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Archive for the ‘entrevistas em TV’ Category

Jerry Lewis e Marilyn Moroe, caso ou controle mental em Hollywood?

16 de março de 2018 Deixe um comentário

Jerry, Dean e Marilyn em evento. Foto domínio público

Muitos internautas têm acessado meu blog buscando informações sobre o romance de Jerry Lewis e Marilyn Monroe. Jerry foi um excelente artista polivalente, deixou uma grande contribuição artística e social, teve uma conturbada vida pessoal, com renúncias e, em alguns momentos, tristezas. No entanto, diante de tudo isso, algumas pessoas lembram-se dele apenas por um curto romance com Monroe. Convido-te a ler este texto e entender de outra forma “os mitos de Hollywood”…

Quando resolvi ter uma overdose de bom humor, no carnaval deste ano (2018), não imaginava que, ao assistir Jerry Lewis por cinco dias consecutivos, seria levada a me embrenhar tanto pela carreira e vida pessoal dele. E que eu, um mês depois, ainda estaria discorrendo sobre isso. Mas foram tantas descobertas que acabei escrevendo bem mais do que deveria. O resultado é que, ainda hoje, internautas acessam meu blog a procura do tema: “jerry lewis relação com marlym moroe É assim mesmo que aparece a grafia digitada pelos internautas…

Bem, então vamos desvendar os mistérios. Começando com a maior curiosidade: Será que Jerry teve mesmo um romance com Marilyn?

Sim, tudo leva a crer que sim. Primeiro porque eles se encontraram em diversos eventos no início da década de 1950, há muitas fotos de Jerry, Marilyn e Dean sempre alegres, abraçados e há até uma foto em que Jerry aparece mordendo o braço dela… Além disso, há o vídeo em que Marilyn declara ao microfone, em pleno evento: “I love you, Jerry!” (com uma estratégia dessas, nenhum homem resistiria). E há a declaração do próprio Jerry durante entrevista à escritora Amy Wallace, numa conversa que durou onze horas e foi transformada em entrevista numa edição da revista masculina GQ (Gentlemen’s Quarterly), em 2011, ele tinha então 85 anos. Abordou aspectos de sua vida, de sua carreira e se esquivou de citar nomes de seus romances, mas acabou confessando sobre Marilyn.

Entre alguns comentários, ele acrescentou que Monroe usou sexo como ele usava humor: como que para fazer uma conexão emocional. “Ela precisava desse contato para ter certeza de que era real”.

Ok, mas como foi, (pergunta da entrevistadora), fazer amor com o mais famoso e trágico símbolo sexual de todos os tempos?

“Foi …” ele diz, levando um baque, “longo”. Ele sorri com tristeza. “Fiquei aleijado por um mês”. Não explicou se ficou aleijado fisicamente pela relação bombástica ou por um motivo mais sério que relatarei na sequência…

Há quem cite como tendo ficado sem se alimentar por um mês e os comentários sobre esta entrevista são os mais bizarros, alguns até agressivos (em relação a reputação de Marilyn e uma suposta falta de inteligência de Jerry) que não transcreverei. A síntese é que poucos acreditaram que eles tiveram um caso. Eu penso que devem mesmo ter tido o tão falado caso, que parece ter sido de uma única noite. Marilyn, apesar de ter se casado por três vezes, teve alguns casos sim. Jerry Lewis era extremamente sério na vida real e era um homem bonito quando não estava fazendo palhaçadas. Então, não entendo o porquê de tanto espanto e comentários maldosos em relação a este curto caso. Aliás, se com todo o esforço da mídia para mostrar ao mundo um Jerry Lewis idiotizado, ainda assim ele foi disputado por tantas beldades, imagine se a mídia divulgasse a VERDADE, o mostrasse como um homem inteligente, bonito e artista polivalente? 

U.S. army photographer David Conover's shot<br /> This image is a work of a U.S. Army soldier or employee, taken or made as part of that person's official duties. As a work of the U.S. federal government, the image is in the public domain. Esta imagem é um trabalho de um soldado ou empregado do Exército dos EUA, tomado ou feito como parte das funções oficiais da pessoa. Como um trabalho do governo federal dos EUA, a imagem é de domínio público.

Marilyn antes do estrelato. imagem de domínio público

Mas a questão que quero levantar vai muito além disso, quero

Marilyn depois da transformação – Imagem de domínio público

comentar sobre como se criam mitos e se propagam ilusões nesta matrix em que (obrigatoriamente) vivemos. Marilyn que se chamava Norma Jeane Mortenson era uma moça comum, ruiva, de cabelos encaracolados e um corpo esguio, mas nada estonteante. Ela passou por uma grande metamorfose, após entrar para uma agência de modelos que não citarei, não vem ao caso. A partir daí tornou-se um símbolo sexual que atravessou os tempos. Sua morte súbita, no auge da sua beleza e carreira contribuíram para aumentar este “poder” de varar os tempos.

Outro detalhe que quero abordar, há muitos comentários sobre Marilyn Monroe ter sido uma das primeiras celebridades hollywoodianas submetidas ao controle mental monarca, que é citado como um ramo do programa MK-Ultra da CIA que teria transformado Marilyn numa marionete por intermédio de programação psicológica e por trauma. Sua morte teria ocorrido quando a programação perdeu efeito e ela começou a quebrar o controle, sendo assassinada num episódio que ficou registrado como suicídio. Seria isso que Lewis tentou afirmar com seu comentário “Fiquei aleijado por um mês”? Ele estaria referindo-se ao “peso” do controle mental a que Marilyn estaria submetida?

Atualmente se cita Jim Carrey como um dos que estão “acordando” e saindo da programação mental, assim como outros grandes nomes já foram citados como controlados ou mortos pelos controladores. Porém, eu quero frisar algo importante sobre o tal “controle mental”…

Controle mental???
Foto do site Dreamstime

 

Desde final da década de 1970, eu estudei muito desde PNL até Medicina Comportamental. Eu aprendi diversas técnicas de hipnose e suposto controle mental (incluindo eletrochoques e medicamentos injetáveis). Eu transitei por diversas religiões e seitas em busca da minha cura, das sequelas de meus acidentes. Eu passei por diversos rituais e fui muito machucada, traumatizada e muitos fatos que nem relato. Mas eu nunca fui “comandada”. Como eu, há diversas pessoas no mundo que também passaram por toda sorte de traumas e tentativas de programação e isso não funcionou. Mas então, por que o meio político e artístico parece ser tao fácil de ser “programado” e manipulado? Penso que o “controle mental” é um alto salário e muitas mordomias. Qualquer pessoa que saia do anonimato e passe a receber salários de um, dois, três, vários milhões mensais torna-se “comandada” não porque um suposto controle mental exista, mas porque se “rende” aos encantos do dinheiro e do poder. E, quando todo o dinheiro do mundo parece insuficiente para a realização, alguns se revoltam e querem sair disso. Mas não há controle mental algum, é só muito dinheiro e poder versus paz de espírito… me fiz entender?

Eu conheço diversas pessoas que foram minhas amigas, pensavam como eu, polemizavam e, de repente, passaram a trabalhar para o Sistema… Inclusive algumas se viraram contra mim… O segredo? Muito dinheiro no bolso, muita badalação, muito tapete vermelho, às vezes até vermelho de sangue, mas vamos desfilar nossos corpos siliconados (com implante de silicone), nossas vidas controladas pelas notas verdes, vamos passear no tapete vermelho… E vamos puxar o tapete de quem não entra na nossa “tiurma”… É por ai?

Termino frisando que me sinto triste por discorrer sobre este tema, acho que um simples caso ocorrido no início da década de 50 não deveria ser motivo de curiosidade hoje, 2018, quase 70 anos depois. Isso sim é um controle de mentes. Condicionar as pessoas a terem curiosidade por algo irrelevante na vida de um homem.  Um cara que foi casado duas vezes, teve cinco filhos legítimos, dois adotados e uma filha que não pode assumir, nascida de uma mulher que ele foi impedido de amar… Com todas estas relações importantes, lembrar dele por uma única noite de amor com Marilyn é até patético… enquanto isso, seus filhos legítimos foram excluídos da sua herança, sua filha legítima mora na rua… Entendo o que os filhos dele passam, porque passei por situação parecida, não tive acesso a nada do que meu pai deixou. No meu caso específico, foram nossos advogados que nos orientaram de forma distorcida e duas construtoras que se aproveitaram da situação. Perdemos tudo com apenas duas assinaturas. No caso de Lewis, há um testamento e um adendo que já citei em outro artigo. Seja como for, lamento e entendo a situação dos filhos dele…

E depois de todo este “samba com Jerry Lewis”, desisto de assistir filmes, de qualquer gênero. No próximo carnaval, vou tomar muita vodka para começar, emendar com tequila e pular todas as noites até tombar na avenida… Deverá ser bem mais divertido e menos polêmico!

OBS: Se estivesse vivo, hoje, 16/03/2018, Lewis completaria 92 anos. Publico este artigo como presente de aniversário. Ao lê-lo, talvez as pessoas o vejam de outra forma, como um ser humano completo e grande artista polivalente que foi. E não como li em alguns artigos “um idiota que conseguiu pegar Marilyn Monroe”…

Este vídeo prova três fatos: O grande carinho que Lewis e Martin sentiam um pelo outro (Martin até serve Lewis na boca, como um pai), a declaração pública de amor de Marilyn para Jerry e a revelação mais bombástica: A música “Night on Broadway” NÃO foi uma criação dos Bee Gees na década de 70, como até eu imaginava.  Ela é tocada ao fundo deste vídeo gravado no início da década de 50 e esta versão é bem mais legal, por sinal. Confira!

Leia mais sobre Lewis neste mesmo blog, clique aqui, aqui e aqui.

Saiba mais sobre o tema abordado neste  artigo (em Inglês), clique aqui, aqui e veja fotos aqui

Saiba mais sobre o suposto controle mental de Marilyn Monroe, clique aqui

Se você se interessa por temas como controle de mentes, gostará de ler meu novo romance:

Conheça-o no site Amazon, clique aqui

ou Assista ao vídeo-book:

Cinderela que não era Bela porque era Branca demais!!!

12 de março de 2018 1 comentário

Lou de Olivier o lado do cartaz de estreia de Cinderela que não era Bela porque era Branca demais (Cia Estrela D’arte) no Teatro Juca Chaves 2010

Esta é uma de minhas peças mais famosas e, por isso, muito copiada e até plagiada. Por isso volto a abordar este tema e citar esta peça até porque ela está em fase de ensaios e, em breve, reestreará. Eu a escrevi por volta de 1982, com linguagem da época e com o título “Três contos que eu vou te contar!”. Nós fizemos uma montagem simples em 1985 e entramos em cartaz. Na sequência, eu escrevi outras peças, musicais e deixei-a de lado até que, em 1988, mostrei o texto para um diretor de teatro infantil e ele se encantou com o enredo. Pediu para montá-la e eu permiti. Ele pediu que eu colocasse um subtítulo mais “chamativo”, mais “a cara da peça” e, depois de muito pensar e discutir com este diretor, encontrei o título ideal: “A Cinderela que não era bela porque era Branca demais”, Este título incluía as três princesas da peça Cinderela (na peça seu nome é Guimirela), Bela (na peça, a Bela enlouquecida) e Branca de Neve (na peça é Bronca de Neve)… Pronto! Estava criada a receita do sucesso. A partir desta montagem, esta peça virou “febre”, as crianças amavam e queriam assistir mais e mais. Ficou anos em cartaz, viajando por todo o Brasil.

Cinderela que não era Bela porque era Branca demais, montagem da Cia Adote Mato Grosso Sul

Em 1996, quando entrei na Internet, empolgada com o novo meio de comunicação, eu coloquei, no meu portal, algumas de minhas peças disponíveis para leitura. E esta peça estava entre elas. Logo recebi pedidos de autorização de montagem de todo o Brasil, alguns grupos amadores, algumas cias profissionais e muitos professores de Artes pediam para montar esta peça. Pensei, por que não autorizar a todos e fazer uma mega-apresentação simultânea?

Não chegou a ser simultânea, mas foi em sequência. Durante dois anos, esta peça foi montada e apresentada em diversos festivais, diversos teatros e até por um grupo de teatro de rua. Eu não cobrava Direitos Autorais dos amadores e das escolas, apenas dos grupos profissionais. E ainda ajudava na divulgação, então era sucesso na certa!

Em 1998 eu escrevi “Os Alienados” que também virou febre, foi inúmeras vezes montada e apresentada por todo o Brasil e Portugal, onde recebeu o título “Os alucinados”. A partir dai os elencos revezavam as duas montagens. Ambas receberam muitos prêmios em festivais e fizeram muito sucesso.

Lou e elenco – apresentação no teatro Municipal de São Sebastião – SP – Brasil em 2011

Os anos passavam, tudo mudava, mas estas duas peças teatrais continuavam sendo montadas e aplaudidas por onde passavam. Em 2009/2010, fui contatada pela Cia Estrela D’arte e me surpreendi quando a diretora disse que há muitos meses tentava contato comigo sem êxito. Admirei a força de vontade dela em insistir até conseguir contato. E não só autorizei a montagem, como me ofereci para assessoria e divulgação da peça. Praticamente todo o material de divulgação que tenho é desta cia, pois foi uma das melhores montagens e agradou muito a todos que assistiram. Ficou em temporada nos Teatros Juca Chaves, Sílvio Romero e viajou algumas cidades de São Paulo – Brasil entre 2010 e 2012. Em paralelo, a Cia Adote do Mato Grosso do Sul fez diversas e boas montagens deste texto. E, com isso, a peça continua tão atual como se tivesse sido escrita hoje.

O enredo é interessante e divertido. Começa que a Cinderela é mãe da Bela e esta é mãe de Branca, ou seja, Cinderela é avó da Branca e as famílias se entrelaçam… Detalhe que a Cinderela se chama Guimirela, a Branca se chama Bronca e a Bela é enlouquecida por causa de um tombo que leva aos 15 anos… Nesta divertida comédia não tem golpe do baú (aquele famoso casou com o príncipe bonito e rico e viveu feliz para sempre), ao contrário, as princesas casam, tem filhos, cuidam da casa, os príncipes ajudam nos afazeres domésticos e na educação dos filhos e ainda ensinam conceitos para uma boa alimentação e para uma melhor convivência familiar. As cenas são engraçadíssimas, o público ri muito enquanto aprende e a maior recompensa foi ouvir de uma criança, ao final de uma das apresentações: – Mãe, quando nós vamos assistir de novo?”

Por ai, já dá para perceber que é imperdível. E logo anunciarei a reestreia. Quando? Onde? Quem? Será mais uma mega-apresentação? Tudo isso é surpresa. Aguardem! Só lembro a todos que, apesar de existirem muitos vídeos espalhados com estes dois títulos, NENHUM é autorizado a encenar ou divulgar, inclusive algumas montagens ficaram bem sofridas e até denigrem o texto. Mas aguardem que logo virá mais uma superprodução autorizada e devidamente divulgada por mim.

Por enquanto, assistam este vídeo com entrevista e trechos da peça apresentada na estreia (Teatro Juca Chaves). A entrevista foi concedida ao Programa Giro Brasil, de Yasmin Amaral. E foi ao ar em Agosto/setembro de 2010:

Saiba mais, clique aqui e aqui

Lou de Olivier em entrevista exclusiva para TV Embelezar

15 de fevereiro de 2018 Deixe um comentário

Atendendo ao gentil pedido da equipe da TV Embelezar, Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) concedeu uma importante entrevista, abordando um pouco da sua técnica de Multiterapia, Arteterapia, Musicoterapia, Artes em Geral, o Belo na Arte e ainda comentando sobre Direitos Autorais. Vale a pena conferir.

Assista a entrevista em vídeo:

Acesse a edição completa, clicando aqui

 

Morgan Freeman e Lou de Olivier unidos por uma falha do Sistema

28 de novembro de 2017 1 comentário

Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) foto das redes sociais

Morgan Freeman – foto Internet

Morgan Freeman falou ou escreveu uma frase a respeito da Consciência Humana como solução para o racismo?
Ou Foi Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) a autora desta frase?
Será que Morgan Freeman e Lou de Olivier são a mesma pessoa?

Ou será que a Internet é apenas uma grande fábrica de ilusões? 

Confira neste artigo, estas e outras respostas interessantes.

Em uma entrevista que aconteceu em dezembro de 2005 concedida a Mike Wallace, (60 minutos da CBS), Morgan Freeman recebeu a seguinte pergunta: O que você pensa sobre o Mês da História Negra? Morgan Respondeu: Ridículo! E seguiu explicando seu raciocínio, que não deveriam renegar a História dos Negros a um único mês, que se não há um mês para comemorar a História dos Judeus ou História dos Brancos, porque haver um mês para a História dos Negros? A História dos Negros é a História da América. E a forma de acabar com o racismo é parar de falar sobre ele. E propôs ao entrevistador que parasse de chamá-lo de negro e ele não o chamaria de branco. Seriam apenas ele, Morgan Freeman, e seu entrevistador, Mike Wallace, independente de suas cores ou raças. (Esta é minha tradução livre para entrevista porque a entrevista foi em INGLÊS)

Este é o resumo do que Morgan Freeman falou na entrevista.

Dois anos ANTES desta entrevista, em 2003, num país chamado Brasil, onde se fala PORTUGUÊS e não inglês, uma pessoa atuante em diversas áreas terapêutica, artística, educacional e escrevendo também poesias e reflexões, chamada Lou de Olivier, (não por coincidência, esta que vos escreve agora), em meio a uma acalorada discussão sobre a implantação do Dia da Consciência Negra, com a intenção de mostrar que TODOS DEVEM SER TRATADOS COM IGUALDADE, criou (em Português) uma frase: “No dia em que invés de se preocuparem com a consciência negra, branca ou amarela, buscarem a consciência humana, não haverá necessidade de comemorar o dia da consciência negra” by Lou de Olivier 2003

A frase teve tanta repercussão que Lou (eu) se empolgou, escreveu uma sequência e saiu divulgando entre os amigos e contatos. Em 2004, ela aprimorou a frase que ficou assim: “No dia em que pararmos de nos preocupar com Consciência Negra, Amarela ou Branca e nos preocuparmos com Consciência Humana, o racismo terminará.” by Lou de Olivier 2004

Esta frase chegou até a ser formatada por uma amiga de Lou e passou a circular pela Internet em grupos de discussão e no Orkut. Circulou até por volta de 2008, quando Lou de Olivier parou de postar sobre o tema. Porém, a mensagem continuou sendo compartilhada, agora não mais por Lou de Olivier, até que alguém, não se sabe quem nem com que propósito, retirou o nome da Lou e colocou como autor, nada menos do que Morgan Freeman.

Por falar em Morgan Freeman, em 3 de junho de 2014, ele foi entrevistado por Don Lemon (CNN) . Em determinado momento, Lemon perguntou se a raça seria um fator de distribuição de renda nos EUA. Freeman respondeu: Hoje? Não! Você e eu somos a prova disso. Você coloca em sua mente o que quer fazer e parte para a ação (vai lá e faz)…

Quem quiser ler todo o conteúdo das entrevistas, em Inglês, poderá acessar no final deste artigo. Agora o importante é comparar o que Freeman disse em entrevistas com as frases de Lou de Olivier:

Stop talking about it. I’m going to stop calling you a white man, and I’m going to ask you to stop calling me a black man. I know you as Mike Wallace. You know me as Morgan Freeman. You want to say, `Well, I know this white guy named Mike Wallace.’ You know what I’m saying?” Freeman

“No dia em que pararmos de nos preocupar com Consciência Negra, Amarela ou Branca e nos preocuparmos com Consciência Humana, o racismo terminará.” by Lou de Olivier 2003/2004

Nem quem aprendeu Inglês na escolinha da tia Nenê, na base do “the book is on the table” poderia confundir estas frases. Lou escreveu em Português, Freeman nem escreveu nada, ele falou em Inglês: frases totalmente diferentes, contextos diferentes, países diferentes, estruturas diferentes, e forma diferente de racismo entre os países. Aliás, é bom lembrar que, sempre que alguém se identifica como “brazilian”, logo vem o comentário: – Oh, Brazil! Samba, carnival and football! I know!

Há menos de duas semanas ouvimos isso num chat… Parece que, para o mundo, tudo no Brasil se resume a samba e futebol… Não há cabeças pensantes… Ao menos é a impressão que temos do que acham de nós quando nos identificamos como brasileiros em congressos ou eventos.

Deve ser por isso que pegaram, descaradamente, a mensagem da Lou e colocaram como sendo do Freeman. E o pior é que ninguém questionou, foram compartilhando, aplaudindo, achando o máximo, até que a Jornalista Glória Maria postou no Instagram, ai viralizou o que faltava…

Conclusão:

Sabem, eu, (que agora me assino Anna Lou Olivier, para fugir de outro plágio, desta vez do meu pseudônimo), fiz cadastro no Instagram só para contatar a Glória, me identificar e pedir, gentilmente, que ela desfaça o mal-entendido. Até comentei que ela sendo culta e inteligente, deve querer esclarecer este equívoco com seu público. Ela nem sequer se manifestou. Acessei alguns dos principais sites que repassaram este equívoco e postei mensagem com links para visita e confirmação. Mas logo fui classificada como “spammer” e impedida de continuar postando.

Alguém furtar meu texto e mensagens e divulgar como sendo dele ou de um “famoso” pode, mas eu, que sou a verdadeira autora, fazer algumas postagens esclarecedoras não pode, é SPAM! Quem acompanha minha carreira sabe que, há poucos meses, descobri um curso de minha autoria totalmente copiado e jogado na Internet de forma deturpada. Agora esta mensagem que também não é a primeira a ser plagiada. E, neste caso, nem posso saber a quem processar. Vai saber quem fez esta troca de autoria. O Freeman nem deve saber disso… Até pensei em contatá-lo e pedir que, em alguma entrevista, esclarecesse ao seu público que ele nada falou a respeito da Consciência Humana e quem escreveu a famosa frase fui eu.

However, silly me! (No entanto, boba eu!)

Mas, ao acessar a página de contato dele, já pude ler algo assim: “Não aceitamos inscrições não solicitadas tais como materiais não especificamente solicitados ou não enviados por meio de uma fonte profissional (agente, advogado ou gerente). Resumindo, gente comum que não tem uma representação ou não foi solicitada, nem tem sua mensagem lida… resta então rezar para o verdadeiro e Eterno Deus resolver a situação, já que o deus criado por Hollywood não atende os não representados…

Concluindo, este episódio me fez acordar, mais do que já acordei. A Internet é mesmo uma grande fábrica de ilusões. Se fosse algo sério que gerasse bons frutos, autores e grandes pensadores como fomos nós iniciando há mais de vinte anos, hoje deveríamos ser mundialmente conhecidos e respeitados. No entanto, continuamos anônimos, vendo nossas ideias e pensamentos serem sugados e publicados como sendo de outros autores, enquanto nós continuamos compartilhando com alguns poucos amigos e leitores. E que bom que ainda temos estes poucos amigos e leitores que nos incentivam.

Mas são poucos os que ficam sempre conosco. Muitos ficaram pelo caminho, meus fãs se dispersaram. Até os certificados dos dois prêmios que ganhei na Inglaterra em 2000/2002 se perderam em uma de minhas muitas mudanças. Recentemente eu doei o que sobrou de meus troféus e relíquias do meu pioneirismo até a atualidade para o Museu da TV Brasileira (PróTV). E, no final, O Freeman também vai fazer a passagem, todos nós um dia vamos morrer e, quem nasceu e investiu aqui no Brasil parece que não terá direito nem a deixar memórias. Afinal, se enquanto estamos vivos, já nos furtam tantos textos e mensagens, imagine depois de mortos…

Leia também, Consciência Negra com Morgan Freeman, autoria Lou de Olivier, clique aqui

Leia, Lou de Olivier doa seus troféus relíquias ao Museu da TV, clique aqui.

Leia algumas mensagens reflexivas de Anna Lou Olivier, clique aqui e aqui.

Agradecimentos ao site E-farsas, que publicou adendo sobre autoria de Lou de Olivier, ao site Voz de Petrópolis que replicou o artigo e aos blogs que alteraram o post citando autoria de Lou de Olivier, o blog Dr André Mansur (Brasil) e o blog Os pontos de vista (Portugal).

 Clique nos nomes para ler na íntegra.

Assista ao vídeo sobre o tema, a seguir:

 

Canais YouTube coligados ao Facebook, mais uma novidade de Lou de Olivier

3 de outubro de 2017 1 comentário

Ainda em fase de testes, Lou de Olivier está coligando seus canais do YouTube às suas fan pages do Facebook. A ideia é unir as redes e facilitar a visualização dos videos que podem ser assistidos diretamente no YouTube ou nas paginas das fan pages.

A fan page Lou de Olivier está agora coligada ao canal Lou de Olivier e a fan page Multiterapia Legítima está agora coligada ao canal Multiterapia Legítima. Vale lembrar que o nome Multiterapia Legítima foi criado depois que o termo Multiterapia espalhou-se e começou a ser divulgado de forma deturpada. O termo foi criado por Lou de Olivier  há muitos anos para identificar a técnica de Terapia que ela desenvolveu. Porém, pelo fato de Lou de Olivier ser muito visada e copiada, o termo que ela criou acabou sendo banalizado.  Por isso, a necessidade de se re-intitular “Multiterapia Legítima”.

Mas voltando ao que interessa, os canais exibirão simultaneamente os vídeos, da seguinte forma:

Fan page Lou de Olivier Multiterapeuta, Escritora, Dramaturga, Vegana e canal Lou de Olivier contém vídeos sobre política, Educação, Artes, desenhos animados do Vampirinho Vegano, relíquias do início da TV no Brasil e antigas entrevistas concedidas a alguns canais de TV como ABCTV, Just TV, RITTV e Record.

Fan page Multiterapia Legítima e canal Multiterapia Legítima contém vídeos gravados pela própria Lou de Olivier com temas terapêuticos em geral, em breve também estarão neste canal as melhores entrevistas concedidas a programas de TV.

Como já anunciamos, este é um período de testes e convidamos a todos que acessarem os links que comentem como foi a experiência e de que forma poderemos melhorar as postagens e vídeos.

Anote: Quem já tem página no youtube, pode acessar diretamente os canais:

Canal Lou de Olivier: https://www.youtube.com/user/loudeolivier

Canal Multiterapia Legítima: https://www.youtube.com/channel/UCBSHeFgnxzm4uz9z-ozs2mA

Quem preferir acessar pelo Facebook, pode entrar nos seguintes links:

Fan Page Lou de Olivier: https://www.facebook.com/TeatroDeLouDeOlivier/app/349313058487732/

Fan Page Multiterapia Legítima: https://www.facebook.com/multiterapialegitima/

https://www.facebook.com/TeatroDeLouDeOlivier/app/349313058487732/

 

E então, gostou da novidade? Contate-nos e opine, clicando aqui

O lado oculto dos contos de fadas

29 de abril de 2017 Deixe um comentário

Os contos de fadas são muito antigos, mas continuam sendo lidos e assistidos por inúmeras crianças no mundo todo. Além disso, os estúdios Disney deram uma nova roupagem o que tornou os contos de fadas mais atraentes e preferidos pela maioria das crianças, especialmente as meninas. O que quase ninguém questiona é a mensagem oculta que eles passam. Cada conto traz uma série de mensagens ocultas que quase sempre são maus exemplos para as crianças ou, não sendo mau exemplo,  são uma precocidade da sexualidade que poucos pais percebem.

Esta série de vídeos mostra uma entrevista de Lou de Olivier concedida ao programa Análise Direta comandado por Denise Luque (RitTV) em que são analisados os vários ângulos dos contos de fadas. Lou também aborda mensagem subliminar, analisa os aspectos psicológicos de diversas cenas e outros detalhes muito interessantes. Assista aos três vídeos (cada um tem aproximadamente 15 minutos de duração)  a seguir.

Parte I

Parte II

Parte III

 

Lou de Olivier doa troféus e relíquias ao Museu PróTV

19 de abril de 2017 3 comentários

Em seu altruísmo e sempre pensando no coletivo, Lou de Olivier doou ao Museu da TV (PróTV) um lote de seus troféus, fotos e revistas (reportagens) raras, além de um exemplar único de seu primeiro vinil gravado com apenas dois anos e nove meses. Tudo isso agora é acervo público do Museu Pró TV. Confira!

Lou de Olivier, em sua trajetória artística, cultural, terapêutica e filantrópica, acumulou mais de cinquenta troféus e diplomas de honra ao mérito, nacionais e quatro internacionais. Além de importantes citações em livros oficiais como: Enciclopédia de Literatura Brasileira – Volume I, Livro Brasil de todos os povos/São Paulo, sua Historia, seus monumentos – Destaques e Personalidades, Dicionário de Mulheres entre outros. Apesar de não divulgar, Lou também recebeu importantes títulos honorários por seus serviços sociais, ambientais e pela causa animal.

Em meio a todas essas premiações e honrarias, Lou de Olivier leva uma vida muito simples, investe o pouco orçamento que tem em benefício de todos, seja pesquisando e publicando inovações terapêuticas, seja auxiliando pessoas deficientes e animais abandonados, realizando palestras e eventos beneficentes. Embora o agradecimento nem sempre venha das pessoas beneficiadas, todos os troféus e diplomas de honra ao mérito demonstram seu valor à Sociedade. Justo por viver de forma simples, Lou não dispõe de um lugar específico para guardar troféus e relíquias e pensa ser melhor doar ao Museu, onde as peças, fotos e outros objetos de valor histórico inestimável estarão bem mais seguros e também poderão ser vistos pelos visitantes do Pró TV.

Foram doados, onze dos troféus, além de medalha, diversas fotos com pioneiros da TV como Durval de Souza, Neide Alexandre, Titio Molina, Canarinho, entre outros grandes nomes em revista como Paulo Autran, Francisco Cuoco, Helio Souto, a saudosa Vida Alves que foi fundadora do Museu Pró TV e, claro, Lou de Olivier que, na época, assinava seu verdadeiro nome “Ana Lourdes de Oliveira”. Sim, assinava! Quando lançou seu primeiro vinil, com apenas três anos de idade, já sabia escrever seu nome e autografou todos os discos vendidos.

Vale lembrar que este disco ficou marcado na história da música mundial e brasileira. Mundial porque Lou foi a primeira criança no mundo a gravar um vinil profissional com apenas dois anos e nove meses e lançá-lo ao completar três anos de idade. Naquela época, Rita Pavoni havia gravado aos cinco anos de idade e detinha o recorde mundial que foi batido por Lou de Olivier e até o momento não se tem notícia de nenhuma criança no mundo que tenha gravado um disco profissionalmente com idade inferior a dois anos e nove meses.

E, mesmo que em algum momento surja uma criança que consiga bater este recorde, este disco de Lou de Olivier detém outro recorde imbatível. Foi a primeira música censurada pela Ditadura Militar, que hoje sabemos que não foi apenas Militar, mas este é tema para outra notícia. Por ora nos basta citar que uma das faixas do compacto simples mostrava o samba-canção “Sonho de criança” de autoria de Irineu Gonzaga que, na voz doce e inocente da pequenina Ana Lourdes entoava a liberdade dos pássaros e das crianças. E que foi lançada em pleno “Golpe Militar”. Esta música, lançada e censurada em 1964 foi precursora de outras tantas “músicas de protesto” que vieram na sequência e colocaram artistas como ativistas em busca dos direitos e da liberdade de expressão. Na sequência, Lou gravou outro vinil (compacto com as músicas “Casca de banana”, uma marchinha de carnaval e “Saci-pererê”, estilo bossa nova) e uma trilha de novela, ambos não foram divulgados. Em outro artigo abordaremos estas passagens.

Poucos sabem, mas o pioneirismo de Lou de Olivier não parou por ai. Nos anos 80, de volta à TV, ela foi precursora das unhas pintadas uma de cada cor (que hoje ainda fazem sucesso entre as adolescentes e jovem descoladas), também foi precursora dos desfiles de moda com modelos gordinhas e baixinhas e hoje é comum encontrarmos as modelos plus size. Lou também foi precursora do registro profissional, conquistando o direito ao DRT para ela e todos da sua extinta faculdade de Artes Marcelo Tupinambá. Este registro só era concedido aos alunos da ECA/EAD (USP) e graças ao esforço e insistência de Lou de Olivier, passou a ser direito de todos os alunos de Artes Cênicas da Marcelo tupinambá e abriu brecha para outras faculdades e cursos particulares de Artes Cênicas reivindicarem DRT aos seus formandos. Como Acadêmica, Lou de Olivier também é pioneira em diversas teorias, sendo as mais destacadas, a Dislexia Adquirida por trauma e/ou ausência de oxigenação no cérebro e a criação do método de Multiterapia. Ambos os temas são reconhecidos internacionalmente graças as pesquisas pioneiras, desde a década de oitenta, publicações e palestras proferidas por Lou a partir da década de noventa até os dias de hoje.

São tantos os feitos pioneiros de Lou de Olivier que fica impossível citar a todos. Convidamos o leitor a assistir estes dois vídeos e, quem puder vir a São Paulo, visite o Museu PróTV onde encontrará (ao vivo) estas relíquias doadas por Lou de Olivier.

 

 

Lou de Olivier no Museu da TV (Museu PróTV),  a biografia de Lou de Olivier está em fase de atualização no Museu PróTV, mas você pode ler a biografia antiga (publicada em 2012) clique aqui

 

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