Flávio Bolsonaro foi intimado em 7 de janeiro para depor no caso Queiroz. Só então, ele descobriu que já estava sendo investigado desde meados do ano passado, seu sigilo bancário também já fora quebrado há meses sem autorização judicial e mais algumas irregularidades que o obrigaram a questionar os procedimentos ilegais desta ação. Imediatamente a mídia se aproveitou para divulgar documento assinado por Luiz Fux e acabou convencendo os leigos de que Flávio teria pedido interrupção das investigações contra Queiroz e teria se utilizado do foro privilegiado. Neste artigo, eu mostro a VERDADE e ângulos que não se divulgou ainda.

Flavio Bolsonaro – Foto: Internet

Em primeiro lugar, Flávio não poderia ter apelado ao foro privilegiado porque este “privilégio” existe para parlamentares investigados e no exercício do mandato, e não para parlamentares eleitos e já diplomados. No caso, Flávio, ele está em fase de transição, não tem este direito como deputado e só passará a ter este privilégio como senador após assumir o cargo, o que deverá ocorrer em primeiro de fevereiro de 2019.

O pedido de liminar que tanto tem acirrado os ânimos dos que se deixam levar pela “grande mídia” não menciona, em nenhum momento, o Sr. Fabrício Queiroz ou terceiros, como pode ser atestado na leitura do documento e na decisão do Ministro Luiz Fux. Portanto, Flávio Bolsonaro não entrou no STF com pedido para suspender a investigação contra Queiroz. O pedido foi para defender-se de uma ilegalidade que vem sendo cometida contra ele por parte do Ministério Público do Rio Janeiro. Ele questiona procedimento investigatório baseado em informações que deveriam ser protegidas e são obtidas de forma ilegal pelo D. MPE/RJ junto ao COAF sem qualquer crivo judicial. Flávio usou seu direito, que também é direito de qualquer pessoa de bem, de defender-se contra um procedimento investigativo ilegal. Talvez a falha tenha sido o fato de a defesa de Flávio não ter ingressado com o pedido no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, onde Fvio Bolsonaro ainda é considerado deputado estadual, neste caso, se o pedido fosse negado pelo TJ, caberia algum recurso ao STJ ou STF. Ao ingressar diretamente no STF, segundo análise do site Crítica Nacional, além de tecnicamente errada, gerou um potencial de ônus político, amplamente explorado pela imprensa e pelos nossos inimigos na esquerda, que poderia ser evitado.

Interrupção de investigações:

Outro ponto bastante frisado pela mídia é o suposto pedido de Flávio para interromper investigações e anular provas do caso Queiroz. Aqui são muitos os equívocos. O documento assinado pelo ministro Luiz Fux, solicita ao STF suspensão de todos os atos de investigação em curso, ATÉ QUE SE DECIDA acerca da competência do STF para processar e julgar o presente feito. Provavelmente pelo fato do documento ter dado entrada no STF e não no TJ especificado anteriormente. A suspensão também é sugerida até que retornem do recesso, o que ocorrerá em 02/02/2019, ou seja, é uma interrupção momentânea e se refere ao caso Flávio Bolsonaro. Em nenhum momento, Queiroz é citado neste documento. As provas a que se refere não foram encontradas, apenas o questionamento é em relação aos meios usados para obtenção de provas, a paralisação se deve também ao fato de se exigir que o reclamante, no caso, Flávio, seja ouvido e possa provar a ilegalidade do ato pelo TJRJ.

Quem não deve, não teme:

Esta frase tem sido frisada por esquerdistas e por eleitores impacientes de esperar pelo dia 2/2 quando, é provável, será agendada a data para depoimento de Flavio Bolsonaro. O que se precisa entender é que a situação é delicada. Uma conta foi invadida e uma investigação iniciada sem que houvesse um mandato oficial. O ato envolve um senador eleito e filho do Presidente da República. Qualquer passo que ele der considerado errado poderá prejudicar muito a gestão do presidente e o próprio Brasil. Há quem alegue que Flavio já deveria ter se apresentado voluntariamente para depor. Se ele fizesse isso, poderiam acusá-lo de estar intercedendo pelo Queiroz, ou seja, de qualquer forma, poderiam criticá-lo. Quanto as afirmações de que Flavio teria movimentado 96 mil em um único dia em depósitos de dois mil reais. Por um lado, pode ser um indicio de “movimentação atípica”, por outro lado, há alegações de que caixas eletrônicos só aceitam R$2.000,00 por envelope e que os depósitos citados, no caso, os 48 depósitos na conta do Flávio teriam sido efetuados num prazo de 2 meses. Tudo isso precisa ser levado em conta e o mais prudente é mesmo aguardar o dia 2/2/2019 para verificar os acontecimentos e, ai sim, tirar conclusões.

Depósitos suspeitos:

Diante de acusações feitas por parte da mídia, Flávio Bolsonaro concedeu entrevista exclusiva ao Domingo Espetacular, da Record TV, explicando que o pagamento de R$ 1.016.839 refere-se a um título bancário da Caixa Econômica Federal de um apartamento que ele comprou. Inicialmente, ele fez o pagamento das parcelas do imóvel a uma construtora, mas depois quitou o restante da dívida diretamente com a Caixa, que era a responsável pelo financiamento da obra. Quanto aos depósitos, ele vendeu este mesmo apartamento, recebendo uma parte em dinheiro, pelo fato do limite do banco ser de R$ 2,000.00, ele teve que fazer 48 depósitos para a própria conta. Outra entrevista também foi concedida a Boris Casoy na Rede TV as 23 horas deste domingo, dia 20/01/2019, em que ele abordou estes temas e elucidou tudo. Inclusive se afirmou, de novo, ao dispor para depoimento desde que definam ONDE ele deverá depor, já que ele não teve tempo de verificar isso. Tão logo recebeu a intimação do dia 7, ele passou a receber um verdadeiro bullying sem tempo para defender-se. Vale lembrar que Flávio é também empresário, tem franquia do  Chocolate   kopenhagen e, como tal, também faz movimentações bancárias.

 

E o Queiroz?

Fabrício Queiroz – Foto: Internet

Em relação às supostas movimentações bancárias atípicas do Queiroz, caso se prove ilegalidade ou quebra de decoro parlamentar por parte de Flávio, obvio que tem que ser investigado e até punido, mas o que ele e todos que tem bom-senso questionam é que as investigações devem ocorrer nos termos do devido processo legal. E não da forma ilegal como tem ocorrido. Há também que se frisar que o Queiroz movimentou 600 mil em entradas e 600 mil em saídas de dinheiro. Valor que não chega a ser tão assustador ou atípico como se divulga exaustivamente.  Outro ponto importante é que a mídia e movimentos esquerdistas têm dado muita ênfase ao caso Queiroz e nenhum destaque para outros envolvidos como é o caso da Elisângela (Assessora de André Ceciliano PT). Só ela (Elisângela), movimentou 26 milhões. No total, quatro servidores de Ceciliano, Elisangela Barbieri; Carlos Alberto Dolavale, Benjamim Barbieri e Ana Paula Pereira Alves somaram 49 milhões movimentados. Esta é só uma das muitas investigações que estão paralisadas e nada divulgadas pela mídia, enquanto o Queiroz e Flávio Bolsonaro recebem um verdadeiro bullying.

Lembrando que há dois fatores importantes: Primeiro, Queiroz está com câncer, ou alega estar e, no momento, internado. Segundo, até o momento da publicação deste artigo, não houve nenhuma evidência material inequívoca apresentada pela acusação que dê indícios sólidos de quebra de decoro ou ilegalidade cometida por Flávio. Ou seja, até o momento, Flávio é inocente. Inclusive, ele próprio já concedeu entrevista ao Jornal da Record, único veículo que se dispôs a entrevistá-lo sem divulgar conclusões precipitadas. Neste entrevista ele esclareceu os boatos e distorções. E se disponibilizou, de novo, a ir depor ONDE FOR SOLICITADO, ou seja, ele está aguardando que o intimem a depor onde for preciso e esclarecer este fato.

Quanto a afirmação de que Flávio teria pedido cancelamento das supostas provas encontradas. O que Fux cita é “reconhecimento da ilegalidade das provas que instruíram o PIC 2018.00452470 e de todas as diligências de investigação determinadas a partir delas” “procedimento e de declaração de ilegalidade das provas que o instruíram, alegada pelo Reclamante”. Isso significa que, por ter sido conduzido de forma ilegal, pode-se entender que provas que poderiam ser levantadas também seriam ilegais e até plantadas. A suspensão é solicitada até que o reclamante seja ouvido e PROVE o que afirmou no documento citado.

Em resumo, Flávio está agindo como qualquer pessoa agiria, eu mesma agiria assim se soubesse que meu sigilo bancário foi quebrado e minha vida foi investigada sem que eu tivesse nenhum conhecimento e sem um mandato oficial. O restante é um grande devaneio ou mesmo um plano esquerdista para afastá-lo da posse que ocorrerá em 01/02. Em alguns dias, Bolsonaro será operado de novo, Mourão é inexperiente, Flávio sofrendo este bullying, alguns amalucados já estão circulando mensagem acusando Carlos Bolsonaro de ser gay e morar com o primo, com quem ele teria um caso. Tudo isso faz parte de um plano para enfraquecer a família, enfraquecer o governo e mostrar que a grande solução é a esquerda voltar ao poder. Só que NÃO!!!

Quem quiser continuar acreditando na mídia corrompida, comprada e inútil, fique à vontade. Quem quiser acordar de vez, pare de dar crédito a esta mídia inútil, busque informações oficiais e verídicas, pare de criticar qualquer frase ou ato, mire nas boas ações que estão ocorrendo, como exemplo, contratos sem licitação que estão sendo barrados livrando milhões de reais dos desvios, Investigação no BNDES expôs ontem o desvio de um trilhão de reais pelo PT, entre diversos países beneficiados com o dinheiro brasileiro, Angola,Argentina, Costa Rica e Cuba encabeçam a lista que soma 460 milhões de dinheiro público brasileiro desviado, delação de Palocci hoje detalha esquemas e propinas para Dilma e Lula, também desviaram outros bilhões. Já que os noticiários brasileiros só divulgam o milhãozinho “atípico” do Queiroz e o possível envolvimento de Flavio Bolsonaro neste esquema do “milhãozinho” e esquecem de divulgar este enorme desvio de dinheiro ocorrido na gestão Lula/Dilma, Cabe a nós que estamos, de fato, acordados, buscar e noticiar as boas ações, a grande limpeza que está ocorrendo no país. Se  Flavio e Queiroz movimentaram mesmo alguma quantia ilícita, serão julgado de acordo com a Lei, mas vamos nos fixar nos grandes desvios que quebraram o Brasil e precisam ser punidos, noticiados e recuperados. Deixemos o julgamento do Queiroz  para os homens da Lei e para D-us (Deus).

Saiba mais:

Entrevista concedida a Boris Casoy:

Entrevista concedida ao Domingo Espetacular:

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Advogado analisa ocorrências com Flavio Bolsonaro, assista:

Especificação dos desvios do BNDES, inclusive noticiado em jornal americano

Entrevista de Bolsonaro na Itália:

Documento assinado por Fux suspendendo TEMPORARIAMENTE investigações, clique aqui

Leia o artigo  “Põe o Queiroz na roda”, clique aqui

Leia artigo Crítica Nacional, clique aqui