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Archive for the ‘Artigos’ Category

Psique 149 publica novo artigo de Anna Lou Olivier

22 de julho de 2018 Deixe um comentário

O Artigo deste mês é inédito e polêmico. Nele eu abordo um tema questionado e até desacreditado. Crianças Cristal e Crianças índigo. Mas a abordagem vai muito além de um suposto esoterismo. Eu questiono algumas mensagens que recebo citando que crianças hiperativas e/ou disléxicas, na verdade seriam crianças cristal ou índigo. Será que isso, de fato,  procede?  Ainda levanto uma outra questão: A do autismo neste contexto. Enfim, o artigo deste mês está imperdível.  Já nas bancas. Confira!

Revista Psique publica mais um artigo de Lou de Olivier, desta vez o tema é Brinquedoteca

3 de julho de 2018 Deixe um comentário

Se você é pai/mãe, professor(a) ou profissional de Educação/Saúde gostará de ler este artigo de Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) sobre Brinquedoteca. O artigo foi reformulado especialmente para a Revista Psique Ciência e Vida e está bem sucinto e informativo. A edição é a 148, já nas bancas.

Quem tiver interesse em se aprofundar no tema, pode ler o livro/ebook “Brinquedoteca aliada à aprendizagem e Brinquedoteca Inclusiva de autoria de Anna Lou Olivier. Saiba mais sobre este livro, clique aqui.

Anna Lou Olivier in International Congresses (em Congressos Internacionais)

24 de junho de 2018 Deixe um comentário

Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) participated as speaker (video presentation) in 25th World Congress on Conference Neurology & Neuroscience, June 18-19 2018 | Dublin, Ireland. Day 1 June 18, 2018- 16:10-16:30. Scientific Program, Click here.

She also published your article “Multitherapy treating autism (autistic spectrum disorder) and down syndrome” in Journal Clinical Psychiatry and Cognitive Psychology (2018) Volume 2, Issue 1. Click here.

 

Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) participou como palestrante (apresentação de vídeo) no 25º Congresso Mundial de Neurologia e Neurociência em Conferências, de 18 a 19 de junho de 2018 | Dublin, Irlanda. Dia 1, 18 de junho de 2018 – 16:00-16:30 hrs. Acesse o Programa Científico (em Inglês), Clique aqui.

Ela também publicou seu artigo “Multiterapia tratando autismo (transtorno do espectro autista) e síndrome de down” (em Inglês) em Journal Clinical Psychiatry and Cognitive Psychology (2018) Volume 2, Edição 1. Clique aqui.

Gato arranhador e cachorro mordedor: como lidar com animais peraltas

11 de junho de 2018 Deixe um comentário

Periodicamente surge um amigo ou amiga desesperado(a) porque adotou um cãozinho que está mordendo seus sapatos ou um gatinho que está arranhando seu sofá. Então resolvi escrever este pequeno artigo para ensinar uma fácil solução. Antes de citar a solução para esta questão, quero explicar o seguinte:

Muitos anos cuidando e estudando os animais, me fizeram entender como eles pensam e como devemos agir com eles. Gatinhos são ótimos companheiros, divertidos, amorosos e até ajudam no tratamento de autistas. Cãezinhos também são ótimos companheiros, amorosos, ajudam em terapias diversas e até servem como babás de crianças pequenas. É só saber educá-los… E, antes que me acusem de incentivar a exploração animal, já friso que estou citando casos que vivi (ou cuidei) pessoalmente e os animais se apegaram a mim ou aos cuidadores e tornaram-se voluntariamente ajudantes nas terapias. E também, quando eu era bebê, a partir dos seis meses de idade, a melhor babá que tive foi um *Labrador Retriever. E esta história merece ser citada, ainda que resumidamente.

Morávamos numa casa muito grande (três andares), não existia sistema de câmeras na época e era difícil acompanhar todos os atos da babá recém-contratada. Era a quarta babá em menos de dois meses, essa foi trazida da cidade da minha mãe e deveria ser de total confiança. Acontece que eu comecei a emagrecer muito, vivia chorando e minha mãe, desconfiada, resolveu espiar pelo vão da porta. Foi quando ela percebeu que a babá me oferecia a papinha, levava a colher até perto da minha boca e, quando eu abria a boca para comer, ela dizia “não te dou!” e comia. Eu começava a chorar e ela já arrematava: – “se chorar, eu te bato, hein?!.”.

Nem preciso dizer que minha mãe fez um escândalo bem “italiano” e chamou meu pai para levar a garota de volta. Mas, antes de sair, a babá ainda prendeu meu dedo com um pregador de roupas. Como já disse, a casa era muito grande e até minha mãe me encontrar, eu já estava sem fôlego de tanto chorar e com o dedinho todo roxo. Não sei não, acho que esta babá não gostava muito de mim…

Próxima ao aeroporto (onde meu pai levou a babá e a “despachou” de volta para a cidade dela), havia uma loja que comercializava cães de raça. Meu pai era contra o comércio de animais, ele adotava inúmeros animais recolhidos das ruas, chegou a ter quatrocentos cachorros e inúmeros gatos, todos adotados. Mas, ao passar pela loja de cães, meu pai se encantou com um *Labrador Retriever, cor de caramelo (amarelo), já adulto e foi até ele. Em poucos minutos pareciam amigos de longa data. Ele pertencia ao dono da loja e não estava à venda, mas meu pai negociou até que conseguiu comprar o cachorro. A intenção era só tê-lo como companhia, mas assim que chegou em nossa casa, o cachorro se apegou a mim de forma espontânea e protetora. Seu nome era Ganga, mas quando aprendi a falar, eu o chamava Kanka, não conseguia falar “Ganga”. Assim, ele passou a ser chamado por todos como Kanka. Ele foi minha “Babá” (e Segurança) dos meus seis meses até sete anos quando ele, infelizmente, faleceu. Ele já era um cão de idade avançada quando chegou à nossa casa. Mas ele foi a melhor Babá e o melhor Segurança que tive. Ele me tratava com muito cuidado, fazia “carinho” com a pata virada para não me machucar. Ninguém se aproximava de mim, sem que ele rosnasse e avançasse. Até meus próprios pais precisavam pedir licença ao Kanka para me pegar no colo. E estranhos não se aproximavam nem pedindo licença, o Kanka avançava e mordia sem piedade. Assim, minha mãe podia cuidar tranquilamente de suas pinturas e outros trabalhos manuais que gostava de fazer por hobby enquanto eu estava protegida pelo Kanka por onde eu fosse. Até hoje me emociono ao lembrar dele…

Mas enfim, deixando as recordações e lágrimas de lado, só citei esta pequena história para ilustrar minha afirmação de que cães podem ser ótimas babás e os gatinhos, como já expliquei em detalhes em artigo anterior, além de companheiros amorosos, podem até ajudar em terapias com autistas. Então, já que estes amiguinhos de quatro patas são tão importantes em nossas vidas, que tal ensinarmos a eles, com muito carinho, algumas boas maneiras para que suas manias de morder ou arranhar não sejam impedimentos para uma longa e feliz amizade?

Quando o gatinho arranha sofás e outros móveis:

Parece o fim do mundo, mas é muito fácil lidar com isso: É só cortar as unhas periodicamente (cuidado para cortar no limite certo e não ferir o gatinho, se não tiver habilidade para isso, leve ao Veterinário para cortar as unhas do seu amigo), comprar um arranhador e ensinar o bichano a arranhar só no arranhador. Se for filhote, é mais fácil ensinar, mas adulto também aprende fácil. Para agilizar o aprendizado, há dois procedimentos básicos. Você precisará de 1 arranhador, petiscos, uma latinha com tampa, onde você colocará algumas pedrinhas e muito carinho. O treinamento é fácil: Você pode oferecer petiscos quando o gatinho acertar, ou seja, quando usar o arranhador. E, quando ele arranhar algum móvel, você deve sacudir a latinha. Ele parará na hora porque não gosta deste barulho. Os gatos aprendem rápido. Algumas vezes que você fizer isso, ele já entenderá que não deve arranhar os móveis. O mesmo com os petiscos, depois de ganhar dois ou três ele já entenderá que usar o arranhador é permitido e até proporciona ganhar petiscos e arranhar móveis é proibido e atrai um som muito ruim. Simples assim. Depois dele assimilar o aprendizado, não esqueça de dar um petisco, de vez em quando, ao perceber que ele usou o arranhador. Não precisa ser rotina, mas de vez em quando é bom receber um mimo, quem não gosta não é?

Quando o cãozinho gosta de morder sapatos e outros objetos:

Se a questão é o cãozinho roedor de sapatos e outros pertences, o procedimento é um pouco diferente. Você deve falar com ele de forma firme, não precisa gritar nem inspirar medo, é só dizer firmemente que não gosta de sua atitude roedora. Em paralelo, comprar brinquedos para que o cão possa roer é uma boa ideia. Há uma grande variedade de brinquedos específicos para serem mordidos e, assim, o cãozinho nem perceberá os sapatos e outros objetos que ele morderia se não tivesse os brinquedos. Outra atitude que o cuidador deve ter é passear, diariamente, com o cão. Além de ser um ótimo exercício tanto para o cão quanto para o cuidador, isso fará o cão desestressar, gastando energia nesta atividade e deixando de roer objetos. Com o cão também funciona oferecer um petisco sempre que ele usar um brinquedo para morder. Assim, ele entenderá que morder os brinquedos próprios para isso gera um elogio e um bom petisco.

Neste link tem estas e outras importantes dicas para entender e lidar melhor com seu amiguinho de quatro patas. https://anavegana.loudeolivier.com/Curiosidades-e-cuidados-animais.php

 *Labrador Retriever, este nome significa que é um cão originário de Labrador no Canadá e é um cão de caça.

Veganismo, entre críticas e falências, tenta sobreviver…

18 de maio de 2018 Deixe um comentário

Há tempos não escrevo nada sobre veganismo, ou melhor, sobre uma consciência que nos faz perceber a dor dos animais, a necessidade de preservar o planeta como um todo e também maior preocupação com o que ingerimos e resgate às origens. Aliás, nem poderia classificar como veganismo o que eu divulgo, pois o foco principal do veganismo são os Direitos dos animais e eu penso que há necessidade de entender e preservar os Direitos dos animais, mas também os Direitos da Terra, do Planeta, dos humanos e um resgate às origens da Criação. Tudo isso com apenas algumas mudanças nos hábitos alimentares e de vida…

Mas deixando as definições e classificações de lado, o que eu quero frisar é o fato do veganismo estar sempre criticando fatos, empresas e pessoas que não se enquadram no “padrão” vegano. Uma coisa é divulgar o veganismo, ensinar outros meios de se alimentar e viver, outra coisa é criticar sem aceitar que cada um tem um entendimento, um aprendizado e um tempo para entender qualquer assunto, isso inclui o entendimento do Veganismo.

Foto do site Dreamstime

A crítica atual gira em torno dos lançamentos de congelados da empresa brasileira Superbom, bem conhecida do público vegano. Das onze opções de congelados, apenas três são veganas. Os outros oito produtos contêm ovos e leite em sua composição. Embora os comentários sejam de espanto e os mais radicais estejam promovendo um “boicote” aos produtos da empresa, é preciso lembrar que é uma empresa Adventista, pertence à denominação (Igreja) Adventista e seu foco NÃO é o veganismo. Os Adventistas seguem o raciocínio do início da Criação, quando Deus estipulou um cardápio composto basicamente de frutas e produtos da Terra. Este também é o raciocínio de alguns segmentos do Judaísmo e do Cristianismo. Em comum, estes segmentos se alimentam de forma a agradar a Deus.

Em geral incluem ovos, leite e mel na alimentação por entenderem que, para ingerir estes alimentos, não promovem morte nem sofrimento. É bom lembrar que há outras religiões, em geral, orientais em que os adeptos não se alimentam de carne porque acreditam que a “alma”, dos parentes/antepassados pode ser transferida para os outros animais. Ao matar e ingerir um animal, corre-se

Foto do site Ana Vegana

o risco de matar um parente ou um antepassado. E isso, pasmem os leitores, faz sentido sim. Não entrarei em detalhes para não tornar muito longo este artigo. Quem se interessar por este tema, pode ler os links que indico no final deste artigo.

 

O resumo é que a grande maioria ou mesmo todas as religiões que pregam a alimentação vegetariana, o fazem por razões espirituais de elevação e conexão com Deus. Este é o foco. E suas respectivas empresas atuam no mesmo foco. Por isso, as críticas dos veganos não mudam nada no entendimento dos seguidores destas religiões. Eu, particularmente, sinto falta de uma empresa que produza alimentos naturais, de qualidade e sem dogmas ou rituais. Que apenas produza alimentos para serem ingeridos por veganos e não sejam apenas extensões de rituais religiosos. Temperos específicos, também se prendem a um número, no meu entendimento, restrito já que cada um tem um paladar e uma forma de sentir os gostos dos alimentos.

Finalizando, penso que não cabe a ninguém julgar o que é correto ou não em empresas que produzem alimentos ou outros itens veganos, seria bem mais útil orientar, difundir de forma pacífica como eu tenho feito com o Vampirinho Vegano que, por sinal, em duas promoções consecutivas, não vendeu NADA, em consequência, mais uma vez, tive que tirar de outras fontes para alimentar os animais que recolhemos das ruas e fiquei sem poder ajudar a outros que tanto precisam. E penso, seriamente, em parar de divulgar o projeto, afinal, o dinheiro gasto nas divulgações pode ser empregado no auxílio aos animais. A Lush, empresa de cosméticos praticamente vegana (80% da linha é vegana e 20% é vegetariana) está deixando o Brasil, pela segunda vez. E, desta vez, parece ser definitiva a saída, fechando suas quatro lojas e a fábrica, desempregando inúmeras pessoas e deixando de produzir cosméticos de qualidade no país. Assim, de parada em parada, vamos deixando de produzir o que é vegano, desanimados e cansados enquanto os Veganos estão preocupadíssimos em criticar empresas que nem sequer se intitulam (nem pretendem ser) veganas. Se os veganos apoiassem projetos como o Vampirinho Vegano ou empresas que produzem algo vegano de fato, talvez os resultados fossem bem melhores, não haveria tantos fechamentos ou falências. E as empresas (e pessoas) veganas por questões religiosas poderiam também viver em paz. Afinal, o motivo principal do veganismo é secundário, o que vale é o resultado. Ao se deixar de ingerir produtos de origem animal, salva-se os animais, o planeta e a própria saúde. Quem não entende isso e segue discutindo apenas pela ética, pelos direitos, não está defendendo nenhum animal, está apenas inflando seu ego numa discussão que nunca terá fim. Direitos, todos tem, de fazer tudo o que bem querem, direito é questão de argumentos, veganismo deve ser questão de salvar vidas de animais, de humanos e do planeta como um todo!

Saiba mais sobre questões religiosas e espirituais: Clique aqui.

Saiba mais sobre o Projeto Multimídia Solua, Vampirinho Vegano: Clique aqui

Acesse o Portal Lou de Olivier, tudo que você procura está aqui: Clique aqui

Mais dois artigos de Lou de Olivier na Revista Psique/Two articles by Lou de Olivier in Psique Magazine

30 de abril de 2018 Deixe um comentário

Já nas bancas a edição número 146 da Revista Psique Ciência e Vida que traz dois artigos de Lou de Olivier. Um sobre casamento “Por que casar?” e outro sobre a evolução da Dislexia. Vale a pena ler. Confira!

Already in the newsstand the 146 edition of the “Psique Ciência e Vida” Magazine that has published two articles by Lou de Olivier (in Portuguese). One About Marriage “Why Get Married?” and another on the evolution of the Dyslexia. It’s worth reading. Check!

 

Dois artigos de Lou de Olivier na Psique deste mês

21 de março de 2018 Deixe um comentário

A Revista Psique Ciência e Vida edição 145 (já nas bancas) está imperdível! Com temas atuais e muito interessantes. Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) assina dois temas nesta edição. O Dossiê “Dor na alma” que aborda, de forma ampla e profunda, a violência doméstica, paginas 35 a 50 e o artigo “A Ciência investiga novo transtorno”, abordando empatia, telepatia, narcisismo e psicopatia, páginas 72 a 79. E, na página 34 meu livro recentemente relançado “Distúrbios de Aprendizagem e de comportamento” é citado nas dicas de leitura.

Vale a pena ler esta super edição que traz também temas como autismo e Ética profissional em Terapia. Já nas bancas.

Só um detalhe, no meu mini currículo foi publicado que sou autora dos livros “Dicionário de Mulheres” e “Enciclopédia de Literatura Brasileira”.Na verdade, estes são livros biográficos oficiais do Brasil e minha biografia consta neles. Vou pedir que publiquem uma errata na próxima edição. Mas já adianto aqui. No mais, leia que vale muito a pena. Esta edição está histórica. Peça ao seu Jornaleiro.

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