Um anúncio em um famoso site chamou minha atenção. Anunciava o dia dos namorados e mostrava a foto de dois homens abraçados. Pensei:

– Faz sentido, afinal, anunciam o dia dos namorados.

Em seguida, raciocinei:

– Deveriam colocar também a foto de duas mulheres, anunciando o dia das namoradas.

Meu pensamento seguinte foi:

– Quando foi que homens e mulheres se distanciaram desta forma? Para onde estamos indo? Quem tem coragem de discutir a ideologia de gêneros sem dramas e sem acusações? Neste artigo, eu tentarei fazer isso.

Foto Dreamstime

Antes de mais nada, friso que nada tenho contra homossexuais e relações homo-afetivas. Tenho muitos amigos homo e nos entendemos muito bem. O que penso que está sendo um exagero é a ênfase que se dá ao tema e as distorções que estão ocorrendo, como foi a mutilação, morte e esquartejamento do menino Rhuan Maycon da Silva Castro. Em paralelo, o ator Rafael Miguel e seus pais foram assassinados pelo seu aspirante a sogro.

O que estes casos têm em comum? Algo que há tempos vem ocorrendo sem que quase ninguém perceba. O amor entre homens e mulheres está morrendo. E esta morte está cada vez mais violenta e sem nexo. Violência doméstica, que pode partir do homem agredindo a mulher ou da mulher agredindo o homem ou pai/mãe agredindo uma criança ou filhos agredindo pais idosos. Mas a mídia e a sociedade, hipocritamente, martelam apenas as agressão de mulheres. A Lei Maria da Penha que não protege as verdadeiras vítimas, (na verdade, as expõem sem real resultado) e ainda dá margem para oportunistas, está ai para complicar mais a situação. Presenciei um caso em que a mulher, depois de dois anos de separação, foi a uma delegacia, fez um B.Ó de agressão, citou seu próprio telefone (como se fosse do ex) e um endereço onde morou há oito anos e, sem nenhuma prova concreta, incriminou o ex que, atualmente, mora a trezentos quilômetros da desclassificada. A exigência do juiz é que o homem não se aproxime dela, mantendo 300 metros de distância. Mas se o ex, há dois anos, já está morando a 300 quilômetros e nem se lembra dela, qual o propósito deste processo a não ser atormentar o ex?

Com isso, o que se está conseguindo é espantar os homens. Lembro-me de um evento em que compareci há alguns meses. Assim que entrei no local do evento, um homem bonitão me olhou e já ficou todo afoito. Veio em minha direção mas, estranhamente, a alguns metros de distância, ele parou, deu uma espécie de pirueta e mudou a direção. Passou o evento todo me circulando, passava perto, demonstrava querer falar algo, espantava-se cada vez que alguém parava para conversar comigo, depois se encorajava de novo, passava, assoviava, cantarolava, rodopiava, só faltou cair pela janela, mas não se aproximou e não trocamos uma só palavra. Eu não me importei muito porque acho que já passei da idade de namorar, mas se eu fosse mais jovem, eu me preocuparia muito com isso. Imagino tudo que deve ter passado pela mente do pobre rapaz para bloqueá-lo desta forma…

– E se ela for casada? E se ela não gostar de homem? E se eu gaguejar? E se ela rir de mim? E se eu cair pela janela, será que serei notado?…

Foto: Dreamstime

Os homens estão ficando com medo das mulheres. Já não se aproximam mais, já não investem mais numa relação. Parece mais fácil se relacionar com outro homem, assim como parece mais fácil uma mulher se relacionar com outra mulher. Mês passado, maio, considerado “mês das noivas”, além do mês das mães, recebi três convites de casamento: Todos homo-afetivos, dois casamentos entre homens e um entre mulheres. Nenhum entre um homem e uma mulher. E, quando um homem se envolve com uma mulher, vai pedi-la em casamento e o futuro ex sogro o recebe a tiros (?) Isso serve como exemplo, outros homens já pensarão mil vezes antes de pedir uma mulher em casamento.

Em meio a tantas tragédias, a que mais chamou a atenção foi o caso do menino Rhuan que parece ter sido mutilado pela própria mãe; numa “cirurgia caseira”, teve seu pênis cortado sob alegação de que o menino gostaria de ser menina. Esta cirurgia parece ter ocorrido um ano antes do menino ser morto e esquartejado pela própria mãe e sua atual companheira. Embora haja alguns casos em que a criança manifesta uma tendência homossexual, são casos raros. A maioria dos casos manifestam-se na adolescência, quando os hormônios estão em ebulição e a transição para a fase adulta é bastante sofrida para alguns. Escrevi de forma aprofundada sobre este tema em dois livros impressos meus: “Acontece nas melhores famílias” e “Distúrbios familiares”. Infelizmente ambos estão esgotados. Atualmente, o livro que mais se aproxima desta linha de pesquisa é, na verdade, um e-book (livro digital) com o título “Como administrar e vencer o caos”.

Enfim, é na adolescência que a maioria dos homossexuais se manifesta. É, de fato, o período em que o indivíduo já tem maturidade suficiente para definir sua sexualidade. Portanto, é improvável que o menino Rhuan, de apenas 9 anos de idade, já tivesse uma definição da sua sexualidade. E, mesmo que fosse este o caso, seria preciso analisar bem todo o processo, inclusive jurídico e deixar uma possível cirurgia para um médico realizar. A atitude da mãe da criança e da sua companheira demonstra insensibilidade, ausência de empatia e uma frieza incalculável.

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Analisando estes casos de forma racional, a conclusão que se pode chegar é que a humanidade caminha para a extinção. Isso é fato.

Enquanto renomados cientistas, como Stephen Hawking, anunciam que, em poucos anos, a Terra será destruída “por uma série de asteroides, temperaturas elevadas ou excesso de população”, propondo que a população deixe a Terra e funde colônias na Lua e em Marte. E as Escrituras Sagradas revelam que a Terra tem um prazo para ser extinta e este prazo está se encerrando… quase ninguém nota que…

As relações entre homens e mulheres se extinguem e a tendência cada vez maior dos sexos relacionarem-se entre si faz com que a população diminua consideravelmente. Apesar de ser possível contratar uma barriga de aluguel ou outros métodos de concepção, a grande maioria dos casais homossexuais (e alguns héteros também) acaba preferindo não ter filhos ou ter um animal de estimação. Em último caso, se pensa em adotar uma criança. Aliás, seria bom uma campanha incentivando a adoção de crianças. Seria uma forma de amenizar o sofrimento de crianças abandonadas e, quase sempre, rejeitadas por já terem passado da idade de adoção ou por não preencherem requisitos para adoção.

Foram raras as vezes em que eu não soube como terminar um artigo. Sempre fui boa em fechamentos, mas este é um artigo que não sei bem como encerrar. Talvez porque o tema seja inesgotável, porque tenha tantas possibilidades que se torne difícil por um ponto final. Então, deixo a você leitor(a) o comentário final. Fique à vontade para opinar, clicando aqui.