relogioDesde que me afoguei, aos dezesseis anos, e segui desmemoriada por muito tempo, eu descobri o gosto pela pesquisa. A princípio, dependendo de amigos que liam para mim e, ao terminar minha primeira faculdade, foi pedido um TCC com pesquisa de campo. Nesta época, eu já conseguia ler com alguma dificuldade, mas já conseguia ler o suficiente para fundamentar a pesquisa de campo. Então eu entendi, desde aquela época, que uma das minhas grandes paixões era a pesquisa, a investigação, o entender, a fundo, diversos temas…

Segui estudando e pesquisando, Artes Cênicas, Musicoterapia, Psicanálise, Neuropsicologia, Psicopedagogia, Medicina Comportamental e áreas correlatas. Além dos estudos oficiais, eu sempre pesquisei também sobre Filosofia, Teologia, Teosofia e afins… Foi ai que, há alguns anos, eu encontrei um curso com um tema de autoconhecimento maravilhoso que era ministrado por um professor russo. Não pensei duas vezes, me inscrevi no curso que, além de fantástico, era ministrado online e gratuitamente. Era tudo de bom!

Aguardei, ansiosa, pelo primeiro dia de aula. Antes, porém, comprei um livro que estava indicado como complementar ao curso. A autoria do livro era deste professor, mas o livro estava traduzido para diversos idiomas e, felizmente, também para o Português. Assim como o curso era ministrado com tradução simultânea.

Impaciente, comecei a ler o livro de mais de seiscentas páginas antes mesmo da primeira aula. Confesso que não consegui entender praticamente nada. Apesar de estar traduzido para o Português, me parecia, literalmente, russo!

Pensei que, quando o curso se iniciasse, eu então poderia compreender todo o conteúdo do livro, mas me decepcionei muito quando, na primeira aula, eu também não entendi quase nada do que o professor ensinou. Ainda assim eu assisti mais duas aulas dele até decidir trancar minha matrícula. Muito triste, admiti que eu não tinha afinidade com este professor, nada entendia dos ensinamentos dele e a única decisão acertada seria parar o curso e procurar outro professor. Meu consolo foi saber que a maioria dos alunos também desistiu do curso, que acabou sendo cancelado.

Encontrei uma professora que ensinava o mesmo tema, mas numa linguagem bem simples e num nível bem básico. A aula dela era presencial, em português. E eu fiquei feliz ao perceber que entendia perfeitamente tudo que ela ensinava. Assim, eu fiz o curso básico e o intermediário com ela. Na sequência, matriculei-me numa escola e cursei mais dois níveis também presenciais.

Dois anos depois destes cursos, recebi um convite para retornar ao curso do professor russo e resolvi arriscar. Apesar da insegurança, eu destranquei minha matrícula e me surpreendi quando percebi que tudo o que ele falava agora estava muito fácil de entender. Então eu, enfim, pude fazer o curso completo com este professor. E tanto me empolguei e pesquisei que acabei até alcançando um nível bem superior aos alunos da minha turma…

Entendi que eu precisava de uma boa base para poder entender o curso do professor e, só depois de dois anos em outros cursos, eu atingi o nível de entendimento para até ultrapassar os ensinamentos dele…

Sempre que eu anuncio uma grande descoberta ou proponho um curso ou uma publicação que traz inovações futuristas e não tenho retorno imediato, eu me lembro desta minha fase e da história que desencadeou este meu aprendizado. Como neste momento, eu tenho anunciado diversas inovações, inclusive em forma de romance, uma forma que eu penso ser mais agradável de aprender, lendo um enredo interessante e romanceado. Uma mescla de estilos, acaba não atraindo ninguém pois as pessoas parecem procurar temas “focados” nesta época. E o que anúncio, muitas vezes, contradiz o consenso. E, já que Nélson Rodrigues dizia “toda unanimidade é burra”, mas ele há tempos morreu e parece que quase ninguém quer concordar com ele em nossa época… Em resumo, depois de dois anúncios em que, segundo o facebook, foram atingidas quase seis mil pessoas, houve quatrocentos e doze envolvimentos, mas apenas quatorze cliques e, na realidade, ninguém concretizou sequer uma compra de um e-book, só posso entender que, ou a propaganda do facebook não funciona. E isso não procede, já que muitas pessoas vivem de anúncios nas redes sociais, principalmente facebook. Ou, o que parece mais acertado, estou fazendo como o professor russo, oferecendo um conhecimento de pós-graduação sem que as pessoas tenham passado por uma base. Ou porque também muito do que ensino mostra a inutilidade de grande parte dos ensinamentos atuais…

 

 

árvores e livros

A Brinquedoteca aliada à aprendizagem, por exemplo, eu implantei entre 1997 e 2009 aproximadamente. Só agora em 2017 passou a ser utilizado de forma contínua. Comecei a citar a Dislexia Adquirida desde 1978, comecei a defender o tema oficialmente no início da década de 1990 e só por volta de 2012 foi aceita pela Ciência da Saúde e, ainda assim, com restrições, só a causada por AVC, ainda defendo a Dislexia causada por anoxia/hipoxia… E, assim, tantos outros temas que eu anunciei muito antes e demoraram dez, quinze, vinte anos para serem aceitos… Então, pensando assim, estou animada porque meus romances inovadores que misturam gêneros, informações diversas, abordam questões profundas e camufladas pela mídia e ainda trazem muita aventura e romance, com renda doada aos animais abandonados, em uns quinze ou vinte anos serão lidos e transformados em Best Sellers… Não é ótimo?

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