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Depois da tempestade vem a bonança (ou será a resistência?)

Pela primeira vez em quase dois meses, eu respiro aliviada. Desde o atentado, em 6 de setembro, eu larguei tudo, parei de responder e-mails, de enviar minha newsletter semanal, perdi prazo para palestrar em dois congressos nacionais, interrompi contatos internacionais, até abri mão de ser homenageada no Prêmio Magnífico do Nordeste, por não poder me deslocar até lá. Fui chamada de mentirosa, fascista e racista por amigos, que se foram renegando muitos anos de amizade, mas também convenci alguns esquerdistas a vir para nosso lado, emendei dia e noite, voltei a escrever artigos e mensagens reflexivas sobre política e voltei à militância que eu tinha largado em 1986…

Tudo isso para colaborar com a campanha mais simples e desorganizada que já presenciei. Sem um comitê, sem um escritório, sem material impresso, sem telefone fixo, com o povo agindo cada um à sua maneira, mas todos empenhados em livrar nosso país da corrupção, salvar nossas crianças do abuso, trazer nova esperança ao povo que já não aguentava mais tanto desemprego, tantas falências, tanta derrota, tantos roubos, tanta impunidade e, tudo isso, assistindo nosso povo e nosso país sendo tratados com tanto desdém por países mais desenvolvidos… E, mesmo sem dinheiro, com a mídia contra, com adversários inescrupulosos, ainda assim, continuamos unidos e acreditando que este homem que parece rude e até uma ameaça para alguns, no fundo, é sensível, luta pela igualdade, união e bem-estar de todos. E, pasmem os incrédulos, tem o melhor plano de governo que já li porque não promete nada impossível, busca nas soluções simples, a melhoria de vida para todos os brasileiros sem distinção, todos em igualdade.

 

Este homem me fez lembrar meu pai, também militar, que atirava muito bem e, em vista disso, ninguém se atrevia a nos fazer mal. Após a morte dele, saquearam a casa em que ele morava, roubaram inclusive as armas dele (que até hoje devem estar servindo ao crime) e, com apenas duas assinaturas, nós perdemos toda a herança que ele deixou. É assim que ficam as mulheres e filhos que perdem o homem da casa. Ele também me fez lembrar que eu fui assaltada à mão armada por duas vezes e passei um ano fugindo de um ex que me perseguia e ameaçava me matar por não aceitar o fim da relação. E, em todas estas vezes, foi a POLÍCIA que eu chamei para me ajudar. Por isso, em nenhum momento eu tive dúvidas em escolher o militar e não o bandido. Por isso eu não me importei em perder os “amigos” que defenderam um corrupto que, em um país sério, sequer poderia se candidatar, muito menos insultar um homem de bem…

Mas tudo isso é passado. Agora é arregaçar as mangas e iniciar a reconstrução. Será difícil. Uma dívida astronômica comprometendo a economia do país até 2060, 80% do comércio fechado, 14 milhões de desempregados oficiais, além de inúmeros extraoficiais, saúde e educação caóticas e a segurança inexistente. Tudo isso requer medidas imediatas e ainda há incompreensão e até repulsa de uma parcela da população que preferiu acreditar na mídia e na concorrência desleal que plantou a imagem de um monstro. Aliás, cabe a esta mesma mídia, se tiver vergonha na cara, desfazer bem rápido esta imagem deturpada que fixaram na mente dos desavisados. Faça ou não a mídia um papel decente, desfazendo o que criou, penso que é uma minoria, em média 25% da população que o repudia, mas é uma porcentagem “do barulho”, do tipo que invade propriedades, destrói tudo queatrapalha” seus objetivos, faz ameaças, incita discórdia, planta mentiras e “fake news” e ainda o acusa de fazer tudo isso. Ou seja, uma minoria que sabe incomodar muito. Quando cito minoria, é porque não acredito no resultado de apenas 55% de votos. Por onde passo, noto que, a cada dez pessoas, sete são a favor e votam no Bolsonaro, duas no adversário e uma prefere anular o voto. Por isso, calculo que ele tenha tido aproximadamente 70% de votos válidos, ou, na ponta do lápis, levando em conta que, de cada dez, nove votam válido, o nove vira cem por cento e ele venceria então com aproximadamente 80%. Me expliquei bem? Os resultados anunciados foram para justificar o grande impasse que a própria mídia criou e para dar a impressão de divisão da população. Assim fica mais fácil mostrar a guerra que, provavelmente, terá início com a “resistência”. Com a desculpa de lutar pela “democracia”, que há muitos anos não temos, poderão justificar qualquer barbárie de que sejam capazes.

Se você está se perguntando “como assim, não estamos numa democracia???” Leia meu estudo aprofundado sobre Democracia e Ditaduras, clique aqui.

Finalizando, com todos os problemas que citei acima, será difícil, mas o povo continuará lutando ao lado do Presidente. E acreditando, com muita fé, muita força, união e honestidade, teremos sim, um novo Brasil. Apesar da “resistência” preocupada apenas com sua “essência”, o povo unido buscando o bem de TODOS, colocando o país acima de tudo e D-us (Deus) acima de todos, vencerá. Já venceu! E assim é.

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