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Archive for maio \26\UTC 2018

Reflexão sobre o momento (de greve) que vivemos

26 de maio de 2018 Deixe um comentário

This reflective thinking is a little old (2013), but still current … Let’s to think about this?
Este pensamento reflexivo é um pouco antigo (2013), mas ainda atual… Vamos refletir?

 

Greve de caminhoneiros reflete a real importância das profissões

24 de maio de 2018 2 comentários

Foto do site Dreamstime retratando um congestionamento (não é da greve de caminhoneiros)

Enquanto a greve dos Caminhoneiros de todo o Brasil chega ao quarto dia, anunciam-se que combustível já falta em alguns postos, alguns hospitais suspendem procedimentos; ônibus operam com frota reduzida; excesso de carros nas ruas gera intermináveis congestionamentos (enquanto houver combustível para isso), há desabastecimento de supermercados e comércio em geral; já se cita a possibilidade de racionamento de energia em RO e de falta de água no RJ, o que pode se estender a todo o Brasil. Segundo a ABPA, animais transportados como “carga” também passam fome em bloqueios rodoviários há mais de 50 horas.

A greve acontece em protesto contra a alta no preço dos combustíveis, o diesel, por exemplo, teve aumento de 50% a partir de julho de 2017. Esta greve, que começou na segunda-feira, 21 de maio, causa bloqueios em rodovias de 22 Estados e no Distrito Federal. Apesar de algumas medidas da Petrobras para negociação de descontos no diesel, os caminhoneiros continuam a greve por não aceitarem os termos da negociação.

Esta greve e suas consequências nos leva a uma reflexão sobre a real importância das profissões. Há tempos, as profissões mais valorizadas têm sido Médicos, Advogados, Engenheiros e outras profissões ligadas ao ensino Universitário, mais ênfase se dá ainda a quem tem um título de Mestre ou Doutor, mas, na prática, a grande verdade é que todos são importantes e uns dependem de outros, queiram ou não admitir isso.

Os caminhoneiros param e, em consequência, param uma série de serviços, os meios de transporte que levam Médicos, Advogados, Engenheiros aos seus locais de trabalho, param de funcionar, se há falta de energia elétrica, os equipamentos caríssimos e sofisticados (em hospitais e empresas) não funcionam e, assim por diante. Da mesma forma, se os agricultores param, desabastecem as casas e hospitais. Os professores que ensinam as diversas matérias e as profissões também dependem de todo este sistema. A Costureira é importante e também depende do tecelão, a tricoteira e/ou crocheteira precisa de quem produz a lã. E assim por diante, e todos precisam de todos. Em meio a tudo isso, animais que são tratados como apenas “carne” sofrem sem alimento e sem nenhuma condição de sobrevivência…

Eu abordo este tema, entre outros temas importantíssimos, no meu novo romance “Armagedom Har Meggido (Ana e o Apocalipse). O título parece religioso, mas é um enredo que aborda teorias de conspiração, teletransporte, sonho lúcido, entre outras teorias e é fundamentando em meus estudos de Física Quântica (Universos Paralelos), Parapsicologia, Paranormalidade e Teologia. E mostra diversas situações de extrema reflexão, além de um divertido e polêmico romance entre uma androide e um humano. Tem tudo para ser um Best Seller, mas até agora foi lido por pouquíssimas pessoas porque, apesar de muita divulgação, nesta Internet monitorada, poucos tem acesso à real informação e livros como este meu, (apesar de ser considerado ficção científica) são relegados e até criticados pelos desavisados. Convido-te a ler este meu livro/e-book, acesse-o clicando aqui.

No mais, finalizando este pequeno artigo, só friso que, a menos que uma pessoa consiga produzir seu próprio alimento, suas próprias roupas, gere sua própria energia elétrica, sua própria água e saiba desenvolver diversas habilidades e profissões, é bom repensar quais são as profissões essenciais, as realmente importantes e o quanto todos dependem de todos neste planeta…

Veganismo, entre críticas e falências, tenta sobreviver…

18 de maio de 2018 Deixe um comentário

Há tempos não escrevo nada sobre veganismo, ou melhor, sobre uma consciência que nos faz perceber a dor dos animais, a necessidade de preservar o planeta como um todo e também maior preocupação com o que ingerimos e resgate às origens. Aliás, nem poderia classificar como veganismo o que eu divulgo, pois o foco principal do veganismo são os Direitos dos animais e eu penso que há necessidade de entender e preservar os Direitos dos animais, mas também os Direitos da Terra, do Planeta, dos humanos e um resgate às origens da Criação. Tudo isso com apenas algumas mudanças nos hábitos alimentares e de vida…

Mas deixando as definições e classificações de lado, o que eu quero frisar é o fato do veganismo estar sempre criticando fatos, empresas e pessoas que não se enquadram no “padrão” vegano. Uma coisa é divulgar o veganismo, ensinar outros meios de se alimentar e viver, outra coisa é criticar sem aceitar que cada um tem um entendimento, um aprendizado e um tempo para entender qualquer assunto, isso inclui o entendimento do Veganismo.

Foto do site Dreamstime

A crítica atual gira em torno dos lançamentos de congelados da empresa brasileira Superbom, bem conhecida do público vegano. Das onze opções de congelados, apenas três são veganas. Os outros oito produtos contêm ovos e leite em sua composição. Embora os comentários sejam de espanto e os mais radicais estejam promovendo um “boicote” aos produtos da empresa, é preciso lembrar que é uma empresa Adventista, pertence à denominação (Igreja) Adventista e seu foco NÃO é o veganismo. Os Adventistas seguem o raciocínio do início da Criação, quando Deus estipulou um cardápio composto basicamente de frutas e produtos da Terra. Este também é o raciocínio de alguns segmentos do Judaísmo e do Cristianismo. Em comum, estes segmentos se alimentam de forma a agradar a Deus.

Em geral incluem ovos, leite e mel na alimentação por entenderem que, para ingerir estes alimentos, não promovem morte nem sofrimento. É bom lembrar que há outras religiões, em geral, orientais em que os adeptos não se alimentam de carne porque acreditam que a “alma”, dos parentes/antepassados pode ser transferida para os outros animais. Ao matar e ingerir um animal, corre-se

Foto do site Ana Vegana

o risco de matar um parente ou um antepassado. E isso, pasmem os leitores, faz sentido sim. Não entrarei em detalhes para não tornar muito longo este artigo. Quem se interessar por este tema, pode ler os links que indico no final deste artigo.

 

O resumo é que a grande maioria ou mesmo todas as religiões que pregam a alimentação vegetariana, o fazem por razões espirituais de elevação e conexão com Deus. Este é o foco. E suas respectivas empresas atuam no mesmo foco. Por isso, as críticas dos veganos não mudam nada no entendimento dos seguidores destas religiões. Eu, particularmente, sinto falta de uma empresa que produza alimentos naturais, de qualidade e sem dogmas ou rituais. Que apenas produza alimentos para serem ingeridos por veganos e não sejam apenas extensões de rituais religiosos. Temperos específicos, também se prendem a um número, no meu entendimento, restrito já que cada um tem um paladar e uma forma de sentir os gostos dos alimentos.

Finalizando, penso que não cabe a ninguém julgar o que é correto ou não em empresas que produzem alimentos ou outros itens veganos, seria bem mais útil orientar, difundir de forma pacífica como eu tenho feito com o Vampirinho Vegano que, por sinal, em duas promoções consecutivas, não vendeu NADA, em consequência, mais uma vez, tive que tirar de outras fontes para alimentar os animais que recolhemos das ruas e fiquei sem poder ajudar a outros que tanto precisam. E penso, seriamente, em parar de divulgar o projeto, afinal, o dinheiro gasto nas divulgações pode ser empregado no auxílio aos animais. A Lush, empresa de cosméticos praticamente vegana (80% da linha é vegana e 20% é vegetariana) está deixando o Brasil, pela segunda vez. E, desta vez, parece ser definitiva a saída, fechando suas quatro lojas e a fábrica, desempregando inúmeras pessoas e deixando de produzir cosméticos de qualidade no país. Assim, de parada em parada, vamos deixando de produzir o que é vegano, desanimados e cansados enquanto os Veganos estão preocupadíssimos em criticar empresas que nem sequer se intitulam (nem pretendem ser) veganas. Se os veganos apoiassem projetos como o Vampirinho Vegano ou empresas que produzem algo vegano de fato, talvez os resultados fossem bem melhores, não haveria tantos fechamentos ou falências. E as empresas (e pessoas) veganas por questões religiosas poderiam também viver em paz. Afinal, o motivo principal do veganismo é secundário, o que vale é o resultado. Ao se deixar de ingerir produtos de origem animal, salva-se os animais, o planeta e a própria saúde. Quem não entende isso e segue discutindo apenas pela ética, pelos direitos, não está defendendo nenhum animal, está apenas inflando seu ego numa discussão que nunca terá fim. Direitos, todos tem, de fazer tudo o que bem querem, direito é questão de argumentos, veganismo deve ser questão de salvar vidas de animais, de humanos e do planeta como um todo!

Saiba mais sobre questões religiosas e espirituais: Clique aqui.

Saiba mais sobre o Projeto Multimídia Solua, Vampirinho Vegano: Clique aqui

Acesse o Portal Lou de Olivier, tudo que você procura está aqui: Clique aqui

A todas as mães!

12 de maio de 2018 Deixe um comentário

Alguns textos ficam tão bons que não se consegue criar nada melhor depois deles. Este é um poema que fiz para todas das mães em 2003, a cada ano formatei até que, em 2013, fiz esta formatação. Pra mim, ficou perfeita! Dedico a todas as mães, avós, bisavós… sintam-se todas homenageadas! Acesse mais mensagens como esta no Portal Lou de Olivier: https://loudeolivier.com

Lou de Olivier luta por mudanças no diagnóstico da Dislexia

11 de maio de 2018 Deixe um comentário

Há mais de dois anos proferi esta palestra na ALESP sobre Dislexia e propus mudanças importantes no diagnóstico e tratamento dos disléxicos.

Ainda esperamos por resultados, mas vale a pena ler a matéria e assistir ao vídeo (curto mas muito esclarecedor). Acesse o conteúdo completo e o vídeo, clicando no link a seguir:

https://www.dislexiaadquirida.loudeolivier.com/Dislexia–palestra-ALESP-.php

Utilidade publica – Incêndio Largo Paissandu – Não julgue, ajude!


Diante de muitas críticas ao procedimento do Facebook, em que usuários se auto marcaram, como seguros, foram poucos os que perceberam a necessidade de ajuda aos sobreviventes do incêndio que provocou o desabamento de um prédio no Largo do Paissandu – São Paulo – SP – Brasil, destruiu quase toda a Igreja Luterana e comprometeu diversos edifícios vizinhos. Sendo assim, divulgo aqui uma lista de locais e links para quem quiser ajudar, lembrando que são aproximadamente 320 pessoas necessitadas:

Segundo Maria Adelaide, coordenadora na Cruz Vermelha, a maior necessidade é de artigos de crianças e bebês, como fraldas, mamadeiras, roupas infantis. Também estão sendo recolhidos alimentos não perecíveis. O posto de arrecadação fica na Avenida Moreira Guimarães, número 699, próximo ao aeroporto de Congonhas.

Segundo o site BBC – Brasil, o Departamento de Trânsito do Estado de São Paulo (Detran SP) divulgou que a partir desta quarta-feira receberá doações em sua sede para entregar às vítimas do incêndio. Roupas, sapatos, cobertores, itens de higiene, água e alimentos não perecíveis estão entre os artigos que estimula as pessoas a levarem. O órgão está localizado na Rua João Brícola, 32, ao lado da estação de metrô São Bento. E as doações poderão ser entregues das 8h às 18h.

No Facebook também há uma página em que, além do tão criticado recurso de marcação de segurança, é possível acompanhar notícias sobre o incêndio e, o mais importante, pode- se postar pedidos  e oferecimentos de ajuda.  No meu entender esta é uma ótima iniciativa, não só por tranquilizar parentes e amigos que moram longe, (já que o incêndio teve grandes proporções e foi bem noticiado, alguns parentes e amigos que moram no exterior ou no Brasil em regiões afastadas, se apavoraram e este recurso evita ter que telefonar ou se estressar em busca de notícias), mas por proporcionar um intercâmbio entre necessitados, ajudadores e intermediadores. Acesse o link, clicando aqui ou, se preferir levar doação pessoalmente, há outros postos de arrecadação citados a seguir.

Segundo a reportagem da Veja São Paulo, há outros postos de arrecadação, que são:

  • Evangélica – Universal do Reino de Deus – Está aceitando água, alimentos não perecíveis, fraldas infantis e roupas. Endereço: igreja do Brás – Avenida Celso Garcia, 499.
  • Organização Católica – Comunidade Sant’Egídio – Há dois  pontos para coleta. Um na Rua José Antônio Coelho, nº 661, apto 24. Outro na Rua José Bonifácio, número 325.
  • Ocupação Mauá – Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) recebe doações nessa ocupação, o endereço é Rua Mauá, 340.
  • Mkt Mix – A agência aceita cobertores, roupas e produtos de higiene,que podem ser entregues até sexta (dia 4/5/2018) na Rua Lisboa, 224.
  •  Igreja Nossa Senhora do Rosário  também está aberta a contribuições  e está localizada bem próxima dos escombros, no Largo do Paissandu.

A propósito, o nome do edifício que desabou é: “Edifício Wilton Paes de Almeida”

E, finalizando, a polêmica sobre a marcação de segurança no Facebook, é simples: Se você costuma transitar pela região ou tem parentes que moram no exterior ou em locais muito afastados, é bom se auto marcar para tranquilizá-los. Mas, para quem não tem parentes nem amigos no exterior e não tem costume de transitar pela região, não se aplica. É só ignorar ou clicar em não se aplica. Simples, assim!

 

Planos para o passado resenhado no Blog Juju Silva

O Advogado e Escritor Wellington Silva publicou uma ótima resenha em seu blog literário Juju SilvaDog. O meu livro resenhado é “Planos para o passado”, gênero fantasia. O Wellington publicou como dica de leitura para a semana que começou com  o feriado de 1º de maio, mas é também uma ótima leitura para todos os dias em todas as semanas.

Confira a resenha, clicando aqui 

Leia um capítulo grátis, clicando aqui

 

 

 

 

 

Agradecimentos ao Blog Juju Silva Dog pela publicação.

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