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Anna Lou Olivier aborda Direitos Autorais na ALESP

21 de dezembro de 2017 Deixe um comentário

Aconteceu na sexta-feira,  dia 15 de Dezembro de 2017, no Plenário Teotônio Vilela (Assembleia Legislativa SP) a Audiência Pública dentro do evento  SEMINÁRIO DE ESTUDOS ESPAÇO  MULHER E ESPAÇO HOMEM organizado por Elisabeth Marino, ocasião em que diversos conferencistas expuseram seus temas. E alguns profissionais apresentaram uma mini palestra com depoimento.

 

 

 

Com o polêmico tema PROVA-SE QUE NÃO HÁ ACESSO À JUSTIÇA E RESPEITO PARA MULHERES AUTORAS” (e/ou criadoras intelectuais…), Anna Lou Olivier expôs diversos pontos que são falhos no processo de registros de textos, no entendimento e na defesa dos Direitos Autorais. Anna Lou também demonstrou parte de sua grande obra literária, artística e acadêmica, muito plagiada e desrespeitada e causou uma grande reflexão nos presentes ao evento.

 

A repercussão do evento como um todo tem sido grande. Palestraram outras diversas mulheres com temas relacionados, o que reforça a ideia de que as coisas mudarão para melhor. Assim esperamos.

 

Lembramos que Anna Lou Olivier mantém a campanha “Direitos Autorais,respeite quem escreve por você!” desde 1998. Saiba mais, clique aqui

Assista parte da palestra depoimento de Anna Lou Olivier neste vídeo. Infelizmente, por problemas técnicos (ou seria censura?), o vídeo foi interrompido aos 12 minutos, mas ainda assim, é possível saber muito nos primeiros 12 minutos. Estamos trabalhando para conseguir upar o vídeo todo e, assim que conseguirmos, avisaremos em primeira mão aqui. Por enquanto, assista a primeira parte, a seguir:

O tempo certo…

14 de dezembro de 2017 Deixe um comentário

relogioDesde que me afoguei, aos dezesseis anos, e segui desmemoriada por muito tempo, eu descobri o gosto pela pesquisa. A princípio, dependendo de amigos que liam para mim e, ao terminar minha primeira faculdade, foi pedido um TCC com pesquisa de campo. Nesta época, eu já conseguia ler com alguma dificuldade, mas já conseguia ler o suficiente para fundamentar a pesquisa de campo. Então eu entendi, desde aquela época, que uma das minhas grandes paixões era a pesquisa, a investigação, o entender, a fundo, diversos temas…

Segui estudando e pesquisando, Artes Cênicas, Musicoterapia, Psicanálise, Neuropsicologia, Psicopedagogia, Medicina Comportamental e áreas correlatas. Além dos estudos oficiais, eu sempre pesquisei também sobre Filosofia, Teologia, Teosofia e afins… Foi ai que, há alguns anos, eu encontrei um curso com um tema de autoconhecimento maravilhoso que era ministrado por um professor russo. Não pensei duas vezes, me inscrevi no curso que, além de fantástico, era ministrado online e gratuitamente. Era tudo de bom!

Aguardei, ansiosa, pelo primeiro dia de aula. Antes, porém, comprei um livro que estava indicado como complementar ao curso. A autoria do livro era deste professor, mas o livro estava traduzido para diversos idiomas e, felizmente, também para o Português. Assim como o curso era ministrado com tradução simultânea.

Impaciente, comecei a ler o livro de mais de seiscentas páginas antes mesmo da primeira aula. Confesso que não consegui entender praticamente nada. Apesar de estar traduzido para o Português, me parecia, literalmente, russo!

Pensei que, quando o curso se iniciasse, eu então poderia compreender todo o conteúdo do livro, mas me decepcionei muito quando, na primeira aula, eu também não entendi quase nada do que o professor ensinou. Ainda assim eu assisti mais duas aulas dele até decidir trancar minha matrícula. Muito triste, admiti que eu não tinha afinidade com este professor, nada entendia dos ensinamentos dele e a única decisão acertada seria parar o curso e procurar outro professor. Meu consolo foi saber que a maioria dos alunos também desistiu do curso, que acabou sendo cancelado.

Encontrei uma professora que ensinava o mesmo tema, mas numa linguagem bem simples e num nível bem básico. A aula dela era presencial, em português. E eu fiquei feliz ao perceber que entendia perfeitamente tudo que ela ensinava. Assim, eu fiz o curso básico e o intermediário com ela. Na sequência, matriculei-me numa escola e cursei mais dois níveis também presenciais.

Dois anos depois destes cursos, recebi um convite para retornar ao curso do professor russo e resolvi arriscar. Apesar da insegurança, eu destranquei minha matrícula e me surpreendi quando percebi que tudo o que ele falava agora estava muito fácil de entender. Então eu, enfim, pude fazer o curso completo com este professor. E tanto me empolguei e pesquisei que acabei até alcançando um nível bem superior aos alunos da minha turma…

Entendi que eu precisava de uma boa base para poder entender o curso do professor e, só depois de dois anos em outros cursos, eu atingi o nível de entendimento para até ultrapassar os ensinamentos dele…

Sempre que eu anuncio uma grande descoberta ou proponho um curso ou uma publicação que traz inovações futuristas e não tenho retorno imediato, eu me lembro desta minha fase e da história que desencadeou este meu aprendizado. Como neste momento, eu tenho anunciado diversas inovações, inclusive em forma de romance, uma forma que eu penso ser mais agradável de aprender, lendo um enredo interessante e romanceado. Uma mescla de estilos, acaba não atraindo ninguém pois as pessoas parecem procurar temas “focados” nesta época. E o que anúncio, muitas vezes, contradiz o consenso. E, já que Nélson Rodrigues dizia “toda unanimidade é burra”, mas ele há tempos morreu e parece que quase ninguém quer concordar com ele em nossa época… Em resumo, depois de dois anúncios em que, segundo o facebook, foram atingidas quase seis mil pessoas, houve quatrocentos e doze envolvimentos, mas apenas quatorze cliques e, na realidade, ninguém concretizou sequer uma compra de um e-book, só posso entender que, ou a propaganda do facebook não funciona. E isso não procede, já que muitas pessoas vivem de anúncios nas redes sociais, principalmente facebook. Ou, o que parece mais acertado, estou fazendo como o professor russo, oferecendo um conhecimento de pós-graduação sem que as pessoas tenham passado por uma base. Ou porque também muito do que ensino mostra a inutilidade de grande parte dos ensinamentos atuais…

 

 

árvores e livros

A Brinquedoteca aliada à aprendizagem, por exemplo, eu implantei entre 1997 e 2009 aproximadamente. Só agora em 2017 passou a ser utilizado de forma contínua. Comecei a citar a Dislexia Adquirida desde 1978, comecei a defender o tema oficialmente no início da década de 1990 e só por volta de 2012 foi aceita pela Ciência da Saúde e, ainda assim, com restrições, só a causada por AVC, ainda defendo a Dislexia causada por anoxia/hipoxia… E, assim, tantos outros temas que eu anunciei muito antes e demoraram dez, quinze, vinte anos para serem aceitos… Então, pensando assim, estou animada porque meus romances inovadores que misturam gêneros, informações diversas, abordam questões profundas e camufladas pela mídia e ainda trazem muita aventura e romance, com renda doada aos animais abandonados, em uns quinze ou vinte anos serão lidos e transformados em Best Sellers… Não é ótimo?

Se você não quer esperar tanto tempo e prefere ler agora, clique aqui e conheça meus diversos títulos.

Promoção Relâmpago 2 – Leia grátis Armagedom Har Meggido (Ana e o Apocalipse)

8 de dezembro de 2017 1 comentário

O super romance de Anna Lou Olivier  Armagedom Har Meggido (Ana e o Apocalipse) está disponível para leitura GRÁTIS das zero horas do dia  9 até as 23:59 horas de 10 de dezembro de 2017 (sábado e domingo). Confira!

Esta é uma obra de ficção baseada em Teorias de Conspiração (Super Teorias Conspiratórias), Teorias de Teletransporte, Teorias de Sonho Lúcido, entre outras teorias. É fundamentada em estudos de Física Quântica (Universos Paralelos), Paranormalidade e Teologia. Não pretende ser profética, nem religiosa ou satírica. E, sim, provocar reflexões em relação aos possíveis romances entre androides e humanos, aos rumos que a humanidade segue, aos questionamentos que muitos fazem enquanto outros apenas desacreditam. E, acima de tudo, a busca constante do que será nosso futuro no Planeta Terra (?)

Neste final de semana, este super romance  pode ser lido gratuitamente no site Amazon. É só acessar o link a partir das 00 horas do dia 9/12/2017 e clicar no link da promoção. Atenção estará escrito “comprar agora”, mas ao clicar será baixado gratuitamente. Quem já tem cadastro no site Amazon, só precisa acessar o site e ir direto ao link da promoção. Quem não tem cadastro deverá preencher nome, e-mail e uma senha.

Pedimos aos leitores que, após a leitura, façam a gentileza de escrever um comentário dando sua opinião sobre o texto que leu e classificando quantas estrelas acha que o texto merece. Este simples gesto incentiva a autora a melhorar, se for preciso, e a continuar escrevendo. Agradecemos antecipadamente aos que se dispuserem a opinar na pagina, ao final da leitura.

Para ler gratuitamente “Armagedom Har Meggido (Ana e o Apocalipse) ”, clique aqui (lembre-se de aguardar as zero horas do dia 09/12/2017). Ao término desta promoção, as 23:59 horas do dia 10/12/2017 os e-books voltarão ao preço normal R$ 12,69 com toda a renda doada aos animais abandonados.

Veganismo e meio ambiente: Com quantas árvores se faz um livro?

26 de novembro de 2017 2 comentários

Você sabe com quantas árvores se faz um livro?

Neste pequeno artigo vou mostrar, de forma simplificada, não só estes dados, como vou comparar o papel comum com o reciclado e abordar o formato e-book. E como tudo isso influencia no meio ambiente. Vem comigo!

Foto de fundo site Dreamstime, fotos dos e-books (livros digitais) de autoria de Anna Lou Olivier, incluídos na foto pela própria autora usando editor Gimp.

Muitas pessoas se dizem defensoras do meio ambiente, dos animais e da vida, mas não se dão conta do mal que causam ao ambiente, cada vez que optam por um livro impresso invés de digital. Os dados são variáveis, mas de uma forma geral, podemos entender que, utilizando técnicas de fabricação de papel mais comuns (processo “mecânico” ou “triturado”), cada árvore pode produzir uma média de 75 quilos de papel, sendo necessário doze árvores para produzir uma tonelada de papel, de acordo com o Conservatree, Recycled environmental paper information.

Um cálculo aproximado, levando em conta um livro de peso médio, pode-se afirmar que, cada livro carregue 0,028 de árvore. Numa projeção pode-se calcular que 34,8 livros podem ser produzidos a partir de cada árvore. Estes dados são uma média e podem variar, de acordo com o tamanho da árvore, o número de páginas do livro e o método de fabricação do papel, entre outros detalhes.  

Foto Site Dreamstime, editada por Anna Lou Olivier

Aqui entra o papel reciclado que parece ser a melhor opção. No entanto, há tempos, a indústria afirma que não há uma comprovação segura de que o uso do papel reciclado possa trazer menos impactos para o meio ambiente do que o papel comum. Esalq-USP realizou um estudo fundamentado em literatura técnica sobre reciclagem de papéis e comprovou que a produção de papel 100% reciclado utilizado na produção de escrita e impressão pode gerar um volume de efluentes até seis vezes maior que o papel comum. O mesmo estudo ainda comprovou que o processo de preparação das aparas para produção de papéis reciclados destinados à impressão e escrita pode gerar consumo adicional de energia elétrica de até 750 kWh/t, este consumo não ocorre na fabricação do papel comum.

 

Em um artigo antigo, publicado pelo Estado de São Paulo em 07 de maio de 2008, Antônio Gimenez, gerente da área de Negócios de Impressão e Conversão da International Paper (IP) afirmou: O processo de fabricação do papel reciclado consome mais água, mais produtos químicos e mais energia elétrica do que o papel branco. Isso porque a fibra reciclada passa por uma etapa a mais de clareamento, para eliminar impurezas, que não existe na produção do papel brancoPara Gimenez parece que o papel comum é mais adequado até porque ele também afirma: É um mito dizer que o papel reciclado salva árvores, pois aqui elas já são cultivadas e para esse fim No meu entender, este cultivo de árvores destinadas ao mercado de papéis para escrita e impressão também é dispendioso pois o solo poderia ser utilizado para plantio de alimentação, já que, estamos numa época de escassez de alimentos e a tendência é piorar. Mas esta é a minha humilde opinião, já que não sou produtora de papel nem de alimentos, apesar de ser uma grande produtora de textos para leitura tanto didáticos quanto para entretenimento.

Aliás, neste ponto, devo explicar que, quando criei o Vampirinho Vegano em 2010 eu pensei em todas as formas de produção e divulgação. E optei por e-books (livros digitais) para também preservar o meio ambiente. Já que tanto o papel comum (branco) quanto o reciclado tem seus prós e muitos contras, pensei que o ideal seria lançar toda a série do vampirinho apenas de forma digital. Porém, muitas pessoas nem sabiam bem o que é e-book, perguntavam sobre frete, queriam saber quantas páginas tinham as histórias e eu acabei cedendo e fazendo um pequeno lote de apenas 30 cartilhas. Elas venderam rapidamente, mas os e-books (em PDF) foram pouquíssimos a vender. E, quando decidi passar toda a comercialização para o site Amazon, que não dispõe de PDF, (apenas de visualização em aplicativo), as vendas simplesmente cessaram.

Comenta-se agora em 2017, entre os editores, que o e-book “não pegou” no Brasil. Isso se confirma pelo fato da própria Amazon estar projetando abrir livrarias físicas e comercializar livros físicos. Mas eu pergunto: O que acontece com o povo brasileiro, que consegue perfeitamente acessar sites, ler artigos, participar de chats, postar em redes sociais, tudo de forma virtual e não consegue aceitar uma leitura de um livro digital? Até porque, usando como exemplo, um livro que, na forma física (impressa) custaria trinta reais, pode ser adquirido por aproximadamente doze reais (em alguns casos, até menos) na versão digital… É para se pensar muito!

Bem, voltando ao antigo artigo/matéria do Estadão, entre diversos comentários dos especialistas da área, dois são dignos de (re) citação:

O primeiro comentário foi feito por Sonia Chapman, que, na ocasião da publicação do artigo era diretora-presidente da Fundação Espaço Eco, atualmente pelo que pude verificar, divide-se em diversos projetos também em sustentabilidade, afirmou: “O importante é o uso racional da matéria-prima e energia”. “É a mesma discussão que se tem com os alimentos orgânicos. Se toda a população passar a comer orgânicos, não vai haver terras suficientes para produzir dessa maneira. Não há coleta de lixo urbano que permita só a produção do papel reciclado.”

Foto site Dreamstime

Este comentário nos leva a uma profunda reflexão. De fato, não há terra suficiente para produzir orgânicos para toda a população do planeta. Muito da terra já está comprometido com o solo desgastado por diversos fatores que nem cabe citar neste pequeno artigo. Quanto a coleta de lixo, tudo poderia se resolver com uma reeducação da população e um maior investimento em coleta tanto de lixo comum quanto de material reciclável. Mas a questão do solo é mesmo preocupante. E, provavelmente, irreversível.

A matéria do Estadão terminou afirmando que “a reportagem procurou as ONGs de defesa do meio ambiente Greenpeace e WWF, mas elas informaram que não têm uma avaliação técnica sobre o uso de papel reciclado.”

 

Diante disso, o que se pode refletir é o seguinte:

Levando em conta as definições destas ONGs, sendo: World Wide Fund for Nature é uma Organização não governamental internacional que atua nas áreas da conservação, investigação e recuperação ambiental, anteriormente chamada World Wildlife Fund, nome oficial ainda em uso nos Estados Unidos e Canadá” E Greenpeace é uma organização não governamental de ambiente com sede em Amesterdão, nos Países Baixos, e com escritórios espalhados em mais de 40 países. Atua internacionalmente em questões relacionadas à preservação do meio ambiente e desenvolvimento sustentável, com campanhas dedicadas às áreas de florestas (Amazônia do Brasil), clima, nuclear, oceanos, engenharia genética, substâncias tóxicas, transgênicos e energia renovável.”

É bem preocupante o fato das duas ONGs apenas responderem que “não têm uma avaliação técnica sobre o uso de papel reciclado.”

Como já afirmei, esta reportagem foi feita em 2008 e não foi atualizada, então entende-se que ainda esteja valendo. O principal nisso tudo é perceber a seriedade do tema, não só pelo fato dos dois tipos de papéis geraram diversos problemas ao meio ambiente mas pela carência de novos solos para plantio de alimentos orgânicos.

Vamos refletir melhor sobre isso?

 

A saber: O projeto vampirinho vegano, atualmente tem quatro desenhos animados (disponíveis no YouTube), diversos vídeos de cenas e esquetes gravadas por seis elencos em seis cidades brasileiras (também disponíveis no YouTube e no site oficial do vampirinho vegano), três e-books em português e um em Inglês, além de outros recursos. Todos online. Afinal, defender os animais e o meio ambiente e usar papéis sejam comuns (brancos) ou reciclados para imprimir as histórias seria uma grande incoerência, não acha?

 

Acesse o site oficial e assista aos vídeos e desenhos, clique aqui.

Conheça os e-books que, além de ensinar veganismo de forma lúdica, tem a renda (quando vende) doada aos animais abandonados. Clique aqui

Bate-papo ao vivo desvendando a Dislexia

22 de novembro de 2017 Deixe um comentário

Mais uma vez Anna Lou Olivier abordará Dislexia esclarecendo mitos que tem sido propagados…

 

Em continuidade a mais de trinta anos de publicações esclarecedoras e diante de diversos mitos que tem sido propagados por uma mídia irresponsável e vendida, Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) está agendando um bate-papo ao vivo para esclarecer de vez este tema. Assista ao vídeo e saiba como se inscrever para este importante debate.

OBS: Neste vídeo, Anna Lou fala também do seu recente romance que vale a pena ser lido. O romance não aborda Dislexia, mas aborda temas importantíssimos e interessantes. Se você quiser apenas informações sobre o bate-papo ao vivo, é só assistir apenas a primeira parte do vídeo. Se quiser saber também sobre o novo livro de romance de Anna Lou, assista ao vídeo até o final. E deixe seu comentário e/ou curtida na página.

Confira!

Consciência negra com Morgan Freeman, autoria de Lou de Olivier

21 de novembro de 2017 3 comentários

Há muito tempo, não me lembro exatamente quando foi, mas penso ter sido por volta de 2003, quando se comemorou o primeiro dia da consciência negra no Brasil, em um grupo de discussão de poetas na Internet, surgiu a questão desta comemoração. Logo estávamos numa acirrada disputa. Uns concordavam com a necessidade de haver um dia para registrar a causa, outros achavam uma grande bobagem. Eu, sempre filosofando, escrevi algo assim:

“Amigos, no dia em que invés de se preocuparem com a consciência negra, branca ou amarela, buscarem a consciência humana, não haverá necessidade de comemorar o dia da consciência negra” Eu me referi ao fato de termos que nos aceitar como todos sendo iguais.

Enquanto a discussão se aquecia mais ainda com minha afirmação, eu tive ideia de escrever um pensamento reflexivo. Escrevi “Não precisamos de um único dia de consciência negra, branca, amarela ou índia, precisamos de trezentos e sessenta e cinco dias de consciência humana”. By Lou de Olivier… E enviei por e-mail aos amigos. Todos gostaram muito e até repassaram aos seus contatos. Entre 2004 e 2005, não lembro bem a data, eu entrei para a rede social do Orkut e, nesta rede, passei a compartilhar minhas mensagens reflexivas. Foi ai que, chegando a data da Consciência negra eu compartilhei, com meus amigos, as minhas duas frases criadas durante o fórum dos poetas. Estes amigos compartilharam com os amigos deles. E os amigos deles compartilharam também… Eu fiquei muito feliz, afinal, minhas frases tinham atingido quase duzentos amigos e amigos de amigos… Nem parei para pensar que, diante de mais de seis bilhões de pessoas que habitavam o planeta naquela época, esta divulgação era irrisória. E, praticamente, ninguém saberia da minha autoria.

A partir dai, por vários anos enviei estas mensagens, com pequenas alterações, sempre que o dia da consciência negra se aproximava. Mas eu pareço ter sido a única a assinar meu nome na mensagem e, como sou sozinha para divulgar, outras mensagens se multiplicaram pela Internet. E, como sempre, quem conta um conto aumenta um ponto. Em algum momento, alguém retirou meu nome das mensagens e os compartilhamentos continuaram… Enquanto isso, nos recentes anos eu parei de enviar mensagens neste dia e confesso que já nem me lembrava desta minha mensagem reflexiva.

Hoje, porém, dia 20 de novembro de 2017, fui surpreendida por uma nota que dizia que a Jornalista Glória Maria teria postado uma frase do ator americano Morgan Freeman sobre Consciência negra e teria causado grande polêmica. Curiosa, fui conferir e percebi, pasma, que é nada menos do que minha velha frase, justo a frase que criei durante a discussão do fórum de poetas…

Não sei explicar como me senti e ainda me sinto. Triste, talvez, revoltada. Primeiro porque alguém usou algo que criei e divulgou como sendo de outra pessoa, segundo porque, na verdade, já encontrei, (ou melhor, me informaram) esta frase atribuída a outros “famosos”, tem mensagens assinadas até pela Bruna Lombardi. E terceiro porque esta frase que eu citei com a intenção de mostrar que todos somos iguais, independente de nossa cor ou raça ou qualquer característica que possa nos separar, está sendo colocada com um outro contexto, como se o ator Morgan Freeman estivesse descaracterizando a luta dos negros com esta frase que, por sinal, é minha…

Procurei o único lugar fixo (além dos meus sites) onde eu postei, há anos, esta minha frase, o site Pensador. Imaginei que, encontrando meu pensamento registrado neste site, eu poderia comprovar que a criação é minha, já que o Orkut, há anos não existe mais… Mas a pessoa que fez esta “troca de autoria” fez um serviço completo. Não há mais nada do que postei neste site. Nem meu nome consta mais lá… Tem é a frase atribuída ao Freeman…

Este episódio só reforça uma decisão que já tenho tomada, afastar-me da Internet. Não o farei de repente e nem em definitivo, mas, das redes sociais, estou já me preparando para um afastamento. E me provou também algo que eu já sabia, mas agora tenho provas concretas: a chamada grande mídia é, de fato, alienada. Uma Jornalista considerada inteligente e culta posta uma mensagem baseada em um banner que deve ter recebido de alguém ou encontrado pela Internet, sem sequer verificar se a frase é mesmo do Freeman. Aliás, mesmo que a frase fosse dele, estaria se referindo ao que o negro vivencia nos EUA e não no Brasil. E não caberia uma postagem da Jornalista referindo-se ao dia da consciência negra pois, afinal, não tem comparação a condição do negro nos EUA e no Brasil…

Não bastava a *TV Globo ter me barrado por seis anos para não divulgar verdades sobre Dislexia, não bastava a alienação dos principais canais de divulgação em relação aos fatos (seríssimos) recentes ocorridos no Brasil, agora esta postagem da Jornalista completa o que já se sabe.

* TV Globo, não confundir com Agência O Globo, que, por sinal, já publicou diversos releases meus.

Até o momento em que publico este artigo, não há nenhuma prova de que o Freeman tenha dito algo, ao menos, parecido com a minha frase reflexiva. Porém, como o sistema consegue plantar o que bem entende e, inclusive, “afundar” um navio vinte e seis anos antes dele ser metralhado por contrabando, pode ser que surja, a partir da minha postagem, alguma prova plantada.  Hollywood já o colocou como “Deus” e os desavisados o estão colocando como grande pensador.  Só resta o sistema eterniza-lo como pacificador… No entanto, friso que a verdade está acima de qualquer manobra deste sistema falido.

Conheça algumas das minhas inúmeras mensagens reflexivas, clicando aqui  e também aqui. Leia, Lou de Olivier doa seus troféus relíquias ao Museu da TV, clique aqui. Leia também sobre as notícias que escondem de você, clique aqui. E conheça os e-books que valem ração e amor, clique aqui.

Assista ao vídeo complementar Lou de Olivier X Morgan Freeman

Intervenção militar, Exército dos Estados Unidos na Amazônia, Escassez de alimentos… É o Brasil!

16 de novembro de 2017 1 comentário


Aqui no Brasil, enquanto a mídia se divide entre a manifestação de racismo do Jornalista William Waack (e seu afastamento da Globo) e a notícia veiculada pelo R7 “Michel Temer dará início à reforma ministerial que vai até dezembro” e que “o Presidente aceitou pedido de demissão do ministro das Cidades”, o público também se divide: muitos se posicionam ainda preocupados com o homem nu em meio a uma conturbada exposição de Arte e outros comentam sobre o novo namorado de Fátima Bernardes. Não bastasse tudo isso, ainda me enviaram um vídeo de um ator supostamente disléxico zombando da dislexia e dos tratamentos arcaicos. Esta questão da Dislexia satirizada, eu comentarei em breve, mas…

Em meio a estas e outras notícias alienadas, a empresa Igarashi que produz alimentos como batata, cenoura, feijão, tomate, alho, cebola e outros, abastecendo todo o estado da Bahia e região nordeste teve suas instalações invadidas por cerca de 500 pessoas, na maioria pecuaristas e agricultores da região, que, protestando contra o novo sistema de irrigação da Igarashi, atearam fogo nas instalações, destruíram todo o sistema de energia e diversos maquinários e até causaram ferimentos em um dos colaboradores da empresa. Reportagem do Correio da Bahia afirma que o prejuízo da Igarashi é de, ao menos, dez milhões. E que a empresa também atua em pecuária. E cita que, “de acordo com o site Matutar, que atua na defesa da Bacia do Rio Corrente, a Igarashi possui a outorga da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema) desde 2015 para irrigar 2.530 hectares com 180 mil metros cúbicos de água por dia”. A intenção foi boa, mas a forma como foi realizado o protesto caracterizou vandalismo, causou extremo prejuízo e não resolveu a questão do uso excessivo das águas do Arrojado.

Em paralelo, no Rio Grande do Sul, devido a fortes chuvas, houve uma queda brusca na semeadura de arroz e outros grãos. Segundo informação do site Federarroz, “devido à previsão de condições climáticas não favoráveis e à descapitalização dos produtores, o cultivo de arroz no Brasil não está sendo rentável. E com a forte queda dos preços em plena entressafra, a redução de área poderá ser ainda maior, isto porque em regiões onde é fácil a troca por outra cultura mais rentável, poderá ocorrer maior migração”, observou o presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do Estado do Rio Grande do Sul (Federarroz), Henrique Dornelles, que compara a situação brasileira com a do Paraguai que, segundo ele, segue aumentando a sua área”.

Há quem afirme que, também nesta região (Rio Grande do Sul), fazendas de arroz estão sendo invadidas e queimadas. Porém, não se encontra nenhuma reportagem a este respeito e os informantes, até o momento, não enviaram nenhuma prova, por isso, não se pode afirmar, com certeza, que estas invasões seguidas de incêndios estejam ocorrendo no RS. Sendo ou não verídica esta notícia das invasões no RS, tudo isso comprometerá o abastecimento de alimentos ao povo brasileiro. Isso é preocupante para todos que se alimentam, especialmente, os vegetarianos e veganos que se alimentam de grãos, legumes e outros frutos da terra.

Enquanto isso, países de idioma espanhol, especialmente Venezuela, noticiam “ No Brasil, pela primeira vez na História, militares dos EUA intervém na Amazônia” “Começaram manobras militares entre EUA, Brasil, Colômbia e Peru na Amazônia”.

Antes de continuar estas notícias, é preciso explicar, ainda que de forma simples o que significa esta intervenção e o que está em contraponto. De um lado, o FSP (Foro de São Paulo) que teve início em 1990 em uma conferência de partidos políticos e organizações de “esquerda” e foi promovida pelo PT (Partido dos Trabalhadores) – (há quem cite este início como uma união maligna entre Luiz Inácio Lula da Silva e Fidel Castro, tendo ainda Hugo Chávez e José Dirceu como participantes). com objetivo de discutir alternativas às políticas dominantes na região (chamadas de neoliberais) e promover a integração latino-americana no âmbito econômico, político e cultural. Atualmente participam destes encontros mais de 100 partidos e organizações políticas de diversos países. E tem sido, com frequência, alvo de críticas e acusações que vão desde falta de transparência das atividades do grupo, visando o controle supranacional da política, ferindo a soberania dos países e integrando a América Latina numa ideologia socialista, até ligações com grupos terroristas como FARC e com o narcotráfico. (Fonte Wikipedia)

Em aversão a este poder, surge então a intervenção militar e ai começa um equivoco,pq me parece que estão confundindo um suposto treinamento dos militares dos EUA na Amazônia com o movimento que uma parte da população brasileira está propondo pela intervenção militar no Brasil. Há quem afirme que este exercício dos EUA na Amazônia seja uma espécie de preparação para a intervenção final que devolveria a soberania ao país, livrando seus cidadãos do caos em que se encontram agora.

O que muita gente não percebe é que, mesmo que a intervenção militar seja desejada por muitos, há 2 questões importantes:

Art. 142 da Constituição Federal de 88 cita o seguinte:

Art. 142.As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.

Em resumo, os militares necessitam da autorização do presidente da república para uma intervenção…. Acho que não precisa explicar mais, ne?

Ainda há outro agravante, o general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, comandante-geral do Exército, é um dos responsáveis por assegurar a defesa do país. Teria, teoricamente, poder de decisão, mas ele enfrenta uma doença neuromotora degenerativa não especificada em artigo e, recentemente, ele declarou “  que a própria sociedade brasileira é capaz de encontrar uma solução para a crise sem que isso ocorra. “O Brasil tem um sistema que dispensa a sociedade de ser tutelada”,

Em resumo, o general afirmou “Virem-se sozinhos!”

Verificando outras informações, percebe-se que um dos poucos que apoiam a intervenção militar, o general Antonio Hamilton Martins Mourão é apontado como desequilibrado e ridicularizado pela mídia. Aliás, a mídia atualmente, tem informado tudo às avessas, então se falam bem de alguém, entenda o contrário, se falam mal dê uma chance ao criticado. Eu falo isso porque sou também Jornalista, fui inclusive freela do Aqui Agora e sei bem como funcionam as notícias especialmente na atualidade…

Enfim, o apoio dos militares restringe-se a poucos generais, o General Mourão, para avançar e intervir como muitos pedem, teria que passar por cima da autoridade do comandante do Exército e do Presidente da República…

Enquanto isso, um grande grupo de pessoas deslocou-se à Brasília hoje, dia 15 de novembro de 2017, algumas viajaram por dois a três dias para participarem do protesto que pede a intervenção militar. Há informações de que, em diversos pontos do país, pessoas estão também protestando e pedindo a intervenção militar.

A única notícia (até a publicação deste artigo) sobre esta série de protestos é desencontrada, de um site considerado de notícias fake e os principais canais que são Globo, UOL, Exame, Veja etc estampam manchetes sobre intervenção militar no Zimbábue. Parece piada, mas não é!

Tudo isso e muito mais acontecendo no Brasil e as principais Manchetes da mídia brasileira não apontam nada disso… Mas vamos voltar ao assunto. Neste ponto, há quem confunda esta possível intervenção militar com o exercício dos Estados Unidos na Amazônia… Ai entra as diversas manchetes e notícias espalhadas pela Venezuela…

Por ser um assunto muito complexo e nada noticiado por aqui, fica meio difícil explicar, mas penso ter resumido de forma compreensível a grande batalha que se inicia. São muitos os comentários e manchetes especialmente na Venezuela, onde a preocupação se mostra não só com a manobra em si, mas com o descaso da mídia brasileira. Uma das Jornalistas comenta “Uma região estratégica, rica em biodiversidade, rica em minerais, rica sobretudo em água, por isso a gravidade do que o EUA esteja presente nesta região”, “Esta intervenção EUA parece estar mirando para a Fronteira Brasil/Venezuela, a partir da instalação militar poderia justificar uma possível intervenção em território venezuelano, não como invasão dos EUA mas como ação de forças combinadas de exércitos da região argumentando uma ameaça à segurança hemisférica”. “É urgente começar com tudo isso, porque os meios de comunicação no Brasil não estão dando nenhuma cobertura a este importante ato (exercício)”. Fonte Televisión del Sur (Telesur ou teleSUR)

São tantas as manchetes e comentários venezuelanos que fica difícil transcrever tudo, mas a essência é que, de um lado está o socialismo que, teoricamente, pretende diminuir a distância entre ricos e pobres. Porém, levando em consideração que, para isso, o Estado deveria ser forte o suficiente para acabar com a propriedade privada e com a divisão dos meios de produção e ainda controlar a renda, o comércio e a indústria. E, diante da incapacidade de controlar a si próprio (Governo) e menos ainda a todo o país, este sistema já se perde de início. Isso gera insegurança, desemprego, caos e tudo isso que o Brasil vivencia sem nem precisar enumerar.

De outro lado está a necessidade de intervenção, de neutralização do caos instalado e ai entra a intervenção militar (dos Estados Unidos?) que busca devolver ao povo a segurança e a dignidade perdidas. Porém, esta intervenção militar, da mesma forma que foi na década de 1960, é uma intervenção civil e militar, já que o comando vem de forças civis e militares, cabendo aos militares a ação. Expliquei bem?

O principal nisso tudo é entender que toda guerra é bancada por um único sistema, os envolvidos funcionam mais como marionetes do que como peças chavez (gostou do trocadilho? Quem não entendeu, eu citei Hugo Chávez). Enfim, tanto faz um caos tentando caminhar para o socialismo ou um movimento de intervenção que mais parece invasão dos EUA. É aproximadamente como um jogo de xadrez. Apesar de não entender muito deste jogo, arrisco-me a explicar o básico:

São dois participantes jogando num tabuleiro com 64 casas. São 16 peças brancas e 16 pretas, num total de 32 peças. São 2 Torres, 2 Cavalos, 2 Bispos, 1 Dama, 1 Rei e 8 Peões de cada cor. O principal objetivo deste jogo é impor o xeque-mate ao adversário ou o seu rendimento. É isso que está ocorrendo com o Brasil e ocorre sempre que há uma disputa ou guerra, o povo fica em xeque-mate, tanto faz o lado que vencer, o povo sempre perde… porque os senhores da guerra bancam os dois lados, nunca há um real vencedor, ou melhor, não importa quem ganhe ou perca a guerra, quem ganha é sempre o sistema que bancou a disputa…

Se você entendeu meu raciocínio, que bom! Te convido a ler meu novo romance, se der tempo de ler em meio a este clima todo, sei que gostará, clique aqui.

Se não entendeu, comece desde já a escrever sua cartinha para o Papai Noel porque com este clima sem opção, o natal este ano vai ser intragável… Por outro lado, você também pode assistir a novela das oito, torcer pelo mocinho ou até suspirar pelo novo namorado da Fátima Bernardes. Pode também ridicularizar a Dislexia como muitos estão fazendo. (E isso eu comentarei no próximo vídeo/artigo).

Afinal, é isso mesmo que a Rede Bobo quer, que você durma a sono solto enquanto o Brasil…

Ah, o Brasil tem samba/carnaval e futebol… Já tá bom, né?

Assista em vídeo (caso o som esteja muito baixo, é só clicar em qualquer ponto do vídeo e apertar a seta para cima do teclado do computador até atingir a altura desejada).

Leia na íntegra:

Bahia, clique aqui e aqui

Operação EEUU Amazonia,  clique aqui  e aqui vídeo em: 

https://youtu.be/uDALgvTXdXs

Rio Grande do Sul, clique aqui

Foro de São Paulo, clique aqui Wikipedia

Convite para bate-papo ao vivo sobre Dislexia, desfazendo mitos, com Anna Lou Olivier. Assista ao vídeo e saiba como se inscrever. No mesmo vídeo, Anna Lou fala um pouco sobre seu novo romance que aborda Física Quântica, Universos Paralelos, Teorias de Conspiração e até romance entre uma androide e um humano. Confira neste vídeo:

Anna Lou Convite palestra dislexia ao vivo e livro

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