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Archive for março \31\UTC 2018

Mensagem de força e determinação

31 de março de 2018 Deixe um comentário

Esta mensagem reflexiva sempre transmite força e determinação, já foi muito repassada desde a época do Orkut, seguindo pelo Facebook. Muitas pessoas me disseram que imprimem e deixam esta minha mensagem no espelho do banheiro ou na porta da geladeira e a leem sempre. E já foi uma das preferidas por Olga Bongiovanni, na época em que eu escrevia artigos para o site dela… Por isso, resolvi incluir aqui no blog. Espero que seja útil a todos que a lerem.


Portal Lou de Olivier, 21 anos no ar!

28 de março de 2018 Deixe um comentário

Banner Portal Lou de Olivier – desenvolvido por Mauro 2005 a 2010

O Portal Lou de Olivier está no ar desde 1997, ou seja, há 21 anos.

Começou com uma única página que trazia um artigo apenas. E era atualizado a cada mês. Na primeira semana de cada mês, eu criava outro artigo e substituía o já existente. Em geral, os artigos que iam para o site eram os que já estavam publicados nas minhas colunas em jornais de bairro, como Socorro News e Intersul.

Naquela época, a Internet ainda era discada e muito cara. Por isso eu era obrigada a manter apenas uma página, até que, em 1999, eu lancei o livro “A Escola Produtiva” e resolvi divulgá-lo no site colocando uma parte de um capítulo deste livro. Como o espaço era muito pequeno, eu não consegui colocar o artigo todo. Tive que interrompê-lo no melhor do conteúdo e ficou assim: “pesquisas indicam que… você lerá este artigo na íntegra no livro A Escola Produtiva”… Pronto, acabou o espaço da página mas me surpreendeu a grande quantidade de pessoas que se interessaram em comprar o livro.

Empolgada, eu resolvi que colocaria um portal no ar. Mas os valores pedidos pelos webmasters eram exorbitantes, em media, cem reais por página. Lembrando que, naquela época eram pouquíssimos profissionais que desenvolviam sites, cuidavam de tudo desde planejamento até colocar o site no ar e eram chamados de webmasters. Hoje há webdesigns, webmasters e Webdevelopers, cada um com sua função…

Enfim, era um preço muito alto para eu pagar, até porque eu pretendia colocar 300 páginas no ar. Então tive ideia de fazer um curso e eu mesma desenvolver o portal. Fiz um curso particular de apenas seis horas. Deveria ser de oito horas, mas o professor saiu antes da aula terminar e fiquei sem saber como colocar o site no ar, além de ter apenas vinte páginas prontas. Então fui sozinha na base de erro e acerto, terminei de criar as 300 páginas, atormentei diversos profissionais que estavam num fórum sobre sites, pedindo a eles ajuda e dicas e, dois dias depois, entrava no ar o meu primeiro portal oficial que tinha desde peças teatrais até orientação para dissertações e teses.

Com tantas informações, o meu livro parou de vender, afinal, os internautas já encontravam tudo que precisavam no portal. Mas ficou maravilhoso e isso que importava!

Em 2005 consegui ter meu primeiro domínio próprio. Naquela época só empresas podiam adquirir domínios e um colega de jornal (escrevíamos para o mesmo jornal) me “emprestou” o CNPJ dele para eu poder adquirir o domínio “loudeolivier.com.br”. Foi quando entrou no ar o meu portal reformulado, desta vez, desenvolvido por um webmaster. A quantidade de páginas diminuiu, não eram mais 300, mas em compensação, o visual era ótimo e agora em domínio próprio…

Em 2010, por questões financeiras, precisei migrar a hospedagem e tive que voltar a desenvolver o portal para economizar, pois a manutenção do site estava bem alta. Mesmo assim consegui manter o portal funcionando e sempre crescendo. Até que chegou ao que é hoje, abrigando diversos sites e subsites e eu continuo desenvolvendo tudo sozinha. Acho importante que as pessoas saibam disso porque pode parecer que eu seja uma milionária excêntrica mantendo algo tão grandioso, mas é minha perseverança e o “botar a mão na massa” sozinha que torna possível hoje completar vinte e um anos no ar.

Aproveite e acesse todo o conteúdo do portal em: https://loudeolivier.com/

Anna Lou Olivier participa do Prêmio Excelência Mulher

22 de março de 2018 Deixe um comentário

Anna Lou XIV Prêmio Excelência Mulher 2018

Participei, novamente, como ex homenageada, do Prêmio Excelência Mulher, evento oficial mais importante em homenagem à mulher no Estado de São Paulo. Começo parabenizando os organizadores que, pelo segundo ano consecutivo, incluíram uma opção vegana no cardápio do coquetel. Só por isso, já merecem aplausos, mas há outros detalhes importantes…

Criado em 2005 pela Fraternidade Aliança Aca Laurência, apoiado pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo – Diretoria Distrital Sul, com a finalidade de reconhecer mulheres que se destacam em suas atividades e em serviços sociais e filantrópicos. Tornou-se o evento comemorativo mais importante pelo Dia Internacional da Mulher. E, pela Lei Municipal 15.925/13 foi incluído no calendário Oficial de Eventos da Cidade de São Paulo.

A cada ano homenageia mulheres que mais se destacaram durante o ano anterior e até 2015, a cada ano, havia uma “re-homenagem”, ou seja, uma vez premiada, sempre premiada pois, no auge do evento, as ex homenageadas eram convidadas a se levantarem para aplausos, com direito até a luzes piscantes. Eu, por exemplo, fui homenageada e premiada em 2009, mas fui re-homenageada em todos os anos posteriores até 2015. Em 2016, não compareci por estar me recuperando de mais um acidente. E notei que em 2017 e agora em 2018 não foi feita esta re-homenagem. Espero que volte em 2019, o prêmio comemorará 15 anos.

Nesta 14ª edição estiveram presentes, além das homenageadas, a madrinha do evento Alda Marco Antonio, Vereador Gilberto Natalini e, entre muitos outros importantes convidados, o sempre querido Osmar Santos. A cobertura televisiva do evento, como sempre, foi feita com muita competência por Mara Cedro e equipe para seu Programa Quality by Mara Cédro. Um evento perfeito e memorável em todos os detalhes.

Faço questão de frisar a inclusão vegana no cardápio pois, desde 2010 quando me tornei vegana, passei a me alimentar antes de ir aos eventos e não consumir nada durante os coquetéis. Mas, em meio ao agito dos eventos, ninguém percebia isso. No ano passado, ao final de um dos eventos, uma das organizadoras, a simpática e amiga de muito tempo Rosely Ugolini, perguntou-se se eu havia gostado do evento e do coquetel. Respondi que, como sempre, gostei muito do evento, mas quanto ao coquetel, eu nada ingeri, por ser vegana, inclusive dei a ela um flyer do vampirinho vegano. Um mês depois, em outro evento também organizado pela Rosely e equipe, fui agradavelmente surpreendida por uma deliciosa salada de verduras com quinoa como opção. E, neste evento de ontem, as opções foram canapés de tomate e um delicioso tabule. Friso este episódio para reforçar minha tese de que o veganismo consciente e pacifista é o melhor caminho. Não fiz passeata, não confrontei ninguém, não mostrei nenhuma cena violenta, apenas fiz um comentário com uma mulher inteligente e amiga e isso já promoveu uma abertura do veganismo no evento. E, assim, respeitando as diferenças e o tempo de cada um, tudo caminha para melhor.

Parabéns a todos os organizadores, homenageadas e participantes deste importante evento, cada vez melhor elaborado.

Dois artigos de Lou de Olivier na Psique deste mês

21 de março de 2018 Deixe um comentário

A Revista Psique Ciência e Vida edição 145 (já nas bancas) está imperdível! Com temas atuais e muito interessantes. Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) assina dois temas nesta edição. O Dossiê “Dor na alma” que aborda, de forma ampla e profunda, a violência doméstica, paginas 35 a 50 e o artigo “A Ciência investiga novo transtorno”, abordando empatia, telepatia, narcisismo e psicopatia, páginas 72 a 79. E, na página 34 meu livro recentemente relançado “Distúrbios de Aprendizagem e de comportamento” é citado nas dicas de leitura.

Vale a pena ler esta super edição que traz também temas como autismo e Ética profissional em Terapia. Já nas bancas.

Só um detalhe, no meu mini currículo foi publicado que sou autora dos livros “Dicionário de Mulheres” e “Enciclopédia de Literatura Brasileira”.Na verdade, estes são livros biográficos oficiais do Brasil e minha biografia consta neles. Vou pedir que publiquem uma errata na próxima edição. Mas já adianto aqui. No mais, leia que vale muito a pena. Esta edição está histórica. Peça ao seu Jornaleiro.

Vampirinho vegano faz aniversário e quem ganha é você!

20 de março de 2018 Deixe um comentário

A Mega-apresentação teatral Vegana que reuniu seis elencos em seis cidades/estados do Brasil (e foi apresentada para mais de duas mil crianças e duzentos adultos), completou um ano. Sim, o tempo passa rápido!

Em comemoração ao primeiro aniversário deste mega-evento, o e-book com o primeiro episódio do vampirinho vegano “Plantando uma nova consciência” está em promoção, até dia 24/03 você pode adquiri-lo por apenas R$ 1,99. O desconto é de 79% e toda a renda, como sempre, será doada ao auxílio de animais abandonados. Clique no banner para acessar o e-book. Caso tenha dificuldade no acesso, na aquisição ou alguma dúvida ou comentário, escreva, clicando aqui ou clicando aqui.


Promoção Relâmpago! Vampirinho Vegano por 1,99. Aproveite!

19 de março de 2018 1 comentário

Mais uma vez,  o vampirinho vegano participa de uma promoção relâmpago. Agora é o primeiro episódio “Plantando uma nova consciência” que conta a história de Solua, o vampirinho que nasceu vegano em uma família (óbvio) de vampiros. E como, com amor e determinação, ele conseguiu convencer a todos sobre os benefícios do veganismo para os humanos e para os animais. Uma divertida aventura para você ler para seus filhos ou alunos. Neste momento, você pode adquirir este e-book, com 79% de desconto, por apenas R$1,99 (um real e noventa e nove centavos). Você economizará quase oito reais e colaborará com a causa animal, pois, como sempre, toda a renda será doada aos animais abandonados. Confira! Participe! Leia e comente!

 

Jerry Lewis e Marilyn Moroe, caso ou controle mental em Hollywood?

16 de março de 2018 Deixe um comentário

Jerry, Dean e Marilyn em evento. Foto domínio público

Muitos internautas têm acessado meu blog buscando informações sobre o romance de Jerry Lewis e Marilyn Monroe. Jerry foi um excelente artista polivalente, deixou uma grande contribuição artística e social, teve uma conturbada vida pessoal, com renúncias e, em alguns momentos, tristezas. No entanto, diante de tudo isso, algumas pessoas lembram-se dele apenas por um curto romance com Monroe. Convido-te a ler este texto e entender de outra forma “os mitos de Hollywood”…

Quando resolvi ter uma overdose de bom humor, no carnaval deste ano (2018), não imaginava que, ao assistir Jerry Lewis por cinco dias consecutivos, seria levada a me embrenhar tanto pela carreira e vida pessoal dele. E que eu, um mês depois, ainda estaria discorrendo sobre isso. Mas foram tantas descobertas que acabei escrevendo bem mais do que deveria. O resultado é que, ainda hoje, internautas acessam meu blog a procura do tema: “jerry lewis relação com marlym moroe É assim mesmo que aparece a grafia digitada pelos internautas…

Bem, então vamos desvendar os mistérios. Começando com a maior curiosidade: Será que Jerry teve mesmo um romance com Marilyn?

Sim, tudo leva a crer que sim. Primeiro porque eles se encontraram em diversos eventos no início da década de 1950, há muitas fotos de Jerry, Marilyn e Dean sempre alegres, abraçados e há até uma foto em que Jerry aparece mordendo o braço dela… Além disso, há o vídeo em que Marilyn declara ao microfone, em pleno evento: “I love you, Jerry!” (com uma estratégia dessas, nenhum homem resistiria). E há a declaração do próprio Jerry durante entrevista à escritora Amy Wallace, numa conversa que durou onze horas e foi transformada em entrevista numa edição da revista masculina GQ (Gentlemen’s Quarterly), em 2011, ele tinha então 85 anos. Abordou aspectos de sua vida, de sua carreira e se esquivou de citar nomes de seus romances, mas acabou confessando sobre Marilyn.

Entre alguns comentários, ele acrescentou que Monroe usou sexo como ele usava humor: como que para fazer uma conexão emocional. “Ela precisava desse contato para ter certeza de que era real”.

Ok, mas como foi, (pergunta da entrevistadora), fazer amor com o mais famoso e trágico símbolo sexual de todos os tempos?

“Foi …” ele diz, levando um baque, “longo”. Ele sorri com tristeza. “Fiquei aleijado por um mês”. Não explicou se ficou aleijado fisicamente pela relação bombástica ou por um motivo mais sério que relatarei na sequência…

Há quem cite como tendo ficado sem se alimentar por um mês e os comentários sobre esta entrevista são os mais bizarros, alguns até agressivos (em relação a reputação de Marilyn e uma suposta falta de inteligência de Jerry) que não transcreverei. A síntese é que poucos acreditaram que eles tiveram um caso. Eu penso que devem mesmo ter tido o tão falado caso, que parece ter sido de uma única noite. Marilyn, apesar de ter se casado por três vezes, teve alguns casos sim. Jerry Lewis era extremamente sério na vida real e era um homem bonito quando não estava fazendo palhaçadas. Então, não entendo o porquê de tanto espanto e comentários maldosos em relação a este curto caso. Aliás, se com todo o esforço da mídia para mostrar ao mundo um Jerry Lewis idiotizado, ainda assim ele foi disputado por tantas beldades, imagine se a mídia divulgasse a VERDADE, o mostrasse como um homem inteligente, bonito e artista polivalente? 

U.S. army photographer David Conover's shot<br /> This image is a work of a U.S. Army soldier or employee, taken or made as part of that person's official duties. As a work of the U.S. federal government, the image is in the public domain. Esta imagem é um trabalho de um soldado ou empregado do Exército dos EUA, tomado ou feito como parte das funções oficiais da pessoa. Como um trabalho do governo federal dos EUA, a imagem é de domínio público.

Marilyn antes do estrelato. imagem de domínio público

Mas a questão que quero levantar vai muito além disso, quero

Marilyn depois da transformação – Imagem de domínio público

comentar sobre como se criam mitos e se propagam ilusões nesta matrix em que (obrigatoriamente) vivemos. Marilyn que se chamava Norma Jeane Mortenson era uma moça comum, ruiva, de cabelos encaracolados e um corpo esguio, mas nada estonteante. Ela passou por uma grande metamorfose, após entrar para uma agência de modelos que não citarei, não vem ao caso. A partir daí tornou-se um símbolo sexual que atravessou os tempos. Sua morte súbita, no auge da sua beleza e carreira contribuíram para aumentar este “poder” de varar os tempos.

Outro detalhe que quero abordar, há muitos comentários sobre Marilyn Monroe ter sido uma das primeiras celebridades hollywoodianas submetidas ao controle mental monarca, que é citado como um ramo do programa MK-Ultra da CIA que teria transformado Marilyn numa marionete por intermédio de programação psicológica e por trauma. Sua morte teria ocorrido quando a programação perdeu efeito e ela começou a quebrar o controle, sendo assassinada num episódio que ficou registrado como suicídio. Seria isso que Lewis tentou afirmar com seu comentário “Fiquei aleijado por um mês”? Ele estaria referindo-se ao “peso” do controle mental a que Marilyn estaria submetida?

Atualmente se cita Jim Carrey como um dos que estão “acordando” e saindo da programação mental, assim como outros grandes nomes já foram citados como controlados ou mortos pelos controladores. Porém, eu quero frisar algo importante sobre o tal “controle mental”…

Controle mental???
Foto do site Dreamstime

 

Desde final da década de 1970, eu estudei muito desde PNL até Medicina Comportamental. Eu aprendi diversas técnicas de hipnose e suposto controle mental (incluindo eletrochoques e medicamentos injetáveis). Eu transitei por diversas religiões e seitas em busca da minha cura, das sequelas de meus acidentes. Eu passei por diversos rituais e fui muito machucada, traumatizada e muitos fatos que nem relato. Mas eu nunca fui “comandada”. Como eu, há diversas pessoas no mundo que também passaram por toda sorte de traumas e tentativas de programação e isso não funcionou. Mas então, por que o meio político e artístico parece ser tao fácil de ser “programado” e manipulado? Penso que o “controle mental” é um alto salário e muitas mordomias. Qualquer pessoa que saia do anonimato e passe a receber salários de um, dois, três, vários milhões mensais torna-se “comandada” não porque um suposto controle mental exista, mas porque se “rende” aos encantos do dinheiro e do poder. E, quando todo o dinheiro do mundo parece insuficiente para a realização, alguns se revoltam e querem sair disso. Mas não há controle mental algum, é só muito dinheiro e poder versus paz de espírito… me fiz entender?

Eu conheço diversas pessoas que foram minhas amigas, pensavam como eu, polemizavam e, de repente, passaram a trabalhar para o Sistema… Inclusive algumas se viraram contra mim… O segredo? Muito dinheiro no bolso, muita badalação, muito tapete vermelho, às vezes até vermelho de sangue, mas vamos desfilar nossos corpos siliconados (com implante de silicone), nossas vidas controladas pelas notas verdes, vamos passear no tapete vermelho… E vamos puxar o tapete de quem não entra na nossa “tiurma”… É por ai?

Termino frisando que me sinto triste por discorrer sobre este tema, acho que um simples caso ocorrido no início da década de 50 não deveria ser motivo de curiosidade hoje, 2018, quase 70 anos depois. Isso sim é um controle de mentes. Condicionar as pessoas a terem curiosidade por algo irrelevante na vida de um homem.  Um cara que foi casado duas vezes, teve cinco filhos legítimos, dois adotados e uma filha que não pode assumir, nascida de uma mulher que ele foi impedido de amar… Com todas estas relações importantes, lembrar dele por uma única noite de amor com Marilyn é até patético… enquanto isso, seus filhos legítimos foram excluídos da sua herança, sua filha legítima mora na rua… Entendo o que os filhos dele passam, porque passei por situação parecida, não tive acesso a nada do que meu pai deixou. No meu caso específico, foram nossos advogados que nos orientaram de forma distorcida e duas construtoras que se aproveitaram da situação. Perdemos tudo com apenas duas assinaturas. No caso de Lewis, há um testamento e um adendo que já citei em outro artigo. Seja como for, lamento e entendo a situação dos filhos dele…

E depois de todo este “samba com Jerry Lewis”, desisto de assistir filmes, de qualquer gênero. No próximo carnaval, vou tomar muita vodka para começar, emendar com tequila e pular todas as noites até tombar na avenida… Deverá ser bem mais divertido e menos polêmico!

OBS: Se estivesse vivo, hoje, 16/03/2018, Lewis completaria 92 anos. Publico este artigo como presente de aniversário. Ao lê-lo, talvez as pessoas o vejam de outra forma, como um ser humano completo e grande artista polivalente que foi. E não como li em alguns artigos “um idiota que conseguiu pegar Marilyn Monroe”…

Este vídeo prova três fatos: O grande carinho que Lewis e Martin sentiam um pelo outro (Martin até serve Lewis na boca, como um pai), a declaração pública de amor de Marilyn para Jerry e a revelação mais bombástica: A música “Night on Broadway” NÃO foi uma criação dos Bee Gees na década de 70, como até eu imaginava.  Ela é tocada ao fundo deste vídeo gravado no início da década de 50 e esta versão é bem mais legal, por sinal. Confira!

Leia mais sobre Lewis neste mesmo blog, clique aqui, aqui e aqui.

Saiba mais sobre o tema abordado neste  artigo (em Inglês), clique aqui, aqui e veja fotos aqui

Saiba mais sobre o suposto controle mental de Marilyn Monroe, clique aqui

Se você se interessa por temas como controle de mentes, gostará de ler meu novo romance:

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