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Archive for the ‘Veganismo/Beleza Ana Vegana’ Category

Testes em animais – Anna Lou responde

19 de janeiro de 2018 Deixe um comentário

Este é o primeiro vídeo que posto diretamente no meu blog “Notícias da Lou”. Nele, eu respondo, de forma objetiva, 21 questões levantadas por um ativista vegano. Ele me enviou estas perguntas pelo meu antigo canal “Lou de Olivier” no YouTube e só agora eu respondo por aqui. São muitos questionamentos a respeito de testes em animais, com respostas que podem surpreender ou chocar,mas são necessárias para uma nova consciência. Vale a pena assistir este vídeo. Na sequência, indico outro vídeo,o episódio do vampirinho vegano em “Sem testes em animais”. Confira minhas respostas a seguir:

 

Assista também ao episódio do Vampirinho Vegano “Sem testes em animais”:

Vitório, o gatinho vegetariano que deixou saudades!

23 de dezembro de 2017 Deixe um comentário

Hoje o céu dos gatinhos recebe nosso lutador Vitório.

Ele foi encontrado pelo meu irmão Erasmo, em uma cidade do interior de São Paulo. Ele era bebê, deveria ter um ou dois meses, no máximo. Ele tinha sido abandonado em um local com uma fonte de água e com muitas gramas e árvores, por isso, ele acostumou-se a beber água na fonte e comer graminhas. Foi assim que ele sobreviveu até ser encontrado pelo meu irmão.


Olha o tamanho dele, quando foi encontrado. As patinhas dele estavam queimadas e ele tinha falhas nos pelos. Foi acolhido e tratado com muito carinho. Recebeu o nome de Vitório por ser um vencedor, por ter sobrevivido sozinho em meio ao mato e sem ajuda de ninguém… Até ser resgatado pelo meu irmão…

Vitório gostava de tomar água na torneira, lembrando-se da fonte onde bebia água quando bebê. Ele também gostava de legumes e verduras e sua verdura preferida era couve... Era o gatinho vegetariano… E, talvez por isso, era o que tinha o pelo mais bonito e parecia o mais saudável de todos. Tornou-se um gato forte e lindo e viveu bem e saudável por anos. Mas, como todos os seres vivos que passam por este planeta, ele teve seu tempo de vida e, nesta madrugada, ele dormiu sem acordar…

A dor e as lágrimas são intensas e é até difícil digitar, mas penso que ele cumpriu seu tempo e agora deve estar em paz. Nós que ficamos, sentimos muita dor porque gostaríamos que ele continuasse conosco. Como sempre digo, quando alguém que amamos se vai, nossos sentimentos egoístas nos fazem chorar e desejar que este ser continue conosco, mas é preciso entender que cada um tem seu tempo e sua missão neste planeta. Depois que cumpre seu tempo, se reintegra ao Universo e precisamos saber aceitar isso como uma evolução para quem se foi, não uma perda para quem fica, por mais que sintamos falta…

Veganismo fundamentado em Medicina e Nutrição

22 de dezembro de 2017 Deixe um comentário

Desde 2010, Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) mantém dois projetos de orientação sobre veganismo. Ana Vegana para adultos e Solua, o Vampirinho Vegano para crianças e adolescentes. Ambos fundamentados em Medicina e Nutrição.

O subsite Ana Vegana traz preciosas informações desde algumas receitas culinárias simples e cosméticos naturais até a utilização do veganismo na cura de doenças.

 

Enquanto isso, o site Solua, vampirinho vegano, oferece quatro desenhos animados e diversos vídeos de ensaios e apresentações teatrais, mostrando um pouco da história dos animais, os testes em animais e outros temas importantes para ensinar veganismo de forma lúdica, mas bem fundamentada. Vale lembrar que, no início de 2017,  aconteceu a Mega-apresentação Teatral Vegana, coordenada por Anna Lou e dirigida por diretores regionais que reuniu seis grupos de teatro profissional, apresentando-se simultaneamente em seis cidades brasileiras. Nesta ocasião, o texto resumido (esquete) do vampirinho vegano, em Plantando uma nova consciência, foi assistido por duas mil crianças e duzentos adultos e está disponibilizado no site oficial para ser assistido online.  O projeto inclui camisetas e e-books com histórias do vampirinho vegano que, além de muito divertidas e educativas, tem sua renda toda doada aos animais abandonados.

Leia mais sobre veganismo, neste mesmo blog:

Veganismo e meio ambiente, clique aqui.

Ebooks que valem ração e amor, clique aqui.

Anna Lou responde perguntas sobre veganismo, clique aqui.

Assista gratuitamente os desenhos e vídeos e conheça os e-books do vampirinho vegano, clique aqui.

Assista aos desenhos clique em “Solua no cinema

Conheça os elencos, projeto e encontre links para os vídeos de ensaios e apresentações teatrais, em “Solua no teatro

Conheça o subsite Ana Vegana com muitas informações úteis, clique aqui.

Todos estes sites e subistes fazem parte do Portal Lou de Olivier (Saúde, Educação, Artes, Filantropia, Veganismo, Pacisfismo, Teologia e muito mais. Tudo que você procura está aqui) https://loudeolivier.com 

Mais promoção relâmpago. Confira!

11 de dezembro de 2017 Deixe um comentário

Diante do grande sucesso da promoção leitura grátis, o prazo foi estendido.  Os dois ebooks de Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) estarão disponíveis gratuitamente até as 12:00 horas de hoje, dia 11/12/2017. Corra que ainda dá tempo de ler.

É só clicar no link da promoção de seu interesse. Atenção estará escrito “comprar agora”, mas ao clicar será baixado gratuitamente. Quem já tem cadastro no site Amazon, só precisa acessar o site e ir direto ao link da promoção. Quem não tem cadastro deverá preencher nome, e-mail e uma senha.

Pedimos aos leitores que, após a leitura, façam a gentileza de escrever um comentário dando sua opinião sobre o texto que leu e classificando quantas estrelas acha que o texto merece. Este simples gesto incentiva a autora a melhorar, se for preciso, e a continuar escrevendo. Agradecemos antecipadamente aos que se dispuserem a opinar na pagina, ao final da leitura.  Ao término desta promoção, as 12:00 horas do dia 11/12/2017 os e-books voltarão ao preço normal R$ 12,69 com toda a renda doada aos animais abandonados.

Para ler gratuitamente         

“Armagedom Har Meggido
(Ana e o Apocalipse) ” clique aqui .

Para ler gratuitamente Solua, o vampirinho vegano em Plantando uma nova consciência, clique aqui

Promoção relâmpago 1: Vampirinho Vegano grátis para leitura.

8 de dezembro de 2017 1 comentário

A coleção de livros veganos infanto-juvenis da série Vampirinho Vegano inovando mais uma vez. Nos dias 9 e 10 de dezembro de 2017 (sábado e domingo) o primeiro episodio está disponível para leitura GRÁTIS. Confira!

Idealizada desde 2010 e lançada em 2014 em e-books (livros digitais) para a preservação do meio ambiente e, a pedido do público, em algumas cartilhas em papel, atualmente, a série contém 4 episódios, sendo três em português e um em Inglês. Tem também 4 desenhos animados, que podem ser assistidos gratuitamente, diversas atividades como contação de história, peças de teatro e já se eternizou no projeto Mega-apresentação teatral vegana que reuniu seis elencos profissionais apresentando-se simultaneamente em seis cidades brasileiras, ocasião em que foi assistida de forma presencial por duas mil crianças e duzentos adultos. E assistida por inúmeras pessoas, na forma online disponível até hoje no site oficial.

Neste final de semana, o primeiro episódio “Plantando uma nova consciência” pode ser lido gratuitamente no site Amazon. É só acessar o link a partir das 00 horas do dia 9/12/2017 e clicar no link da promoção. Atenção estará escrito “comprar agora”, mas ao clicar será baixado gratuitamente. Quem já tem cadastro no site Amazon, só precisa acessar o site e ir direto ao link da promoção. Quem não tem cadastro deverá preencher nome, e-mail e uma senha.

Pedimos aos leitores que, após a leitura, façam a gentileza de escrever um comentário dando sua opinião sobre o texto que leu e classificando quantas estrelas acha que o texto merece. Este simples gesto incentiva a autora a melhorar, se for preciso e a continuar escrevendo. Agradecemos antecipadamente aos que se dispuserem a opinar na pagina, ao final da leitura.

Para ler gratuitamente “Solua, o Vampirinho Vegano em Plantando uma nova consciência”, clique aqui (lembre-se de aguardar as zero horas do dia 09/12/2017). Ao término desta promoção, as 23:59 horas do dia 10/12/2017 os e-books voltarão ao preço normal R$ 9,41 com toda a renda doada aos animais abandonados.

Acesse também o site oficial com todo o material produzido em vídeos, ebooks etc desde 2014: http://soluavampirinhovegano.com.br/

E-books que valem ração e amor. Confira!

23 de novembro de 2017 5 comentários

Há quase oitenta anos, meus pais fundaram três bairros em São Paulo – SP – Brasil. Antes disso, meu pai já era um grande provedor de vários membros da família dele e a família da minha mãe. E, ao se estabelecer em São Paulo, passou a acolher também animais abandonados.

Chegou a manter quatrocentos cachorros e inúmeros gatos, que ele cuidava diariamente com duas boas refeições, banhos, medicamentos e muito carinho. Ele também mantinha vinte casas que cedia aos pobres. Além de não cobrar aluguel, ele fornecia água, energia elétrica, alimentação, medicamentos, escola… Enfim, ele sustentava as famílias, que ficavam aos seus cuidados até se firmarem e poderem manter-se sozinhas, quando desocupavam as casas, geralmente já tinha alguma outra família na fila e ocupava a casa para ser cuidada pelo meu pai.

Em um dos bairros que meus pais fundaram tem até uma praça com o nome do meu pai em reconhecimento a toda a obra social que ele plantou.

 

 

 

 

 

 

 

 

Meu irmão e eu já nascemos  neste ambiente e seguimos esta grande obra, não com o poder que meu pai tinha. Até porque,quando meu pai faleceu, a tão falada “Lei do Retorno” não nos contemplou. Invés de encontramos bons advogados para nos auxiliarem, fomos ludibriados por dois advogados e um contador que se diziam nossos “irmãos”. Com apenas duas assinaturas perdemos aproximadamente vinte por cento do patrimônio. Os outros oitenta por cento foram perdidos na sequência também com duas assinaturas para uma construtora que, há tempos, propunha uma permuta que nunca recebemos…

Estou relatando isso porque, mesmo com tantos golpes que recebemos da vida, continuamos na medida do possível auxiliando quem necessita. Eu ajudo a cuidar de vinte animais recolhidos das ruas. Alguns foram jogados por outras pessoas por cima do nosso muro como se fossem pedras e todos foram acolhidos. Todos os meses eu gasto uma boa quantia, não vou dizer quanto, mas daria para passar um bom fim de semana num hotel quatro estrelas em nada mesmo do que Londres (no inverno que é mais barato, obvio). Pois bem, eu invisto esta verba todos os meses para sustentar estes bichinhos…

Há três  anos aproximadamente, eu tive ideia de oferecer meus e-books (que nada gasto para editar) para venda e com a verba arrecadada eu doaria aos animais. Cheguei a inaugurar uma loja virtual exatamente com este propósito, mas apesar de muita divulgação, não deu retorno e eu a encerrei… No momento, eu disponibilizo diversos e-books, no site Amazon, ainda com esta intenção de doar aos animais, não só estes que já sustento, mas outros que eu possa auxiliar. Entre os e-books tem também três episódios do Vampirinho Vegano que ensina o amor aos animais de forma lúdica…

 

Mas, para ser franca, nenhum dos romances vendeu, não tiveram nem leituras, não por serem ruins. Ao contrário, tem enredos maravilhosos e são muito bem escritos, os poucos que leram amaram. Acontece que, como sou muito mais conhecida com Multiterapeuta, as pessoas não procuram meus romances. E mais, com tantos caloteiros por ai, muitas pessoas pensam que posso estar dando algum “golpe”. Aliás, aproveito para citar que, tanto eu quanto meu irmão temos alguns “homônimos” que, talvez até de propósito, tem feito tudo para sujar nossa reputação. Um tal “Erasmo de Oliveira” já aplicou alguns golpes na praça e uma tal “Lou de Olivier” já publicou diversos e-books pornográficos. Recentemente alterei meu pseudônimo para Anna Lou Olivier para não ser confundida com esta “homônima”.

Diante de tudo isso, até entendo que as pessoas tenham receio de doar, mas eu não peço doações. Eu ofereço um e-book por um preço popular, disponível diretamente no site Amazon, um dos mais confiáveis do e-commerce. O comprador tem total segurança na compra e tem acesso a um ótimo conteúdo. Se eu vou doar a verba ou comprar pinga, esta questão é minha. Não cabe ao leitor julgar. Mesmo assim, me disponho a explicar que pretendo mesmo doar a renda, quando eu a tiver. Até o momento, não teve venda alguma. Mas tendo ou não, eu continuarei doando aos animais enquanto for possível fazê-lo. Se você gostou da nossa trajetória, quer ler um ótimo romance a um preço bem acessível e, com isso, colaborar com minhas doações, clique nas fotos dos ebooks e será direcionado(a) ao site Amazon. 

Neste momento, até amanhã 24 de novembro de 2017, meu romance “Planos para o passado” está em promoção por apenas R$ 1,99. Clique no banner para acessar. (Promoção encerrada, aguarde outra promoção em breve)

Se preferir outros títulos, clique nas fotos correspondentes e conheça também meu lançamento Armagedon Har Meggido (ana e o Apocalipse)

 

 

Não fornecemos endereço nem fones porque já não temos mais como recolher animais. E muitas pessoas aproveitam-se para descartar os bichinhos na nossa porta. Mas, se você tiver dúvidas ou quiser comentar, clique aqui e deixe seu comentário.

Veganismo: Anna Lou Olivier responde perguntas sobre…

3 de novembro de 2017 3 comentários

Assista em vídeo ou leia o texto na sequência

 

Olá! Eu sou Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) e hoje responderei a 13 perguntas feitas pelo ativista Animadruga. Na verdade é uma entrevista que ele fez, com perguntas bem complexas, que estou respondendo neste post. Quem quiser comentar as perguntas dele e/ou minhas respostas, fique à vontade. Vamos lá responder?

Oi. Se importaria de gravar um vídeo respondendo 13 perguntas sobre direito dos animais e se deveríamos ser éticos? Se puder por favor me avise. São essas:

1- Se podemos matar a fome sem comer os animais, e ainda sermos saudáveis, então por que comer os animais?

R – A desinformação causa este tipo de situação. A maioria das pessoas desconhece que pode se alimentar sem comer nada de origem animal. São poucas as pessoas que se dedicam a explicar sobre veganismo de forma objetiva, há muitas informações desencontradas. Muitos artigos comprovam necessidade de ingerir produtos animais e os artigos que defendem o vegetarianismo/veganismo são escassos e sem grandes fundamentações. Eu, por exemplo, tornei-me vegana estudando Medicina Comportamental, numa aula de Neurologia. Na época eu era ovo-lacto, mas comia carne e peixe esporadicamente. Depois dessa aula, parei de ingerir carne em definitivo e passei a pesquisar mais a fundo. Ao viajar, passava muita fome, pois ninguém sabia o que é veganismo. Em 2010 idealizei o vampirinho vegano que ensina veganismo baseado em Medicina e Nutrição, além dos direitos dos animais. Hoje, este projeto está consolidado em três e-books em Português, um em Inglês, cartilha, camisetas, quatro desenhos animados que fiz sozinha por falta de verba e apoio. Já aconteceu também a Mega-apresentação teatral vegana que reuniu seis elencos teatrais em seis (cidades) estados brasileiros. Em consideração ao meu prestígio como Dramaturga, eles se apresentaram gratuita e simultaneamente, todos coordenados por mim. A maioria dos elencos se interessou pelo veganismo a partir dos ensaios da minha peça. Isso reforça a ideia de que, se houvesse mais informação bem fundamentada, muitas pessoas se interessariam mais pelo veganismo. E um detalhe importante, nesta Mega-apresentação, só nas apresentações presenciais foram duas mil crianças e mais de duzentos adultos que assistiram. Depois disso, foi postado no site oficial e até hoje está sendo assistido. 

2- Qual critério os veganos adotam para definir quem deva ter direito (a vida e a liberdade)? E por que os veganos consideram esse critério relevante?

R – Esta pergunta é complexa, na medida em que existem até listas de critérios adotados pelos veganos e justificativas para o veganismo. Sendo assim, seria improdutivo enumerar todos estes critérios. Então, respondendo por mim, na minha opinião, o que precisa acontecer é uma mudança de consciência. As pessoas precisam entender que os animais são seres sencientes que merecem respeito e direito à vida, mas elas também precisam entender que, alimentando-se sem nada de origem animal, estão fazendo bem para a própria saúde delas e para o meio-ambiente. Na minha opinião, isso resume todos os critérios e justificativas para o veganismo.

3- Qual critério os não-veganos adotam para definir quem deva ter direito (a vida e a liberdade)? E por que os não-veganos consideram esse critério relevante?

R – Esta é uma pergunta que deveria ser feita aos não veganos e até mesmo geraria um debate entre os veganos e não-veganos. Mas, da mesma forma que veganos tem lista de critérios e justificativas, os não veganos também tem. Eu acho improdutivo ficar discutindo quem tem razão. Para mim, o mais produtivo é plantar uma nova consciência que é o que faço com palestras e com o projeto Vampirinho Vegano. Todas as pessoas que assistiram minhas palestras e/ou viram apresentações do vampirinho vegano se conscientizaram da necessidade de mudança na sua alimentação e na forma de entender a natureza e os animais. Acho que isso é bem mais produtivo do que ficar discutindo indefinidamente quem tem ou não razão. Até porque cada um tem seus argumentos e sempre acha que tem razão. Tem até um velho ditado que cita: “você quer ser feliz ou quer ter razão?” Vamos refletir sobre isso?

4- É ético tratar alguém de outra espécie como uma propriedade? Vc se classifica como dona ou como tutora de um animal que cria?

R – Não é ético tratar ninguém como propriedade nem de outra e nem da mesma espécie. Como Multiterapeuta, preciso admitir que não é nada saudável se relacionar com outro ser humano ou animal em nível de posses. No meu caso, não me considero nem dona nem tutora. Para mim, ele é um ser que convive comigo, eu o trato da melhor forma possível e ele escolheu estar comigo. Foi ele que veio a mim, eu não fui buscá-lo. Acho que, se um ser chega à sua porta e pede ajuda, você deve acolher. Foi o que fiz. Só isso. Ninguém é dono de ninguém. Em nenhum nível.

5- Vc concorda que os animais são seres pertencentes a categoria de vulneráveis? Vc concorda que todo uso que se faça de um vulnerável, que não pode consentir, é abuso?

R – Sim, os animais são vulneráveis. E concordo que ninguém em situação de vulnerabilidade deva ser usado ou sofrer bullying ou ser judiado ou morto. Isso inclui crianças, idosos e todos os seres fragilizados. Friso que defendo todos os seres indefesos. E os animais fazem parte da minha defesa.

6- Por que as leis de bem-estar animal vigentes consideram que os animais são bem tratados nos rodeios, abatedouros e laboratórios? Os animais estão tendo os seus interesses respeitados?

R – Não, os animais não estão tendo seus interesses/direitos respeitados. Mas, quanto a Leis, implicaria em explicar algo extremamente complexo que é a política. Como são feitas as Leis, como são defendidas e votadas. Eu levaria horas para explicar tudo. Então, apenas vou resumir que as Leis não são feitas para atender minorias. Elas atendem interesses da maioria considerada dominante e nem sempre são justas. Se tiver interesse em saber mais sobre política, assista este vídeo em que falo resumidamente de minhas pesquisas e de política. https://youtu.be/tSyM018vup0 OBS: É um resumo de diversos debates televisivos em que eu participei, portanto há outros temas terapêuticos e artísticos também. Mas é um vídeo curto, pouco mais de 17 minutos com muita informação, que inclui como funciona o sistema político. Vale a pena assistir.

7- Respeitar os animais deve ser algo moralmente opcional ou moralmente obrigatório? Vc imporia o respeito aos animais ou permitiria o abuso de animais?

R- Eu busco o equilíbrio em tudo. Penso que o equilíbrio é a base para a verdadeira paz. Então penso que nem deve ser opcional e nem obrigatório. Deve ser, como sempre friso, uma mudança de consciência. Se as pessoas são bem informadas e elevam sua consciência, elas mudam moralmente, elas mudam seus costumes. Se elas não se conscientizarem, nada mudará.

8- Uma pessoa que faz sexo com um animal sem o consentimento do animal deveria ser presa?

R – Aqui eu preciso abrir uma reflexão. Antes de se pensar em prisão, punição, é preciso analisar o que levou este indivíduo a se relacionar com um animal. Como Multiterapeuta, já assisti alguns casos de pessoas que se envolveram com animais, se apaixonaram por animais. Não vem ao caso entrar em detalhes, mas há casos em que a pessoa tem um desvio, uma disfunção e precisa de tratamento. Obvio que há casos em que a pessoa age apenas por depravação. Então, é preciso analisar cada caso e entender se a pessoa se relaciona com o animal por ter um desvio/disfunção ou apenas por prazer/devasso. Só depois dessa avaliação, pode-se pensar em punição. Questiono também a prisão que não reabilita ninguém. Ao contrário, em muitas ocasiões, pessoas submetidas ao sistema prisional, acabam mais desajustadas. E ainda há a questão do proibido, então, muitas vezes, a prisão faz o indivíduo se motivar a fazer o proibido justamente pelo risco de ser preso.

Tudo isso deve ser pensado antes de se questionar prender ou não alguém. Não sei se estou me fazendo entender, mas esses são os principais pontos que devem ser analisados antes de se sugerir que alguém seja preso. Até porque, quem conhece o sistema prisional, especialmente no Brasil, sabe bem que prisão quase nunca significa solução… A questão é muito complexa, não dá para explicar em detalhes, mas espero ter elucidado de forma simples esta questão.

9- Uma pessoa que come o corpo de alguém de outra espécie, sem o consentimento desse alguém, deveria ser presa?

R – Levando em conta que já expliquei a questão da prisão, só posso acrescentar que comer produtos de origem animal já é uma prisão, já faz muito mal ao organismo humano e isso só não é mais divulgado por esbarrar em interesses comerciais. Então, quem come carne e outros produtos de origem animal já está escravizado. Acho que, quem deveria ser preso, é o profissional que, sabendo dos bastidores da alimentação, divulga conselhos para as pessoas comerem carne e outros produtos animais. São vários os profissionais considerados renomados que defendem este tipo de alimentação. E ai, como rebatê-los?

Eu não fui a única que assistiu aquela aula de Neurologia, mas fui a única que saiu divulgando o veganismo…Onde estão os outros profissionais que estudaram comigo? E os “renomados” que lançam seus vídeos e, em minutos, viralizam porque tem “audiência garantida” e propagam mitos sobre alimentação com produtos de animais… Porque meus vídeos têm vinte ou trinta visualizações enquanto os deles têm milhões? Tudo isso deve ser questionado antes de imaginar que alguém deva ser preso porque comeu o corpo de um animal. Concorda?

10- Numa sociedade civilizada, as pessoas deveriam ter direito de exercer sua religião sacrificando gatos, galinhas, fazer abate halal e etc.. para os seus deuses? Ou deveriam ser proibidas? Se deve proibir a prática de uma fé quando essa fé visa matar alguém que não quer morrer?

R – A questão religiosa envolve vários pontos. Antes de falar sobre isso, friso que passei por muitas religiões ocidentais e orientais, há muitos anos estudo arqueologia, história e teologia, inclusive estudo as Escrituras em Hebraico. Por isso, penso estar apta a responder esta questão.

Em primeiro lugar, é preciso saber, como já disse no vídeo “Veganismo é religião?”, há diversos segmentos religiosos adeptos do vegetarianismo e veganismo. Há comunidades judaicas, cristãs, espíritas, entre outras que são vegetarianas/veganas, há também adventismo e budismo que pregam vegetarianismo/veganismo dentro de suas crenças, há até segmentos de candomblé/umbanda que seguem o veganismo. Portanto, é perfeitamente possível seguir uma crença religiosa e ser vegetariano/vegano.

Porém, a questão religiosa vai além. Religião significa religação. Houve uma ruptura e há necessidade de religação. É nesta religação que ocorrem rituais e deve-se entender que quem precisa de ritual é o ser humano, não os deuses ou o universo. Entendo que somos regidos por uma força superior, inclusive superior a esta matrix em que vivemos. Esta força superior é pura Luz, se é Luz não precisa de velas, de sangue, comidas, ou seja lá o que for que o ser humano imagina ser necessário. Isso e ritual, quem precisa disso é o ser humano que busca se conectar. Portanto, religação busca conexão e não necessita de nenhum ritual. Em resumo, qualquer ritual é desnecessário, pior ainda se envolver a morte de algum ser. Esta questão é bem complexa. Espero ter explicado de forma resumida. Quem tem interesse em se aprofundar, pode acessar o meu site http://luzdoeterno.eco.br que encontrará muitos temas explicados de forma aprofundada.

11- Culturas tradicionais como touradas, rinhas, circos com animais, farra do boi, vaquejadas, rodeios, charretes, foie gras (figado de ganso), andam sendo proibidas por lei em vários lugares. Impor o fim de tais praticas é um avanço ou regresso? Criar leis para proteger os interesses dos animais melhora ou piora as culturas?

R – Tudo depende da cultura e de cada um, então há culturas (e pessoas) que podem respeitar as Leis, há culturas (e pessoas) que podem desrespeitar justamente pelo prazer de fazer algo proibido. De uma forma geral, como já frisei, há necessidade de elevar a consciência das pessoas. Elevando a consciência, nem há necessidade de Leis, as pessoas passam a ter atitudes mais altruístas e conscientes porque elevaram o nível de pensamento e não porque alguém proibiu por lei.

12- Vc já chegou a preparar/comer versões veganas de feijoada, sushi, moqueca, estrogonofe, vatapá, hamburguer, nugget, salsicha, linguiça, coxinha, lasanha, yakisoba, sopa, risoto, pizza, queijo, bolo, torta, brigadeiro? Se já comeu, as versões veganas são mais gostosas ou menos saborosas que as versões feitas de corpos mortos de animais/secreções de animais?

R – De todas estas comidas que você citou, as que eu comia antes de me tornar vegana, ou seja, sushi, lasanha, bolo e pizza costumam ser mais saborosas na versão vegana. Pratos como estrogonofe, yakisoba e risoto eu comia raramente e parei de ingerir ao me tornar vegana. Comi só uma vez moqueca e não gostei. Nunca comi vatapá nem uma feijoada completa. Estes pratos nunca fizeram parte da minha alimentação. Coxinha eu comia quando era criança, não comi mais na fase adulta. Enfim, para mim, veganismo é mesmo uma nova consciência, inclusive alterando os pratos consumidos.

13- Qual é o melhor argumento contra o veganismo/direito dos animais?

R – Esta também é uma pergunta que envolve o pensar dos não veganos. Mas eu penso que, quando há um bom argumento, o contra-argumento não existe. No meu caso, como já relatei, todas as pessoas que assistiram minhas palestras e/ou viram apresentações do vampirinho vegano se conscientizaram da necessidade de mudança na sua alimentação e na forma de entender a natureza e os animais. Porque eu explico de uma forma tão obvia e bem fundamentada em Medicina, Nutrição , ecologia entre outras áreas que é impossível alguém questionar. Até hoje, só algumas pessoas questionaram a necessidade divulgada pela Ortomolecular que cita o sangue tipo O necessitado de carne para obter saúde, mas eu tenho argumentos convincentes para isso também. Então, o questionamento para quando a explicação é completa e bem fundamentada. Penso que falta esta abordagem ampla para que mais pessoas entendam o veganismo e se tornem veganas conscientes.

Bem, espero ter respondido bem suas questões, animadruga. Fique à vontade para comentar. Quem tem dúvidas, comentários ou perguntas pode escrever aqui, clique aquiQuem quer saber mais pode acessar:

http://soluavampirinhovegano.com.br

http://anavegana.loudeolivier.com

http://loudeolivier.com

Assista esta entrevista em vídeo

 

ou neste link: https://youtu.be/HRabZN6uTao

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