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Archive for the ‘pioneirismo’ Category

A criança subversiva (a verdade sobre a Ditadura no Brasil)

24 de setembro de 2018 1 comentário

Antes de imaginar que Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) seja mais uma esquerdista se fazendo de vítima da Ditadura, leia este pequeno artigo, reflita e tire suas próprias conclusões.

Anna Lou aos 3 anos dançando e cantando “Dança do Saci-Pererê” (Bossa-Nova)

A Anna sempre foi precoce, mal sabia andar, já se agarrava aos móveis e dançava ao ouvir qualquer música. Aos dois anos e meio, ela foi levada pela mãe ao auditório da TV Record, para assistir ao seu pai, um militar da reserva (acidentou-se em serviço e foi para a reserva), que contava piadas e fazia brincadeiras no palco com as crianças no intervalo do Programa Ginkana Kibon. Em certo momento, um famoso cantor (não recordamos o nome) entrou no palco e começou a cantar. A Anna não teve dúvidas, subiu na poltrona da plateia onde estava e começou a dançar. Logo, o cameraman (cinegrafista) a avistou e passou a focalizá-la. Não deu outra, a Anna roubou a cena, foi muito aplaudida e chamada ao palco pelo Durval de Souza, que era o apresentador do programa. Dançando no palco, chamou a atenção de dois professores, o de canto Irineu Gonzaga e a de dança Aparecida Guarnieri. Os dois se ofereceram para treinar Anna e, em apenas uma semana, ela já estava se apresentando profissionalmente, como bailarina. Três meses depois, Anna, com apenas dois anos e nove meses, entrou num estúdio profissional para gravar seu primeiro vinil que, naquela época demorava muito a ser produzido. Assim, só foi lançado um mês após Anna completar três anos de idade. Mesmo assim, Anna bateu o recorde mundial da música, que era detido por Rita Pavone que havia gravado com cinco anos na Itália.

 

Anna Lou recebendo seu primeiro troféu, com apenas 4 anos de idade, das mãos de Canarinho (TV Excelsior) Na foto estão também Irineu Gonzaga, Lourdes Rocha, Fadinha e alguns membros da Banda de Anna Lou.

Pouco tempo depois do lançamento do seu primeiro vinil, que já disparava nas paradas e abria para Anna as portas de outras emissoras como a TV Excelsior, Anna foi impedida de cantar a música “Sonho de criança”, sua letra foi considerada inadequada para exibição pública pois falava de liberdade numa época de repressão. Em vista disso, passou a cantar somente a valsinha “Mês de maio” em homenagem ao dia das mães. Na sequência, antecipou o lançamento de seu segundo disco com as músicas “Dança do Saci-Pererê”, (bossa-nova) e “Casca de banana” (marchinha de carnaval). Anna, em sua inocência, não entendia a proibição. E pior ficou porque passou a ser perseguida não por ela mesma mas por três motivos. Primeiro, a TV Excelsior, na qual Anna já era tratada como estrela, tinha um posicionamento desafiador diante do regime militar e todos na emissora eram constantemente perseguidos. Segundo, por conta do Professor Irineu Gonzaga ser um militante esquerdista. Terceiro, a TV foi implantada no Brasil e em outros países com um propósito específico que foge ao simples posicionamento do regime militar. Continue lendo e assista aos videos para entender melhor como isso ocorreu (e ocorre até hoje).

Patrícia Ayres e Dionísio Azevedo em cena de “A Pequena órfã”

A gota d’água veio quando Anna, aos seis anos e meio, recebeu convite para gravar toda a trilha sonora da novela “A pequena órfã”, toda criada por Irineu Gonzaga. Foram vários meses de ensaios até que Anna entrou no estúdio para seu terceiro vinil. Desta vez um LP. Tudo concluído no estúdio, o vinil ficou pronto e foi gravada uma linda abertura em que Anna aparecia dançando e cantando a música tema “A pequena órfã” intercalando com cenas da atriz mirim Patrícia Ayres, que protagonizava a trama, A abertura arrancou lágrimas no estúdio da gravadora Califórnia (ou Continental, precisamos apurar melhor este dado) ao ser exibida pela primeira vez apenas para os envolvidos na gravação. E começou uma contagem regressiva para a estreia da novela que seria o auge de audiência e prestígio da emissora. A menos de um mês da estreia, no entanto, veio a notícia que calou a todos. Toda a trilha sonora tinha sido vetada. Não havia tempo para gravar outra versão. Assim, em 26 de agosto de 1968, a novela “A pequena órfã” estreou sem nenhuma abertura e sem trilha sonora. Tudo foi tão abafado que nem quem trabalhava no estúdio ficou sabendo que a novela teria uma trilha sonora. Para todos ficou a ideia de que a novela não tinha trilha sonora. Mais tarde foi feita uma música por Noite Ilustrada que passou a ser cantada por ele mesmo em algumas cenas em que participou. (Posteriormente ele participou de filme com o mesmo título e enredo em 1973). Mas o encanto estava quebrado. Anna era só tristeza, o professor Irineu afastou-se da TV e nunca mais se ouviu falar dele. E a pequena Patrícia Ayres foi afastada no meio da trama por estar estafada e até traumatizada, como ela revelou anos mais tarde, pelo excesso de trabalho e tensão nas gravações. A “música” que marcou o público na época foi uma espécie de cantiga de ninar que dizia: “mandei fazer um barquinho de papel, de papelão, pra levar meu bem comigo, pra dentro do coração.” . Parece piada, mas tantos meses de ensaios e empenho na produção de uma magnífica trilha sonora, foram mostrados ao público como apenas uma música de ninar. Apesar da proibição do pai de Anna, ela continuou sendo levada pela mãe a diversos programas de TV (Excelsior, Bandeirantes, Record, Tupi) até que, em 1969, Anna foi afastada em definitivo da TV, encerrando a primeira fase de sua carreira artística. Em 1971 a Rede Globo reprisou esta novela criando uma abertura em que aparece Glória Pires e outras crianças e foi esta a versão considerada original. E diante de tantos “incêndios” nos estúdios de TV, seguimos sem poder questionar isso. Estes incêndios também precisariam ser melhor investigados,visto que muito deste material reapareceu na Globo. Foram “queimados” somente os materiais que incomodavam, de certa forma, o sistema que foi implantado. E que fique bem frisado que estamos citando o sistema implantado pela televisão, não pelo regime militar, o sistema que afastou Anna e outras crianças talentosas da época foi o da TELEVISÃO.  Continue lendo e veja os vídeos…

 

 

A manchete cita: “Blindados ocupam a Avenida Presidente Vargas em abril de 1968, durante a ditadura militar.” Porém, a foto mais parece uma pose montada. Note bem!

Por sermos comprometidos com a verdade, precisamos frisar que não somos contra os militares, como pessoas cultas que somos, entendemos que a ditadura militar foi articulada por diversos segmentos como clero, elite, empresas estrangeiras que se instalavam no país e os militares foram os que “puseram a cara a tapa”. Até porque, os militares não conseguiriam agir sozinhos, está bem entendido que o “regime” foi imposto por um número muito maior de envolvidos do que fizeram parecer. E a intervenção ocorreu para evitar um mal maior. Era o que havia para fazer naquele momento.

 

 

 

Shirley com 11 anos no filme “The Little Princess” (1939).

 

Também entendemos que havia um grande interesse dos Estados Unidos (hoje envolve o império Hollywoodiano) em abafar os feitos de Anna e de outras crianças precoces, pois eles tinham lá a estrela mirim Shirley Temple, que iniciou carreira aos seis anos, embora se encontre algumas citações de que tenha sido aos cinco anos, vivemos aquela época, lembramos bem. Ela fez suas primeiras apresentações aos seis anos. Enfim, os Estados Unidos tinha interesse em mostrar Shirley ao mundo como única. Não admitiam que houvesse outra(s) criança(s) tão ou mais talentosa(s) em outros países e se iniciando com menor idade do que Shirley. Inclusive a biografia pública de Rita Pavone cita que ela começou em 1962, já com 17 anos. Cremos que foram apagadas também suas gravações aos cinco anos de idade. (Continuamos buscando informações, se encontrarmos arquivos de Anna, Rita e outras crianças da época, difícil mas não impossível, publicaremos aqui em primeira mão.)  Fazemos questão de revelar estes fatos, o mundo precisa saber da verdade. Fazemos questão de frisar que não somos teleguiados pela mídia, não acreditamos em tudo que se publica ou se divulga e entendemos que a perseguição sofrida por Anna foi muito além de uma aluna de esquerdista sendo perseguida pela Ditadura. A perseguição foi mais artística do que política. Fique bem entendido!!!

 

Antes de mostrarmos algumas fotos e vídeos originais e algumas adulteradas, citamos a pergunta que não quer calar. Se, mesmo com tanta perseguição política e artística e tendo sofrido diversos acidentes, alguns bem graves, ainda assim,  Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) se destacou e ainda se destaca tanto em Artes, Saúde e Educação, além de outras áreas, imaginemos se não houvesse nenhum impedimento… Do que essa mulher seria capaz???

Conheça a primeira música censurada durante a Ditadura. Assista ao vídeo:

Este vídeo mostra a real abertura de “A pequena órfã”, que foi ao ar depois que a novela já tinha estreado, só para não ficar sem nenhuma abertura. Na verdade, estas cenas eram parte de um clip feito com Anna Lou Olivier dançando e cantando intercalando cenas com a protagonista patrícia. Ao ser censurada, a novela estreou sem abertura e, posteriormente, as cenas com Patrícia foram liberadas, assim foi ao ar a abertura pela metade.

Assista agora o vídeo adulterado que foi supostamente recuperado pela Globo e exibido pelo Vídeo Show.

Neste vídeo Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) resume e comenta este assunto.

Por curiosidade, publicamos aqui o elenco original de “A pequena órfã” 1968.

PATRÍCIA AIRES – Toquinho (Maria Clara)
MARIZE NEY – Toquinho (Maria Clara)
DIONÍSIO AZEVEDO – Velho Gui
RIVA NIMITZ – Elza
YARA AMARAL
ANTÔNIO GHIGONETTO
EDUARDO ABBAS – Padilha
JOÃO JOSÉ POMPEO – Nicolau
RACHEL MARTINS – Amazília
RUTHINÉIA DE MORAES
NÁDIA LIPPI
ROBERTO MAYA – Jerônimo
NESTOR DE MONTEMAR
J. FRANÇA – Gasolina
LURDINHA FÉLIX – Madalena
ARNALDO WEISS
ANA MARIA BLOTA
MÁRCIO A. TOLEDO
TONY VIEIRA
MÍRIAM MAIO – Vânia
e
LUTERO LUIZ – Juiz

Fonte: Teledrama: http://teledramaturgia.com.br/a-pequena-orfa/

 

Leia também:  A eleição do “ele sim” “ele não”, clique aqui

Beethoven e os sete pianistas

15 de agosto de 2018 Deixe um comentário

Depressão, TOC, estresse, autismo, dislexia, Síndrome de Down e diversos outros distúrbios cerebrais, agora têm uma nova perspectiva de tratamento.

Imagine se fosse preciso colocar num mesmo palco sete pianos e sete pianistas, cada um deles especializado em tocar apenas uma nota. Para ouvir a música inteira, todos deveriam tocar em absoluta sintonia, lembre-se: cada um teclando só uma nota. Um só toca DO, outro só toca RE, outro só toca MI… Aí, surge um surdo e compõe algumas das mais famosas e imortais sinfonias de todos os tempos e as pessoas começam a enxergar na prática que uma equipe multidisciplinar não faz sentido. A Medicina se especializa cada vez mais, o paciente é encaminhado para dezenas de profissionais para tratar de algo simples, mas que se agrava com o tempo perdido nos intermináveis rituais de exames e de consultas em muitos tipos de especialistas, que não interagem efetivamente entre si.

Então, surge uma paciente, como o fez Beethoven, vence sua própria deficiência, mostra que existe uma alternativa humanizada de terapia, exige do terapeuta um esforço maior e uma dedicação especial a cada Ser Humano que o procura em busca de alívio e desenvolve a Multiterapia, que faz de cada profissional um tutor do paciente, exige comprometimento e não apenas envolvimento, requer um olhar holístico e com foco em resultados. Cada caso é visto como único, cada tratamento é feito sob medida, economiza-se tempo e dinheiro e a cura realmente se torna possível.

Imagine o impacto econômico nos serviços de saúde, quando milhares de pessoas encontrarem sua cura definitiva na Multiterapia. Essa é a técnica desenvolvida pela pioneira cientista Anna Lou Olivier, o Beethoven brasileiro, disléxico e realmente interessado em buscar a cura!

Erasmo de Oliveira
Assessor de Imprensa de Anna Lou Olivier

http://empoderadadobrasil.com/

Beethoven y los siete pianistas

15 de agosto de 2018 Deixe um comentário

Depresión, TOC, estrés, autismo, dislexia, Síndrome de Down y varios otros trastornos cerebrales, ahora tienen una nueva perspectiva de tratamiento.

Imagínese si fuera necesario colocar en un mismo escenario siete pianos y siete pianistas, cada uno de ellos especializado en tocar sólo una nota. Para escuchar la música entera, todos deberían tocar en absoluta sintonía, recuerde: cada uno tecleando sólo una nota. Un solo toca DO, otro sólo toca RE, otro sólo toca MI … Ahí surge un sordo y compone algunas de las más famosas e inmortales sinfonías de todos los tiempos y las personas empiezan a ver en la práctica que un equipo multidisciplinario no tiene sentido . La Medicina se especializa cada vez más, el paciente es encaminado a decenas de profesionales para tratar de algo simple, pero que se agrava con el tiempo perdido en los interminables rituales de exámenes y de consultas en muchos tipos de especialistas, que no interactúan efectivamente entre sí .

Entonces, surge una paciente, como lo hizo Beethoven, vence su propia deficiencia, muestra que existe una alternativa humanizada de terapia, exige del terapeuta un esfuerzo mayor y una dedicación especial a cada Ser Humano que lo busca en la intención de alivio y desarrolla la Multiterapia, que hace de cada profesional un tutor del paciente, exige comprometimiento y no sólo implicación, requiere una mirada holística y con foco en resultados. Cada caso es visto como único, cada tratamiento se hace a medida, se ahorra tiempo y dinero y la cura realmente se hace posible.

Imagine el impacto económico en los servicios de salud, cuando miles de personas encuentren su curación definitiva en la Multiterapia. Esta es la técnica desarrollada por la pionera científica Anna Lou Olivier, el Beethoven brasileño, disléxico y realmente interesado en buscar la cura!

Erasmo de Oliveira
Asesor de prensa de Anna Lou Olivier

http://empoderadadobrasil.com/

 

Portal Lou de Olivier, 21 anos no ar!

28 de março de 2018 Deixe um comentário

Banner Portal Lou de Olivier – desenvolvido por Mauro 2005 a 2010

O Portal Lou de Olivier está no ar desde 1997, ou seja, há 21 anos.

Começou com uma única página que trazia um artigo apenas. E era atualizado a cada mês. Na primeira semana de cada mês, eu criava outro artigo e substituía o já existente. Em geral, os artigos que iam para o site eram os que já estavam publicados nas minhas colunas em jornais de bairro, como Socorro News e Intersul.

Naquela época, a Internet ainda era discada e muito cara. Por isso eu era obrigada a manter apenas uma página, até que, em 1999, eu lancei o livro “A Escola Produtiva” e resolvi divulgá-lo no site colocando uma parte de um capítulo deste livro. Como o espaço era muito pequeno, eu não consegui colocar o artigo todo. Tive que interrompê-lo no melhor do conteúdo e ficou assim: “pesquisas indicam que… você lerá este artigo na íntegra no livro A Escola Produtiva”… Pronto, acabou o espaço da página mas me surpreendeu a grande quantidade de pessoas que se interessaram em comprar o livro.

Empolgada, eu resolvi que colocaria um portal no ar. Mas os valores pedidos pelos webmasters eram exorbitantes, em media, cem reais por página. Lembrando que, naquela época eram pouquíssimos profissionais que desenvolviam sites, cuidavam de tudo desde planejamento até colocar o site no ar e eram chamados de webmasters. Hoje há webdesigns, webmasters e Webdevelopers, cada um com sua função…

Enfim, era um preço muito alto para eu pagar, até porque eu pretendia colocar 300 páginas no ar. Então tive ideia de fazer um curso e eu mesma desenvolver o portal. Fiz um curso particular de apenas seis horas. Deveria ser de oito horas, mas o professor saiu antes da aula terminar e fiquei sem saber como colocar o site no ar, além de ter apenas vinte páginas prontas. Então fui sozinha na base de erro e acerto, terminei de criar as 300 páginas, atormentei diversos profissionais que estavam num fórum sobre sites, pedindo a eles ajuda e dicas e, dois dias depois, entrava no ar o meu primeiro portal oficial que tinha desde peças teatrais até orientação para dissertações e teses.

Com tantas informações, o meu livro parou de vender, afinal, os internautas já encontravam tudo que precisavam no portal. Mas ficou maravilhoso e isso que importava!

Em 2005 consegui ter meu primeiro domínio próprio. Naquela época só empresas podiam adquirir domínios e um colega de jornal (escrevíamos para o mesmo jornal) me “emprestou” o CNPJ dele para eu poder adquirir o domínio “loudeolivier.com.br”. Foi quando entrou no ar o meu portal reformulado, desta vez, desenvolvido por um webmaster. A quantidade de páginas diminuiu, não eram mais 300, mas em compensação, o visual era ótimo e agora em domínio próprio…

Em 2010, por questões financeiras, precisei migrar a hospedagem e tive que voltar a desenvolver o portal para economizar, pois a manutenção do site estava bem alta. Mesmo assim consegui manter o portal funcionando e sempre crescendo. Até que chegou ao que é hoje, abrigando diversos sites e subsites e eu continuo desenvolvendo tudo sozinha. Acho importante que as pessoas saibam disso porque pode parecer que eu seja uma milionária excêntrica mantendo algo tão grandioso, mas é minha perseverança e o “botar a mão na massa” sozinha que torna possível hoje completar vinte e um anos no ar.

Aproveite e acesse todo o conteúdo do portal em: https://loudeolivier.com/

Jerry Lewis e Marilyn Moroe, caso ou controle mental em Hollywood?

16 de março de 2018 Deixe um comentário

Jerry, Dean e Marilyn em evento. Foto domínio público

Muitos internautas têm acessado meu blog buscando informações sobre o romance de Jerry Lewis e Marilyn Monroe. Jerry foi um excelente artista polivalente, deixou uma grande contribuição artística e social, teve uma conturbada vida pessoal, com renúncias e, em alguns momentos, tristezas. No entanto, diante de tudo isso, algumas pessoas lembram-se dele apenas por um curto romance com Monroe. Convido-te a ler este texto e entender de outra forma “os mitos de Hollywood”…

Quando resolvi ter uma overdose de bom humor, no carnaval deste ano (2018), não imaginava que, ao assistir Jerry Lewis por cinco dias consecutivos, seria levada a me embrenhar tanto pela carreira e vida pessoal dele. E que eu, um mês depois, ainda estaria discorrendo sobre isso. Mas foram tantas descobertas que acabei escrevendo bem mais do que deveria. O resultado é que, ainda hoje, internautas acessam meu blog a procura do tema: “jerry lewis relação com marlym moroe É assim mesmo que aparece a grafia digitada pelos internautas…

Bem, então vamos desvendar os mistérios. Começando com a maior curiosidade: Será que Jerry teve mesmo um romance com Marilyn?

Sim, tudo leva a crer que sim. Primeiro porque eles se encontraram em diversos eventos no início da década de 1950, há muitas fotos de Jerry, Marilyn e Dean sempre alegres, abraçados e há até uma foto em que Jerry aparece mordendo o braço dela… Além disso, há o vídeo em que Marilyn declara ao microfone, em pleno evento: “I love you, Jerry!” (com uma estratégia dessas, nenhum homem resistiria). E há a declaração do próprio Jerry durante entrevista à escritora Amy Wallace, numa conversa que durou onze horas e foi transformada em entrevista numa edição da revista masculina GQ (Gentlemen’s Quarterly), em 2011, ele tinha então 85 anos. Abordou aspectos de sua vida, de sua carreira e se esquivou de citar nomes de seus romances, mas acabou confessando sobre Marilyn.

Entre alguns comentários, ele acrescentou que Monroe usou sexo como ele usava humor: como que para fazer uma conexão emocional. “Ela precisava desse contato para ter certeza de que era real”.

Ok, mas como foi, (pergunta da entrevistadora), fazer amor com o mais famoso e trágico símbolo sexual de todos os tempos?

“Foi …” ele diz, levando um baque, “longo”. Ele sorri com tristeza. “Fiquei aleijado por um mês”. Não explicou se ficou aleijado fisicamente pela relação bombástica ou por um motivo mais sério que relatarei na sequência…

Há quem cite como tendo ficado sem se alimentar por um mês e os comentários sobre esta entrevista são os mais bizarros, alguns até agressivos (em relação a reputação de Marilyn e uma suposta falta de inteligência de Jerry) que não transcreverei. A síntese é que poucos acreditaram que eles tiveram um caso. Eu penso que devem mesmo ter tido o tão falado caso, que parece ter sido de uma única noite. Marilyn, apesar de ter se casado por três vezes, teve alguns casos sim. Jerry Lewis era extremamente sério na vida real e era um homem bonito quando não estava fazendo palhaçadas. Então, não entendo o porquê de tanto espanto e comentários maldosos em relação a este curto caso. Aliás, se com todo o esforço da mídia para mostrar ao mundo um Jerry Lewis idiotizado, ainda assim ele foi disputado por tantas beldades, imagine se a mídia divulgasse a VERDADE, o mostrasse como um homem inteligente, bonito e artista polivalente? 

U.S. army photographer David Conover's shot<br /> This image is a work of a U.S. Army soldier or employee, taken or made as part of that person's official duties. As a work of the U.S. federal government, the image is in the public domain. Esta imagem é um trabalho de um soldado ou empregado do Exército dos EUA, tomado ou feito como parte das funções oficiais da pessoa. Como um trabalho do governo federal dos EUA, a imagem é de domínio público.

Marilyn antes do estrelato. imagem de domínio público

Mas a questão que quero levantar vai muito além disso, quero

Marilyn depois da transformação – Imagem de domínio público

comentar sobre como se criam mitos e se propagam ilusões nesta matrix em que (obrigatoriamente) vivemos. Marilyn que se chamava Norma Jeane Mortenson era uma moça comum, ruiva, de cabelos encaracolados e um corpo esguio, mas nada estonteante. Ela passou por uma grande metamorfose, após entrar para uma agência de modelos que não citarei, não vem ao caso. A partir daí tornou-se um símbolo sexual que atravessou os tempos. Sua morte súbita, no auge da sua beleza e carreira contribuíram para aumentar este “poder” de varar os tempos.

Outro detalhe que quero abordar, há muitos comentários sobre Marilyn Monroe ter sido uma das primeiras celebridades hollywoodianas submetidas ao controle mental monarca, que é citado como um ramo do programa MK-Ultra da CIA que teria transformado Marilyn numa marionete por intermédio de programação psicológica e por trauma. Sua morte teria ocorrido quando a programação perdeu efeito e ela começou a quebrar o controle, sendo assassinada num episódio que ficou registrado como suicídio. Seria isso que Lewis tentou afirmar com seu comentário “Fiquei aleijado por um mês”? Ele estaria referindo-se ao “peso” do controle mental a que Marilyn estaria submetida?

Atualmente se cita Jim Carrey como um dos que estão “acordando” e saindo da programação mental, assim como outros grandes nomes já foram citados como controlados ou mortos pelos controladores. Porém, eu quero frisar algo importante sobre o tal “controle mental”…

Controle mental???
Foto do site Dreamstime

 

Desde final da década de 1970, eu estudei muito desde PNL até Medicina Comportamental. Eu aprendi diversas técnicas de hipnose e suposto controle mental (incluindo eletrochoques e medicamentos injetáveis). Eu transitei por diversas religiões e seitas em busca da minha cura, das sequelas de meus acidentes. Eu passei por diversos rituais e fui muito machucada, traumatizada e muitos fatos que nem relato. Mas eu nunca fui “comandada”. Como eu, há diversas pessoas no mundo que também passaram por toda sorte de traumas e tentativas de programação e isso não funcionou. Mas então, por que o meio político e artístico parece ser tao fácil de ser “programado” e manipulado? Penso que o “controle mental” é um alto salário e muitas mordomias. Qualquer pessoa que saia do anonimato e passe a receber salários de um, dois, três, vários milhões mensais torna-se “comandada” não porque um suposto controle mental exista, mas porque se “rende” aos encantos do dinheiro e do poder. E, quando todo o dinheiro do mundo parece insuficiente para a realização, alguns se revoltam e querem sair disso. Mas não há controle mental algum, é só muito dinheiro e poder versus paz de espírito… me fiz entender?

Eu conheço diversas pessoas que foram minhas amigas, pensavam como eu, polemizavam e, de repente, passaram a trabalhar para o Sistema… Inclusive algumas se viraram contra mim… O segredo? Muito dinheiro no bolso, muita badalação, muito tapete vermelho, às vezes até vermelho de sangue, mas vamos desfilar nossos corpos siliconados (com implante de silicone), nossas vidas controladas pelas notas verdes, vamos passear no tapete vermelho… E vamos puxar o tapete de quem não entra na nossa “tiurma”… É por ai?

Termino frisando que me sinto triste por discorrer sobre este tema, acho que um simples caso ocorrido no início da década de 50 não deveria ser motivo de curiosidade hoje, 2018, quase 70 anos depois. Isso sim é um controle de mentes. Condicionar as pessoas a terem curiosidade por algo irrelevante na vida de um homem.  Um cara que foi casado duas vezes, teve cinco filhos legítimos, dois adotados e uma filha que não pode assumir, nascida de uma mulher que ele foi impedido de amar… Com todas estas relações importantes, lembrar dele por uma única noite de amor com Marilyn é até patético… enquanto isso, seus filhos legítimos foram excluídos da sua herança, sua filha legítima mora na rua… Entendo o que os filhos dele passam, porque passei por situação parecida, não tive acesso a nada do que meu pai deixou. No meu caso específico, foram nossos advogados que nos orientaram de forma distorcida e duas construtoras que se aproveitaram da situação. Perdemos tudo com apenas duas assinaturas. No caso de Lewis, há um testamento e um adendo que já citei em outro artigo. Seja como for, lamento e entendo a situação dos filhos dele…

E depois de todo este “samba com Jerry Lewis”, desisto de assistir filmes, de qualquer gênero. No próximo carnaval, vou tomar muita vodka para começar, emendar com tequila e pular todas as noites até tombar na avenida… Deverá ser bem mais divertido e menos polêmico!

OBS: Se estivesse vivo, hoje, 16/03/2018, Lewis completaria 92 anos. Publico este artigo como presente de aniversário. Ao lê-lo, talvez as pessoas o vejam de outra forma, como um ser humano completo e grande artista polivalente que foi. E não como li em alguns artigos “um idiota que conseguiu pegar Marilyn Monroe”…

Este vídeo prova três fatos: O grande carinho que Lewis e Martin sentiam um pelo outro (Martin até serve Lewis na boca, como um pai), a declaração pública de amor de Marilyn para Jerry e a revelação mais bombástica: A música “Night on Broadway” NÃO foi uma criação dos Bee Gees na década de 70, como até eu imaginava.  Ela é tocada ao fundo deste vídeo gravado no início da década de 50 e esta versão é bem mais legal, por sinal. Confira!

Leia mais sobre Lewis neste mesmo blog, clique aqui, aqui e aqui.

Saiba mais sobre o tema abordado neste  artigo (em Inglês), clique aqui, aqui e veja fotos aqui

Saiba mais sobre o suposto controle mental de Marilyn Monroe, clique aqui

Se você se interessa por temas como controle de mentes, gostará de ler meu novo romance:

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ou Assista ao vídeo-book:

Sem noção e sem memória… Direito Autoral no Brasil!

8 de março de 2018 Deixe um comentário

Calor do Sol em Manhattan – Musical escrito, coreografado e dirigido por Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) – em cartaz de 1983 a 1987

Por ocasião da inauguração do Centro Cultural Jabaquara, em São Paulo- Brasil (por sinal, fizemos uma apresentação de dança na inauguração) eu participei de uma aula de dramatização com uma professora chamada Joana Lopes. Com ela eu aprendi um exercício da pulga. Eu gostei tanto dele que acabei o integrando em meus workshops. E, sempre que eu o ministrava, eu explicava antes como funcionava e a primeira observação que eu fazia é que o aprendi com a Joana Lopes. E, se alguém do meu workshop resolvesse repassar este exercício que, por gentileza, citasse que aprendeu comigo.

A Joana não era famosa e já tinha uma certa idade, por isso, nem sei se ainda vive. Mas eu a eternizei em cada vez que citei o nome dela antes do exercício da pulga. E se ainda ministrar este exercício em algum workshop certamente eu citarei quem me ensinou. Acho isso essencial, valorizar quem nos ensina e citar pioneiros e precursores. Aliás, na maioria dos meus livros impressos, eu começo citando os precursores das áreas em que discorrerei.

Por isso, para mim, é difícil entender como pessoas que se dizem acadêmicas, pesquisadoras e publicadoras possam se apoderar de um tema e até publicar artigos e livros sem citar a fonte, de onde retiraram a informação. Pior ainda quando um autor chega a publicar um livro inteiro com conteúdo alheio, muitas vezes apenas alterando uma ou outra palavra. Já vivenciei uma situação em que, durante um simpósio, encontrei a representante de uma associação do tema que eu palestrava. Ingênua, eu ofereci para palestrar na associação e expliquei meu ponto de vista. A pessoa em questão pareceu interessada, até foi assistir minha palestra. Porém, ao final, disse-me que minha linha de raciocínio não coadunava com a atuação da associação. Recentemente, pesquisando o tema, percebi que esta mesma associação implantou meu tema em suas palestras alguns meses depois do simpósio que citei.

Ai fica a pergunta: Se implantaram meu tema e minha abordagem ao quadro de palestras da associação, porque não me chamaram também? Só pelo gosto de furtar um tema? Ou pela necessidade de se mostrar como idealizador de algo que furtou? Em outra ocasião, eu soube que uma das pessoas que eu muito ajudei (de outra associação) não só espalhou boatos ao meu respeito como “queimou” uma palestra que eu faria, tudo isso apenas por “não gostar do meu jeito”. A pessoa gostava dos meus temas, das minhas doações, mas “não sabia porque não gostava de mim”, achava que “eu mentia” talvez por que numa época de “focados” seja difícil aceitar alguém multifacetado como eu… E ainda há o caso de uma denominação religiosa que, ao tomar contato com meu projeto “Vampirinho vegano”, por intermédio de um amigo meu que lá frequentava, ficou horrorizada: “onde já se viu um vampiro ensinar veganismo e citar a Bíblia?” Recentemente assisti a um vídeo em que um dos membros desta denominação simplesmente ensina TODOS os conceitos do meu texto, só que, invés de dizer que aprendeu com meu vampirinho vegano, ele coloca “em nome de Jesus”. OBS: Nada contra religiões, cada um siga a sua, mas pegar o enredo do meu romance infanto-juvenil e citá-lo como autoria da denominação, não dá!

A grande verdade é que o Brasil despreza seus frutos, valoriza quem vem de fora, valoriza quem vende uma imagem de bonzinho 24 horas por dia, 7 dias por semana, esquecendo que ninguém é bonzinho o tempo todo. E eu que tenho a coragem de assumir meus erros e tropeços fico como vilã… E, por falar/escrever verdades que ninguém mais publica, corro o risco de ser excluída do clubinho e ter outro palestrante abordando meu tema com mais “discrição”. Mas feliz ou infelizmente, não sou a única. Enquanto no exterior há uma grande preocupação em lembrar os pioneiros, os precursores, aqui no Brasil as pessoas sequer lembram em quem votaram na recente eleição, como lembrarão de quem pesquisou ou descobriu algo relevante?

É por isso que todos sabem quem foi Freud, quem foi Jung, quem foi Lacan mas poucos quase ninguém sabe quem foi Gaiarsa… Todos eles fizeram grandes contribuições à Psicanálise/Psicologia. A diferença é que Gaiarsa nasceu no Brasil… Coitado dele!

Como eu também nasci no Brasil e passei grande parte da minha vida insistindo em publicar em Português, corro o risco de não ser lembrada daqui a alguns anos, mesmo com toda a contribuição que tenho registrada em diversas áreas. Então só me resta lembrar que o maior reconhecimento vem do Universo que já registrou todas as minhas boas ações e toda a contribuição que tenho feito. É o que ainda me move, saber que o Eterno me reconhece e valoriza. Por que se eu dependesse de reconhecimento humano…

Saiba mais sobre Direitos Autorais, clique aqui

A Multiterapia como fator de Autoconhecimento, Autoajuda e Atendimento clínico

20 de junho de 2017 Deixe um comentário

Lou de Olivier tem trazido, desde a década de 80, uma técnica que se renova a cada momento e que tem sido muito eficiente no tratamento de distúrbios de aprendizagem, de comportamento e nos casos leves de estresse e depressão. Mas a Multiterapia não é só eficiente nesses tratamentos. Ela é muito eficiente para o autoconhecimento, autoajuda e crescimento pessoal. É isso que abordaremos neste pequeno artigo.

(DINO) 09/05/2017

Este mergulho em si mesmo e, na sequência, em família, sociedade, meio ambiente, entre outros é dividido em módulos para que fique mais fácil assimilar e passar por todas as etapas de equilíbrio.

Na atualidade são muitas as técnicas utilizadas como terapia. Algumas eficientes, outras nem tanto, outras nada mais são do que técnicas antigas “renomeadas”… Em meio a tudo isso, Lou de Olivier tem trazido, desde a década de 80, uma técnica que se renova a cada momento e que tem sido muito eficiente no tratamento de distúrbios de aprendizagem, de comportamento e nos casos leves de estresse e depressão. Mas a Multiterapia não é só eficiente nesses tratamentos. Ela é muito eficiente para o autoconhecimento, autoajuda e crescimento pessoal. É isso que abordaremos neste pequeno artigo.

Além da grande confusão que se faz com os termos Multidisciplinar e Multiterapia, que já foi amplamente explicado em outros artigos (e que a síntese é: Multidisciplinar são vários profissionais reunidos para atender um único paciente. Multiterapia é um único profissional, extremamente habilitado e apto a tratar cada paciente como único), há nuances da Multiterapia que não são conhecidas pelo público.

Uma delas, talvez a principal, é o fator autoajuda e autoconhecimento que a Multiterapia proporciona a quem participa como paciente e/ou quem cursa como terapeuta ou mesmo como leigo, mas interessado em se aprofundar em si mesmo. Este é um fator importante, na medida em que equilibra o indivíduo de forma total e, na sequência, universal. Este é o grande sucesso do tratamento que faz com que o indivíduo se aprofunde em si mesmo para depois aprofundar-se nos fatores externos.

Este mergulho em si mesmo e, na sequência, em família, sociedade, meio ambiente, entre outros é dividido em módulos para que fique mais fácil assimilar e passar por todas as etapas de equilíbrio.

A Multiterapia parte do princípio que o Terapeuta, para atender pacientes (ou clientes), deve estar em perfeito equilíbrio. E que o paciente deve estar equilibrado para poder assimilar melhor qualquer tratamento.

Por isso, inicia-se a primeira etapa do tratamento (ou do curso) com o autoconhecimento e autorrealização do participante. Este treinamento básico ensina cada um a lidar melhor consigo mesmo(a), com a família, amigos e com a sociedade como um todo.

A segunda etapa aprofunda-se em alguns segredos do Universo, esclarece verdades e mitos e prepara o participante para a terceira etapa em que ele poderá optar pelo aprofundamento em atendimento clínico e/ou, se preferir, para uma etapa aprofundada de autoconhecimento e autorrealização. Também é possível cursar as duas especializações, se assim quiser.

Até o momento, Lou de Olivier tem ministrado alguns poucos treinamentos neste sentido e apenas para profissionais de terapia, porém pela grande procura de pessoas de diversas áreas, Lou adaptou este curso que agora pode ser cursado nas três etapas por qualquer pessoa para autoconhecimento e autorrealização, porém, para atender pacientes é necessário ter formação em Psicologia ou Psicopedagogia ou Fonoaudiologia ou Terapia Ocupacional/Fisioterapia ou áreas correlatas. Também é possível fazer o curso, estudantes (último ano) destas áreas citadas ou Terapeutas que tenham alguma pós-graduação em alguma dessas áreas ou em Psicanálise ou em Medicina Comportamental. Profissionais que não se encaixem nesta descrição e queiram atuar em Multiterapia, podem nos contatar enviando um breve currículo e descrição de seu interesse que analisaremos caso a caso.

O primeiro módulo terá início em primeiro de agosto de 2017 e acontecerá na sede Cipen Cursos, Rua Darzan 350 – Próximo ao metrô Santana – São Paulo – SP – Brasil
Mais informações, escreva para equipe@loudeolivier.com ou contato@cipencursos.com
ou via fone 55 (11) 2338-3673
Site oficial: http://multiterapia.med.br/

Quem é Lou de Olivier:
Elaborado por Lou de Olivier, experiente Multiterapeuta, Psicopedagoga, Psicoterapeuta, Especialista em Medicina Comportamental, Bacharel em Artes Cênicas e Artes Visuais. Detectora do Distúrbio da Dislexia Adquirida/ Acquired Dyslexia, Precursora da Multiterapia e Criadora do Método Terapia do Equilíbrio Total/Universal. É também Pioneira da TV brasileira, Dramaturga e Escritora (vários gêneros), autora de dez livros didáticos, dois contendo romances, uma trilogia, vinte e-books, mais de 700 poesias publicadas e tendo duas de suas dezoito peças teatrais (“Os Alienados”, comédia reflexiva adulta e “Cinderela que não era Bela porque era Branca demais”, comédia infantojuvenil) já encenadas em todo o Brasil e em Portugal.
Como Acadêmica, tem diversos artigos e dossiês de sua autoria, publicados, entre 1995 e 2013 em revistas especializadas como Psique Ciência e Vida, Sentidos, Mãe Moderna, entre outras no Brasil e UK Brazil na Inglaterra, além de jornais como Sunday News (New York). Em outubro de 2016, sua participação como oradora do Global Clinical Psychologists Annual Meeting, abordando Acquired Dyslexia e Multitherapy, reacendeu o interesse da comunidade científica internacional por suas publicações destacando-se Mental Health and Addiction Research que publicou seu artigo Multitherapy – therapy techniques developed by Lou de Olivier.
Lou de Olivier é pesquisadora de todos os temas ensinados neste curso Multiterapia do Equilíbrio Total/Universal, que reúne mais de trinta anos de seus estudos condensados em um curso dinâmico, sucinto e extremamente enriquecedor.

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