Este artigo foi escrito durante a campanha eleitoral 2018. Agora que a campanha se encerrou, atualizamos o artigo para facilitar a leitura e entendimento do tema.

Esta campanha presidencial foi a mais conturbada de todos os tempos. Tanto que um único candidato acabou concorrendo com ele mesmo. Depois da campanha do “ele sim”, “elenão”, as pessoas se dividiram entre as que o apoiam porque entenderam suas boas intenções e as que preferiram votar num candidato que responde a 32 processos (desde maus tratos a animais até lavagem de dinheiro), foi o pior prefeito que São Paulo já teve e, como Ministro de Educação, também foi péssimo, do que votar no que lhes parece um monstro.

Com uma acirrada campanha da mídia contrária a ele (até porque ele ameaçou que, ao ser eleito, cortará a verba que a mídia recebe do governo para desinformar a população, em outro vídeo, ele diz que pagará só o justo e não as fortunas que a mídia recebe), conseguiu-se criar uma figura odiosa, asquerosa, que ameaça tomar o 13º salário, ameaça tirar as pensões, acabar com a democracia (como se estivéssemos numa democracia!), acabar com os índios, as mulheres, negros, gays e torturar de todas as formas o povo brasileiro.

Ocorre que, se alguém de fato quisesse fazer tudo isso (e acredite, há quem queira), não falaria de forma tão óbvia, certamente, colocaria com belas palavras, numa fala mansa, os planos  de terror. Então, de imediato, quem consegue raciocinar isento do bombardeio midiático e dos partidos políticos,  já percebe que o candidato (agora eleito Presidente) apontado como ameaça é nada menos do que o reflexo do outro (ex) candidato. O outro, com mestrado, doutorado, terninho, viajando de jatinho e andando num carro mais caro do que a casa de muitos dos seus eleitores, fala mansinho, tão mansinho que muitas pessoas não percebem que quem orientou este candidato é um campeão de corrupção, tendo se tornado riquíssimo às custas da ilusão do povo, o Lula que, no momento, está preso, mas a principal meta da quadrilha foi (e ainda é) solta-lo, assim como grande parte dos presos para “aliviar a superpopulação carcerária. O Plano de Governo de Haddad foi o mais assustador que já li. No entanto,  descrito com palavras tão “meigas”, é preciso ter muita experiência em política para entender o quanto é maligno. Publiquei uma comparação de planos neste mesmo blog, clique aqui.

Mas vamos à  polêmica sobre sexualidade. No meu entendimento, deveriam nomeá-lo “Kit estimulação precoce de sexualidade”, seria melhor entendido pela maioria. Porém, o nome que mais se propagou foi “Kit Gay” e acabou sendo visto por parte da sociedade como preconceito  de evangélicos e outros religiosos, mas a verdade é que o  tal “Kit Gay” que, graças a manobra da mídia e dos concorrentes,  pareceu apenas um devaneio do pobre candidato, agora eleito Presidente (que já foi até esfaqueado e ninguém da concorrência respeitou isso). Acontece que este kit (independente de chamá-lo Kit Gay ou qualquer outro nome) não só existiu, como ainda existe em diversas escolas. E mais, não é só o material sobre sexualidade (homo e hétero), há também um livro que ensina até a fazer penetração e outro com um conto de fadas em que a menina é pedida em casamento pelo próprio pai. Ao ser recusado, ele prende a filha num castelo. Quando ele resolve tirá-la de lá, é tarde, ela já está morta. Tudo isso voltado ao alunos a partir dos seis anos, em sua maioria dos seis aos dez anos, sendo que os vídeos, ao que se saiba, foram exibidos a pré adolescentes e adolescentes, entre onze e quinze anos.

Todo este maravilhoso e educativo material foi criado e editado pelo MEC e autorizado pelo ministro da educação, Haddad, este mesmo que agora é o (ex) candidato santinho. Sem mais delongas, assista aos diversos vídeos do “Kit Gay e Cia”. Em 2011 houve uma suposta proibição da distribuição, mas este material já estava em diversas escolas e bibliotecas. Há relatos de professores que sobre isso. E até hoje, 2018, há professores afirmando que ainda se encontra este material em suas escolas.  Assista aos vídeos complementares e tire suas conclusões.

Reportagem  Jornal da record

Outra reportagem sob outro ângulo

Como o tema foi discutido no Congresso Nacional (você se surpreenderá com esta discussão) 

Ex professor comenta de forma aprofundada sobre o kit e sua distribuição nas escolas

Conto de fadas macabro, completa o kit

Bolsonaro demonstra um dos livros do kit

Mais uma comprovação da comercialização do polêmico livro (enviado via facebook)

Vídeo sobre o livro Aparelho sexual e Cia e a polêmica capa com um garotinho de cinco anos vestido de princesa

Neste vídeo, Fátima Bernardes mostra um beijo gay para adultos e, na sequência, para crianças aparentando entre cinco e oito anos. Assista e tire suas conclusões

 

Ideologia de gêneros na Europa. Confira neste vídeo, publicado na página Culhões & Consciência e divulgado por Bia Kicis