Sei que, se estivesse nesta dimensão, hoje, também participaria ativamente. Mas tenho certeza que, onde está agora, deve estar participando, levando o meu projeto às estrelas e planetas e, formando uma galáxia teatral, com a direção segura do Eterno, tornando assim, o vampirinho vegano Universal!” Jaorish Telles (in memoriam) – citação de Lou de Olivier

Mais uma mega produção de (Ana) Lou de Olivier

27 de dezembro de 2016 Deixe um comentário

louvampSe depender de Lou de Olivier, o ano 2017 começará e seguirá levando o veganismo a todos os cantos do Brasil (e quem sabe do mundo). O Projeto Solua, o vampirinho vegano, que se iniciou em 2010 e até hoje só cresce, está agora em fase de seleção de elencos para uma mega-apresentação teatral, que deverá ocorrer já no início do próximo ano.  solua-plantando

Não é necessário ter nenhuma experiência anterior, mas é preciso ter amor por todos os tipos de vida. É este o principal ensinamento que o vampirinho vegano tem levado a todos que leem suas aventuras em e-books/cartilhas, assistem aos vídeos no youtube ou os textos em teatro, seja com elenco seja em forma de contação de história. Enfim, de diversas formas, o vampirinho tem sempre boas informações sobre alimentação saudável, respeito à natureza e amor a todos os tipos de vida do planeta. Trazendo a Paz verdadeira entre TODOS os seres.

Já há diversos grupos e duplas participando e uma curiosidade, muitos dos participantes ainda não são veganos, são, em sua maioria, artistas que já atuam com Lou de Olivier em suas outras produções e se interessaram em participar também desta produção e conhecer mais de perto o veganismo. Alguns já entraram no clima e já estão estudando e pesquisando o veganismo e arriscando uns dias por semana sem ingerir nada de origem animal. Por um lado isso é muito animador, pois demonstra a boa vontade e dinamismo das equipes que atuam com Lou de Olivier. Por outro lado, surge uma pergunta: E os artistas vegetarianos e veganos? Será que se manifestarão e se unirão a Lou de Olivier nesta mega-apresentação do bem?      louvampirinhogincana

Em breve, Lou de Olivier anunciará os representantes em todo o território nacional e a intenção é abranger, além do território nacional, se possível, os países de idioma Português. Todos são bem-vindos independente dos locais onde residem e, como já foi dito, mesmo sem nenhuma experiência anterior. Até porque há diversas formas de participar, desde encenar as esquetes até apenas empenhar-se na divulgação.

As inscrições se encerrarão em 05/01/2017. Portanto, corra e se inscreva para fazer parte de mais esta iniciativa pioneira de Lou de Olivier que, certamente, plantará uma nova consciência e uma forma diferente de ensinar veganismo a esta e às próximas gerações. Um novo ensino, uma nova percepção, plantando hoje a realidade de amanhã, como em tudo que Lou de Olivier tem feito em diversas áreas. Você é importante, todos são importantes para esta ação socioambiental e animal!

Acesse o site http://soluavampirinhovegano.com.br/ e conheça todo o projeto, tudo que já foi feito e tudo que está acontecendo simultaneamente em prol do veganismo.

Quem já conhece o projeto ou tem pressa em saber mais sobre a mega-apresentação, pode acessar este link direto: http://vampirinhovegano.comunidades.net/detalhes-de-participacao-mega-evento-vampirovegano

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