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Archive for novembro \28\UTC 2017

Morgan Freeman e Lou de Olivier unidos por uma falha do Sistema

28 de novembro de 2017 1 comentário

Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) foto das redes sociais

Morgan Freeman – foto Internet

Morgan Freeman falou ou escreveu uma frase a respeito da Consciência Humana como solução para o racismo?
Ou Foi Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) a autora desta frase?
Será que Morgan Freeman e Lou de Olivier são a mesma pessoa?

Ou será que a Internet é apenas uma grande fábrica de ilusões? 

Confira neste artigo, estas e outras respostas interessantes.

Em uma entrevista que aconteceu em dezembro de 2005 concedida a Mike Wallace, (60 minutos da CBS), Morgan Freeman recebeu a seguinte pergunta: O que você pensa sobre o Mês da História Negra? Morgan Respondeu: Ridículo! E seguiu explicando seu raciocínio, que não deveriam renegar a História dos Negros a um único mês, que se não há um mês para comemorar a História dos Judeus ou História dos Brancos, porque haver um mês para a História dos Negros? A História dos Negros é a História da América. E a forma de acabar com o racismo é parar de falar sobre ele. E propôs ao entrevistador que parasse de chamá-lo de negro e ele não o chamaria de branco. Seriam apenas ele, Morgan Freeman, e seu entrevistador, Mike Wallace, independente de suas cores ou raças. (Esta é minha tradução livre para entrevista porque a entrevista foi em INGLÊS)

Este é o resumo do que Morgan Freeman falou na entrevista.

Dois anos ANTES desta entrevista, em 2003, num país chamado Brasil, onde se fala PORTUGUÊS e não inglês, uma pessoa atuante em diversas áreas terapêutica, artística, educacional e escrevendo também poesias e reflexões, chamada Lou de Olivier, (não por coincidência, esta que vos escreve agora), em meio a uma acalorada discussão sobre a implantação do Dia da Consciência Negra, com a intenção de mostrar que TODOS DEVEM SER TRATADOS COM IGUALDADE, criou (em Português) uma frase: “No dia em que invés de se preocuparem com a consciência negra, branca ou amarela, buscarem a consciência humana, não haverá necessidade de comemorar o dia da consciência negra” by Lou de Olivier 2003

A frase teve tanta repercussão que Lou (eu) se empolgou, escreveu uma sequência e saiu divulgando entre os amigos e contatos. Em 2004, ela aprimorou a frase que ficou assim: “No dia em que pararmos de nos preocupar com Consciência Negra, Amarela ou Branca e nos preocuparmos com Consciência Humana, o racismo terminará.” by Lou de Olivier 2004

Esta frase chegou até a ser formatada por uma amiga de Lou e passou a circular pela Internet em grupos de discussão e no Orkut. Circulou até por volta de 2008, quando Lou de Olivier parou de postar sobre o tema. Porém, a mensagem continuou sendo compartilhada, agora não mais por Lou de Olivier, até que alguém, não se sabe quem nem com que propósito, retirou o nome da Lou e colocou como autor, nada menos do que Morgan Freeman.

Por falar em Morgan Freeman, em 3 de junho de 2014, ele foi entrevistado por Don Lemon (CNN) . Em determinado momento, Lemon perguntou se a raça seria um fator de distribuição de renda nos EUA. Freeman respondeu: Hoje? Não! Você e eu somos a prova disso. Você coloca em sua mente o que quer fazer e parte para a ação (vai lá e faz)…

Quem quiser ler todo o conteúdo das entrevistas, em Inglês, poderá acessar no final deste artigo. Agora o importante é comparar o que Freeman disse em entrevistas com as frases de Lou de Olivier:

Stop talking about it. I’m going to stop calling you a white man, and I’m going to ask you to stop calling me a black man. I know you as Mike Wallace. You know me as Morgan Freeman. You want to say, `Well, I know this white guy named Mike Wallace.’ You know what I’m saying?” Freeman

“No dia em que pararmos de nos preocupar com Consciência Negra, Amarela ou Branca e nos preocuparmos com Consciência Humana, o racismo terminará.” by Lou de Olivier 2003/2004

Nem quem aprendeu Inglês na escolinha da tia Nenê, na base do “the book is on the table” poderia confundir estas frases. Lou escreveu em Português, Freeman nem escreveu nada, ele falou em Inglês: frases totalmente diferentes, contextos diferentes, países diferentes, estruturas diferentes, e forma diferente de racismo entre os países. Aliás, é bom lembrar que, sempre que alguém se identifica como “brazilian”, logo vem o comentário: – Oh, Brazil! Samba, carnival and football! I know!

Há menos de duas semanas ouvimos isso num chat… Parece que, para o mundo, tudo no Brasil se resume a samba e futebol… Não há cabeças pensantes… Ao menos é a impressão que temos do que acham de nós quando nos identificamos como brasileiros em congressos ou eventos.

Deve ser por isso que pegaram, descaradamente, a mensagem da Lou e colocaram como sendo do Freeman. E o pior é que ninguém questionou, foram compartilhando, aplaudindo, achando o máximo, até que a Jornalista Glória Maria postou no Instagram, ai viralizou o que faltava…

Conclusão:

Sabem, eu, (que agora me assino Anna Lou Olivier, para fugir de outro plágio, desta vez do meu pseudônimo), fiz cadastro no Instagram só para contatar a Glória, me identificar e pedir, gentilmente, que ela desfaça o mal-entendido. Até comentei que ela sendo culta e inteligente, deve querer esclarecer este equívoco com seu público. Ela nem sequer se manifestou. Acessei alguns dos principais sites que repassaram este equívoco e postei mensagem com links para visita e confirmação. Mas logo fui classificada como “spammer” e impedida de continuar postando.

Alguém furtar meu texto e mensagens e divulgar como sendo dele ou de um “famoso” pode, mas eu, que sou a verdadeira autora, fazer algumas postagens esclarecedoras não pode, é SPAM! Quem acompanha minha carreira sabe que, há poucos meses, descobri um curso de minha autoria totalmente copiado e jogado na Internet de forma deturpada. Agora esta mensagem que também não é a primeira a ser plagiada. E, neste caso, nem posso saber a quem processar. Vai saber quem fez esta troca de autoria. O Freeman nem deve saber disso… Até pensei em contatá-lo e pedir que, em alguma entrevista, esclarecesse ao seu público que ele nada falou a respeito da Consciência Humana e quem escreveu a famosa frase fui eu.

However, silly me! (No entanto, boba eu!)

Mas, ao acessar a página de contato dele, já pude ler algo assim: “Não aceitamos inscrições não solicitadas tais como materiais não especificamente solicitados ou não enviados por meio de uma fonte profissional (agente, advogado ou gerente). Resumindo, gente comum que não tem uma representação ou não foi solicitada, nem tem sua mensagem lida… resta então rezar para o verdadeiro e Eterno Deus resolver a situação, já que o deus criado por Hollywood não atende os não representados…

Concluindo, este episódio me fez acordar, mais do que já acordei. A Internet é mesmo uma grande fábrica de ilusões. Se fosse algo sério que gerasse bons frutos, autores e grandes pensadores como fomos nós iniciando há mais de vinte anos, hoje deveríamos ser mundialmente conhecidos e respeitados. No entanto, continuamos anônimos, vendo nossas ideias e pensamentos serem sugados e publicados como sendo de outros autores, enquanto nós continuamos compartilhando com alguns poucos amigos e leitores. E que bom que ainda temos estes poucos amigos e leitores que nos incentivam.

Mas são poucos os que ficam sempre conosco. Muitos ficaram pelo caminho, meus fãs se dispersaram. Até os certificados dos dois prêmios que ganhei na Inglaterra em 2000/2002 se perderam em uma de minhas muitas mudanças. Recentemente eu doei o que sobrou de meus troféus e relíquias do meu pioneirismo até a atualidade para o Museu da TV Brasileira (PróTV). E, no final, O Freeman também vai fazer a passagem, todos nós um dia vamos morrer e, quem nasceu e investiu aqui no Brasil parece que não terá direito nem a deixar memórias. Afinal, se enquanto estamos vivos, já nos furtam tantos textos e mensagens, imagine depois de mortos…

Leia também, Consciência Negra com Morgan Freeman, autoria Lou de Olivier, clique aqui

Leia, Lou de Olivier doa seus troféus relíquias ao Museu da TV, clique aqui.

Leia algumas mensagens reflexivas de Anna Lou Olivier, clique aqui e aqui.

Agradecimentos ao site E-farsas, que publicou adendo sobre autoria de Lou de Olivier, ao site Voz de Petrópolis que replicou o artigo e aos blogs que alteraram o post citando autoria de Lou de Olivier, o blog Dr André Mansur (Brasil) e o blog Os pontos de vista (Portugal).

 Clique nos nomes para ler na íntegra.

Assista ao vídeo sobre o tema, a seguir:

 

Veganismo e meio ambiente: Com quantas árvores se faz um livro?

26 de novembro de 2017 2 comentários

Você sabe com quantas árvores se faz um livro?

Neste pequeno artigo vou mostrar, de forma simplificada, não só estes dados, como vou comparar o papel comum com o reciclado e abordar o formato e-book. E como tudo isso influencia no meio ambiente. Vem comigo!

Foto de fundo site Dreamstime, fotos dos e-books (livros digitais) de autoria de Anna Lou Olivier, incluídos na foto pela própria autora usando editor Gimp.

Muitas pessoas se dizem defensoras do meio ambiente, dos animais e da vida, mas não se dão conta do mal que causam ao ambiente, cada vez que optam por um livro impresso invés de digital. Os dados são variáveis, mas de uma forma geral, podemos entender que, utilizando técnicas de fabricação de papel mais comuns (processo “mecânico” ou “triturado”), cada árvore pode produzir uma média de 75 quilos de papel, sendo necessário doze árvores para produzir uma tonelada de papel, de acordo com o Conservatree, Recycled environmental paper information.

Um cálculo aproximado, levando em conta um livro de peso médio, pode-se afirmar que, cada livro carregue 0,028 de árvore. Numa projeção pode-se calcular que 34,8 livros podem ser produzidos a partir de cada árvore. Estes dados são uma média e podem variar, de acordo com o tamanho da árvore, o número de páginas do livro e o método de fabricação do papel, entre outros detalhes.  

Foto Site Dreamstime, editada por Anna Lou Olivier

Aqui entra o papel reciclado que parece ser a melhor opção. No entanto, há tempos, a indústria afirma que não há uma comprovação segura de que o uso do papel reciclado possa trazer menos impactos para o meio ambiente do que o papel comum. Esalq-USP realizou um estudo fundamentado em literatura técnica sobre reciclagem de papéis e comprovou que a produção de papel 100% reciclado utilizado na produção de escrita e impressão pode gerar um volume de efluentes até seis vezes maior que o papel comum. O mesmo estudo ainda comprovou que o processo de preparação das aparas para produção de papéis reciclados destinados à impressão e escrita pode gerar consumo adicional de energia elétrica de até 750 kWh/t, este consumo não ocorre na fabricação do papel comum.

 

Em um artigo antigo, publicado pelo Estado de São Paulo em 07 de maio de 2008, Antônio Gimenez, gerente da área de Negócios de Impressão e Conversão da International Paper (IP) afirmou: O processo de fabricação do papel reciclado consome mais água, mais produtos químicos e mais energia elétrica do que o papel branco. Isso porque a fibra reciclada passa por uma etapa a mais de clareamento, para eliminar impurezas, que não existe na produção do papel brancoPara Gimenez parece que o papel comum é mais adequado até porque ele também afirma: É um mito dizer que o papel reciclado salva árvores, pois aqui elas já são cultivadas e para esse fim No meu entender, este cultivo de árvores destinadas ao mercado de papéis para escrita e impressão também é dispendioso pois o solo poderia ser utilizado para plantio de alimentação, já que, estamos numa época de escassez de alimentos e a tendência é piorar. Mas esta é a minha humilde opinião, já que não sou produtora de papel nem de alimentos, apesar de ser uma grande produtora de textos para leitura tanto didáticos quanto para entretenimento.

Aliás, neste ponto, devo explicar que, quando criei o Vampirinho Vegano em 2010 eu pensei em todas as formas de produção e divulgação. E optei por e-books (livros digitais) para também preservar o meio ambiente. Já que tanto o papel comum (branco) quanto o reciclado tem seus prós e muitos contras, pensei que o ideal seria lançar toda a série do vampirinho apenas de forma digital. Porém, muitas pessoas nem sabiam bem o que é e-book, perguntavam sobre frete, queriam saber quantas páginas tinham as histórias e eu acabei cedendo e fazendo um pequeno lote de apenas 30 cartilhas. Elas venderam rapidamente, mas os e-books (em PDF) foram pouquíssimos a vender. E, quando decidi passar toda a comercialização para o site Amazon, que não dispõe de PDF, (apenas de visualização em aplicativo), as vendas simplesmente cessaram.

Comenta-se agora em 2017, entre os editores, que o e-book “não pegou” no Brasil. Isso se confirma pelo fato da própria Amazon estar projetando abrir livrarias físicas e comercializar livros físicos. Mas eu pergunto: O que acontece com o povo brasileiro, que consegue perfeitamente acessar sites, ler artigos, participar de chats, postar em redes sociais, tudo de forma virtual e não consegue aceitar uma leitura de um livro digital? Até porque, usando como exemplo, um livro que, na forma física (impressa) custaria trinta reais, pode ser adquirido por aproximadamente doze reais (em alguns casos, até menos) na versão digital… É para se pensar muito!

Bem, voltando ao antigo artigo/matéria do Estadão, entre diversos comentários dos especialistas da área, dois são dignos de (re) citação:

O primeiro comentário foi feito por Sonia Chapman, que, na ocasião da publicação do artigo era diretora-presidente da Fundação Espaço Eco, atualmente pelo que pude verificar, divide-se em diversos projetos também em sustentabilidade, afirmou: “O importante é o uso racional da matéria-prima e energia”. “É a mesma discussão que se tem com os alimentos orgânicos. Se toda a população passar a comer orgânicos, não vai haver terras suficientes para produzir dessa maneira. Não há coleta de lixo urbano que permita só a produção do papel reciclado.”

Foto site Dreamstime

Este comentário nos leva a uma profunda reflexão. De fato, não há terra suficiente para produzir orgânicos para toda a população do planeta. Muito da terra já está comprometido com o solo desgastado por diversos fatores que nem cabe citar neste pequeno artigo. Quanto a coleta de lixo, tudo poderia se resolver com uma reeducação da população e um maior investimento em coleta tanto de lixo comum quanto de material reciclável. Mas a questão do solo é mesmo preocupante. E, provavelmente, irreversível.

A matéria do Estadão terminou afirmando que “a reportagem procurou as ONGs de defesa do meio ambiente Greenpeace e WWF, mas elas informaram que não têm uma avaliação técnica sobre o uso de papel reciclado.”

 

Diante disso, o que se pode refletir é o seguinte:

Levando em conta as definições destas ONGs, sendo: World Wide Fund for Nature é uma Organização não governamental internacional que atua nas áreas da conservação, investigação e recuperação ambiental, anteriormente chamada World Wildlife Fund, nome oficial ainda em uso nos Estados Unidos e Canadá” E Greenpeace é uma organização não governamental de ambiente com sede em Amesterdão, nos Países Baixos, e com escritórios espalhados em mais de 40 países. Atua internacionalmente em questões relacionadas à preservação do meio ambiente e desenvolvimento sustentável, com campanhas dedicadas às áreas de florestas (Amazônia do Brasil), clima, nuclear, oceanos, engenharia genética, substâncias tóxicas, transgênicos e energia renovável.”

É bem preocupante o fato das duas ONGs apenas responderem que “não têm uma avaliação técnica sobre o uso de papel reciclado.”

Como já afirmei, esta reportagem foi feita em 2008 e não foi atualizada, então entende-se que ainda esteja valendo. O principal nisso tudo é perceber a seriedade do tema, não só pelo fato dos dois tipos de papéis geraram diversos problemas ao meio ambiente mas pela carência de novos solos para plantio de alimentos orgânicos.

Vamos refletir melhor sobre isso?

 

A saber: O projeto vampirinho vegano, atualmente tem quatro desenhos animados (disponíveis no YouTube), diversos vídeos de cenas e esquetes gravadas por seis elencos em seis cidades brasileiras (também disponíveis no YouTube e no site oficial do vampirinho vegano), três e-books em português e um em Inglês, além de outros recursos. Todos online. Afinal, defender os animais e o meio ambiente e usar papéis sejam comuns (brancos) ou reciclados para imprimir as histórias seria uma grande incoerência, não acha?

 

Acesse o site oficial e assista aos vídeos e desenhos, clique aqui.

Conheça os e-books que, além de ensinar veganismo de forma lúdica, tem a renda (quando vende) doada aos animais abandonados. Clique aqui

E-books que valem ração e amor. Confira!

23 de novembro de 2017 5 comentários

Há quase oitenta anos, meus pais fundaram três bairros em São Paulo – SP – Brasil. Antes disso, meu pai já era um grande provedor de vários membros da família dele e a família da minha mãe. E, ao se estabelecer em São Paulo, passou a acolher também animais abandonados.

Chegou a manter quatrocentos cachorros e inúmeros gatos, que ele cuidava diariamente com duas boas refeições, banhos, medicamentos e muito carinho. Ele também mantinha vinte casas que cedia aos pobres. Além de não cobrar aluguel, ele fornecia água, energia elétrica, alimentação, medicamentos, escola… Enfim, ele sustentava as famílias, que ficavam aos seus cuidados até se firmarem e poderem manter-se sozinhas, quando desocupavam as casas, geralmente já tinha alguma outra família na fila e ocupava a casa para ser cuidada pelo meu pai.

Em um dos bairros que meus pais fundaram tem até uma praça com o nome do meu pai em reconhecimento a toda a obra social que ele plantou.

 

 

 

 

 

 

 

 

Meu irmão e eu já nascemos  neste ambiente e seguimos esta grande obra, não com o poder que meu pai tinha. Até porque,quando meu pai faleceu, a tão falada “Lei do Retorno” não nos contemplou. Invés de encontramos bons advogados para nos auxiliarem, fomos ludibriados por dois advogados e um contador que se diziam nossos “irmãos”. Com apenas duas assinaturas perdemos aproximadamente vinte por cento do patrimônio. Os outros oitenta por cento foram perdidos na sequência também com duas assinaturas para uma construtora que, há tempos, propunha uma permuta que nunca recebemos…

Estou relatando isso porque, mesmo com tantos golpes que recebemos da vida, continuamos na medida do possível auxiliando quem necessita. Eu ajudo a cuidar de vinte animais recolhidos das ruas. Alguns foram jogados por outras pessoas por cima do nosso muro como se fossem pedras e todos foram acolhidos. Todos os meses eu gasto uma boa quantia, não vou dizer quanto, mas daria para passar um bom fim de semana num hotel quatro estrelas em nada mesmo do que Londres (no inverno que é mais barato, obvio). Pois bem, eu invisto esta verba todos os meses para sustentar estes bichinhos…

Há três  anos aproximadamente, eu tive ideia de oferecer meus e-books (que nada gasto para editar) para venda e com a verba arrecadada eu doaria aos animais. Cheguei a inaugurar uma loja virtual exatamente com este propósito, mas apesar de muita divulgação, não deu retorno e eu a encerrei… No momento, eu disponibilizo diversos e-books, no site Amazon, ainda com esta intenção de doar aos animais, não só estes que já sustento, mas outros que eu possa auxiliar. Entre os e-books tem também três episódios do Vampirinho Vegano que ensina o amor aos animais de forma lúdica…

 

Mas, para ser franca, nenhum dos romances vendeu, não tiveram nem leituras, não por serem ruins. Ao contrário, tem enredos maravilhosos e são muito bem escritos, os poucos que leram amaram. Acontece que, como sou muito mais conhecida com Multiterapeuta, as pessoas não procuram meus romances. E mais, com tantos caloteiros por ai, muitas pessoas pensam que posso estar dando algum “golpe”. Aliás, aproveito para citar que, tanto eu quanto meu irmão temos alguns “homônimos” que, talvez até de propósito, tem feito tudo para sujar nossa reputação. Um tal “Erasmo de Oliveira” já aplicou alguns golpes na praça e uma tal “Lou de Olivier” já publicou diversos e-books pornográficos. Recentemente alterei meu pseudônimo para Anna Lou Olivier para não ser confundida com esta “homônima”.

Diante de tudo isso, até entendo que as pessoas tenham receio de doar, mas eu não peço doações. Eu ofereço um e-book por um preço popular, disponível diretamente no site Amazon, um dos mais confiáveis do e-commerce. O comprador tem total segurança na compra e tem acesso a um ótimo conteúdo. Se eu vou doar a verba ou comprar pinga, esta questão é minha. Não cabe ao leitor julgar. Mesmo assim, me disponho a explicar que pretendo mesmo doar a renda, quando eu a tiver. Até o momento, não teve venda alguma. Mas tendo ou não, eu continuarei doando aos animais enquanto for possível fazê-lo. Se você gostou da nossa trajetória, quer ler um ótimo romance a um preço bem acessível e, com isso, colaborar com minhas doações, clique nas fotos dos ebooks e será direcionado(a) ao site Amazon. 

Neste momento, até amanhã 24 de novembro de 2017, meu romance “Planos para o passado” está em promoção por apenas R$ 1,99. Clique no banner para acessar. (Promoção encerrada, aguarde outra promoção em breve)

Se preferir outros títulos, clique nas fotos correspondentes e conheça também meu lançamento Armagedon Har Meggido (ana e o Apocalipse)

 

 

Não fornecemos endereço nem fones porque já não temos mais como recolher animais. E muitas pessoas aproveitam-se para descartar os bichinhos na nossa porta. Mas, se você tiver dúvidas ou quiser comentar, clique aqui e deixe seu comentário.

Bate-papo ao vivo desvendando a Dislexia

22 de novembro de 2017 Deixe um comentário

Mais uma vez Anna Lou Olivier abordará Dislexia esclarecendo mitos que tem sido propagados…

 

Em continuidade a mais de trinta anos de publicações esclarecedoras e diante de diversos mitos que tem sido propagados por uma mídia irresponsável e vendida, Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) está agendando um bate-papo ao vivo para esclarecer de vez este tema. Assista ao vídeo e saiba como se inscrever para este importante debate.

OBS: Neste vídeo, Anna Lou fala também do seu recente romance que vale a pena ser lido. O romance não aborda Dislexia, mas aborda temas importantíssimos e interessantes. Se você quiser apenas informações sobre o bate-papo ao vivo, é só assistir apenas a primeira parte do vídeo. Se quiser saber também sobre o novo livro de romance de Anna Lou, assista ao vídeo até o final. E deixe seu comentário e/ou curtida na página.

Confira!

Consciência negra com Morgan Freeman, autoria de Lou de Olivier

21 de novembro de 2017 3 comentários

Há muito tempo, não me lembro exatamente quando foi, mas penso ter sido por volta de 2003, quando se comemorou o primeiro dia da consciência negra no Brasil, em um grupo de discussão de poetas na Internet, surgiu a questão desta comemoração. Logo estávamos numa acirrada disputa. Uns concordavam com a necessidade de haver um dia para registrar a causa, outros achavam uma grande bobagem. Eu, sempre filosofando, escrevi algo assim:

“Amigos, no dia em que invés de se preocuparem com a consciência negra, branca ou amarela, buscarem a consciência humana, não haverá necessidade de comemorar o dia da consciência negra” Eu me referi ao fato de termos que nos aceitar como todos sendo iguais.

Enquanto a discussão se aquecia mais ainda com minha afirmação, eu tive ideia de escrever um pensamento reflexivo. Escrevi “Não precisamos de um único dia de consciência negra, branca, amarela ou índia, precisamos de trezentos e sessenta e cinco dias de consciência humana”. By Lou de Olivier… E enviei por e-mail aos amigos. Todos gostaram muito e até repassaram aos seus contatos. Entre 2004 e 2005, não lembro bem a data, eu entrei para a rede social do Orkut e, nesta rede, passei a compartilhar minhas mensagens reflexivas. Foi ai que, chegando a data da Consciência negra eu compartilhei, com meus amigos, as minhas duas frases criadas durante o fórum dos poetas. Estes amigos compartilharam com os amigos deles. E os amigos deles compartilharam também… Eu fiquei muito feliz, afinal, minhas frases tinham atingido quase duzentos amigos e amigos de amigos… Nem parei para pensar que, diante de mais de seis bilhões de pessoas que habitavam o planeta naquela época, esta divulgação era irrisória. E, praticamente, ninguém saberia da minha autoria.

A partir dai, por vários anos enviei estas mensagens, com pequenas alterações, sempre que o dia da consciência negra se aproximava. Mas eu pareço ter sido a única a assinar meu nome na mensagem e, como sou sozinha para divulgar, outras mensagens se multiplicaram pela Internet. E, como sempre, quem conta um conto aumenta um ponto. Em algum momento, alguém retirou meu nome das mensagens e os compartilhamentos continuaram… Enquanto isso, nos recentes anos eu parei de enviar mensagens neste dia e confesso que já nem me lembrava desta minha mensagem reflexiva.

Hoje, porém, dia 20 de novembro de 2017, fui surpreendida por uma nota que dizia que a Jornalista Glória Maria teria postado uma frase do ator americano Morgan Freeman sobre Consciência negra e teria causado grande polêmica. Curiosa, fui conferir e percebi, pasma, que é nada menos do que minha velha frase, justo a frase que criei durante a discussão do fórum de poetas…

Não sei explicar como me senti e ainda me sinto. Triste, talvez, revoltada. Primeiro porque alguém usou algo que criei e divulgou como sendo de outra pessoa, segundo porque, na verdade, já encontrei, (ou melhor, me informaram) esta frase atribuída a outros “famosos”, tem mensagens assinadas até pela Bruna Lombardi. E terceiro porque esta frase que eu citei com a intenção de mostrar que todos somos iguais, independente de nossa cor ou raça ou qualquer característica que possa nos separar, está sendo colocada com um outro contexto, como se o ator Morgan Freeman estivesse descaracterizando a luta dos negros com esta frase que, por sinal, é minha…

Procurei o único lugar fixo (além dos meus sites) onde eu postei, há anos, esta minha frase, o site Pensador. Imaginei que, encontrando meu pensamento registrado neste site, eu poderia comprovar que a criação é minha, já que o Orkut, há anos não existe mais… Mas a pessoa que fez esta “troca de autoria” fez um serviço completo. Não há mais nada do que postei neste site. Nem meu nome consta mais lá… Tem é a frase atribuída ao Freeman…

Este episódio só reforça uma decisão que já tenho tomada, afastar-me da Internet. Não o farei de repente e nem em definitivo, mas, das redes sociais, estou já me preparando para um afastamento. E me provou também algo que eu já sabia, mas agora tenho provas concretas: a chamada grande mídia é, de fato, alienada. Uma Jornalista considerada inteligente e culta posta uma mensagem baseada em um banner que deve ter recebido de alguém ou encontrado pela Internet, sem sequer verificar se a frase é mesmo do Freeman. Aliás, mesmo que a frase fosse dele, estaria se referindo ao que o negro vivencia nos EUA e não no Brasil. E não caberia uma postagem da Jornalista referindo-se ao dia da consciência negra pois, afinal, não tem comparação a condição do negro nos EUA e no Brasil…

Não bastava a *TV Globo ter me barrado por seis anos para não divulgar verdades sobre Dislexia, não bastava a alienação dos principais canais de divulgação em relação aos fatos (seríssimos) recentes ocorridos no Brasil, agora esta postagem da Jornalista completa o que já se sabe.

* TV Globo, não confundir com Agência O Globo, que, por sinal, já publicou diversos releases meus.

Até o momento em que publico este artigo, não há nenhuma prova de que o Freeman tenha dito algo, ao menos, parecido com a minha frase reflexiva. Porém, como o sistema consegue plantar o que bem entende e, inclusive, “afundar” um navio vinte e seis anos antes dele ser metralhado por contrabando, pode ser que surja, a partir da minha postagem, alguma prova plantada.  Hollywood já o colocou como “Deus” e os desavisados o estão colocando como grande pensador.  Só resta o sistema eterniza-lo como pacificador… No entanto, friso que a verdade está acima de qualquer manobra deste sistema falido.

Conheça algumas das minhas inúmeras mensagens reflexivas, clicando aqui  e também aqui. Leia, Lou de Olivier doa seus troféus relíquias ao Museu da TV, clique aqui. Leia também sobre as notícias que escondem de você, clique aqui. E conheça os e-books que valem ração e amor, clique aqui.

Assista ao vídeo complementar Lou de Olivier X Morgan Freeman

Promoção Relâmpago. Aproveite!

19 de novembro de 2017 Deixe um comentário

Atenção!

De 19 a 27 de novembro  este super romance de Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) está em promoção de R$9.43 por apenas R$1.99 e toda a renda será doada aos animais abandonados.

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Com muito romance, dança do ventre, sensualidade e viagem no tempo (Universos Paralelos), Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) prova que há uma fórmula perfeita para fazer (e realizar) seus Planos para o passado!

 

Principais avaliações de clientes

Por Cliente Amazon em 18 de novembro de 2016

“Excelente qualidade de escrita! Além de ser uma história empolgante é escrita de uma forma bem didática e de fácil compreensão. Faz com que nos arremetamos a um encontro conosco mesmo através das lembranças e conflitos da personagem”. Cliente Amazon

 

Por Cliente Amazon em 21 de novembro de 2016

 ” Excelente! Nossa! Fiquei encantada! Começa como se fosse um enredo e acaba de forma inesperada. Mostra a realidade do trabalho dos policiais, uma aula sobre como viajar de avião e também sobre dança do ventre. Ainda mostra o amor vivido sem preconceitos. E fala sobre veganismo… E tudo isso relatado de forma extremamente bem escrita, romanceada e simples de entender. Merece mil estrelas! Recomendo para todas as meninas que fazem (ou querem fazer) dança do ventre pq a autora dá uma aula sobre isso, para quem é ou quer conhecer veganismo e para todos que gostam de física quântica, ficção científica e muito romance e sensualidade”. Cliente Amazon

 

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Intervenção militar, Exército dos Estados Unidos na Amazônia, Escassez de alimentos… É o Brasil!

16 de novembro de 2017 1 comentário


Aqui no Brasil, enquanto a mídia se divide entre a manifestação de racismo do Jornalista William Waack (e seu afastamento da Globo) e a notícia veiculada pelo R7 “Michel Temer dará início à reforma ministerial que vai até dezembro” e que “o Presidente aceitou pedido de demissão do ministro das Cidades”, o público também se divide: muitos se posicionam ainda preocupados com o homem nu em meio a uma conturbada exposição de Arte e outros comentam sobre o novo namorado de Fátima Bernardes. Não bastasse tudo isso, ainda me enviaram um vídeo de um ator supostamente disléxico zombando da dislexia e dos tratamentos arcaicos. Esta questão da Dislexia satirizada, eu comentarei em breve, mas…

Em meio a estas e outras notícias alienadas, a empresa Igarashi que produz alimentos como batata, cenoura, feijão, tomate, alho, cebola e outros, abastecendo todo o estado da Bahia e região nordeste teve suas instalações invadidas por cerca de 500 pessoas, na maioria pecuaristas e agricultores da região, que, protestando contra o novo sistema de irrigação da Igarashi, atearam fogo nas instalações, destruíram todo o sistema de energia e diversos maquinários e até causaram ferimentos em um dos colaboradores da empresa. Reportagem do Correio da Bahia afirma que o prejuízo da Igarashi é de, ao menos, dez milhões. E que a empresa também atua em pecuária. E cita que, “de acordo com o site Matutar, que atua na defesa da Bacia do Rio Corrente, a Igarashi possui a outorga da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema) desde 2015 para irrigar 2.530 hectares com 180 mil metros cúbicos de água por dia”. A intenção foi boa, mas a forma como foi realizado o protesto caracterizou vandalismo, causou extremo prejuízo e não resolveu a questão do uso excessivo das águas do Arrojado.

Em paralelo, no Rio Grande do Sul, devido a fortes chuvas, houve uma queda brusca na semeadura de arroz e outros grãos. Segundo informação do site Federarroz, “devido à previsão de condições climáticas não favoráveis e à descapitalização dos produtores, o cultivo de arroz no Brasil não está sendo rentável. E com a forte queda dos preços em plena entressafra, a redução de área poderá ser ainda maior, isto porque em regiões onde é fácil a troca por outra cultura mais rentável, poderá ocorrer maior migração”, observou o presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do Estado do Rio Grande do Sul (Federarroz), Henrique Dornelles, que compara a situação brasileira com a do Paraguai que, segundo ele, segue aumentando a sua área”.

Há quem afirme que, também nesta região (Rio Grande do Sul), fazendas de arroz estão sendo invadidas e queimadas. Porém, não se encontra nenhuma reportagem a este respeito e os informantes, até o momento, não enviaram nenhuma prova, por isso, não se pode afirmar, com certeza, que estas invasões seguidas de incêndios estejam ocorrendo no RS. Sendo ou não verídica esta notícia das invasões no RS, tudo isso comprometerá o abastecimento de alimentos ao povo brasileiro. Isso é preocupante para todos que se alimentam, especialmente, os vegetarianos e veganos que se alimentam de grãos, legumes e outros frutos da terra.

Enquanto isso, países de idioma espanhol, especialmente Venezuela, noticiam “ No Brasil, pela primeira vez na História, militares dos EUA intervém na Amazônia” “Começaram manobras militares entre EUA, Brasil, Colômbia e Peru na Amazônia”.

Antes de continuar estas notícias, é preciso explicar, ainda que de forma simples o que significa esta intervenção e o que está em contraponto. De um lado, o FSP (Foro de São Paulo) que teve início em 1990 em uma conferência de partidos políticos e organizações de “esquerda” e foi promovida pelo PT (Partido dos Trabalhadores) – (há quem cite este início como uma união maligna entre Luiz Inácio Lula da Silva e Fidel Castro, tendo ainda Hugo Chávez e José Dirceu como participantes). com objetivo de discutir alternativas às políticas dominantes na região (chamadas de neoliberais) e promover a integração latino-americana no âmbito econômico, político e cultural. Atualmente participam destes encontros mais de 100 partidos e organizações políticas de diversos países. E tem sido, com frequência, alvo de críticas e acusações que vão desde falta de transparência das atividades do grupo, visando o controle supranacional da política, ferindo a soberania dos países e integrando a América Latina numa ideologia socialista, até ligações com grupos terroristas como FARC e com o narcotráfico. (Fonte Wikipedia)

Em aversão a este poder, surge então a intervenção militar e ai começa um equivoco,pq me parece que estão confundindo um suposto treinamento dos militares dos EUA na Amazônia com o movimento que uma parte da população brasileira está propondo pela intervenção militar no Brasil. Há quem afirme que este exercício dos EUA na Amazônia seja uma espécie de preparação para a intervenção final que devolveria a soberania ao país, livrando seus cidadãos do caos em que se encontram agora.

O que muita gente não percebe é que, mesmo que a intervenção militar seja desejada por muitos, há 2 questões importantes:

Art. 142 da Constituição Federal de 88 cita o seguinte:

Art. 142.As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.

Em resumo, os militares necessitam da autorização do presidente da república para uma intervenção…. Acho que não precisa explicar mais, ne?

Ainda há outro agravante, o general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, comandante-geral do Exército, é um dos responsáveis por assegurar a defesa do país. Teria, teoricamente, poder de decisão, mas ele enfrenta uma doença neuromotora degenerativa não especificada em artigo e, recentemente, ele declarou “  que a própria sociedade brasileira é capaz de encontrar uma solução para a crise sem que isso ocorra. “O Brasil tem um sistema que dispensa a sociedade de ser tutelada”,

Em resumo, o general afirmou “Virem-se sozinhos!”

Verificando outras informações, percebe-se que um dos poucos que apoiam a intervenção militar, o general Antonio Hamilton Martins Mourão é apontado como desequilibrado e ridicularizado pela mídia. Aliás, a mídia atualmente, tem informado tudo às avessas, então se falam bem de alguém, entenda o contrário, se falam mal dê uma chance ao criticado. Eu falo isso porque sou também Jornalista, fui inclusive freela do Aqui Agora e sei bem como funcionam as notícias especialmente na atualidade…

Enfim, o apoio dos militares restringe-se a poucos generais, o General Mourão, para avançar e intervir como muitos pedem, teria que passar por cima da autoridade do comandante do Exército e do Presidente da República…

Enquanto isso, um grande grupo de pessoas deslocou-se à Brasília hoje, dia 15 de novembro de 2017, algumas viajaram por dois a três dias para participarem do protesto que pede a intervenção militar. Há informações de que, em diversos pontos do país, pessoas estão também protestando e pedindo a intervenção militar.

A única notícia (até a publicação deste artigo) sobre esta série de protestos é desencontrada, de um site considerado de notícias fake e os principais canais que são Globo, UOL, Exame, Veja etc estampam manchetes sobre intervenção militar no Zimbábue. Parece piada, mas não é!

Tudo isso e muito mais acontecendo no Brasil e as principais Manchetes da mídia brasileira não apontam nada disso… Mas vamos voltar ao assunto. Neste ponto, há quem confunda esta possível intervenção militar com o exercício dos Estados Unidos na Amazônia… Ai entra as diversas manchetes e notícias espalhadas pela Venezuela…

Por ser um assunto muito complexo e nada noticiado por aqui, fica meio difícil explicar, mas penso ter resumido de forma compreensível a grande batalha que se inicia. São muitos os comentários e manchetes especialmente na Venezuela, onde a preocupação se mostra não só com a manobra em si, mas com o descaso da mídia brasileira. Uma das Jornalistas comenta “Uma região estratégica, rica em biodiversidade, rica em minerais, rica sobretudo em água, por isso a gravidade do que o EUA esteja presente nesta região”, “Esta intervenção EUA parece estar mirando para a Fronteira Brasil/Venezuela, a partir da instalação militar poderia justificar uma possível intervenção em território venezuelano, não como invasão dos EUA mas como ação de forças combinadas de exércitos da região argumentando uma ameaça à segurança hemisférica”. “É urgente começar com tudo isso, porque os meios de comunicação no Brasil não estão dando nenhuma cobertura a este importante ato (exercício)”. Fonte Televisión del Sur (Telesur ou teleSUR)

São tantas as manchetes e comentários venezuelanos que fica difícil transcrever tudo, mas a essência é que, de um lado está o socialismo que, teoricamente, pretende diminuir a distância entre ricos e pobres. Porém, levando em consideração que, para isso, o Estado deveria ser forte o suficiente para acabar com a propriedade privada e com a divisão dos meios de produção e ainda controlar a renda, o comércio e a indústria. E, diante da incapacidade de controlar a si próprio (Governo) e menos ainda a todo o país, este sistema já se perde de início. Isso gera insegurança, desemprego, caos e tudo isso que o Brasil vivencia sem nem precisar enumerar.

De outro lado está a necessidade de intervenção, de neutralização do caos instalado e ai entra a intervenção militar (dos Estados Unidos?) que busca devolver ao povo a segurança e a dignidade perdidas. Porém, esta intervenção militar, da mesma forma que foi na década de 1960, é uma intervenção civil e militar, já que o comando vem de forças civis e militares, cabendo aos militares a ação. Expliquei bem?

O principal nisso tudo é entender que toda guerra é bancada por um único sistema, os envolvidos funcionam mais como marionetes do que como peças chavez (gostou do trocadilho? Quem não entendeu, eu citei Hugo Chávez). Enfim, tanto faz um caos tentando caminhar para o socialismo ou um movimento de intervenção que mais parece invasão dos EUA. É aproximadamente como um jogo de xadrez. Apesar de não entender muito deste jogo, arrisco-me a explicar o básico:

São dois participantes jogando num tabuleiro com 64 casas. São 16 peças brancas e 16 pretas, num total de 32 peças. São 2 Torres, 2 Cavalos, 2 Bispos, 1 Dama, 1 Rei e 8 Peões de cada cor. O principal objetivo deste jogo é impor o xeque-mate ao adversário ou o seu rendimento. É isso que está ocorrendo com o Brasil e ocorre sempre que há uma disputa ou guerra, o povo fica em xeque-mate, tanto faz o lado que vencer, o povo sempre perde… porque os senhores da guerra bancam os dois lados, nunca há um real vencedor, ou melhor, não importa quem ganhe ou perca a guerra, quem ganha é sempre o sistema que bancou a disputa…

Se você entendeu meu raciocínio, que bom! Te convido a ler meu novo romance, se der tempo de ler em meio a este clima todo, sei que gostará, clique aqui.

Se não entendeu, comece desde já a escrever sua cartinha para o Papai Noel porque com este clima sem opção, o natal este ano vai ser intragável… Por outro lado, você também pode assistir a novela das oito, torcer pelo mocinho ou até suspirar pelo novo namorado da Fátima Bernardes. Pode também ridicularizar a Dislexia como muitos estão fazendo. (E isso eu comentarei no próximo vídeo/artigo).

Afinal, é isso mesmo que a Rede Bobo quer, que você durma a sono solto enquanto o Brasil…

Ah, o Brasil tem samba/carnaval e futebol… Já tá bom, né?

Assista em vídeo (caso o som esteja muito baixo, é só clicar em qualquer ponto do vídeo e apertar a seta para cima do teclado do computador até atingir a altura desejada).

Leia na íntegra:

Bahia, clique aqui e aqui

Operação EEUU Amazonia,  clique aqui  e aqui vídeo em: 

https://youtu.be/uDALgvTXdXs

Rio Grande do Sul, clique aqui

Foro de São Paulo, clique aqui Wikipedia

Convite para bate-papo ao vivo sobre Dislexia, desfazendo mitos, com Anna Lou Olivier. Assista ao vídeo e saiba como se inscrever. No mesmo vídeo, Anna Lou fala um pouco sobre seu novo romance que aborda Física Quântica, Universos Paralelos, Teorias de Conspiração e até romance entre uma androide e um humano. Confira neste vídeo:

Anna Lou Convite palestra dislexia ao vivo e livro

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