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A criança subversiva (a verdade sobre a Ditadura no Brasil)

24 de setembro de 2018 Deixe um comentário

Antes de imaginar que Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) seja mais uma esquerdista se fazendo de vítima da Ditadura, leia este pequeno artigo, reflita e tire suas próprias conclusões.

Anna Lou aos 3 anos dançando e cantando “Dança do Saci-Pererê” (Bossa-Nova)

A Anna sempre foi precoce, mal sabia andar, já se agarrava aos móveis e dançava ao ouvir qualquer música. Aos dois anos e meio, ela foi levada pela mãe ao auditório da TV Record, para assistir ao seu pai, um militar da reserva (acidentou-se em serviço e foi para a reserva), que contava piadas e fazia brincadeiras no palco com as crianças no intervalo do Programa Ginkana Kibon. Em certo momento, um famoso cantor (não recordamos o nome) entrou no palco e começou a cantar. A Anna não teve dúvidas, subiu na poltrona da plateia onde estava e começou a dançar. Logo, o cameraman (cinegrafista) a avistou e passou a focalizá-la. Não deu outra, a Anna roubou a cena, foi muito aplaudida e chamada ao palco pelo Durval de Souza, que era o apresentador do programa. Dançando no palco, chamou a atenção de dois professores, o de canto Irineu Gonzaga e a de dança Aparecida Guarnieri. Os dois se ofereceram para treinar Anna e, em apenas uma semana, ela já estava se apresentando profissionalmente, como bailarina. Três meses depois, Anna, com apenas dois anos e nove meses, entrou num estúdio profissional para gravar seu primeiro vinil que, naquela época demorava muito a ser produzido. Assim, só foi lançado um mês após Anna completar três anos de idade. Mesmo assim, Anna bateu o recorde mundial da música, que era detido por Rita Pavone que havia gravado com cinco anos na Itália.

 

Anna Lou recebendo seu primeiro troféu, com apenas 4 anos de idade, das mãos de Canarinho (TV Excelsior) Na foto estão também Irineu Gonzaga, Lourdes Rocha, Fadinha e alguns membros da Banda de Anna Lou.

Pouco tempo depois do lançamento do seu primeiro vinil, que já disparava nas paradas e abria para Anna as portas de outras emissoras como a TV Excelsior, Anna foi impedida de cantar a música “Sonho de criança”, sua letra foi considerada inadequada para exibição pública pois falava de liberdade numa época de repressão. Em vista disso, passou a cantar somente a valsinha “Mês de maio” em homenagem ao dia das mães. Na sequência, antecipou o lançamento de seu segundo disco com as músicas “Dança do Saci-Pererê”, (bossa-nova) e “Casca de banana” (marchinha de carnaval). Anna, em sua inocência, não entendia a proibição. E pior ficou porque passou a ser perseguida não por ela mesma mas por três motivos. Primeiro, a TV Excelsior, na qual Anna já era tratada como estrela, tinha um posicionamento desafiador diante do regime militar e todos na emissora eram constantemente perseguidos. Segundo, por conta do Professor Irineu Gonzaga ser um militante esquerdista. Terceiro, a TV foi implantada no Brasil e em outros países com um propósito específico que foge ao simples posicionamento do regime militar. Continue lendo e assista aos videos para entender melhor como isso ocorreu (e ocorre até hoje).

Patrícia Ayres e Dionísio Azevedo em cena de “A Pequena órfã”

A gota d’água veio quando Anna, aos seis anos e meio, recebeu convite para gravar toda a trilha sonora da novela “A pequena órfã”, toda criada por Irineu Gonzaga. Foram vários meses de ensaios até que Anna entrou no estúdio para seu terceiro vinil. Desta vez um LP. Tudo concluído no estúdio, o vinil ficou pronto e foi gravada uma linda abertura em que Anna aparecia dançando e cantando a música tema “A pequena órfã” intercalando com cenas da atriz mirim Patrícia Ayres, que protagonizava a trama, A abertura arrancou lágrimas no estúdio da gravadora Califórnia (ou Continental, precisamos apurar melhor este dado) ao ser exibida pela primeira vez apenas para os envolvidos na gravação. E começou uma contagem regressiva para a estreia da novela que seria o auge de audiência e prestígio da emissora. A menos de um mês da estreia, no entanto, veio a notícia que calou a todos. Toda a trilha sonora tinha sido vetada. Não havia tempo para gravar outra versão. Assim, em 26 de agosto de 1968, a novela “A pequena órfã” estreou sem nenhuma abertura e sem trilha sonora. Tudo foi tão abafado que nem quem trabalhava no estúdio ficou sabendo que a novela teria uma trilha sonora. Para todos ficou a ideia de que a novela não tinha trilha sonora. Mais tarde foi feita uma música por Noite Ilustrada que passou a ser cantada por ele mesmo em algumas cenas em que participou. (Posteriormente ele participou de filme com o mesmo título e enredo em 1973). Mas o encanto estava quebrado. Anna era só tristeza, o professor Irineu afastou-se da TV e nunca mais se ouviu falar dele. E a pequena Patrícia Ayres foi afastada no meio da trama por estar estafada e até traumatizada, como ela revelou anos mais tarde, pelo excesso de trabalho e tensão nas gravações. A “música” que marcou o público na época foi uma espécie de cantiga de ninar que dizia: “mandei fazer um barquinho de papel, de papelão, pra levar meu bem comigo, pra dentro do coração.” . Parece piada, mas tantos meses de ensaios e empenho na produção de uma magnífica trilha sonora, foram mostrados ao público como apenas uma música de ninar. Apesar da proibição do pai de Anna, ela continuou sendo levada pela mãe a diversos programas de TV (Excelsior, Bandeirantes, Record, Tupi) até que, em 1969, Anna foi afastada em definitivo da TV, encerrando a primeira fase de sua carreira artística. Em 1971 a Rede Globo reprisou esta novela criando uma abertura em que aparece Glória Pires e outras crianças e foi esta a versão considerada original. E diante de tantos “incêndios” nos estúdios de TV, seguimos sem poder questionar isso. Estes incêndios também precisariam ser melhor investigados,visto que muito deste material reapareceu na Globo. Foram “queimados” somente os materiais que incomodavam, de certa forma, o sistema que foi implantado. E que fique bem frisado que estamos citando o sistema implantado pela televisão, não pelo regime militar, o sistema que afastou Anna e outras crianças talentosas da época foi o da TELEVISÃO.  Continue lendo e veja os vídeos…

 

 

A manchete cita: “Blindados ocupam a Avenida Presidente Vargas em abril de 1968, durante a ditadura militar.” Porém, a foto mais parece uma pose montada. Note bem!

Por sermos comprometidos com a verdade, precisamos frisar que não somos contra os militares, como pessoas cultas que somos, entendemos que a ditadura militar foi articulada por diversos segmentos como clero, elite, empresas estrangeiras que se instalavam no país e os militares foram os que “puseram a cara a tapa”. Até porque, os militares não conseguiriam agir sozinhos, está bem entendido que o “regime” foi imposto por um número muito maior de envolvidos do que fizeram parecer.

 

 

 

Shirley com 11 anos no filme “The Little Princess” (1939).

 

Também entendemos que havia um grande interesse dos Estados Unidos em abafar os feitos de Anna e de outras crianças precoces, pois eles tinham lá a estrela mirim Shirley Temple, que iniciou carreira aos seis anos, embora se encontre algumas citações de que tenha sido aos cinco anos, vivemos aquela época, lembramos bem. Ela fez suas primeiras apresentações aos seis anos. Enfim, os Estados Unidos tinha interesse em mostrar Shirley ao mundo como única. Não admitiam que houvesse outra(s) criança(s) tão ou mais talentosa(s) em outros países e se iniciando com menor idade do que Shirley. Inclusive a biografia pública de Rita Pavone cita que ela começou em 1962, já com 17 anos. Cremos que foram apagadas também suas gravações aos cinco anos de idade. (Continuamos buscando informações, se encontrarmos arquivos de Anna, Rita e outras crianças da época, difícil mas não impossível, publicaremos aqui em primeira mão.)  Fazemos questão de revelar estes fatos, o mundo precisa saber da verdade. Fazemos questão de frisar que não somos teleguiados pela mídia, não acreditamos em tudo que se publica ou se divulga e entendemos que a perseguição sofrida por Anna foi muito além de uma aluna de esquerdista sendo perseguida pela Ditadura. A perseguição foi mais artística do que política. Fique bem entendido!!!

 

Antes de mostrarmos algumas fotos e vídeos originais e algumas adulteradas, citamos a pergunta que não quer calar. Se, mesmo com tanta perseguição política e artística e tendo sofrido diversos acidentes, alguns bem graves, ainda assim,  Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) se destacou e ainda se destaca tanto em Artes, Saúde e Educação, além de outras áreas, imaginemos se não houvesse nenhum impedimento… Do que essa mulher seria capaz???

Conheça a primeira música censurada durante a Ditadura. Assista ao vídeo:

Este vídeo mostra a real abertura de “A pequena órfã”, que foi ao ar depois que a novela já tinha estreado, só para não ficar sem nenhuma abertura. Na verdade, estas cenas eram parte de um clip feito com Anna Lou Olivier dançando e cantando intercalando cenas com a protagonista patrícia. Ao ser censurada, a novela estreou sem abertura e, posteriormente, as cenas com Patrícia foram liberadas, assim foi ao ar a abertura pela metade.

Assista agora o vídeo adulterado que foi supostamente recuperado pela Globo e exibido pelo Vídeo Show.

Neste vídeo Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) resume e comenta este assunto.

Por curiosidade, publicamos aqui o elenco original de “A pequena órfã” 1968.

PATRÍCIA AIRES – Toquinho (Maria Clara)
MARIZE NEY – Toquinho (Maria Clara)
DIONÍSIO AZEVEDO – Velho Gui
RIVA NIMITZ – Elza
YARA AMARAL
ANTÔNIO GHIGONETTO
EDUARDO ABBAS – Padilha
JOÃO JOSÉ POMPEO – Nicolau
RACHEL MARTINS – Amazília
RUTHINÉIA DE MORAES
NÁDIA LIPPI
ROBERTO MAYA – Jerônimo
NESTOR DE MONTEMAR
J. FRANÇA – Gasolina
LURDINHA FÉLIX – Madalena
ARNALDO WEISS
ANA MARIA BLOTA
MÁRCIO A. TOLEDO
TONY VIEIRA
MÍRIAM MAIO – Vânia
e
LUTERO LUIZ – Juiz

Fonte: Teledrama: http://teledramaturgia.com.br/a-pequena-orfa/

Momento de reflexão… Sejamos LUZ!

16 de setembro de 2018 Deixe um comentário

Glorinha Cohen publica sobre palestras internacionais de Anna Lou Olivier

6 de setembro de 2018 Deixe um comentário

Glorinha Cohen publica sobre palestras internacionais de Anna Lou Olivier

Em sua Newsletter de 06 de Setembro de 2018, Glorinha Cohen publicou nota sobre as palestras internacionais de Anna Lou Olivier. A publicação pode ser lida na coluna “Em Evidência – Gente que Acontece… e faz acontecer!

Agradecemos pela publicação e convidamos nossos leitores a acessarem a newsletter. Leiam sobre Anna Lou Olivier e outros destaques da semana, clicando aqui.

 

Leiam sobre outras noticias importantes, clicando aqui.

Histórias distorcidas fazem a festa da mídia

6 de setembro de 2018 Deixe um comentário

Sempre que Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) anuncia uma grande descoberta ou feito até mesmo histórico (que deveriam ser amplamente noticiados), a considerada “grande mídia” busca histórias ou fatos paralelos e os noticia amplamente, jogando as informações de Anna a escanteio. Isso não prejudica Anna, visto que ela continua publicando suas descobertas, plantando boas ações e fazendo o melhor pela humanidade como um todo. Isso prejudica ao público que nunca fica sabendo verdades, de forma aprofundada, são sempre fatos distorcidos. Como é o caso da troca de letras na dislexia que só países de terceiro mundo insistem em anunciar, a Multiterapia sendo confundida com Multidisciplinar e tantos outros equívocos propagados pela “grande mídia” aliada a “profissionais” desatualizados e em defesa de interesses comerciais.

A “bola da vez” tem sido a história de superação de Anna que partiu de um quadro de paciente desenganada pela Medicina para chegar a palestrar em congressos médicos internacionais, incluindo Harvard, anunciando sua vitoriosa história e os métodos de tratamento que desenvolveu para distúrbios de aprendizagem e de comportamento. Imediatamente surgiram (foram anunciados) muitos “palestrantes” em Harvard, incluindo um camelô e diversos casos de superação, pessoas que sobreviveram a acidentes e reverteram seus quadros voltando à normalidade. O que a grande mídia (que anuncia estes diversos casos) não percebe é que isso só reforça a história, trajetória e conquistas de Anna Lou Olivier (Lou de Olivier). Enquanto são anunciados diversos casos de superação ou conquistas, Anna reúne todos estes casos em uma única pessoa. Ela sobreviveu a vários e graves acidentes, incluindo uma anoxia por afogamento e também um AVC. Isso elimina a maioria das “histórias” anunciadas na mídia pois cada caso superou apenas UM acidente. Anna foi além, ela estudou e pesquisou sobre seu caso e desenvolveu TRATAMENTOS e uma NOVA técnica terapêutica, a Multiterapia, além de ter identificado a Dislexia Adquirida. Isso elimina todos os casos anunciados, pois as pessoas superaram um acidente, algumas estudaram e se formaram em diversas áreas, até mesmo médicas, mas ninguém buscou desenvolver técnicas e tratamentos como Anna, comprovadamente, fez. Cada um pensou em si mesmo, Anna, como sempre, pensou no bem-estar de todos. E o mais importante, reforça a Multiterapia em que um ÚNICO profissional equivale a toda uma equipe multidisciplinar.

E quanto a palestrar em Harvard, ultimamente muitos anunciam este feito, vale lembrar que Harvard engloba toda uma região de universidades. Há inclusive uma área só para Medicina e Odontologia, além de outras áreas para outros cursos. Qualquer pessoa pode chegar na região de Harvard, fazer um discurso em alguma rua e anunciar que palestrou em Harvard. Isso será um fato. Mas Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) palestrou, a convite dos organizadores, em Congresso Médico ocorrido no JB Martin Conference Center at Harvard Medical School. Isso elimina os supostos palestrantes anunciados. E a intenção foi das mais nobres, levar suas descobertas ao mundo e poder ajudar a todos que necessitam destas informações. Só estamos publicando estas revelações pela grande quantidade de notícias veiculadas renegando as conquistas de Anna Lou Olivier. Porque acreditamos que o público tem direito de saber a verdade e não apenas notícias manipuladas. 

Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) é pioneira da TV brasileira e da música mundial, primeira criança no mundo a gravar um vinil com apenas dois anos e nove meses e lançá-lo ao completar três anos. Participou de programas como Ginkana Kibon, onde teve um quadro semanal com Ayres Pinto, Petistil Espacial, Canarinho, Pullman Jr, Titio Molina, entre outros. Se hoje a “grande mídia” pode decidir o que noticiar, é porque pessoas abnegadas como Anna trabalharam de graça para implantar a TV no Brasil. Paramos por aqui e deixamos ao leitor o poder de julgar por si só. Será que esta TV atual merece ser assistida e acreditada?

Quem é a Anna?

2 de setembro de 2018 Deixe um comentário

Talvez você ainda não saiba quem é Anna Lou Olivier, mas com certeza, já deve ter ouvido falar de Lou de Olivier. Ela é detectora da Dislexia Adquirida, precursora da Multiterapia, entre outras importantes descobertas Desde 1995, Lou de Olivier tem publicado inúmeros artigos em revistas nacionais como “Mãe Moderna”, “Viver Psicologia” (atual Mente e Cérebro), Sentidos, Psique Ciência e Vida, sendo que na Psique ela publica artigos regularmente. Entrevistada em diversas revistas, programas de webtv e alguns de TV aberta. Desde 1996 mantém um portal institucional que já comportou diversos sites e subsites, atualmente está condensado mas continua trazendo informações preciosas em diversas áreas. Entre 2000 e 2002 ela ganhou 2 troféus na Inglaterra por publicações feitas em Portugal e Inglaterra. No Brasil, ela recebeu mais de 50 troféus e/ou diplomas de honra, entre 2007 e 2014. E, a partir de 2016 tem recebido inúmeros convites para palestrar no exterior. Suas participações mais recentes foram em congressos médicos ocorridos em Vancouver (Canadá), Dublin (Irlanda) e Boston (USA), na renomada Harvard Medical School.

O motivo pelo qual Lou de Olivier decidiu passar a usar seu nome Anna Lou Olivier foi porque Lou de Olivier se destacou tanto que começou a ser copiada, além de ter diversos artigos e até livros inteiros de sua autoria, que foram plagiados, já se tem notícia de duas crianças batizadas com este nome “Lou de Olivier” acrescido dos sobrenomes das famílias das crianças. Pessoas inescrupulosas criam e-mails e até sites utilizando o nome “Lou de Olivier” enganando pessoas de boa fé.  E o pior, uma “pessoa” tem publicado literatura pornográfica também usando este pseudônimo. Para evitar ser confundida com estas pessoas, Lou achou melhor voltar a usar seu nome como Anna Lou Olivier, depois de quase 30 anos divulgando este pseudônimo. Mas, se Lou de Olivier é tão conhecida ao ponto de ser copiada e até plagiada, como ainda há Jornalistas e formadores de opinião que não a conhecem? Que questionam se ela tem algum artigo publicado? Que ficam esperando um “gancho” para divulgar algo?

Lou de Olivier em entrevista exclusiva para Revista Psique Ciência e Vida outubro/2017

A resposta é simples. Cada um percebe a realidade que conhece. Quem vive na base do copia-e-cola, focado (ou seria desfocado?), preocupadíssimo com o cotidiano ou com as fofocas, pensando que todo o público gosta deste tipo de informação, não consegue saber nada que esteja acima desta mesmice. Seria muito bom que algum grande veículo divulgasse todo o conteúdo que Lou tem disponibilizado há tantos anos, apenas com intenção de levar conhecimento a todos. E o público, certamente, gostaria de saber. Mas, se há tanta dificuldade em levar tanto conhecimento às massas… É uma pena para o Brasil e para os brasileiros, não para Anna Lou Olivier. Ela já encontrou as principais respostas que procurava, ela já registrou no Universo todas as suas boas ações. Quem perde é o público que deixa de saber verdades e descobertas importantes.

E só para finalizar, só no Brasil existe este “mito” do precisar de um “gancho” para divulgar algo. Em alguns meses de divulgação na Europa, Lou já foi indicada ao primeiro dos dois prêmios que recebeu na Inglaterra. E, recentemente, oficializou seus temas em diversos congressos internacionais. E foi imediatamente entrevistada pela rádio de Boston – USA. (Estamos aguardando o áudio para divulgar, também agradecemos a Rádio Espaço Mulher de SP e a Revista Nova Família, que também divulgaram nosso material). Enquanto isso, no Brasil, nas “grandes emissoras”, quem está procurando um gancho para divulgar algo que é, inclusive, de utilidade pública, talvez deva aproveitar o tal gancho, pendurá-lo bem alto, anexar uma corda e aproveitar para se enforcar. O vexame será menor do que continuar assistindo os países estrangeiros publicando tantas pesquisas e temas inovadores, enquanto por aqui se publica que fulano arrasou nas passarelas ou fulana exibiu o corpão siliconado na praia infectada… Se tem gente que gosta deste tipo de “notícia”, certamente tem muita gente inteligente que busca informação mais consistente. Para este tipo de público o único gancho que um Jornalista consciente deveria buscar seria o gancho da honestidade. Até porque, todo mundo que respira, precisa das informações que Anna Lou traz…

Revista Nova Família publica sobre palestra de Anna Lou Olivier

2 de setembro de 2018 Deixe um comentário

A revista Nova Família publicou uma nota sobre a palestra pública proferida por Anna Lou Olivier (Lou de Olivier)  na Alesp abordando Dislexia Adquirida. Ocasião em que foi proposta nova abordagem da Dislexia inclusive nas escolas públicas.

Agradecemos pela publicação. Leia na íntegra e assista ao vídeo, clicando aqui

 

Categorias:verdades

Anna Lou Olivier libera artigos para uso em Teses, TCCs, etc.

29 de agosto de 2018 Deixe um comentário

Comunicado importante!

Muitas pessoas tem interesse nos artigos escritos por Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) e publicados em revistas impressas, inclusive algumas pessoas repassam sem citar a fonte. Sendo assim, estamos divulgando a página oficial. Nesta página, os principais artigos (de 2000 a 2018) estão em PDF, liberados para uso em teses, TCCs, etc, desde que sejam citados trechos na íntegra,  autoria de Anna Lou Olivier (Lou de Olivier), página, edição e título do veículo que publicou.

Confira os artigos disponíveis, clicando aqui.

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