Bolsonaro foto pública Internet (acervo pessoal)

Desde que comecei a votar, acho que foi no final da década de 1970, é a primeira vez que assisto a uma eleição interminável. Uma imprensa corrompida, em sua quase totalidade, plantou notícias das mais descabidas e, o pior, segue tentando manter as aparências e as notas que plantou sem um único sinal de arrependimento. O adversário, por sua vez, continua aparecendo na mídia, opinando, inclusive sobre as escolhas do Presidente eleito. E, quando cito adversário, friso que, com ele, estão diversos “aliados” que, juntos, formam um coro desafinado, porém unido pelo mesmo ideal, atrapalhar o máximo que puder a nova gestão. Para atrapalhar também já se criou a “resistência”, em sua maioria formada por artistas, alguns que nem moram no Brasil e alguns defensores das invasões de terras como o caso de Boulos que, sendo filho de um médico que leciona na USP e parece ser referência em Infectologia, poderia tranquilamente ceder suas propriedades para os que tanto necessitam, deixando de lado as invasões, porém, segue decidido a ‘RESISTIR”. Vale lembrar que a “resistência” vai contra o povo de bem e o próprio país, já que promete dificultar bastante a iniciativa de tirar o país do atoleiro em que se encontra.

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Em meio a esta “resistência” em nome de uma democracia que nunca vivemos aqui no Brasil, tenta-se camuflar fatos importantes como a dívida que o Brasil tem até 2060, 80 % das empresas fechadas, insegurança pública, Saúde deficiente e Educação precária, incluindo uma doutrinação criminosa nas escolas e, em especial, em Universidades Federais onde, sob pretexto de “formar pensadores”, informam-se apenas a versão esquerdista dos fatos e transformam os jovens em marionetes do Sistema. Enfim, um país sucateado. Em paralelo, políticos corruptos, alguns que foram até terroristas no passado, são “vendidos” como pobres perseguidos, “presos políticos”. E há quem acredite nestas falácias…

Não bastasse tudo isso, surgem sites e páginas que satirizam a situação, alguns publicam notas tão bem produzidas que chegam a ser confundidas com verdades. E seus posts são compartilhados, viralizando. Da mesma forma, posts e vídeos de ameaças ou de planos da esquerda para minar o governo, que nem começou, também são compartilhados até pelos eleitores de Bolsonaro, como uma forma de “alerta”. Só que, além de não alertar nada, isso desgasta e desanima quem, de fato, quer um país melhor para todos.

A Imprensa e alguns que nela acreditam, depois de fracassarem na tentativa de mostrar o Presidente eleito como homofóbico (só defende a inocência das crianças), racista (casado com mulher parda, filha de nordestino negro, tendo seu melhor amigo, um negro, a amizade é tanta que ele é chamado “Hélio Bolsonaro”, sendo cuidado por enfermeiro negro, entre outros), fascista (são muitos os pontos que provam que ele não é fascista, o principal, por ser militar, tem que respeitar a hierarquia, não pode pregar um sistema que cultua um único líder centralizado, ou seja, fascismo é diferenciado das ditaduras militares porque o seu poder está fundamentado em organizações de massas e tem uma autoridade única.) seguem tentando provar que Bolsonaro é corrupto. Eu sempre pesquiso muito antes de afirmar algo. Eu pesquisei Bolsonaro, na ocasião em que foi esfaqueado. Entre outros feitos, ele apresentou mais de seiscentos projetos, todos pelo bem da população. E só dois foram aprovados porque ele não aceitou entrar no “esquema”. Ele foi processado por defender vítimas de estupro, latrocínio e homicídio, enquanto a acusadora (Maria do Rosário) defendia o assassino. Por ai, vai. Ele pode ser meio grosso, até ignorante em alguns pontos, mas ele é honesto, isso ele é. Se levarmos em conta o que a mídia publicou e continua publicando, de fato, ele é mais um. Mas, se procurarmos saber verdades, pesquisando por nós mesmos e buscando fontes confiáveis que divulguem os dois lados da questão e não como a maioria que mostra só o lado que interessa, teremos informações mais consistentes.

Estamos em um momento em que nosso país está sucateado e nosso povo não está tendo direito de sonhar com a melhora, tem que ficar justificando uma gestão que nem começou ainda, tem que ficar se preocupando com ameaças e uma grande torcida contra, antes mesmo da posse do Presidente, que deverá ocorrer em 1º de janeiro de 2019. Só a partir daí teremos ideia real do quanto poderemos melhorar nosso país, todos juntos, acreditando e investindo para o bem de todos. Se daqui a 4 anos, alguém disser que não gostou da gestão de Bolsonaro e sua equipe, tudo bem. Mas dizer isso dois meses antes dele assumir, não faz sentido.

Imprensa foto dreamstime

A imprensa, por sua vez, deveria anunciar, com bom grado, as diversas empresas que, motivadas pela eleição de Bolsonaro, já anunciaram investimentos no Brasil, para 2019. Porém, seguem anunciando justo o contrário. Da mesma forma, o Teleton que este ano teve arrecadação recorde, provavelmente pelo telefonema do Presidente e seu pedido público para que todos doassem, ao menos, cinco reais. Enquanto Sílvio Santos declarava que, em mais de vinte anos comandando esta arrecadação, foi a primeira vez que um presidente ligou para participar e colaborar nas doações. Que bom seria a imprensa anunciar isso, mas não! Está empenhada em anunciar que o recorde de arrecadação se deve ao fato dos artistas (os mesmos de sempre) terem participado…

Outro detalhe que precisa ser frisado: o Presidente eleito, por ocasião da campanha eleitoral, foi esfaqueado, passou por duas cirurgias delicadas e até hoje está usando uma sonda de colostomia. Pergunta se os mandantes já foram identificados e devidamente punidos… As investigações parecem estagnadas e ainda o tratam com ironia. A mais recente ironia, beirando a humor negro, atribui-se ao repórter e comentarista Valdo Cruz (mas quem é esse?) que teria comentado logo após uma entrevista com o Presidente: -“Os repórteres vão ter que se acostumar com o jeito Jair Bolsonaro de ser”. A qualquer momento, ele pode dizer: preciso trocar a fralda”. Isso me ofende pessoalmente porque meu pai, durante anos precisou usar sonda e ele foi uma das primeiras vítimas do medicamento falsificado (lembram-se disso?). Sabem o que é gastar fortunas com um medicamento que, na verdade, é só um placebo? E imaginam como é constrangedor, ter que andar com uma sonda que, além de incômoda, exala um cheiro desagradável sim!!! E, no caso do Presidente eleito, invés de atrair ao menos respeito (por ser um sobrevivente) da imprensa, atrair chacotas? Não conheço o tal Valdo e nem assisti ao que ele falou, confesso que captei este comentário de diversos posts em grupos. Em geral eu pesquiso muito, mas penso que deve ser verdade já que muitas pessoas estão comentando isso, afirmando terem assistido, até porque sei bem como a maioria da Imprensa se comporta de forma geral e como tem tratado Bolsonaro.

Estes ignoram (ou querem ignorar) que o país agoniza e deveria haver um maior comprometimento com a recuperação do país. Mas o receio de perder a “mamata”, a Lei Rouanet (artistas), a verba de mídia (veículos de comunicação), a maciota que se esvai, a “zona de conforto”… os move num movimento que, no meu entendimento, tende a dissipar por si só, por não ter consistência, não ter fundamento e por ir de forma contrária ao projeto de salvar o país. Se vamos conseguir salvá-lo, só o tempo dirá, mas posicionar-se contra até a tentativa de reestruturar o país, é mais do que ira, é a demonstração da insanidade. Só os muito tolos acreditarão na mídia daqui em diante. E que a tal “grande mídia” perca mesmo a zona de conforto, que escorregue ladeira abaixo, pagando por todos os releases que os “chefes de redação” jogaram no lixo sem sequer ler, por todas as descobertas ou notícias importantes para a população que não foram ao ar por interesses comerciais ou por esbarrar no “império”, por todas as mentiras e “fake news” que plantaram ao longo de tantos anos de desinformação da população. Agora que despenquem e, quanto mais espernearem, mais rápido despencarão… 

Foto: Divulgação (captada na Internet)

Enquanto isso, nós, cidadãos de bem, que queremos e lutamos por um país melhor e mais justo para todos, temos direito de comemorar a vitória, de aguardar por dias melhores, de voltar a sonhar com um futuro de paz e prosperidade. É bom receber mensagens dos mais velhos, (com seus setenta ou oitenta anos) mostrando suas relíquias (carros, comerciais e outras recordações) dos anos sessenta/setenta. É animador ouvir novamente os hinos que cantávamos nos pátios de nossos colégios em nossa infância. É bom saber que, agora, somos uma grande família, unida pelo mesmo ideal. A esquerda precisa entender que, durante mais de trinta, aguentamos todos os tipos de malignidade, tivemos desvios incalculáveis do dinheiro público, em todas as gestões, tivemos inversões totais de valores, ideias e ideais, tivemos todo tipo de crise, tivemos até racionamento de energia (Crise do Apagão, causada por falta de planejamento e investimentos em geração de energia que durou entre 1 de julho de 2001 e 19 de fevereiro de 2002, durante o 2º mandato de Fernando Henrique Cardoso, depois disso, outros apagões ocorreram com frequência e ainda ameaçam ocorrer porque nestes anos todos nada foi feito para resolver esta crise), e assistimos nosso país se deteriorar em todos os sentidos. Agora, um Presidente eleito pela maioria, tem todo o direito de assumir e conduzir o país de forma mais justa, honesta e sensata. O povo que o elegeu tem todo o direito de comemorar a vitória e esperar por dias melhores. As crianças têm direito a uma infância sadia e precisam aprender que o crime não compensa, que criminosos são julgados e presos e não podem, em nenhuma hipótese, ser tratados como heróis ou injustiçados. Os que gritam histéricos “vai estudar História” tem que se calar e dar lugar a quem “viveu a História” e a quer de volta porque foi a melhor época de nossa vida. Quem continua discordando e querendo “resistir” deve procurar outro lugar para viver porque o Brasil é dos brasileiros de bem que, independente de religião, raça ou poder aquisitivo, querem uma vida digna, um país respeitado, onde vale a pena viver, acreditar e investir.

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Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) é Multiterapeuta, Especialista em Medicina Comportamental, Especialista em Psicopedagogia, Especialista em Neuropsicologia, Bacharel em Artes Visuais, com Licenciatura Plena em Artes Cênicas e Magistério (Pedagogia). É também Psicanalista, Jornalista, Dramaturga, Escritora e Palestrante nacional e internacional. Pioneira da TV brasileira e da Música mundial, foi a primeira criança no mundo a gravar um vinil com apenas dois anos e nove meses e lançá-lo ao completar três anos. Também foi a primeira cantora a ter uma música censurada durante o Regime Militar, porém, entende que não foi uma “vítima da Ditadura”. Foi, sim, uma criança utilizada por um professor esquerdista para divulgar uma música de protesto. Hoje com 57 anos, Anna reconhece que, depois de diversas fases de vida, sem dúvida, sua melhor fase (assim como a de muitos brasileiros) aconteceu durante o Regime Militar. E, sempre comprometida com a verdade, busca trazer ao público, temas e abordagens não divulgadas pela “grande mídia”.

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