Anna Lou XIV Prêmio Excelência Mulher 2018

Participei, novamente, como ex homenageada, do Prêmio Excelência Mulher, evento oficial mais importante em homenagem à mulher no Estado de São Paulo. Começo parabenizando os organizadores que, pelo segundo ano consecutivo, incluíram uma opção vegana no cardápio do coquetel. Só por isso, já merecem aplausos, mas há outros detalhes importantes…

Criado em 2005 pela Fraternidade Aliança Aca Laurência, apoiado pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo – Diretoria Distrital Sul, com a finalidade de reconhecer mulheres que se destacam em suas atividades e em serviços sociais e filantrópicos. Tornou-se o evento comemorativo mais importante pelo Dia Internacional da Mulher. E, pela Lei Municipal 15.925/13 foi incluído no calendário Oficial de Eventos da Cidade de São Paulo.

A cada ano homenageia mulheres que mais se destacaram durante o ano anterior e até 2015, a cada ano, havia uma “re-homenagem”, ou seja, uma vez premiada, sempre premiada pois, no auge do evento, as ex homenageadas eram convidadas a se levantarem para aplausos, com direito até a luzes piscantes. Eu, por exemplo, fui homenageada e premiada em 2009, mas fui re-homenageada em todos os anos posteriores até 2015. Em 2016, não compareci por estar me recuperando de mais um acidente. E notei que em 2017 e agora em 2018 não foi feita esta re-homenagem. Espero que volte em 2019, o prêmio comemorará 15 anos.

Nesta 14ª edição estiveram presentes, além das homenageadas, a madrinha do evento Alda Marco Antonio, Vereador Gilberto Natalini e, entre muitos outros importantes convidados, o sempre querido Osmar Santos. A cobertura televisiva do evento, como sempre, foi feita com muita competência por Mara Cedro e equipe para seu Programa Quality by Mara Cédro. Um evento perfeito e memorável em todos os detalhes.

Faço questão de frisar a inclusão vegana no cardápio pois, desde 2010 quando me tornei vegana, passei a me alimentar antes de ir aos eventos e não consumir nada durante os coquetéis. Mas, em meio ao agito dos eventos, ninguém percebia isso. No ano passado, ao final de um dos eventos, uma das organizadoras, a simpática e amiga de muito tempo Rosely Ugolini, perguntou-se se eu havia gostado do evento e do coquetel. Respondi que, como sempre, gostei muito do evento, mas quanto ao coquetel, eu nada ingeri, por ser vegana, inclusive dei a ela um flyer do vampirinho vegano. Um mês depois, em outro evento também organizado pela Rosely e equipe, fui agradavelmente surpreendida por uma deliciosa salada de verduras com quinoa como opção. E, neste evento de ontem, as opções foram canapés de tomate e um delicioso tabule. Friso este episódio para reforçar minha tese de que o veganismo consciente e pacifista é o melhor caminho. Não fiz passeata, não confrontei ninguém, não mostrei nenhuma cena violenta, apenas fiz um comentário com uma mulher inteligente e amiga e isso já promoveu uma abertura do veganismo no evento. E, assim, respeitando as diferenças e o tempo de cada um, tudo caminha para melhor.

Parabéns a todos os organizadores, homenageadas e participantes deste importante evento, cada vez melhor elaborado.