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Archive for the ‘Celebridades’ Category

Dia do Profissional de Eventos

30 de abril de 2018 Deixe um comentário

30 de Abril dia do  Profissional de Eventos

Parabéns a todos que realizam sonhos e os conduzem pelas passarelas, palcos, espaços culturais e tantos cantos do mundo…

Parabéns, em especial, aos atores e elencos de minhas peças:
Cinderela que não era Bela porque era Branca demais (Três contos que eu vou te contar!),
Os Alienados (Brasil), Os Alucinados (Portugal), Solua, o Vampirinho Vegano,
Calor do Sol em Manhattan/Show Buzines e outros títulos de sucesso.
Em breve, novidades… 

 Revista Psique libera entrevista de Lou de Olivier para leitura online (dislexia)

26 de abril de 2018 Deixe um comentário

Lou de Olivier em entrevista exclusiva para Revista Psique Ciência e Vida outubro/2017

Com o título “O disléxico precisa de uma aprendizagem diferenciada”, a Revista Psique Ciência e Vida liberou minha entrevista exclusiva sobre Dislexia (realizada em outubro de 2017), para leitura online. Não está na íntegra, mas está resumida de forma bem elucidativa.

Vale a pena ler, clicando aqui

 

 

Lou de Olivier entrevistada pela Revista Psique sobre dislexia liberada para leitura online

Anna Lou Olivier participa do Prêmio Excelência Mulher

22 de março de 2018 Deixe um comentário

Anna Lou XIV Prêmio Excelência Mulher 2018

Participei, novamente, como ex homenageada, do Prêmio Excelência Mulher, evento oficial mais importante em homenagem à mulher no Estado de São Paulo. Começo parabenizando os organizadores que, pelo segundo ano consecutivo, incluíram uma opção vegana no cardápio do coquetel. Só por isso, já merecem aplausos, mas há outros detalhes importantes…

Criado em 2005 pela Fraternidade Aliança Aca Laurência, apoiado pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo – Diretoria Distrital Sul, com a finalidade de reconhecer mulheres que se destacam em suas atividades e em serviços sociais e filantrópicos. Tornou-se o evento comemorativo mais importante pelo Dia Internacional da Mulher. E, pela Lei Municipal 15.925/13 foi incluído no calendário Oficial de Eventos da Cidade de São Paulo.

A cada ano homenageia mulheres que mais se destacaram durante o ano anterior e até 2015, a cada ano, havia uma “re-homenagem”, ou seja, uma vez premiada, sempre premiada pois, no auge do evento, as ex homenageadas eram convidadas a se levantarem para aplausos, com direito até a luzes piscantes. Eu, por exemplo, fui homenageada e premiada em 2009, mas fui re-homenageada em todos os anos posteriores até 2015. Em 2016, não compareci por estar me recuperando de mais um acidente. E notei que em 2017 e agora em 2018 não foi feita esta re-homenagem. Espero que volte em 2019, o prêmio comemorará 15 anos.

Nesta 14ª edição estiveram presentes, além das homenageadas, a madrinha do evento Alda Marco Antonio, Vereador Gilberto Natalini e, entre muitos outros importantes convidados, o sempre querido Osmar Santos. A cobertura televisiva do evento, como sempre, foi feita com muita competência por Mara Cedro e equipe para seu Programa Quality by Mara Cédro. Um evento perfeito e memorável em todos os detalhes.

Faço questão de frisar a inclusão vegana no cardápio pois, desde 2010 quando me tornei vegana, passei a me alimentar antes de ir aos eventos e não consumir nada durante os coquetéis. Mas, em meio ao agito dos eventos, ninguém percebia isso. No ano passado, ao final de um dos eventos, uma das organizadoras, a simpática e amiga de muito tempo Rosely Ugolini, perguntou-se se eu havia gostado do evento e do coquetel. Respondi que, como sempre, gostei muito do evento, mas quanto ao coquetel, eu nada ingeri, por ser vegana, inclusive dei a ela um flyer do vampirinho vegano. Um mês depois, em outro evento também organizado pela Rosely e equipe, fui agradavelmente surpreendida por uma deliciosa salada de verduras com quinoa como opção. E, neste evento de ontem, as opções foram canapés de tomate e um delicioso tabule. Friso este episódio para reforçar minha tese de que o veganismo consciente e pacifista é o melhor caminho. Não fiz passeata, não confrontei ninguém, não mostrei nenhuma cena violenta, apenas fiz um comentário com uma mulher inteligente e amiga e isso já promoveu uma abertura do veganismo no evento. E, assim, respeitando as diferenças e o tempo de cada um, tudo caminha para melhor.

Parabéns a todos os organizadores, homenageadas e participantes deste importante evento, cada vez melhor elaborado.

Vampirinho vegano faz aniversário e quem ganha é você!

20 de março de 2018 Deixe um comentário

A Mega-apresentação teatral Vegana que reuniu seis elencos em seis cidades/estados do Brasil (e foi apresentada para mais de duas mil crianças e duzentos adultos), completou um ano. Sim, o tempo passa rápido!

Em comemoração ao primeiro aniversário deste mega-evento, o e-book com o primeiro episódio do vampirinho vegano “Plantando uma nova consciência” está em promoção, até dia 24/03 você pode adquiri-lo por apenas R$ 1,99. O desconto é de 79% e toda a renda, como sempre, será doada ao auxílio de animais abandonados. Clique no banner para acessar o e-book. Caso tenha dificuldade no acesso, na aquisição ou alguma dúvida ou comentário, escreva, clicando aqui ou clicando aqui.


Jerry Lewis e Marilyn Moroe, caso ou controle mental em Hollywood?

16 de março de 2018 Deixe um comentário

Jerry, Dean e Marilyn em evento. Foto domínio público

Muitos internautas têm acessado meu blog buscando informações sobre o romance de Jerry Lewis e Marilyn Monroe. Jerry foi um excelente artista polivalente, deixou uma grande contribuição artística e social, teve uma conturbada vida pessoal, com renúncias e, em alguns momentos, tristezas. No entanto, diante de tudo isso, algumas pessoas lembram-se dele apenas por um curto romance com Monroe. Convido-te a ler este texto e entender de outra forma “os mitos de Hollywood”…

Quando resolvi ter uma overdose de bom humor, no carnaval deste ano (2018), não imaginava que, ao assistir Jerry Lewis por cinco dias consecutivos, seria levada a me embrenhar tanto pela carreira e vida pessoal dele. E que eu, um mês depois, ainda estaria discorrendo sobre isso. Mas foram tantas descobertas que acabei escrevendo bem mais do que deveria. O resultado é que, ainda hoje, internautas acessam meu blog a procura do tema: “jerry lewis relação com marlym moroe É assim mesmo que aparece a grafia digitada pelos internautas…

Bem, então vamos desvendar os mistérios. Começando com a maior curiosidade: Será que Jerry teve mesmo um romance com Marilyn?

Sim, tudo leva a crer que sim. Primeiro porque eles se encontraram em diversos eventos no início da década de 1950, há muitas fotos de Jerry, Marilyn e Dean sempre alegres, abraçados e há até uma foto em que Jerry aparece mordendo o braço dela… Além disso, há o vídeo em que Marilyn declara ao microfone, em pleno evento: “I love you, Jerry!” (com uma estratégia dessas, nenhum homem resistiria). E há a declaração do próprio Jerry durante entrevista à escritora Amy Wallace, numa conversa que durou onze horas e foi transformada em entrevista numa edição da revista masculina GQ (Gentlemen’s Quarterly), em 2011, ele tinha então 85 anos. Abordou aspectos de sua vida, de sua carreira e se esquivou de citar nomes de seus romances, mas acabou confessando sobre Marilyn.

Entre alguns comentários, ele acrescentou que Monroe usou sexo como ele usava humor: como que para fazer uma conexão emocional. “Ela precisava desse contato para ter certeza de que era real”.

Ok, mas como foi, (pergunta da entrevistadora), fazer amor com o mais famoso e trágico símbolo sexual de todos os tempos?

“Foi …” ele diz, levando um baque, “longo”. Ele sorri com tristeza. “Fiquei aleijado por um mês”. Não explicou se ficou aleijado fisicamente pela relação bombástica ou por um motivo mais sério que relatarei na sequência…

Há quem cite como tendo ficado sem se alimentar por um mês e os comentários sobre esta entrevista são os mais bizarros, alguns até agressivos (em relação a reputação de Marilyn e uma suposta falta de inteligência de Jerry) que não transcreverei. A síntese é que poucos acreditaram que eles tiveram um caso. Eu penso que devem mesmo ter tido o tão falado caso, que parece ter sido de uma única noite. Marilyn, apesar de ter se casado por três vezes, teve alguns casos sim. Jerry Lewis era extremamente sério na vida real e era um homem bonito quando não estava fazendo palhaçadas. Então, não entendo o porquê de tanto espanto e comentários maldosos em relação a este curto caso. Aliás, se com todo o esforço da mídia para mostrar ao mundo um Jerry Lewis idiotizado, ainda assim ele foi disputado por tantas beldades, imagine se a mídia divulgasse a VERDADE, o mostrasse como um homem inteligente, bonito e artista polivalente? 

U.S. army photographer David Conover's shot<br /> This image is a work of a U.S. Army soldier or employee, taken or made as part of that person's official duties. As a work of the U.S. federal government, the image is in the public domain. Esta imagem é um trabalho de um soldado ou empregado do Exército dos EUA, tomado ou feito como parte das funções oficiais da pessoa. Como um trabalho do governo federal dos EUA, a imagem é de domínio público.

Marilyn antes do estrelato. imagem de domínio público

Mas a questão que quero levantar vai muito além disso, quero

Marilyn depois da transformação – Imagem de domínio público

comentar sobre como se criam mitos e se propagam ilusões nesta matrix em que (obrigatoriamente) vivemos. Marilyn que se chamava Norma Jeane Mortenson era uma moça comum, ruiva, de cabelos encaracolados e um corpo esguio, mas nada estonteante. Ela passou por uma grande metamorfose, após entrar para uma agência de modelos que não citarei, não vem ao caso. A partir daí tornou-se um símbolo sexual que atravessou os tempos. Sua morte súbita, no auge da sua beleza e carreira contribuíram para aumentar este “poder” de varar os tempos.

Outro detalhe que quero abordar, há muitos comentários sobre Marilyn Monroe ter sido uma das primeiras celebridades hollywoodianas submetidas ao controle mental monarca, que é citado como um ramo do programa MK-Ultra da CIA que teria transformado Marilyn numa marionete por intermédio de programação psicológica e por trauma. Sua morte teria ocorrido quando a programação perdeu efeito e ela começou a quebrar o controle, sendo assassinada num episódio que ficou registrado como suicídio. Seria isso que Lewis tentou afirmar com seu comentário “Fiquei aleijado por um mês”? Ele estaria referindo-se ao “peso” do controle mental a que Marilyn estaria submetida?

Atualmente se cita Jim Carrey como um dos que estão “acordando” e saindo da programação mental, assim como outros grandes nomes já foram citados como controlados ou mortos pelos controladores. Porém, eu quero frisar algo importante sobre o tal “controle mental”…

Controle mental???
Foto do site Dreamstime

 

Desde final da década de 1970, eu estudei muito desde PNL até Medicina Comportamental. Eu aprendi diversas técnicas de hipnose e suposto controle mental (incluindo eletrochoques e medicamentos injetáveis). Eu transitei por diversas religiões e seitas em busca da minha cura, das sequelas de meus acidentes. Eu passei por diversos rituais e fui muito machucada, traumatizada e muitos fatos que nem relato. Mas eu nunca fui “comandada”. Como eu, há diversas pessoas no mundo que também passaram por toda sorte de traumas e tentativas de programação e isso não funcionou. Mas então, por que o meio político e artístico parece ser tao fácil de ser “programado” e manipulado? Penso que o “controle mental” é um alto salário e muitas mordomias. Qualquer pessoa que saia do anonimato e passe a receber salários de um, dois, três, vários milhões mensais torna-se “comandada” não porque um suposto controle mental exista, mas porque se “rende” aos encantos do dinheiro e do poder. E, quando todo o dinheiro do mundo parece insuficiente para a realização, alguns se revoltam e querem sair disso. Mas não há controle mental algum, é só muito dinheiro e poder versus paz de espírito… me fiz entender?

Eu conheço diversas pessoas que foram minhas amigas, pensavam como eu, polemizavam e, de repente, passaram a trabalhar para o Sistema… Inclusive algumas se viraram contra mim… O segredo? Muito dinheiro no bolso, muita badalação, muito tapete vermelho, às vezes até vermelho de sangue, mas vamos desfilar nossos corpos siliconados (com implante de silicone), nossas vidas controladas pelas notas verdes, vamos passear no tapete vermelho… E vamos puxar o tapete de quem não entra na nossa “tiurma”… É por ai?

Termino frisando que me sinto triste por discorrer sobre este tema, acho que um simples caso ocorrido no início da década de 50 não deveria ser motivo de curiosidade hoje, 2018, quase 70 anos depois. Isso sim é um controle de mentes. Condicionar as pessoas a terem curiosidade por algo irrelevante na vida de um homem.  Um cara que foi casado duas vezes, teve cinco filhos legítimos, dois adotados e uma filha que não pode assumir, nascida de uma mulher que ele foi impedido de amar… Com todas estas relações importantes, lembrar dele por uma única noite de amor com Marilyn é até patético… enquanto isso, seus filhos legítimos foram excluídos da sua herança, sua filha legítima mora na rua… Entendo o que os filhos dele passam, porque passei por situação parecida, não tive acesso a nada do que meu pai deixou. No meu caso específico, foram nossos advogados que nos orientaram de forma distorcida e duas construtoras que se aproveitaram da situação. Perdemos tudo com apenas duas assinaturas. No caso de Lewis, há um testamento e um adendo que já citei em outro artigo. Seja como for, lamento e entendo a situação dos filhos dele…

E depois de todo este “samba com Jerry Lewis”, desisto de assistir filmes, de qualquer gênero. No próximo carnaval, vou tomar muita vodka para começar, emendar com tequila e pular todas as noites até tombar na avenida… Deverá ser bem mais divertido e menos polêmico!

OBS: Se estivesse vivo, hoje, 16/03/2018, Lewis completaria 92 anos. Publico este artigo como presente de aniversário. Ao lê-lo, talvez as pessoas o vejam de outra forma, como um ser humano completo e grande artista polivalente que foi. E não como li em alguns artigos “um idiota que conseguiu pegar Marilyn Monroe”…

Este vídeo prova três fatos: O grande carinho que Lewis e Martin sentiam um pelo outro (Martin até serve Lewis na boca, como um pai), a declaração pública de amor de Marilyn para Jerry e a revelação mais bombástica: A música “Night on Broadway” NÃO foi uma criação dos Bee Gees na década de 70, como até eu imaginava.  Ela é tocada ao fundo deste vídeo gravado no início da década de 50 e esta versão é bem mais legal, por sinal. Confira!

Leia mais sobre Lewis neste mesmo blog, clique aqui, aqui e aqui.

Saiba mais sobre o tema abordado neste  artigo (em Inglês), clique aqui, aqui e veja fotos aqui

Saiba mais sobre o suposto controle mental de Marilyn Monroe, clique aqui

Se você se interessa por temas como controle de mentes, gostará de ler meu novo romance:

Conheça-o no site Amazon, clique aqui

ou Assista ao vídeo-book:

Cinderela que não era Bela porque era Branca demais!!!

12 de março de 2018 1 comentário

Lou de Olivier o lado do cartaz de estreia de Cinderela que não era Bela porque era Branca demais (Cia Estrela D’arte) no Teatro Juca Chaves 2010

Esta é uma de minhas peças mais famosas e, por isso, muito copiada e até plagiada. Por isso volto a abordar este tema e citar esta peça até porque ela está em fase de ensaios e, em breve, reestreará. Eu a escrevi por volta de 1982, com linguagem da época e com o título “Três contos que eu vou te contar!”. Nós fizemos uma montagem simples em 1985 e entramos em cartaz. Na sequência, eu escrevi outras peças, musicais e deixei-a de lado até que, em 1988, mostrei o texto para um diretor de teatro infantil e ele se encantou com o enredo. Pediu para montá-la e eu permiti. Ele pediu que eu colocasse um subtítulo mais “chamativo”, mais “a cara da peça” e, depois de muito pensar e discutir com este diretor, encontrei o título ideal: “A Cinderela que não era bela porque era Branca demais”, Este título incluía as três princesas da peça Cinderela (na peça seu nome é Guimirela), Bela (na peça, a Bela enlouquecida) e Branca de Neve (na peça é Bronca de Neve)… Pronto! Estava criada a receita do sucesso. A partir desta montagem, esta peça virou “febre”, as crianças amavam e queriam assistir mais e mais. Ficou anos em cartaz, viajando por todo o Brasil.

Cinderela que não era Bela porque era Branca demais, montagem da Cia Adote Mato Grosso Sul

Em 1996, quando entrei na Internet, empolgada com o novo meio de comunicação, eu coloquei, no meu portal, algumas de minhas peças disponíveis para leitura. E esta peça estava entre elas. Logo recebi pedidos de autorização de montagem de todo o Brasil, alguns grupos amadores, algumas cias profissionais e muitos professores de Artes pediam para montar esta peça. Pensei, por que não autorizar a todos e fazer uma mega-apresentação simultânea?

Não chegou a ser simultânea, mas foi em sequência. Durante dois anos, esta peça foi montada e apresentada em diversos festivais, diversos teatros e até por um grupo de teatro de rua. Eu não cobrava Direitos Autorais dos amadores e das escolas, apenas dos grupos profissionais. E ainda ajudava na divulgação, então era sucesso na certa!

Em 1998 eu escrevi “Os Alienados” que também virou febre, foi inúmeras vezes montada e apresentada por todo o Brasil e Portugal, onde recebeu o título “Os alucinados”. A partir dai os elencos revezavam as duas montagens. Ambas receberam muitos prêmios em festivais e fizeram muito sucesso.

Lou e elenco – apresentação no teatro Municipal de São Sebastião – SP – Brasil em 2011

Os anos passavam, tudo mudava, mas estas duas peças teatrais continuavam sendo montadas e aplaudidas por onde passavam. Em 2009/2010, fui contatada pela Cia Estrela D’arte e me surpreendi quando a diretora disse que há muitos meses tentava contato comigo sem êxito. Admirei a força de vontade dela em insistir até conseguir contato. E não só autorizei a montagem, como me ofereci para assessoria e divulgação da peça. Praticamente todo o material de divulgação que tenho é desta cia, pois foi uma das melhores montagens e agradou muito a todos que assistiram. Ficou em temporada nos Teatros Juca Chaves, Sílvio Romero e viajou algumas cidades de São Paulo – Brasil entre 2010 e 2012. Em paralelo, a Cia Adote do Mato Grosso do Sul fez diversas e boas montagens deste texto. E, com isso, a peça continua tão atual como se tivesse sido escrita hoje.

O enredo é interessante e divertido. Começa que a Cinderela é mãe da Bela e esta é mãe de Branca, ou seja, Cinderela é avó da Branca e as famílias se entrelaçam… Detalhe que a Cinderela se chama Guimirela, a Branca se chama Bronca e a Bela é enlouquecida por causa de um tombo que leva aos 15 anos… Nesta divertida comédia não tem golpe do baú (aquele famoso casou com o príncipe bonito e rico e viveu feliz para sempre), ao contrário, as princesas casam, tem filhos, cuidam da casa, os príncipes ajudam nos afazeres domésticos e na educação dos filhos e ainda ensinam conceitos para uma boa alimentação e para uma melhor convivência familiar. As cenas são engraçadíssimas, o público ri muito enquanto aprende e a maior recompensa foi ouvir de uma criança, ao final de uma das apresentações: – Mãe, quando nós vamos assistir de novo?”

Por ai, já dá para perceber que é imperdível. E logo anunciarei a reestreia. Quando? Onde? Quem? Será mais uma mega-apresentação? Tudo isso é surpresa. Aguardem! Só lembro a todos que, apesar de existirem muitos vídeos espalhados com estes dois títulos, NENHUM é autorizado a encenar ou divulgar, inclusive algumas montagens ficaram bem sofridas e até denigrem o texto. Mas aguardem que logo virá mais uma superprodução autorizada e devidamente divulgada por mim.

Por enquanto, assistam este vídeo com entrevista e trechos da peça apresentada na estreia (Teatro Juca Chaves). A entrevista foi concedida ao Programa Giro Brasil, de Yasmin Amaral. E foi ao ar em Agosto/setembro de 2010:

Saiba mais, clique aqui e aqui

Lou de Olivier em entrevista na Edição 33 da Revista Conexão Literatura

2 de março de 2018 Deixe um comentário

Já está disponível a edição 33 da Revista Conexão Literatura que traz diversas entrevistas e temas literários. A edição é dedicada ao gênero Literatura Fantástica, mas aborda outros gêneros também.

Na minha entrevista eu não só falo um pouco do meu início como Escritora, alguns projetos que tenho e falo, de forma detalhada, sobre Armagedom Har Meggido (Ana e o Apocalipse).

Considero meu melhor romance pois traz temas atuais mesclados a temas futuristas, viagens no tempo (teletransportes), um movimentado triângulo amoroso envolvendo um casal humano e uma androide e muitas reflexões do que vivemos e do que será o futuro da humanidade no planeta Terra.

Vale a pena ler!

Leia e entrevista completa, clicando aqui

Leia a revista toda, clicando aqui

Acesse o site da revista, clicando aqui

 

 

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