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Archive for the ‘pioneirismo’ Category

Portal Lou de Olivier, 21 anos no ar!

28 de março de 2018 Deixe um comentário

Banner Portal Lou de Olivier – desenvolvido por Mauro 2005 a 2010

O Portal Lou de Olivier está no ar desde 1997, ou seja, há 21 anos.

Começou com uma única página que trazia um artigo apenas. E era atualizado a cada mês. Na primeira semana de cada mês, eu criava outro artigo e substituía o já existente. Em geral, os artigos que iam para o site eram os que já estavam publicados nas minhas colunas em jornais de bairro, como Socorro News e Intersul.

Naquela época, a Internet ainda era discada e muito cara. Por isso eu era obrigada a manter apenas uma página, até que, em 1999, eu lancei o livro “A Escola Produtiva” e resolvi divulgá-lo no site colocando uma parte de um capítulo deste livro. Como o espaço era muito pequeno, eu não consegui colocar o artigo todo. Tive que interrompê-lo no melhor do conteúdo e ficou assim: “pesquisas indicam que… você lerá este artigo na íntegra no livro A Escola Produtiva”… Pronto, acabou o espaço da página mas me surpreendeu a grande quantidade de pessoas que se interessaram em comprar o livro.

Empolgada, eu resolvi que colocaria um portal no ar. Mas os valores pedidos pelos webmasters eram exorbitantes, em media, cem reais por página. Lembrando que, naquela época eram pouquíssimos profissionais que desenvolviam sites, cuidavam de tudo desde planejamento até colocar o site no ar e eram chamados de webmasters. Hoje há webdesigns, webmasters e Webdevelopers, cada um com sua função…

Enfim, era um preço muito alto para eu pagar, até porque eu pretendia colocar 300 páginas no ar. Então tive ideia de fazer um curso e eu mesma desenvolver o portal. Fiz um curso particular de apenas seis horas. Deveria ser de oito horas, mas o professor saiu antes da aula terminar e fiquei sem saber como colocar o site no ar, além de ter apenas vinte páginas prontas. Então fui sozinha na base de erro e acerto, terminei de criar as 300 páginas, atormentei diversos profissionais que estavam num fórum sobre sites, pedindo a eles ajuda e dicas e, dois dias depois, entrava no ar o meu primeiro portal oficial que tinha desde peças teatrais até orientação para dissertações e teses.

Com tantas informações, o meu livro parou de vender, afinal, os internautas já encontravam tudo que precisavam no portal. Mas ficou maravilhoso e isso que importava!

Em 2005 consegui ter meu primeiro domínio próprio. Naquela época só empresas podiam adquirir domínios e um colega de jornal (escrevíamos para o mesmo jornal) me “emprestou” o CNPJ dele para eu poder adquirir o domínio “loudeolivier.com.br”. Foi quando entrou no ar o meu portal reformulado, desta vez, desenvolvido por um webmaster. A quantidade de páginas diminuiu, não eram mais 300, mas em compensação, o visual era ótimo e agora em domínio próprio…

Em 2010, por questões financeiras, precisei migrar a hospedagem e tive que voltar a desenvolver o portal para economizar, pois a manutenção do site estava bem alta. Mesmo assim consegui manter o portal funcionando e sempre crescendo. Até que chegou ao que é hoje, abrigando diversos sites e subsites e eu continuo desenvolvendo tudo sozinha. Acho importante que as pessoas saibam disso porque pode parecer que eu seja uma milionária excêntrica mantendo algo tão grandioso, mas é minha perseverança e o “botar a mão na massa” sozinha que torna possível hoje completar vinte e um anos no ar.

Aproveite e acesse todo o conteúdo do portal em: https://loudeolivier.com/

Jerry Lewis e Marilyn Moroe, caso ou controle mental em Hollywood?

16 de março de 2018 Deixe um comentário

Jerry, Dean e Marilyn em evento. Foto domínio público

Muitos internautas têm acessado meu blog buscando informações sobre o romance de Jerry Lewis e Marilyn Monroe. Jerry foi um excelente artista polivalente, deixou uma grande contribuição artística e social, teve uma conturbada vida pessoal, com renúncias e, em alguns momentos, tristezas. No entanto, diante de tudo isso, algumas pessoas lembram-se dele apenas por um curto romance com Monroe. Convido-te a ler este texto e entender de outra forma “os mitos de Hollywood”…

Quando resolvi ter uma overdose de bom humor, no carnaval deste ano (2018), não imaginava que, ao assistir Jerry Lewis por cinco dias consecutivos, seria levada a me embrenhar tanto pela carreira e vida pessoal dele. E que eu, um mês depois, ainda estaria discorrendo sobre isso. Mas foram tantas descobertas que acabei escrevendo bem mais do que deveria. O resultado é que, ainda hoje, internautas acessam meu blog a procura do tema: “jerry lewis relação com marlym moroe É assim mesmo que aparece a grafia digitada pelos internautas…

Bem, então vamos desvendar os mistérios. Começando com a maior curiosidade: Será que Jerry teve mesmo um romance com Marilyn?

Sim, tudo leva a crer que sim. Primeiro porque eles se encontraram em diversos eventos no início da década de 1950, há muitas fotos de Jerry, Marilyn e Dean sempre alegres, abraçados e há até uma foto em que Jerry aparece mordendo o braço dela… Além disso, há o vídeo em que Marilyn declara ao microfone, em pleno evento: “I love you, Jerry!” (com uma estratégia dessas, nenhum homem resistiria). E há a declaração do próprio Jerry durante entrevista à escritora Amy Wallace, numa conversa que durou onze horas e foi transformada em entrevista numa edição da revista masculina GQ (Gentlemen’s Quarterly), em 2011, ele tinha então 85 anos. Abordou aspectos de sua vida, de sua carreira e se esquivou de citar nomes de seus romances, mas acabou confessando sobre Marilyn.

Entre alguns comentários, ele acrescentou que Monroe usou sexo como ele usava humor: como que para fazer uma conexão emocional. “Ela precisava desse contato para ter certeza de que era real”.

Ok, mas como foi, (pergunta da entrevistadora), fazer amor com o mais famoso e trágico símbolo sexual de todos os tempos?

“Foi …” ele diz, levando um baque, “longo”. Ele sorri com tristeza. “Fiquei aleijado por um mês”. Não explicou se ficou aleijado fisicamente pela relação bombástica ou por um motivo mais sério que relatarei na sequência…

Há quem cite como tendo ficado sem se alimentar por um mês e os comentários sobre esta entrevista são os mais bizarros, alguns até agressivos (em relação a reputação de Marilyn e uma suposta falta de inteligência de Jerry) que não transcreverei. A síntese é que poucos acreditaram que eles tiveram um caso. Eu penso que devem mesmo ter tido o tão falado caso, que parece ter sido de uma única noite. Marilyn, apesar de ter se casado por três vezes, teve alguns casos sim. Jerry Lewis era extremamente sério na vida real e era um homem bonito quando não estava fazendo palhaçadas. Então, não entendo o porquê de tanto espanto e comentários maldosos em relação a este curto caso. Aliás, se com todo o esforço da mídia para mostrar ao mundo um Jerry Lewis idiotizado, ainda assim ele foi disputado por tantas beldades, imagine se a mídia divulgasse a VERDADE, o mostrasse como um homem inteligente, bonito e artista polivalente? 

U.S. army photographer David Conover's shot<br /> This image is a work of a U.S. Army soldier or employee, taken or made as part of that person's official duties. As a work of the U.S. federal government, the image is in the public domain. Esta imagem é um trabalho de um soldado ou empregado do Exército dos EUA, tomado ou feito como parte das funções oficiais da pessoa. Como um trabalho do governo federal dos EUA, a imagem é de domínio público.

Marilyn antes do estrelato. imagem de domínio público

Mas a questão que quero levantar vai muito além disso, quero

Marilyn depois da transformação – Imagem de domínio público

comentar sobre como se criam mitos e se propagam ilusões nesta matrix em que (obrigatoriamente) vivemos. Marilyn que se chamava Norma Jeane Mortenson era uma moça comum, ruiva, de cabelos encaracolados e um corpo esguio, mas nada estonteante. Ela passou por uma grande metamorfose, após entrar para uma agência de modelos que não citarei, não vem ao caso. A partir daí tornou-se um símbolo sexual que atravessou os tempos. Sua morte súbita, no auge da sua beleza e carreira contribuíram para aumentar este “poder” de varar os tempos.

Outro detalhe que quero abordar, há muitos comentários sobre Marilyn Monroe ter sido uma das primeiras celebridades hollywoodianas submetidas ao controle mental monarca, que é citado como um ramo do programa MK-Ultra da CIA que teria transformado Marilyn numa marionete por intermédio de programação psicológica e por trauma. Sua morte teria ocorrido quando a programação perdeu efeito e ela começou a quebrar o controle, sendo assassinada num episódio que ficou registrado como suicídio. Seria isso que Lewis tentou afirmar com seu comentário “Fiquei aleijado por um mês”? Ele estaria referindo-se ao “peso” do controle mental a que Marilyn estaria submetida?

Atualmente se cita Jim Carrey como um dos que estão “acordando” e saindo da programação mental, assim como outros grandes nomes já foram citados como controlados ou mortos pelos controladores. Porém, eu quero frisar algo importante sobre o tal “controle mental”…

Controle mental???
Foto do site Dreamstime

 

Desde final da década de 1970, eu estudei muito desde PNL até Medicina Comportamental. Eu aprendi diversas técnicas de hipnose e suposto controle mental (incluindo eletrochoques e medicamentos injetáveis). Eu transitei por diversas religiões e seitas em busca da minha cura, das sequelas de meus acidentes. Eu passei por diversos rituais e fui muito machucada, traumatizada e muitos fatos que nem relato. Mas eu nunca fui “comandada”. Como eu, há diversas pessoas no mundo que também passaram por toda sorte de traumas e tentativas de programação e isso não funcionou. Mas então, por que o meio político e artístico parece ser tao fácil de ser “programado” e manipulado? Penso que o “controle mental” é um alto salário e muitas mordomias. Qualquer pessoa que saia do anonimato e passe a receber salários de um, dois, três, vários milhões mensais torna-se “comandada” não porque um suposto controle mental exista, mas porque se “rende” aos encantos do dinheiro e do poder. E, quando todo o dinheiro do mundo parece insuficiente para a realização, alguns se revoltam e querem sair disso. Mas não há controle mental algum, é só muito dinheiro e poder versus paz de espírito… me fiz entender?

Eu conheço diversas pessoas que foram minhas amigas, pensavam como eu, polemizavam e, de repente, passaram a trabalhar para o Sistema… Inclusive algumas se viraram contra mim… O segredo? Muito dinheiro no bolso, muita badalação, muito tapete vermelho, às vezes até vermelho de sangue, mas vamos desfilar nossos corpos siliconados (com implante de silicone), nossas vidas controladas pelas notas verdes, vamos passear no tapete vermelho… E vamos puxar o tapete de quem não entra na nossa “tiurma”… É por ai?

Termino frisando que me sinto triste por discorrer sobre este tema, acho que um simples caso ocorrido no início da década de 50 não deveria ser motivo de curiosidade hoje, 2018, quase 70 anos depois. Isso sim é um controle de mentes. Condicionar as pessoas a terem curiosidade por algo irrelevante na vida de um homem.  Um cara que foi casado duas vezes, teve cinco filhos legítimos, dois adotados e uma filha que não pode assumir, nascida de uma mulher que ele foi impedido de amar… Com todas estas relações importantes, lembrar dele por uma única noite de amor com Marilyn é até patético… enquanto isso, seus filhos legítimos foram excluídos da sua herança, sua filha legítima mora na rua… Entendo o que os filhos dele passam, porque passei por situação parecida, não tive acesso a nada do que meu pai deixou. No meu caso específico, foram nossos advogados que nos orientaram de forma distorcida e duas construtoras que se aproveitaram da situação. Perdemos tudo com apenas duas assinaturas. No caso de Lewis, há um testamento e um adendo que já citei em outro artigo. Seja como for, lamento e entendo a situação dos filhos dele…

E depois de todo este “samba com Jerry Lewis”, desisto de assistir filmes, de qualquer gênero. No próximo carnaval, vou tomar muita vodka para começar, emendar com tequila e pular todas as noites até tombar na avenida… Deverá ser bem mais divertido e menos polêmico!

OBS: Se estivesse vivo, hoje, 16/03/2018, Lewis completaria 92 anos. Publico este artigo como presente de aniversário. Ao lê-lo, talvez as pessoas o vejam de outra forma, como um ser humano completo e grande artista polivalente que foi. E não como li em alguns artigos “um idiota que conseguiu pegar Marilyn Monroe”…

Este vídeo prova três fatos: O grande carinho que Lewis e Martin sentiam um pelo outro (Martin até serve Lewis na boca, como um pai), a declaração pública de amor de Marilyn para Jerry e a revelação mais bombástica: A música “Night on Broadway” NÃO foi uma criação dos Bee Gees na década de 70, como até eu imaginava.  Ela é tocada ao fundo deste vídeo gravado no início da década de 50 e esta versão é bem mais legal, por sinal. Confira!

Leia mais sobre Lewis neste mesmo blog, clique aqui, aqui e aqui.

Saiba mais sobre o tema abordado neste  artigo (em Inglês), clique aqui, aqui e veja fotos aqui

Saiba mais sobre o suposto controle mental de Marilyn Monroe, clique aqui

Se você se interessa por temas como controle de mentes, gostará de ler meu novo romance:

Conheça-o no site Amazon, clique aqui

ou Assista ao vídeo-book:

Sem noção e sem memória… Direito Autoral no Brasil!

8 de março de 2018 Deixe um comentário

Calor do Sol em Manhattan – Musical escrito, coreografado e dirigido por Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) – em cartaz de 1983 a 1987

Por ocasião da inauguração do Centro Cultural Jabaquara, em São Paulo- Brasil (por sinal, fizemos uma apresentação de dança na inauguração) eu participei de uma aula de dramatização com uma professora chamada Joana Lopes. Com ela eu aprendi um exercício da pulga. Eu gostei tanto dele que acabei o integrando em meus workshops. E, sempre que eu o ministrava, eu explicava antes como funcionava e a primeira observação que eu fazia é que o aprendi com a Joana Lopes. E, se alguém do meu workshop resolvesse repassar este exercício que, por gentileza, citasse que aprendeu comigo.

A Joana não era famosa e já tinha uma certa idade, por isso, nem sei se ainda vive. Mas eu a eternizei em cada vez que citei o nome dela antes do exercício da pulga. E se ainda ministrar este exercício em algum workshop certamente eu citarei quem me ensinou. Acho isso essencial, valorizar quem nos ensina e citar pioneiros e precursores. Aliás, na maioria dos meus livros impressos, eu começo citando os precursores das áreas em que discorrerei.

Por isso, para mim, é difícil entender como pessoas que se dizem acadêmicas, pesquisadoras e publicadoras possam se apoderar de um tema e até publicar artigos e livros sem citar a fonte, de onde retiraram a informação. Pior ainda quando um autor chega a publicar um livro inteiro com conteúdo alheio, muitas vezes apenas alterando uma ou outra palavra. Já vivenciei uma situação em que, durante um simpósio, encontrei a representante de uma associação do tema que eu palestrava. Ingênua, eu ofereci para palestrar na associação e expliquei meu ponto de vista. A pessoa em questão pareceu interessada, até foi assistir minha palestra. Porém, ao final, disse-me que minha linha de raciocínio não coadunava com a atuação da associação. Recentemente, pesquisando o tema, percebi que esta mesma associação implantou meu tema em suas palestras alguns meses depois do simpósio que citei.

Ai fica a pergunta: Se implantaram meu tema e minha abordagem ao quadro de palestras da associação, porque não me chamaram também? Só pelo gosto de furtar um tema? Ou pela necessidade de se mostrar como idealizador de algo que furtou? Em outra ocasião, eu soube que uma das pessoas que eu muito ajudei (de outra associação) não só espalhou boatos ao meu respeito como “queimou” uma palestra que eu faria, tudo isso apenas por “não gostar do meu jeito”. A pessoa gostava dos meus temas, das minhas doações, mas “não sabia porque não gostava de mim”, achava que “eu mentia” talvez por que numa época de “focados” seja difícil aceitar alguém multifacetado como eu… E ainda há o caso de uma denominação religiosa que, ao tomar contato com meu projeto “Vampirinho vegano”, por intermédio de um amigo meu que lá frequentava, ficou horrorizada: “onde já se viu um vampiro ensinar veganismo e citar a Bíblia?” Recentemente assisti a um vídeo em que um dos membros desta denominação simplesmente ensina TODOS os conceitos do meu texto, só que, invés de dizer que aprendeu com meu vampirinho vegano, ele coloca “em nome de Jesus”. OBS: Nada contra religiões, cada um siga a sua, mas pegar o enredo do meu romance infanto-juvenil e citá-lo como autoria da denominação, não dá!

A grande verdade é que o Brasil despreza seus frutos, valoriza quem vem de fora, valoriza quem vende uma imagem de bonzinho 24 horas por dia, 7 dias por semana, esquecendo que ninguém é bonzinho o tempo todo. E eu que tenho a coragem de assumir meus erros e tropeços fico como vilã… E, por falar/escrever verdades que ninguém mais publica, corro o risco de ser excluída do clubinho e ter outro palestrante abordando meu tema com mais “discrição”. Mas feliz ou infelizmente, não sou a única. Enquanto no exterior há uma grande preocupação em lembrar os pioneiros, os precursores, aqui no Brasil as pessoas sequer lembram em quem votaram na recente eleição, como lembrarão de quem pesquisou ou descobriu algo relevante?

É por isso que todos sabem quem foi Freud, quem foi Jung, quem foi Lacan mas poucos quase ninguém sabe quem foi Gaiarsa… Todos eles fizeram grandes contribuições à Psicanálise/Psicologia. A diferença é que Gaiarsa nasceu no Brasil… Coitado dele!

Como eu também nasci no Brasil e passei grande parte da minha vida insistindo em publicar em Português, corro o risco de não ser lembrada daqui a alguns anos, mesmo com toda a contribuição que tenho registrada em diversas áreas. Então só me resta lembrar que o maior reconhecimento vem do Universo que já registrou todas as minhas boas ações e toda a contribuição que tenho feito. É o que ainda me move, saber que o Eterno me reconhece e valoriza. Por que se eu dependesse de reconhecimento humano…

Saiba mais sobre Direitos Autorais, clique aqui

A Multiterapia como fator de Autoconhecimento, Autoajuda e Atendimento clínico

20 de junho de 2017 Deixe um comentário

Lou de Olivier tem trazido, desde a década de 80, uma técnica que se renova a cada momento e que tem sido muito eficiente no tratamento de distúrbios de aprendizagem, de comportamento e nos casos leves de estresse e depressão. Mas a Multiterapia não é só eficiente nesses tratamentos. Ela é muito eficiente para o autoconhecimento, autoajuda e crescimento pessoal. É isso que abordaremos neste pequeno artigo.

(DINO) 09/05/2017

Este mergulho em si mesmo e, na sequência, em família, sociedade, meio ambiente, entre outros é dividido em módulos para que fique mais fácil assimilar e passar por todas as etapas de equilíbrio.

Na atualidade são muitas as técnicas utilizadas como terapia. Algumas eficientes, outras nem tanto, outras nada mais são do que técnicas antigas “renomeadas”… Em meio a tudo isso, Lou de Olivier tem trazido, desde a década de 80, uma técnica que se renova a cada momento e que tem sido muito eficiente no tratamento de distúrbios de aprendizagem, de comportamento e nos casos leves de estresse e depressão. Mas a Multiterapia não é só eficiente nesses tratamentos. Ela é muito eficiente para o autoconhecimento, autoajuda e crescimento pessoal. É isso que abordaremos neste pequeno artigo.

Além da grande confusão que se faz com os termos Multidisciplinar e Multiterapia, que já foi amplamente explicado em outros artigos (e que a síntese é: Multidisciplinar são vários profissionais reunidos para atender um único paciente. Multiterapia é um único profissional, extremamente habilitado e apto a tratar cada paciente como único), há nuances da Multiterapia que não são conhecidas pelo público.

Uma delas, talvez a principal, é o fator autoajuda e autoconhecimento que a Multiterapia proporciona a quem participa como paciente e/ou quem cursa como terapeuta ou mesmo como leigo, mas interessado em se aprofundar em si mesmo. Este é um fator importante, na medida em que equilibra o indivíduo de forma total e, na sequência, universal. Este é o grande sucesso do tratamento que faz com que o indivíduo se aprofunde em si mesmo para depois aprofundar-se nos fatores externos.

Este mergulho em si mesmo e, na sequência, em família, sociedade, meio ambiente, entre outros é dividido em módulos para que fique mais fácil assimilar e passar por todas as etapas de equilíbrio.

A Multiterapia parte do princípio que o Terapeuta, para atender pacientes (ou clientes), deve estar em perfeito equilíbrio. E que o paciente deve estar equilibrado para poder assimilar melhor qualquer tratamento.

Por isso, inicia-se a primeira etapa do tratamento (ou do curso) com o autoconhecimento e autorrealização do participante. Este treinamento básico ensina cada um a lidar melhor consigo mesmo(a), com a família, amigos e com a sociedade como um todo.

A segunda etapa aprofunda-se em alguns segredos do Universo, esclarece verdades e mitos e prepara o participante para a terceira etapa em que ele poderá optar pelo aprofundamento em atendimento clínico e/ou, se preferir, para uma etapa aprofundada de autoconhecimento e autorrealização. Também é possível cursar as duas especializações, se assim quiser.

Até o momento, Lou de Olivier tem ministrado alguns poucos treinamentos neste sentido e apenas para profissionais de terapia, porém pela grande procura de pessoas de diversas áreas, Lou adaptou este curso que agora pode ser cursado nas três etapas por qualquer pessoa para autoconhecimento e autorrealização, porém, para atender pacientes é necessário ter formação em Psicologia ou Psicopedagogia ou Fonoaudiologia ou Terapia Ocupacional/Fisioterapia ou áreas correlatas. Também é possível fazer o curso, estudantes (último ano) destas áreas citadas ou Terapeutas que tenham alguma pós-graduação em alguma dessas áreas ou em Psicanálise ou em Medicina Comportamental. Profissionais que não se encaixem nesta descrição e queiram atuar em Multiterapia, podem nos contatar enviando um breve currículo e descrição de seu interesse que analisaremos caso a caso.

O primeiro módulo terá início em primeiro de agosto de 2017 e acontecerá na sede Cipen Cursos, Rua Darzan 350 – Próximo ao metrô Santana – São Paulo – SP – Brasil
Mais informações, escreva para equipe@loudeolivier.com ou contato@cipencursos.com
ou via fone 55 (11) 2338-3673
Site oficial: http://multiterapia.med.br/

Quem é Lou de Olivier:
Elaborado por Lou de Olivier, experiente Multiterapeuta, Psicopedagoga, Psicoterapeuta, Especialista em Medicina Comportamental, Bacharel em Artes Cênicas e Artes Visuais. Detectora do Distúrbio da Dislexia Adquirida/ Acquired Dyslexia, Precursora da Multiterapia e Criadora do Método Terapia do Equilíbrio Total/Universal. É também Pioneira da TV brasileira, Dramaturga e Escritora (vários gêneros), autora de dez livros didáticos, dois contendo romances, uma trilogia, vinte e-books, mais de 700 poesias publicadas e tendo duas de suas dezoito peças teatrais (“Os Alienados”, comédia reflexiva adulta e “Cinderela que não era Bela porque era Branca demais”, comédia infantojuvenil) já encenadas em todo o Brasil e em Portugal.
Como Acadêmica, tem diversos artigos e dossiês de sua autoria, publicados, entre 1995 e 2013 em revistas especializadas como Psique Ciência e Vida, Sentidos, Mãe Moderna, entre outras no Brasil e UK Brazil na Inglaterra, além de jornais como Sunday News (New York). Em outubro de 2016, sua participação como oradora do Global Clinical Psychologists Annual Meeting, abordando Acquired Dyslexia e Multitherapy, reacendeu o interesse da comunidade científica internacional por suas publicações destacando-se Mental Health and Addiction Research que publicou seu artigo Multitherapy – therapy techniques developed by Lou de Olivier.
Lou de Olivier é pesquisadora de todos os temas ensinados neste curso Multiterapia do Equilíbrio Total/Universal, que reúne mais de trinta anos de seus estudos condensados em um curso dinâmico, sucinto e extremamente enriquecedor.

Perguntem aos gatos!

11 de junho de 2017 Deixe um comentário

Diante da polêmica que se instalou em relação aos gatos abandonados em parques públicos, não só estou me empenhando (junto ao DEPAVE e Secretaria)  em ajudar a solucionar como estou escrevendo alguns artigos no sentido de educar a população para eliminar o abandono de animais domésticos. Esta semana publiquei: Por que adotar um animal? (para ler, clique aqui) E estou divulgando meu artigo com bases em muitos anos de estudos comprovando que os gatos são os melhores companheiros para crianças autistas. (para ler, clique aqui). Também escrevi um resumo do que foi a região (onde hoje está um desses parques com gatos abandonados) desde a chegada de meus pais (fundadores da região) em 1951 e o que é hoje. (para ler, clique aqui).

Quanto a polêmica em si, de um lado pessoas reclamam do mau cheiro e sujeira que os gatos contribuem para causar, das doenças que podem transmitir e de afastarem animais silvestres que habitavam o local, de outro lado administradores e responsáveis preocupados, buscam diversas soluções sem, no entanto, conseguirem conciliar opiniões e ações. E de outro lado, protetores e simpatizantes se desesperam ao saber da possibilidade dos gatos serem encaminhados para tratamentos e adoção, alegam inclusive que alguns são ferais, por isso, seria impossível coloca-los em “gaiolas” ou “domestica-los”.

Porém como estudiosa da mente humana e animal, entendo que eles não são ferais, eles ESTÃO ferais justamente pelas condições de privação em que vivem. Lembrando que gatos costumam dormir muito, cerca de dezesseis horas por dia. Num parque, precisam estar em estado de alerta, tem seu sono interrompido. Esta pode ser uma das causas de alguns parecerem “ferais”. Outros fatores que contribuem para a agressividade de alguns deles podem ser  maus-tratos (cães que avançam neles, pessoas que jogam-lhes pedras, etc.), escassez de comida, de água, disputa por território, entre outros.  Penso que o termo ideal para classifica-los seja que “estão ferozes/agressivos”, já que feral se refere a fúnebre e, em linguagem popular, ao animal que originariamente era selvagem, foi domesticado e voltou à vida selvagem. Não é o caso dos gatos que foram domesticados há quase dez mil anos no Oriente Médio e atualmente são animais domésticos e adaptam-se ao ambiente de acordo com seus recursos.  E foram abandonados nos parques, por imposição humana e não por opção. 

É um círculo vicioso, já que permanecendo nos parques estão mais sujeitos a maus-tratos e privações, além de condenados a solidão. Pois famintos e descuidados, raramente recebem carinho, o mais comum é serem enxotados. E isso os torna mais agressivos. E, por fome, acabam perseguindo os pássaros que ou são devorados ou fogem assustados desencadeando também situação de estresse a eles (pássaros).

Estive no parque Nabuco (situado na região fundada por meus pais, na zona sul de São Paulo – SP – Brasil) e verifiquei que muitos dos gatos se aproximam miando muito e pedindo ajuda. Percebe-se em seus olhos e atitudes que não pedem apenas comida e água, eles pedem atenção, carinho, alívio de suas privações… Alguns, simplesmente param de miar e entregam-se ao carinho… Acariciei e me comuniquei com alguns deles, são dóceis, estão assustados e buscam proteção e atenção, cuidados que uma família poderia dar. Se, em meio a eles há alguns mais agressivos, são casos a resolver em separado, mas não se pode generalizar como se todos fossem feras que não merecem sequer a chance de tentar uma adoção.

As noites tem sido muito frias aqui em São Paulo – SP – Brasil, em média seis graus. Fico pensando nestes inúmeros gatos abandonados em diversos parques. Eles tem pelos, mas não são suficientes para conter este frio intenso. Como devem sofrer a noite, quando não há ninguém nos parques, só frio e escuridão…

Cada gato tem características próprias, mas de forma geral, eles se alimentam três vezes ao dia, alguns comem em pequenas quantidades diversas vezes ao dia. Isso quando estão cuidados por uma família. Nos parques, acabam se alimentando apenas uma vez ao dia, às vezes nem isso, dependendo das pessoas que levam comida/ração a eles. Tudo isso deve ser analisado antes das pessoas julgarem, ainda mais as que estão de longe,  julgando pelo que acham e não pelo que é na realidade. 

É preciso pensar no que é melhor para os gatos e para todos os animais que habitam o local. E que seja bom para a população que o frequenta, também, ou seja, é um assunto delicado que necessita muita reflexão para uma decisão acertada.

Mas para resolver de vez esta polêmica, tenho uma sugestão. Antes de decidir o que é melhor para eles, perguntem aos gatos. Se eles querem continuar nos parques, sujeitos a tantos contratempos ou se querem dormir numa caminha quentinha, bem alimentados e ao lado de uma família carinhosa e acolhedora…E isso não é uma piada. Eles se comunicam pelo olhar, pelos gestos e será fácil entender a preferência deles. Até porque, quem tem amor no coração, consegue se comunicar até com as árvores e vegetais… Ainda mais com os gatos que são seres tão comunicativos!

By Lou de Olivier

Lou de Olivier – Multiterapeuta, Psicopedagoga, Psicoterapeuta, Especialista em Medicina Comportamental, Bacharel em Artes Cênicas e Artes Visuais. Detectora do Distúrbio da Dislexia Adquirida/ Acquired Dyslexia, Precursora da Multiterapia e Criadora do Método Terapia do Equilíbrio Total/Universal. É também Pioneira da TV brasileira e da Música mundial. Dramaturga e Escritora (vários gêneros), autora de dez livros didáticos, dois contendo romances, uma trilogia, vinte e-books, mais de 700 poesias publicadas e tendo duas de suas dezoito peças teatrais já encenadas em todo o Brasil e em Portugal.

Lou de Olivier é vegana (defende TODOS os animais), ajuda a manter com recursos próprios 17 (dezessete) gatos acolhidos das ruas, diversos projetos de ajuda a humanos e animais. Há muitos anos estuda o comportamento dos gatos, desenvolveu a Terapia Integrativa Humanos e Animais e o Projeto dançando com animais.  Lou é Pacifista socio-ambiental/animal e segue a filantropia anônima e desvinculada de política ou religião implantada por seus pais há quase oitenta anos.

Conheça o Portal Lou de Olivier (Saúde, Educação, Artes, Pacifismo): http://www.loudeolivier.com

Solua, o vampirinho vegano liberado para montagens teatrais gratuitas.

24 de maio de 2017 4 comentários

Solua ensina, de forma lúdica, veganismo fundamentado em Medicina e Nutrição e mostra, de forma educativa e muito divertida, a necessidade de respeito à natureza e a todo tipo de vida, além da importância de uma boa e saudável alimentação. O vampirinho vegano trata a todos com carinho, respeito e muito amor.

É um pacifista que ensina o amor como arma para a melhoria de vida para todos e a conquista da verdadeira paz entre todos os seres!

 

Desde 2010 quando foi idealizado até hoje já são dois contos, duas peças teatrais, quatro desenhos animados, cartilhas, e-books, bloquinhos, camisetas, gincanas e até a mega-apresentação teatral que reuniu seis grupos teatrais e foi levada à mais de duas mil crianças em seis cidades brasileiras. Tudo isso (incluindo os brindes) tem sido oferecido gratuitamente em eventos presenciais. E está disponível para visualizações na Internet em diversos vídeos de elencos e também nos desenhos animados.

 

Agora, Lou de Olivier inova mais uma vez. Ela decidiu liberar o texto dos esquetes para que possam ser encenados em eventos e/ou escolas, desde que sejam respeitadas algumas regras. O texto deve ser ensaiado e apresentado na íntegra, sem cortes e sem acréscimos, as apresentações devem ser gratuitas e sem nenhum interesse comercial, apenas levar o veganismo a todos e a autoria de Lou de Olivier deve ser citada em toda a divulgação impressa e/ou digital (flyers, banners, etc.).

 

O texto está resumido de forma dinâmica para apenas dois atores, então é possível encená-lo em duplas. Em caso de grupos que tenham estrutura para ensaios e apresentações de todas as personagens, há possibilidade de montagem de uma das peças teatrais na íntegra. Interessados devem escrever para equipe@loudeolivier.com solicitando a senha para download do esquete e/ou informações sobre as peças teatrais na íntegra.

 

Os ensaios e apresentações que forem comunicados à equipe com antecedência (enviando fotos, vídeos, etc.), serão incluídos no site oficial e amplamente divulgados, sendo assim, uma ótima forma de promover as duplas, grupos e eventos participantes e o principal, levar o veganismo bem fundamentado e pacifista ao máximo possível de crianças (e adultos também).

 

Esta é mais uma iniciativa pioneira de Lou de Olivier, sem patrocínios, sem vínculo político ou religioso, apenas a intenção de melhorar o mundo para que todos vivam em paz. Conheça todo o projeto, todas as apresentações, vídeos de elencos, desenhos e muito mais no site oficial: http://soluavampirinhovegano.com.br/

 

Conheça também a loja virtual solidária, diversos e-books a preços populares e toda a renda doada aos animais abandonados e a projetos filantrópicos. Acesse: http://loudeolivier.com.br/

Feliz dia das mães, com música e inocência de criança!!!

11 de maio de 2017 2 comentários

Desde 2003, quando foi publicada minha poesia (escrita em 2001) “À todas as mães” eu a divulgo todos os anos nesta época. Mas hoje, resolvi divulgar uma homenagem diferente às mães. Uma música bem antiga, dos anos 60, na voz de uma criança de apenas dois anos e nove meses (eu, Ana Lourdes de Oliveira, hoje conhecida pelo pseudônimo Lou de Olivier). Uma valsinha que fala do mês das mães e eleva uma prece por todas as mães do mundo!

Assista este vídeo e ouça a valsinha “Mês de maio”, gravada no final de 1963 e lançada no início de 1964 em diversas emissoras de TV como Record e Excelsior.  (Lou de Olivier é pioneira da TV brasileira e da música mundial) Se gostar, compartilhe, envie este link a todas as mães que conhece. Estão todas homenageadas!

 

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