Estava escrevendo um artigo justificando as fake news sobre os índios quando surgiu a polêmica quanto ao filho do Mourão. Então percebi que a solução não é ficar rebatendo tudo que a esquerda (incluindo a mídia) planta. É cortar o mal pela raiz. É isso que farei neste artigo. Leia, tire suas conclusões e comente.

Foto: Dreamstime

Antes de abordar o principal tema, tenho que citar. Sou uma privilegiada porque tive oportunidade de ser pioneira da TV brasileira e da música mundial. E, diante de acidentes gravíssimos, desenganada pela Medicina, eu mesma fui estudar, me auto curar, detectei um novo distúrbio e ainda criei um método terapêutico para ajudar outras pessoas. Todo este estudo e experiência me fazem hoje atuar bem em diversas áreas. Uma das áreas em que me destaco, o Jornalismo Investigativo não só me auxilia em minhas pesquisas científicas como me ajudou a pagar contas e até hoje, mesmo eu não exercendo profissionalmente, me proporciona escrever com segurança sobre este tema que discorrerei agora.

Muitos estudos sobre o comportamento humano mostram que não importa como um fato ocorre, a percepção de cada um é que decidirá se o fato será bom ou mal. Há inúmeros casos de irmãos, até mesmo gêmeos, que diante da mesma educação e orientação, seguem rumos diferentes e até divergentes. Há quem justifique a criminalidade, por exemplo, como falta de oportunidade. No entanto, fatos mostram que diversas pessoas submetidas aos mais estressantes desafios, mantém suas convicções, enquanto outras, que aparentemente tem tudo, se rendem ao primeiro desafio enfrentado. Isso é índole e nada tem em comum com o ambiente. Embora o ambiente influencie, é a essência de cada um que conduz seus pensamentos, sentimentos e ações. Esta essência pode ser entendida como o inconsciente.

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Não entrarei em detalhes, mas de forma simplista, no inconsciente estão armazenadas as informações que nos foram passadas mas que estão reprimidas, são memórias, traumas, desejos reprimidos etc. A Psicanálise estipula que, para se ter acesso a este inconsciente, é necessário terapia e técnicas específicas. Porém, eu afirmo que há outras formas de se acessar este inconsciente ou, no mínimo, o subconsciente que está logo abaixo da consciência e é de fácil acesso, diante de algum estímulo. Aqui entra o trabalho, quase sempre sujo, da imprensa e dos meios de comunicação em geral. É neste ponto que se produz novelas, documentários tendenciosos e, entre outras produções, os noticiários. Tudo é conduzido de tal forma que o expectador (ou leitor) se encontra obrigado a acionar suas memórias, se identificar de alguma forma com uma das personagens ou associar uma notícia a algum fato ocorrido com ele mesmo ou algum conhecido e se colocar como defensor de algo que nem sequer sabe se é verdade, mas leu na revista X ou assistiu ao “conceituado” programa Y.

Mourão e o nepotismo (?)

Filho do Mourão
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Analisemos o caso mais recente, a promoção do filho do General Mourão. O fato é o seguinte: Em junho de 2018, o Sindicato dos Bancários publicou artigo intitulado Remuneração milionária de Executivos em que anunciava:Fecha a fila o Banco do Brasil. O diretor Paulo Caffarelli recebeu R$ 1,7 milhão em 12 meses. A renda média dos 45 altos dirigentes entre vice-presidentes (12) e 27 diretores, além dos membros do Conselho Fiscal, ficou em R$ 1,2 milhão.” Com a abertura, já em andamento, do BNDES era preciso achar a “bola da vez” para desviar a atenção do povo. Dai pode-se até suspeitar que o filho do General Mourão tenha sido promovido para servir como bode expiatório, mas friso que isso sou eu que estou deduzindo. 

A realidade é que Antonio Hamilton Rossel Mourão, filho do General Mourão, é servidor de carreira do banco do Brasil há 18 anos, já atuava como assessor da diretoria de Agronegócios do banco e auxiliará Rubem Novaes nas questões vinculadas ao setor, no qual tem pós-graduação. Ele não recebeu um aumento ou “salto” ele foi promovido e o salário deste novo cargo foi reduzido de aproximadamente 100 mil para 36 mil. Se analisarmos em relação ao salário atual dele, de fato, ele teve um grande aumento. Mas, se analisarmos pelo salário do antecessor dele, o filho de Mourão teve uma promoção mas com redução de salário. Não foi aumento, foi uma REDUÇÃO. Óbvio que isto não foi noticiado desta forma, aliás foi até desmentido pela considerada “grande mídia” que distorce tudo.

Além disso, esta notícia distorcida esbarra em outra importante e deixada de lado. Em 13 Novembro de 2018, o Jornal Estado de São Paulo publicou artigo relatando Nos governos do PT, o Banco do Brasil passou por uma ampliação de sua estrutura de comando. Além de nove vice-presidentes (salário de R$ 61,5 mil cada) e 27 diretores (R$ 47,7 mil), a instituição criou 11 cargos de gerente-geral (R$ 47,7 mil) – a ampliação de diretorias para abrigar funcionários sintonizados com os partidos de sustentação do governo exigiria uma complexa mudança estatutária. As remunerações estão acima do teto do funcionalismo público de R$ 33,7 mil. Os cargos de gerente-geral e diretor podem indicar, em média, quatro gerentes executivos, função com salário de R$ 36,3 mil. O gerente executivo indica em média quatro gerentes de soluções, com remuneração de R$ 24 mil cada. Todos os cargos descritos recebem ainda, a cada seis meses, entre dois e três salários por Participação nos Lucros e Resultados, o PLR. Assim, a folha mensal de pagamento de salário dos 1.048 ocupantes de cargos executivos do banco tem um gasto total de R$ 28, 9 milhões.”

O grande debate promovido em torno do filho de Mourão afasta a discussão principal sobre estes mais de mil funcionários e outras irregularidades no Banco do Brasil. Segundo o professor de Direito Público na Fundação Getúlio Vargas (FGV), Carlos Ary Sundfeld, a indicação do filho de Mourão não se enquadra nos casos em que a Justiça considera nepotismo, pois o funcionário não foi indicado pelo pai para exercer cargo na mesma instituição pública. O critério é uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), de 2008, sobre o assunto. Sundfeld completa: O Banco do Brasil e a União federal não são a mesma pessoa jurídica, então, rigorosamente, pela súmula do Supremo, não há uma proibição” “No caso concreto aí, o vice-presidente não tem poder formal nenhum, não é ele que nomeia. Seria uma coisa muito indireta. De qualquer modo, não dá para ficar especulando sobre as razões que fazem o presidente do Banco do Brasil escolher um dos funcionários de carreira do banco para ser assessor.

Este é o fato, inclusive comentado por um professor de Direito Público. Porém, a imprensa está divulgando exaustivamente que ele foi escolhido por ser filho do Mourão e que terá aumento de salário. Sim, de fato, o salário dele como funcionário aumentará de R$ 12.000 para R$ 36.000. Mas o cargo que ele exercerá terá uma REDUÇÃO significativa, de R$ 100,000 para R$ 36,000. Se a imprensa divulgasse a notícia correta, não só evitaria muitos mal-entendidos como facilitaria o governo, já que a intenção de todos é ou deveria ser um Brasil melhor e mais justo para todos.

Cortinas de fumaça:

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A cada dia surgem novos “focos” causando pequenos incêndios. Uma única frase dita pela ministra Damares, o filho do Mourão recebendo promoção. E, entre outras “cortinas de fumaça”, a “luta” pelas minorias como LGBT, índios entre outras minorias é compartilhada em vídeos editados profissionalmente e títulos escolhidos estrategicamente. Estes viralizam com facilidade. Enquanto isso, diversas notícias que deveriam ser divulgadas acabam restritas a pequenos grupos mais antenados.

Como exemplo, temos:

Pedro Guimarães, novo Presidente da Caixa afirma “Uso de FGTS e poupança para financiamento imobiliário chegou no limite, para continuar a expandir o crédito imobiliário, será preciso vender crédito da carteira da Caixa;

O governo de Jair Bolsonaro deve promover uma abertura nas áreas de pesquisa e exploração de urânio, atividades que, segundo a Constituição, são monopólio da União;

Dólar fecha em queda e Bolsa bate novo recorde, com alta de 0,36%;

Depois do Ceará, Espírito Santo e Pará resolveram pedir socorro a Sérgio Moro… E aqui fica o alerta, tudo isso é planejado para “ocupar” Moro e desviá-lo da sua principal ocupação, além de desestabilizar o governo como um todo. Afinal, as polícias destes Estados é que deveriam ser acionadas e não a Força Federal.

Estas e outras tantas notícias que deveriam ter destaque ficam relegadas a décimo plano enquanto circulam as falácias. E, antes de finalizar este que pretende ser um artigo curto, preciso reafirmar:

Como citei no início, eu sou pioneira da TV brasileira e da música mundial, sofri alguns acidentes gravíssimos, fui desenganada por equipes médicas, não só me recuperei sozinha como pesquisei muito, detectei um novo distúrbio, criei nova técnica terapêutica e até já apresentei isso tudo em diversos congressos médicos internacionais, incluindo em Harvard Medical School. Sabe por que ninguém sabe disso? Porque a “mídia” se recusa a divulgar verdades. Chegam ao cúmulo de usar os releases que eu e minha equipe enviamos e colocar outros “profissionais” distorcendo o assunto. Porque desrespeitam o direito do público de ter acesso a informações, porque se acostumaram a manipular as pessoas ao ponto de imaginar que todos se rendam aos seus devaneios. Não contavam que grande parte da população pudesse acordar e perceber o engodo. E, por mais que distorçam os fatos e divulguem absurdos, a VERDADE deve prevalecer. Cabe a cada um de nós ter consciência, lutar para divulgar verdades e conquistar um país melhor para todos.

Começando por checar cada notícia, verificar fontes, intenções e só divulgar quando tiver certeza da veracidade e da importância desta notícia. Se cada suspiro que os novos governantes derem, todos fizerem um estardalhaço, estarão ajudando a esquerda a desestabilizar e façam o que fizerem, só conseguirão atrasar, mas não impedir, a limpeza deste país. Vamos ter um pouco de paciência, anunciar a VERDADE e não notícias plantadas e distorcidas pela mídia corrompida e pelos esquerdistas desesperados e dispostos a tudo para continuarem no poder.

E deixo aqui uma questão para refletir:

Foto: Dreamstime

Para que serve a mídia? Para desinformar a população? Para confundir a opinião pública?

Pobre de quem acredita no que vai ao ar, ou se escreve, em geral, direcionado para desviar/distorcer a realidade. É o que não vai ao ar ou fica restrito a poucos grupos, que, de fato, importa. São os bastidores que revelam as verdades. É o que o público não assiste que deveria ser prioridade. Pense nisso quando for comprar um jornal, ouvir rádio ou assistir TV. Analise os objetivos do veículo de comunicação, reflita sobre as notícias, verifique a veracidade, não seja uma “maria-vai-com-as-outras”, tenha opinião, fundamentação, saiba escolher o que quer ou não quer, o que é relevante, o que, de fato, importa para o bem de todos. E não para defesa de uma elite.

Para quem está acordado, a questão que fica é:  Enquanto todos discutem sobre o filho do Mourão, inúmeros fatos importantíssimos ocorrem sem repercussão. Isso mesmo que a mídia podre quer. Um público sonâmbulo discutindo entre si sem perceber a realidade. Entre tantos fatos, como fica a auditoria dos salários em torno de 60 mil para cada um dos 1.048 ocupantes petistas de cargos executivos do banco do Brasil num gasto mensal total de R$ 28, 9 milhões?

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